Nesses dias de calor extremo, apareceu um corno manso recorrente (corno fixo é aquele que eu como por um tempo com exclusividade, e um recorrente é aquele que me liga de vez em quando, mesmo sabendo que ele também fala com outros).
Nos encontramos num café e ela me contou que, por causa do trabalho (prefeitura), ia dar umas palestras perto da capital e que, desde a última vez que ficamos, queria experimentar mais humilhação, queria saber até onde ela fica excitada no limite.
Então, de comum acordo, nós três nos encontramos num café da capital, pra ser mais exato no Bonafide que fica perto da Corrientes e Pueyrredon. Ela era uma morena bem bunduda, pra quem, num dos nossos encontros anteriores, eu inaugurei a rabeta e iluminei o caminho do poder que ela, como hotwife, tem sobre o marido, a ponto de fazê-lo limpar toda a minha porra com a língua, o corno.
Tivemos uma conversa onde o corno disse o que ele desejava, naquele momento ele admitiu que nunca sentiu mais tesão do que quando a gente humilhava ele, que aqueles momentos onde ela e eu humilhávamos ele a portas fechadas…
ela estava claramente excitada, pronta para o que sabíamos que ia rolar, e se surpreendia com o desejo do marido dela.
Sabe o que você tá pedindo, que te leve ao limite do corno… que te coloque na beira da exposição, que a gente te humilhe além do quarto e, acima de tudo, você tá me pedindo pra fazer dela minha mulher. Eu falei.
ele aceita com tudo o que isso representa pra ele
Se você aceitar, quero que vá ao banheiro, tire essa tanga que com certeza vestiu pensando que hoje íamos transar, e coloque ela no meio da mesa dizendo bem alto que aceita… você já sabe pelas nossas experiências anteriores que não tem limites, mas dessa vez vamos muito, muito além.
Ela, naquele momento, se levantou da mesa, e naquele tempo onde ainda ronda a dúvida se a gente continua conversando.
quero que você dê uma extensão de cartão pra ela e carta branca pra realizar seu desejo de cuck… daqui duas semanas quando vocês voltarem, ela vai me escrever dessa vez enquanto você estiver dando seu seminário, vão rolando umas paradas, algumas você vai ver, outras a gente vai te mostrar… mas vamos te deixar bem cuck…
Sem hesitar, aceitei e ele me ofereceu outro cartão recarregável, mas não aceito essa parte. De certo modo, parte da humilhação seria ele ver os gastos dela enquanto está comigo, mas além disso, ainda faltava a resposta dela, já que isso é um jogo de três e, se ela não aceitasse, não dava pra fazer nada.
Quando ela voltou, colocou na mesa um pedacinho minúsculo de pano branco, obviamente de qualidade, daqueles que se compram pra dias especiais. Parada e vermelha de vergonha, disse "aceito", e depois sentou.
Eu peguei ela e estendi na frente dele e de todo mundo que estava tomando café da manhã ao nosso redor naquela manhã.
cuck, olha a fio dental que a sua mulher vestiu pra mim… dá até pra ver como ela tá molhada… olha como ela morde os lábios quando tem um macho na frente, e em casa mal se contenta com você…
Por um instante, um silêncio constrangedor reinou na mesa, ela mordendo os lábios me olhava e ele estava em êxtase, exposto como um corno manso pra todo mundo…
Você já sabe o quanto eu tô molhada, não vai me aproveitar? — disse ela, sem medo de ser ouvida, na frente do marido e de um monte de gente ao redor.
Ele disse: "Temos burocracia pra resolver, não esperam na delegacia da guarda costeira, não podemos chegar atrasado…" disse ele.
Ela ficou triste, olhando pro nada, enquanto eu perguntei: "Alguma vez já te comeram no carro enquanto o teu marido promíscuo dirige?
e como num acordo entre as partes, saímos nós três. como todo pau pequeno, ele tem uma caminhonete marock cabine dupla, tipo um hotel móvel. os vidros eram escuros, mas não o suficiente pra quem passava do lado não olhar... pena que a caminhonete era alta, senão mais gente teria visto a gente.
Assim que ela subiu na caminhonete, a gente já se pegou na boca. Ela já tava sem calcinha, me deixava fácil comer ela. Ele dirigia olhando pelo retrovisor. Uma das gozadas mais lindas que já rolou dentro de um carro. Quando a gente tava perto de Guerín, em Corrientes, ela montou em mim igual uma louca e eu sussurrei no ouvido dela: "quero te encher de porra".
Não, ela disse, vamos sujar o bebê dela, ela acaricia ele mais do que a mim... e merece que todas as coisas dela tenham cheiro de buceta. Ela disse.
Foi assim que ela desceu do meu pau, começou a me chupar babando todo o estofado, engasgando no meu pau até me deixar a ponto. E ali, numa punheta generosa, igual bombeiro, presenteei a caminhonete inteira com meu gozo. Quando chegamos na guarda costeira, na altura do Centro Cultural Kirchner, eu desci e ela ajeitava o vestido, enquanto ele, com cara de êxtase, me disse.
A gente se fala daqui uns dias…
Assim os dias foram passando enquanto a gente jogava pelo chat e brincava de ver o que ia rolar, quanto mais informação, mais divertida a aventura vai ser.
Na segunda-feira, ele deu o primeiro dia de palestras. Dava pra ver ele da rua, e ele também via a rua, o que por si só já aliviou minha mente… Ela, na mesma segunda, saiu comigo. Fomos pro sex shop comprar umas coisinhas (plugs, algemas, lingerie) e a cada compra mandávamos uma foto pra ele. Num momento, pensamos em ir pra um hotel, mas aí pensamos melhor: ela se registrou no hotel em nome de sr. e sra. xxx). Entramos e transamos bem barulhento… Eu fui embora e quando ele chegou, todo mundo já sabia que ele era o corno do hotel. Mas ainda assim, isso era só o começo…
O dia começava, eu teria pago pra ver a cara dele com um cartazão escrito "ela é minha", e uma seta apontando pra baixo bem no lugar onde ele vê da janela dele.
Já pras 10 horas tava um calorão e mandamo um vídeo dela sentando na caminhonete sem ar e toda vestida, com a roupa toda colada nos peitos dela suando e os olhos marejados porque, claro, mandei um vídeo de como eu tava metendo na bunda dela do jeito que eu gosto, toda lubrificada de saliva. Quando enchi o cu dela de porra, mandamo ela colocando um plug, daqueles com rabo de cavalo. Na hora que o vídeo chegou pra ela, estacionamo a Amarok bem embaixo da placa.
ali no meio da rua, sem ligar pra câmeras, sem ligar pra nada, abraçados feito casal, fizemos ela ver o show de como eu puxava a tanguinha pra baixo da saia dela. dava pra ver os pelinhos da bunda do plug saindo de baixo daquela saia.
Em seguida, ela entrou no prédio pra levar um pacote pro marido dela, com a roupa toda grudada de ter acabado de ser comida, não escorria porra do plug que fazia ela andar de um jeito engraçado…
Ela trouxe uns livros pra aula dele, era uma gostosa toda arrombada e sabia muito bem que iam comer ela, o hálito dela tinha gosto de pica recém-chupada e o colar que ela usava no pescoço tinha meu nome…
Ela saiu e nenhum homem na rua se segurou de olhar pra ela, ela exalava sensualidade… fomos pro nosso canto, eu tinha reservado um lugar fetichista pra nós dois. Umas hora depois, ele manda um vídeo do banheiro se masturbando lá, com o que a gente mandou na caixa, a calcinha fio dental dela encharcada de porra na boca e na certeza de que ela leria o cartaz que tava lá dentro…
HOJE EU SOU EMPRENHADA, JÁ QUE VOCÊ NÃO PODE. ESSE GARANHÃO COM CERTEZA, SIM.
Quando a gente foi num lugar que um amigo meu da MAZMORRA arrumou, fiz ela usar o conjunto gótico que o corno pagou, coloquei o abridor de boca nela, a gente chama assim, ela tinha os cartazes impressos. Já tô com o cu arrombado e cheio de porra.
Ele virou e o cartaz dizia: agora vão encher minha pussy de porra, cuck. Tô transmitindo pela rede…
e foi assim que, num site de cams, transmitimos o ato sexual, embora cuidássemos de esconder o rosto dela. Além da fodida fenomenal que ele dava nela, amarrada a um cavalete, dava pra ver que eu sou a mulher de um corno que tá assistindo, e o desenho de uma âncora. No chat, os caras se zuavam, perguntando quem era o corno, enquanto ele tava lá, se masturbando todo excitado, exposto, enquanto na primeira fila a gente gravava tipo três atos sexuais. Ele enchia a buceta dela de porra, e ela gritava: "Finalmente vou ser mãe, e você, corno, vai ser um bom pai...
… naquela mesma noite, depois daquela tarde de puro sexo, íamos jantar os três juntos. Fui pro meu quarto que ele pagou, ela foi com ele e não precisava de muito pra saber que eles eram um casal. Ela num vestido branco divino… ele de terno elegante, bem cuck, eu mais informal, com uma camiseta de sumô.
Comemos rindo nós três, eles se mostravam como casal no jantar onde a tensão sexual cortava o ar… ela foi ao banheiro que passava por um corredor de casarão velho, com algumas áreas escuras. Daí a pouco saí atrás dela, debaixo de uma escada encurralei ela, tirei a tanga e o resto, e ela me disse: preciso de porra, você me acostumou mal. Sem mais cerimônia, voltei pra aquela buceta que me deixou louco o dia inteiro. Um garçom viu e eu dei o show pra ele ver ela com as pernas abertas até a raba. Ela tava com a própria tanga na boca pra abafar os gemidos. A gente tava tão no fogo que já tava doendo um pouco a lixa de tanto transar o dia todo, e ela tava entregue… toda aquela descarga poderosa foi dentro dela e só aí ela perguntou, tirando a tanga da boca…
Eles nos viram?" — ela perguntou.
te garanto que todos os garçons e cozinheiros passaram pra ver como você se entregava, agora vai com ele e coloca a tanga no meio da mesa pra ele saber o que rolou.
Ela entrou no salão visivelmente suada e ajeitando a saia, depois me contou que entre os garçons rolavam comentários de um para o outro.
Quando voltei, a tanga tava no meio da mesa e eu falei, já meio lugar sabe quem é o marido e quem é o macho.
num instante ela se levantou pra ir no banheiro e com aquele vestido branco dava pra ver que não conseguiu segurar toda a porra dentro, aparecia aquele pontinho marcando que não reteve, quando voltou vestiu um casaquinho pra disfarçar um pouco aquela bunda deliciosa…
Na caminhonete, ele tremia de prazer, gozei seco… enquanto voltávamos, propus a ela ser uma hotwife assumida… nós três fomos na casa de um amigo tatuador, e ela tatuou a pica bem no ponto onde a bunda e as costas se encontram, enquanto eu via ela se marcar pro macho dela… ali na frente do tatuador, amigo do mundo sw, ela tomou via mema a ração de porra do meu pau… ela tava com medo do tatuador querer comer ela, mas eu disse pra ela não se preocupar porque ele tem outros gostos…
Você gostaria de dividir uma rachada de buceta com seu marido? Ela olhou e eu disse: você gostaria de dividir algo que quase ninguém divide…
E foi assim que rolou, eu comi ela e o tatuador arrombou o cu dele… os dois de mãos dadas, os dois sujaram o chão — ela com um squirt lindo, ele gozando enquanto metiam fundo. Teve até selfie nessa putaria onde humilharam o corno de todas as formas possíveis…
Quando voltamos, eu dirigia fumando com uma relaxação estranha, ela parecia uma adolescente com o primeiro namorado, aninhada em mim...
Nós dormimos na cama os três juntos, de manhã enquanto ele fazia o café da manhã pra gente e com os eventos da noite anterior ainda frescos, ela já partiu direto pra uma chupada… ele parou na porta e ficou olhando o espetáculo, nisso eu falei: se quiserem, podem comer os dois…
assim que passou, ela ficava desesperada pra chupar, mas dava espaço pra ele experimentar... quando ela sentiu que a pica encheu de porra, gozou até que um jato que fez ela engasgar encheu a boca dela, e aí ele beijou ela, oferecendo a porra do macho dele pela boca.
Durante 3 dias humilhamos o corno, transamos pra caralho até deixar minha rola sensível de tanto foder… antes de terminar o primeiro dia, colocamos uma pílula do dia seguinte na mesa, algo que ela e eu já tínhamos combinado…
cuck, a escolha é sua. Se ela tomar, é certeza que não vai engravidar. Agora, se ela não tomar, pode ser que você vire pai, seu cuzão arrombado. A escolha é sua... foi o que eu disse pra ele.
Ele pegou o comprimido, jogou no lixo, me olhou e disse:
é mais barato que o tratamento, e ela tá mais que satisfeita…
Passei o seminário que ele veio dar e viajaram pra província onde ele tem destino… os dois foram embora com experiências novas, cheios de mais que lembranças, e agora no destino seguro dele é senhor oficial… o macho alfa, embora ninguém saiba a história dele.Aqui deixo umas fotos dela e um pouco de mim.



um pouco de mim




Se chegaram até aqui, valeu... compartilhem e deixem um pontinho aí, que isso ajuda.
como sempre, um touro em busca, amante dos códigos e regras desse mundo… querendo encontrar uma parceira pra continuar quebrando a moralidade e o tesão.
att. @leonardkta
Nos encontramos num café e ela me contou que, por causa do trabalho (prefeitura), ia dar umas palestras perto da capital e que, desde a última vez que ficamos, queria experimentar mais humilhação, queria saber até onde ela fica excitada no limite.
Então, de comum acordo, nós três nos encontramos num café da capital, pra ser mais exato no Bonafide que fica perto da Corrientes e Pueyrredon. Ela era uma morena bem bunduda, pra quem, num dos nossos encontros anteriores, eu inaugurei a rabeta e iluminei o caminho do poder que ela, como hotwife, tem sobre o marido, a ponto de fazê-lo limpar toda a minha porra com a língua, o corno.
Tivemos uma conversa onde o corno disse o que ele desejava, naquele momento ele admitiu que nunca sentiu mais tesão do que quando a gente humilhava ele, que aqueles momentos onde ela e eu humilhávamos ele a portas fechadas…
ela estava claramente excitada, pronta para o que sabíamos que ia rolar, e se surpreendia com o desejo do marido dela.
Sabe o que você tá pedindo, que te leve ao limite do corno… que te coloque na beira da exposição, que a gente te humilhe além do quarto e, acima de tudo, você tá me pedindo pra fazer dela minha mulher. Eu falei.
ele aceita com tudo o que isso representa pra ele
Se você aceitar, quero que vá ao banheiro, tire essa tanga que com certeza vestiu pensando que hoje íamos transar, e coloque ela no meio da mesa dizendo bem alto que aceita… você já sabe pelas nossas experiências anteriores que não tem limites, mas dessa vez vamos muito, muito além.
Ela, naquele momento, se levantou da mesa, e naquele tempo onde ainda ronda a dúvida se a gente continua conversando.
quero que você dê uma extensão de cartão pra ela e carta branca pra realizar seu desejo de cuck… daqui duas semanas quando vocês voltarem, ela vai me escrever dessa vez enquanto você estiver dando seu seminário, vão rolando umas paradas, algumas você vai ver, outras a gente vai te mostrar… mas vamos te deixar bem cuck…
Sem hesitar, aceitei e ele me ofereceu outro cartão recarregável, mas não aceito essa parte. De certo modo, parte da humilhação seria ele ver os gastos dela enquanto está comigo, mas além disso, ainda faltava a resposta dela, já que isso é um jogo de três e, se ela não aceitasse, não dava pra fazer nada.
Quando ela voltou, colocou na mesa um pedacinho minúsculo de pano branco, obviamente de qualidade, daqueles que se compram pra dias especiais. Parada e vermelha de vergonha, disse "aceito", e depois sentou.
Eu peguei ela e estendi na frente dele e de todo mundo que estava tomando café da manhã ao nosso redor naquela manhã.
cuck, olha a fio dental que a sua mulher vestiu pra mim… dá até pra ver como ela tá molhada… olha como ela morde os lábios quando tem um macho na frente, e em casa mal se contenta com você…
Por um instante, um silêncio constrangedor reinou na mesa, ela mordendo os lábios me olhava e ele estava em êxtase, exposto como um corno manso pra todo mundo…
Você já sabe o quanto eu tô molhada, não vai me aproveitar? — disse ela, sem medo de ser ouvida, na frente do marido e de um monte de gente ao redor.
Ele disse: "Temos burocracia pra resolver, não esperam na delegacia da guarda costeira, não podemos chegar atrasado…" disse ele.
Ela ficou triste, olhando pro nada, enquanto eu perguntei: "Alguma vez já te comeram no carro enquanto o teu marido promíscuo dirige?
e como num acordo entre as partes, saímos nós três. como todo pau pequeno, ele tem uma caminhonete marock cabine dupla, tipo um hotel móvel. os vidros eram escuros, mas não o suficiente pra quem passava do lado não olhar... pena que a caminhonete era alta, senão mais gente teria visto a gente.
Assim que ela subiu na caminhonete, a gente já se pegou na boca. Ela já tava sem calcinha, me deixava fácil comer ela. Ele dirigia olhando pelo retrovisor. Uma das gozadas mais lindas que já rolou dentro de um carro. Quando a gente tava perto de Guerín, em Corrientes, ela montou em mim igual uma louca e eu sussurrei no ouvido dela: "quero te encher de porra".
Não, ela disse, vamos sujar o bebê dela, ela acaricia ele mais do que a mim... e merece que todas as coisas dela tenham cheiro de buceta. Ela disse.
Foi assim que ela desceu do meu pau, começou a me chupar babando todo o estofado, engasgando no meu pau até me deixar a ponto. E ali, numa punheta generosa, igual bombeiro, presenteei a caminhonete inteira com meu gozo. Quando chegamos na guarda costeira, na altura do Centro Cultural Kirchner, eu desci e ela ajeitava o vestido, enquanto ele, com cara de êxtase, me disse.
A gente se fala daqui uns dias…
Assim os dias foram passando enquanto a gente jogava pelo chat e brincava de ver o que ia rolar, quanto mais informação, mais divertida a aventura vai ser.
Na segunda-feira, ele deu o primeiro dia de palestras. Dava pra ver ele da rua, e ele também via a rua, o que por si só já aliviou minha mente… Ela, na mesma segunda, saiu comigo. Fomos pro sex shop comprar umas coisinhas (plugs, algemas, lingerie) e a cada compra mandávamos uma foto pra ele. Num momento, pensamos em ir pra um hotel, mas aí pensamos melhor: ela se registrou no hotel em nome de sr. e sra. xxx). Entramos e transamos bem barulhento… Eu fui embora e quando ele chegou, todo mundo já sabia que ele era o corno do hotel. Mas ainda assim, isso era só o começo…
O dia começava, eu teria pago pra ver a cara dele com um cartazão escrito "ela é minha", e uma seta apontando pra baixo bem no lugar onde ele vê da janela dele.
Já pras 10 horas tava um calorão e mandamo um vídeo dela sentando na caminhonete sem ar e toda vestida, com a roupa toda colada nos peitos dela suando e os olhos marejados porque, claro, mandei um vídeo de como eu tava metendo na bunda dela do jeito que eu gosto, toda lubrificada de saliva. Quando enchi o cu dela de porra, mandamo ela colocando um plug, daqueles com rabo de cavalo. Na hora que o vídeo chegou pra ela, estacionamo a Amarok bem embaixo da placa.
ali no meio da rua, sem ligar pra câmeras, sem ligar pra nada, abraçados feito casal, fizemos ela ver o show de como eu puxava a tanguinha pra baixo da saia dela. dava pra ver os pelinhos da bunda do plug saindo de baixo daquela saia.
Em seguida, ela entrou no prédio pra levar um pacote pro marido dela, com a roupa toda grudada de ter acabado de ser comida, não escorria porra do plug que fazia ela andar de um jeito engraçado…
Ela trouxe uns livros pra aula dele, era uma gostosa toda arrombada e sabia muito bem que iam comer ela, o hálito dela tinha gosto de pica recém-chupada e o colar que ela usava no pescoço tinha meu nome…
Ela saiu e nenhum homem na rua se segurou de olhar pra ela, ela exalava sensualidade… fomos pro nosso canto, eu tinha reservado um lugar fetichista pra nós dois. Umas hora depois, ele manda um vídeo do banheiro se masturbando lá, com o que a gente mandou na caixa, a calcinha fio dental dela encharcada de porra na boca e na certeza de que ela leria o cartaz que tava lá dentro…
HOJE EU SOU EMPRENHADA, JÁ QUE VOCÊ NÃO PODE. ESSE GARANHÃO COM CERTEZA, SIM.
Quando a gente foi num lugar que um amigo meu da MAZMORRA arrumou, fiz ela usar o conjunto gótico que o corno pagou, coloquei o abridor de boca nela, a gente chama assim, ela tinha os cartazes impressos. Já tô com o cu arrombado e cheio de porra.
Ele virou e o cartaz dizia: agora vão encher minha pussy de porra, cuck. Tô transmitindo pela rede…
e foi assim que, num site de cams, transmitimos o ato sexual, embora cuidássemos de esconder o rosto dela. Além da fodida fenomenal que ele dava nela, amarrada a um cavalete, dava pra ver que eu sou a mulher de um corno que tá assistindo, e o desenho de uma âncora. No chat, os caras se zuavam, perguntando quem era o corno, enquanto ele tava lá, se masturbando todo excitado, exposto, enquanto na primeira fila a gente gravava tipo três atos sexuais. Ele enchia a buceta dela de porra, e ela gritava: "Finalmente vou ser mãe, e você, corno, vai ser um bom pai...
… naquela mesma noite, depois daquela tarde de puro sexo, íamos jantar os três juntos. Fui pro meu quarto que ele pagou, ela foi com ele e não precisava de muito pra saber que eles eram um casal. Ela num vestido branco divino… ele de terno elegante, bem cuck, eu mais informal, com uma camiseta de sumô.
Comemos rindo nós três, eles se mostravam como casal no jantar onde a tensão sexual cortava o ar… ela foi ao banheiro que passava por um corredor de casarão velho, com algumas áreas escuras. Daí a pouco saí atrás dela, debaixo de uma escada encurralei ela, tirei a tanga e o resto, e ela me disse: preciso de porra, você me acostumou mal. Sem mais cerimônia, voltei pra aquela buceta que me deixou louco o dia inteiro. Um garçom viu e eu dei o show pra ele ver ela com as pernas abertas até a raba. Ela tava com a própria tanga na boca pra abafar os gemidos. A gente tava tão no fogo que já tava doendo um pouco a lixa de tanto transar o dia todo, e ela tava entregue… toda aquela descarga poderosa foi dentro dela e só aí ela perguntou, tirando a tanga da boca…
Eles nos viram?" — ela perguntou.
te garanto que todos os garçons e cozinheiros passaram pra ver como você se entregava, agora vai com ele e coloca a tanga no meio da mesa pra ele saber o que rolou.
Ela entrou no salão visivelmente suada e ajeitando a saia, depois me contou que entre os garçons rolavam comentários de um para o outro.
Quando voltei, a tanga tava no meio da mesa e eu falei, já meio lugar sabe quem é o marido e quem é o macho.
num instante ela se levantou pra ir no banheiro e com aquele vestido branco dava pra ver que não conseguiu segurar toda a porra dentro, aparecia aquele pontinho marcando que não reteve, quando voltou vestiu um casaquinho pra disfarçar um pouco aquela bunda deliciosa…
Na caminhonete, ele tremia de prazer, gozei seco… enquanto voltávamos, propus a ela ser uma hotwife assumida… nós três fomos na casa de um amigo tatuador, e ela tatuou a pica bem no ponto onde a bunda e as costas se encontram, enquanto eu via ela se marcar pro macho dela… ali na frente do tatuador, amigo do mundo sw, ela tomou via mema a ração de porra do meu pau… ela tava com medo do tatuador querer comer ela, mas eu disse pra ela não se preocupar porque ele tem outros gostos…
Você gostaria de dividir uma rachada de buceta com seu marido? Ela olhou e eu disse: você gostaria de dividir algo que quase ninguém divide…
E foi assim que rolou, eu comi ela e o tatuador arrombou o cu dele… os dois de mãos dadas, os dois sujaram o chão — ela com um squirt lindo, ele gozando enquanto metiam fundo. Teve até selfie nessa putaria onde humilharam o corno de todas as formas possíveis…
Quando voltamos, eu dirigia fumando com uma relaxação estranha, ela parecia uma adolescente com o primeiro namorado, aninhada em mim...
Nós dormimos na cama os três juntos, de manhã enquanto ele fazia o café da manhã pra gente e com os eventos da noite anterior ainda frescos, ela já partiu direto pra uma chupada… ele parou na porta e ficou olhando o espetáculo, nisso eu falei: se quiserem, podem comer os dois…
assim que passou, ela ficava desesperada pra chupar, mas dava espaço pra ele experimentar... quando ela sentiu que a pica encheu de porra, gozou até que um jato que fez ela engasgar encheu a boca dela, e aí ele beijou ela, oferecendo a porra do macho dele pela boca.
Durante 3 dias humilhamos o corno, transamos pra caralho até deixar minha rola sensível de tanto foder… antes de terminar o primeiro dia, colocamos uma pílula do dia seguinte na mesa, algo que ela e eu já tínhamos combinado…
cuck, a escolha é sua. Se ela tomar, é certeza que não vai engravidar. Agora, se ela não tomar, pode ser que você vire pai, seu cuzão arrombado. A escolha é sua... foi o que eu disse pra ele.
Ele pegou o comprimido, jogou no lixo, me olhou e disse:
é mais barato que o tratamento, e ela tá mais que satisfeita…
Passei o seminário que ele veio dar e viajaram pra província onde ele tem destino… os dois foram embora com experiências novas, cheios de mais que lembranças, e agora no destino seguro dele é senhor oficial… o macho alfa, embora ninguém saiba a história dele.Aqui deixo umas fotos dela e um pouco de mim.




um pouco de mim




Se chegaram até aqui, valeu... compartilhem e deixem um pontinho aí, que isso ajuda.
como sempre, um touro em busca, amante dos códigos e regras desse mundo… querendo encontrar uma parceira pra continuar quebrando a moralidade e o tesão.
att. @leonardkta
3 comentários - Ele queria humilhação, e você? Corno.
Sensacional experiencia y morbo al extremo
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Sensacional experiencia y morbo al extremo
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