Recomenda-se primeiro ler a primeira parte:
http://www.poringa.net/posts/relatos/4914124/Celina-mi-cunada.html
Segunda parte.
Depois de deixar aquela noite a Celina, minha cunhada, perto da casa dos meus sogros, novas sensações invadiram minha cabeça... não era culpa... não era remorso... o que me invadiu foi o medo... A Micaela, minha mulher, tinha demonstrado ao longo dos anos habilidades detectivescas importantes e qualquer coisa fora do lugar poderia ser detectada por ela na hora. Eu tinha que tirar o perfume que pudesse ter ficado da Celina no carro... tinha que verificar se não tinha nenhum fio de cabelo dela nos bancos... mas... e se ela encontrar um fio de cabelo da irmã no carro... acho que ela não vai desconfiar da própria irmã... mas que idiota, que porra de fio de cabelo da irmã dela vai estar no meu carro??? Além disso, como é que eu provo que é da irmã, vou ligar pra ela pra fazer um exame de DNA??? Não, não podia ficar nada...
Desodorante de carro e todas as janelas abertas desde a casa dos meus sogros até a nossa casa pra tirar qualquer cheiro que pudesse ter no carro... o que eu faço com a roupa? Queimo? Não... tiro tudo e lavo... a cueca??? Principalmente a cueca, que tá com todo o cheiro da porra que escapou antes de foder. Mas se eu fizer uma lavagem só com essa roupa, ela pode desconfiar... tenho que encher a máquina de lavar... às 6 da manhã você vai começar a lavar??? Se ela vier amanhã à tarde, essa roupa tem que estar lavada... e se ficar cheiro de mulher na roupa... batom? Não, acho que não me sujei.
Aos poucos vou amarrando as pontas soltas... carro... roupa... agora vou tomar um banho... quem me visse de fora ia pensar que matei alguém pelo auê que tô fazendo, mas se ela descobrir, acho que vão ter dois mortos aqui... Celina... e eu... Quando entrei no chuveiro, ainda dava pra sentir o cheiro da buceta da Celina no meu pau e nos pelos do meu púbis... aquele cheiro impregnado no meu pau me deixou com tesão de novo... imaginava como seria fazer a Mica chupar meu pau agora, impregnado com o cheiro da mistura dos sucos vaginais da irmã dela e meu gozo... será que ela perceberia??? Se eu comer ela agora, ia estar misturando os sucos da Micaela e da Celina dentro dela... uff, que tesão... não consigo evitar de bater uma... uff, que gostoso... se a Mica chegasse e quisesse foder comigo agora, ia perceber que eu descarreguei todo o gozo em outra gostosa essa noite... nunca poderia contar pra ela que deixei o gozo dentro da irmã dela... não aguento mais e gozo...
Depois de um acontecimento de uma importância mundial enorme... pra mim... dava pra esperar que os dias seguintes fossem cheios de eventos marcantes, ou pelo menos a gente espera que alguma coisa aconteça... mas não... Micaela voltou pra casa e não soltou um comentário sequer que me fizesse pensar que ela desconfiava de algo... e a vida seguiu como se aquela noite nunca tivesse acontecido. Celina também não pareceu ter percebido o tamanho da importância que aquela noite talvez teve pra mim, ou pelo menos até aquele momento não me mostrou isso. Tentei procurar no WhatsApp algum tipo de comentário sobre como ela se sentia, mas o tratamento que recebi era o mesmo que eu recebia antes de ter transado com ela... olha... essas mensagens estavam cheias de beijos com corações, mas ainda assim eram iguais às que a gente trocava antes daquela noite. Ainda tinha medo de que, numa tarde em que eu fosse buscar a Micaela na casa dos pais, encontrasse ela chorando no meio de um ataque de nervos e quisesse tacar alguma coisa na minha cabeça porque a irmã dela contou que a gente tinha se pegado... mas não... nunca aconteceu...
Se nos dias seguintes eu tava mais tarada que nos meses anteriores e com a Micaela a gente voltou a transar bem, mas tenho que admitir que às vezes, quando a Micaela montava em mim, eu fechava os olhos e minha cabeça viajava pra aquela noite em que a Celina me cavalgava. Aí eu queria amassar os peitões da Celina no peito liso da Micaela e queria dar tapa na rabuda da Celina na bundinha pequena da Micaela... eu tinha aprendido que era melhor chamar a Micaela de *slut* do que me confundir e gritar o nome da irmã. A partir daquele momento, as duas irmãs, na hora de foder, iam se chamar *slutty*... as irmãs *slutty*...
Passaram-se dias de mensagens com a Celina que queriam dizer algo sem eu ter coragem de falar... dias sem conseguir... dias sem querer... dias de resignação... dias em que eu pensava, já fiz isso... deu tudo certo... ninguém saiu machucado... sai do cassino como vencedor... mas depois de um mês, a roleta gira de novo... Micaela vai pra Buenos Aires de novo buscar roupa e um homem com muito tempo livre e a cabeça vazia nunca toma boas decisões... ou toma...
- Tô sozinho e entediado em casa... bora tomar um negócio?
- Kkkk... NÃO, respondeu Celina
- haha por que tão cortante?
— Por que vocês querem me comer... kkkk
- E isso é errado? Você não gostou de mim?
- o problema é justamente que se eu gosto de mim... é foda...
- A gente ia ir no swing, lembra? Vamos... dá uma olhadinha e te deixo em casa.
- beleza, mas não fica mal quando não rolar nada... eu não quero...
- beleza, te busco no mesmo lugar da outra vez... depila a buceta e coloca uma fio dental bonita...
- haha... não se preocupa que a buceta tem a palavra final e eu sempre uso umas calcinhas fio dental bonitinhas, além disso, se alguém acariciar esse sapinho, essa pessoa não vai ser você... haha
- bom... essa é a atitude... kkkk
- a gente se vê depois, gostosa (três beijinhos com corações)
Dessa vez ela foi mais pontual do que eu, cinco minutos antes de sair me deu na telha de dar uma ajeitada no corte de cabelo das minhas partes íntimas porque no fundo tinha esperança de que o milagre de ficar com a minha cunhada se repetisse, apesar de Celina ter me avisado especificamente que nada ia rolar entre a gente... quando cheguei no local, meia quadra antes de chegar, já vi uma putona morena esperando debaixo de uma arvorezinha sempre-verde, sob a luz branca do refletor da praça. Calça branca, bota preta meia canela e de novo uma camiseta branca, dessa vez com desenhos tribais dourados... os lábios vermelhos... bem vermelhos e brilhantes, bem brilhantes... desci rápido pra me desculpar pelo atraso e, quando tive ela na minha frente, me senti pequeno comparado com aquela mulher monumental... sentia que aquela mulher ia roubar o olhar de qualquer homem que a visse na rua e que eu só tava acompanhando ela pro abate. Tentei começar com um beijo na boca dela, mas ela virou o rosto e tive que me contentar com um beijo frio no rosto...
— Quietinho, ursão... ele disse... tirando a boca... já conversamos sobre isso... somos só amigos, porra.
- sim, sim, me desculpa, falei... se rolasse, rolava... vamos curtir bem...
— Esta noite vale tudo, mas não entre parentes — disse ele, rindo.
Parece que nós dois éramos pessoas bem ansiosas, porque da outra vez já tínhamos chegado duas horas antes de abrir o local. Dessa vez, embora o clube já estivesse funcionando, ainda estava bem vazio e, atrás dos balcões, os funcionários estavam organizando caixas de bebidas e escondendo tudo atrás dos balcões. A música ainda estava baixa e a iluminação bem forte para ser uma balada, mas logo ia sumir mais tarde, quando a pista de dança ficasse lotada, dando lugar aos clássicos jogos de luzes coloridas e efeitos visuais.
O lugar era tipo qualquer balada ou boate que eu já tinha conhecido antes... várias pistas pra dançar, balcões com uns banquinhos altos, aquelas bolas de espelho clássicas... no começo, a única coisa realmente diferente que a gente notou foram uns postes onde com certeza umas minas iam mostrar a arte de tirar a roupa no ritmo da música. Suponho que no início nem eu nem a Celina ligamos muito pro lugar, mas conforme a gente ia reparando nos detalhes, ia descobrindo coisinhas como umas esculturas e quadros com temas que mostravam erotismo sem ser obscenos ou ordinários, e uns brinquedos sadomasoquistas pendurados na parede.
Saindo pra fora, a gente descobre coisas mais interessantes... o parque era bem grandinho, a decoração era imponente, cheia de esculturas e colunas no estilo grego. No fundo dava pra ver o vapor do calor que saía de uma piscina aquecida azul celeste, que era o centro do pedaço. No meio, um corredor de paralelepípedos levava a gente até lá, e conforme a gente ia andando, dos lados dava pra ver umas barracas fechadas com cortinas, cada uma com uma luz fraca de um foco tesla iluminando por dentro, e no centro um retângulo acolchoado onde, com certeza, os casais iam se acabar toda noite.
- uffff são bem fininhas, se você fode aqui acaba doendo o cu, observo a delicada Celina enquanto testava o conforto daquele retângulo.
— E... acho que justamente essa dor na buceta é uma das finalidades da carpa, respondi pra ela.
Não pude deixar de notar que, mesmo com as cortinas fechadas, dava pra ver tudo o que rolava lá dentro da barraca por causa da iluminação que elas tinham.
Já lá dentro, chegamos de novo ao fim do percurso na frente de um corredor escuro iluminado com luzes vermelhas de neon bem anos 80, que indicavam que ali estava o interessante. Um cartaz nos avisava uma série de regras... entre elas, que só podiam entrar casais e que não podiam usar celular lá dentro. Embora a gente não fosse um casal naquela noite, tínhamos decidido que minha Celina ia assumir o papel de Micaela por uma noite e a gente ia bancar o casal na frente dos outros.
— NÃO... NÃO, GALERA... AINDA NÃO TÁ LIBERADO — um segurança na porta nos avisou quando a gente se aventurou a entrar, então tivemos que suspender nossa exploração por pelo menos um tempinho.
Dos bancos altos de um dos balcões, com um fernet pra mim e um frozen daiquiri pra moça, a gente viu o salão ganhando vida com o passar dos minutos, enchendo de gente aos poucos enquanto as luzes iam baixando e a música subindo. Acho que lá do nosso ponto alto no balcão... e da nossa altura moral... no começo a gente via o resto do povo como personagens que iam surgindo, como se fossem membros de algum circo ou freak show. Era nítida a diversidade sexual, a mistura de idades e corpos que conseguiam conviver naquele lugar, e como o peso ou a idade não impedia aquelas gostosas de continuarem sendo sexys e eróticas, cagando pra todo tipo de preconceito social.
Mesmo sem interagir ativamente na pista de dança, lá do balcão fomos chamando a atenção de alguns casais ao nosso redor, que logo nos reconheceram como novatos no pedaço. Apesar de termos participado de umas conversas bem legais, a Celina não parecia muito convencida em aceitar as propostas que esses casais sexagenários legais faziam, achando que teriam a sorte de nos levar por aquele corredor de luzes de neon vermelhas. E cada vez que eles se afastavam da gente, não dava pra evitar comentar o que tava rolando e a gente ria junto da situação e do que via. Naquele momento, acho que senti de novo aquela cumplicidade que tive com minha cunhada quase um mês atrás, e comecei a me iludir que, naquela noite, a gente ia ficar junto de novo.
A ilusão pareceu se desfazer quando Marcos apareceu na nossa frente, jovem, moreno, uns 1,85 metro de altura, por volta dos 35 anos, cabelo curto e um sorriso encantador, de um branco bem brilhante... não me pareceu um branco natural... ele colocou a mão no meu ombro e, sem mais aviso, nos invadiu com um...
- Com licença, cavalheiro, posso convidar a moça pra dançar?
Olhei pra Celina sem saber o que responder, ela me olhou e eu só consegui dizer...
- Se a dona estiver de acordo... depende dela...
Eu esperava que ela não aceitasse o convite pra continuar criticando todo mundo que a gente via, porque eu achava que nós dois tava se divertindo, mas ela simplesmente respondeu...
- bom, beleza...
Celina pegou na mão do Marcos e, automaticamente, os dois se perderam no meio da multidão, na escuridão. Desde o momento em que Celina foi embora, é como se todo o brilho que nos envolvia quando chegamos tivesse sumido, e eu fiquei na maior escuridão naquele banco, naquela mesa... sem ela, eu não era mais interessante pra nenhum dos casais ao redor, que, pelo visto, sem uma mulher do lado, você é só mais um cara. E sem saber o que fazer, não me restou outra alternativa a não ser descontar pedindo outro fernet.
Várias músicas depois, lá se foram uns 45 minutos sem saber nada da Celina e do Marcos, sem trocar uma palavra com ninguém além do bartender que me servia as doses. Decidi ir até o banheiro pra ver se achava eles. Infelizmente, e como se tivessem cravado uma adaga no meu coração, encontrei os dois... num canto escuro, a calça e a camiseta branca da Celina se destacavam... O Marcos beijava ela de leve enquanto com uma das mãos acariciava o pescoço dela. A mão direita da Celina tava enfiada na braguilha da calça do Marcos, fazendo movimentos suaves de baixo pra cima. De vez em quando os lábios deles se separavam, eles se olhavam e diziam palavras que eu jamais conseguiria ouvir por causa da música e do barulho ao redor, riam e voltavam pra farra de beijos e carícias. Tentei não passar perto deles... tentei não ser visto, não queria ser eu a interromper o momento, já que os dois pareciam estar se divertindo e, no fim das contas, eu não era ninguém pra me meter entre eles. Mas, mesmo tentando, a Celina me percebeu e começou a fazer sinais com as mãos pra eu chegar perto deles...
Maridão... maridão, vem aqui, vem..." ela gritava num tom debochado...
Em seguida, peguei o drinque que estava na minha mão e dei um gole fundo... enquanto Marcos fechava o botão da calça...
- Valeu, tava morrendo de sede... cê quer, Marcos?
Valeu, princesa," ele respondeu enquanto terminava meu drink... até porque eu nem queria mesmo...
— Vamos pros reservados... vamos ver o que tem, disse Celina enquanto pegava na mão e acompanhava o passo de Marcos, que nos guiava pelo corredor que dava nos reservados.
Dessa vez, o guarda enorme parado na porta deixou nós três entrar sem problemas... depois do corredor de luzes de neon, o ambiente se abriu de novo, a música era mais suave e quase não dava pra ouvir o que rolava na pista de dança. Lá, várias mesas com sofás onde alguns casais se beijavam e, em alguns casos, algumas minas... e caras faziam praticamente boquete nos seus parceiros... numa delas, uma mina pelada deitada de barriga pra cima era devorada por um senhor de uns cinquenta anos, enquanto uma mulher de idade parecida acariciava o pau de um jovem fortão.
Atravessamos a sala e entramos num corredor escuro com luzes suaves, de novo avermelhadas, um pouco mais largo que o corredor de entrada. A cada quatro metros, uma porta diferente, totalmente aberta, nos deixava ver todo tipo de relações sexuais diferentes. Embora esses quartos tivessem um grau de privacidade maior do que as mesas na sala dos sofás, qualquer um que passasse pelas portas podia parar e observar. E era exatamente isso que um cara fazia: na porta de um quarto, ele se masturbava vendo uma loira de peitões montando um senhor grisalho. Se tremendo todo e se segurando no batente da porta, ele soltou dois jatos de porra que caíram no chão do quarto.
Mas ainda faltava a cereja do bolo... ao chegar no final do corredor, Marcos parou diante de uma entrada dupla e, apontando pra porta, disse
- esta é a sala vermelha...
Ao atravessar aquela porta dupla, o corredor se transformou de novo numa sala enorme... o chão todo forrado com carpete bordô... luzes vermelhas beeem fracas... e alguns almofadões, sem nenhum outro móvel... no centro, duas garotas jovens, completamente nuas, faziam a alegria de pelo menos seis homens que se revezavam entrando e saindo de todos os buracos do corpo das moças... a dois metros da gente, uma jovem senhorita de quatro recebia as investidas de um dos cavalheiros sexagenários que tinham nos abordado assim que chegamos no local... o sexagenário, exausto, segurava a garota pela cintura e a enfiava com força contra a barriga dele, como se estivesse descarregando as últimas energias, mas pelo menos com força suficiente pra me reconhecer e me dar uma piscada, buscando minha cumplicidade.
Olha a Celina, o olhar dela perdido naquele show dantesco que aquelas minas estavam dando com todos aqueles cavalheiros. De repente, ela olhou pro teto e soltou um gemido forte. Comecei a procurar explicação pro que tava rolando e, olhando pra baixo, descobri que tanto o cinto da Celina quanto o botão e o zíper da calça dela estavam desabotoados. A calça dela já tava abaixo do quadril e a mão do Marcos tava enfiada dentro da calcinha fio dental da Celina, fazendo movimentos circulares, enquanto por trás ele percorria o pescoço dela com beijos e lambendo tudo que encontrava pelo caminho... O pau do Marcos, duro, batia contra o quadril da Celina, mas não chegava a ter contato porque ela ainda tava com aquela calça meio abaixada. Aí a Celina, com as mãos, pegou aquela calça branca pelos lados e puxou pra baixo violentamente, encostando a bunda no pau do Marcos, enquanto ele segurava com o punho a frente da calcinha fio dental dela e enfiava entre os lábios dela, devagar... apertava e soltava... apertava e soltava... e, por uns momentos, a Celina parecia ter as pernas tremendo, como se fosse cair no chão, fraca e em êxtase.
Não sei em que momento aconteceu, mas a próxima coisa que percebi é que meu pau já estava pra fora da calça e eu estava me masturbando... nem pelaquele casal, nem por aquelas minas... nem me importava o que o Marcos tava fazendo, eu só me masturbava olhando a cara de êxtase da Celina. Rapidinho a Celina tirou aquelas botas pretas pra arrancar a calça que já tava atrapalhando os movimentos dela, tirou a camiseta e eu pude ver de novo aqueles pezões marrons lindos, compridos e durinhos, ela se ajoelhou e pegou uma camisinha do bolso da calça... Eu e o Marcos estávamos nos masturbando a centímetros da cara dela enquanto ela, com os dentes, abria a embalagem da camisinha. Nós dois apresentamos nossos paus pra ela, esperando ser escolhidos... ela pegou delicadamente e colocou em cima da rola do Marcos, devagar, com a palma da mão, enfiou a camisinha de látex no pau do Marcos, e eu vi aqueles lábios vermelhos envolvendo o pau do Marcos com cuidado, e centímetro por centímetro, a mulher que eu desejava engolia inteiro o pau de outro cara. A Celina começou a ir e vir devagar, percorrendo aquela rola, e eu me masturbava vendo aquela calcinha fio dental branca se enterrando naquele rabão da minha cunhada a cada investida do Marcos. O Marcos, com a cintura, acompanhava os movimentos da Celina, se enfiando nela como se quisesse ir mais fundo ainda na garganta da minha cunhada, e a intensidade foi aumentando, aumentando, até que o Marcos já tava comendo a Celina pela boca... ele soltava gemidos de prazer e a calcinha fio dental branca se enterrava mais naquele cu, e o movimento da cintura dele parecia o de uma mulher montando no homem dela. Aí o Marcos segurou firme a cabeça da Celina por trás e nunca mais deixou ela se afastar daquele ponto, e com um gemido forte, sem eu conseguir ver mas sendo claramente óbvio, ele gozou dentro daquela camisinha de látex, no calor da boca da minha cunhada.
Celina, agitada e suada, se levantou de novo sobre as pernas. Os mamilos dela, marrons e durinhos, apontavam pra mim. A calcinha fio-dental deixava ver uma linha fininha de separação onde ficam os lábios da buceta dela... Ela deu dois passos pra frente, chegou perto do meu ouvido e falou...
- Quero que só você me coma, cunhado...
Nos beijamos freneticamente, os lábios dela estavam inchados, a boca ainda tinha gosto de látex do pinto do Marcos que ela tinha chupado, mas naquela altura eu não tava nem aí pra isso. Rapidinho ela tirou a calcinha fio dental branca e, de novo no meu ouvido, falou... me tapa... tenho vergonha de ficar nua na frente dos outros... Ela se deitou no chão, me chamando pra subir nela com as pernas abertas... a buceta dela já tava claramente preparada, os lábios molhados e semiabertos, e sem pensar duas vezes, sem nenhuma barreira de látex entre a gente, mergulhei na já molhadíssima pussy da minha cunhada, que me recebeu com o beijo quente dos fluidos dela. Quando me enfiei completamente nela, num reflexo, ela me envolveu com as pernas e me apertou forte, falando no meu ouvido...
- você não faz ideia da vontade que eu tava de ter você aqui dentro de novo...
Então comecei a montar nela... meter e tirar... meter e tirar... pra cima, pra baixo... pra cima, pra baixo...
Ela acompanhava cada movimento meu com a cintura e, de vez em quando, eu me enterrava fundo nela e ela se cravava forte em mim, e naqueles segundos a gente tava no céu do prazer, como se um orgasmo fosse entregue em parcelas. Aí notei que a Celina tava ausente de novo, olhei pro rosto dela e os olhos estavam fixos pra cima... olhei pro lado e o Marcos, de pé de novo com o pau duro, se masturbava olhando pra gente, junto com um cara desconhecido que, sem ser convidado, também curtia o show e acariciava um pintinho bem minúsculo debaixo de uma barriga enorme... então cheguei perto do ouvido da Celina e falei...
- você é minha putinha, cunhã???
- se beber, sou sua putinha...
- então mostra pra todo mundo como essa putinha se comporta... me mostra como você é gostosa...
Então as pernas dela soltaram minha cintura, ela se virou e, ajoelhada no tapete, se apoiou nos braços, ficando de quatro, balançando a bunda lentamente pra cima e pra baixo... coloquei meu pau no final da racha do cu dela... subi e desci procurando a entrada e mergulhei até o fundo da buceta dela.
- se mexe, putinha... se mexe...
Chas... tapa na bunda... ela começou a se mexer...
- mais rápido, vadia... tapa... tapa na bunda e ela soltou um gemido forte.
Então comecei a meter nela uma vez e outra... e outra vez... e outra vez... então tirei meu pau até a entrada da buceta dela e falei...
- mostra pra elas como você enfia sozinha...
Então ela, com um movimento para trás, enfiava meu pau de novo na buceta dela e eu tirava, e ela enfiava de novo e eu tirava, e ela enfiava, e quando não tinha mais força nas pernas para enfiar...
Chas... tapão na bunda...
- se mexe, puta...
- não tira ela de mim... me dá ela... não tira ela de mim, eu imploro, ela...
Mas eu estava cobrando minha vingança por ter feito eu desejar tanto ela e ter me negado até agora o prazer de penetrar essa buceta.
Então comecei a meter forte nela e os peitos da Celina balançavam pra lá e pra cá, pra lá e pra cá, e no grito de... "não aguento mais", ela fez um movimento pra trás e não deixou eu me afastar mais dela... os braços dela cederam e ela caiu de peito no tapete, gritando "aaaai que gostoso", completamente apagada... eu peguei ela pela cintura e continuei penetrando, mesmo ela estando claramente fora de combate... o Marcos e o outro cara marcaram o momento gozando nas costas da Celina, e eu não consegui mais segurar minha sacanagem e, dando uma última estocada, fiquei dentro dela, minhas bolas se contraíram e se espremeram, uma, duas, três vezes, expelindo meu gozo dentro da minha cunhada...
Ela ficou exausta, deitada de bruços... com as costas cheias de porra do Marcos e daquele desconhecido, enquanto um fio da minha porra começava a escorrer da buceta dela sobre aquele tapete vinho.
CONVIDO TODOS VOCÊS A MANDAREM SEUS COMENTÁRIOS AQUI EMBAIXO OU NO PV PELO CHAT... CRÍTICAS E SUGESTÕES SÃO BEM-VINDAS...
http://www.poringa.net/posts/relatos/4914124/Celina-mi-cunada.html
Segunda parte.
Depois de deixar aquela noite a Celina, minha cunhada, perto da casa dos meus sogros, novas sensações invadiram minha cabeça... não era culpa... não era remorso... o que me invadiu foi o medo... A Micaela, minha mulher, tinha demonstrado ao longo dos anos habilidades detectivescas importantes e qualquer coisa fora do lugar poderia ser detectada por ela na hora. Eu tinha que tirar o perfume que pudesse ter ficado da Celina no carro... tinha que verificar se não tinha nenhum fio de cabelo dela nos bancos... mas... e se ela encontrar um fio de cabelo da irmã no carro... acho que ela não vai desconfiar da própria irmã... mas que idiota, que porra de fio de cabelo da irmã dela vai estar no meu carro??? Além disso, como é que eu provo que é da irmã, vou ligar pra ela pra fazer um exame de DNA??? Não, não podia ficar nada...
Desodorante de carro e todas as janelas abertas desde a casa dos meus sogros até a nossa casa pra tirar qualquer cheiro que pudesse ter no carro... o que eu faço com a roupa? Queimo? Não... tiro tudo e lavo... a cueca??? Principalmente a cueca, que tá com todo o cheiro da porra que escapou antes de foder. Mas se eu fizer uma lavagem só com essa roupa, ela pode desconfiar... tenho que encher a máquina de lavar... às 6 da manhã você vai começar a lavar??? Se ela vier amanhã à tarde, essa roupa tem que estar lavada... e se ficar cheiro de mulher na roupa... batom? Não, acho que não me sujei.
Aos poucos vou amarrando as pontas soltas... carro... roupa... agora vou tomar um banho... quem me visse de fora ia pensar que matei alguém pelo auê que tô fazendo, mas se ela descobrir, acho que vão ter dois mortos aqui... Celina... e eu... Quando entrei no chuveiro, ainda dava pra sentir o cheiro da buceta da Celina no meu pau e nos pelos do meu púbis... aquele cheiro impregnado no meu pau me deixou com tesão de novo... imaginava como seria fazer a Mica chupar meu pau agora, impregnado com o cheiro da mistura dos sucos vaginais da irmã dela e meu gozo... será que ela perceberia??? Se eu comer ela agora, ia estar misturando os sucos da Micaela e da Celina dentro dela... uff, que tesão... não consigo evitar de bater uma... uff, que gostoso... se a Mica chegasse e quisesse foder comigo agora, ia perceber que eu descarreguei todo o gozo em outra gostosa essa noite... nunca poderia contar pra ela que deixei o gozo dentro da irmã dela... não aguento mais e gozo...
Depois de um acontecimento de uma importância mundial enorme... pra mim... dava pra esperar que os dias seguintes fossem cheios de eventos marcantes, ou pelo menos a gente espera que alguma coisa aconteça... mas não... Micaela voltou pra casa e não soltou um comentário sequer que me fizesse pensar que ela desconfiava de algo... e a vida seguiu como se aquela noite nunca tivesse acontecido. Celina também não pareceu ter percebido o tamanho da importância que aquela noite talvez teve pra mim, ou pelo menos até aquele momento não me mostrou isso. Tentei procurar no WhatsApp algum tipo de comentário sobre como ela se sentia, mas o tratamento que recebi era o mesmo que eu recebia antes de ter transado com ela... olha... essas mensagens estavam cheias de beijos com corações, mas ainda assim eram iguais às que a gente trocava antes daquela noite. Ainda tinha medo de que, numa tarde em que eu fosse buscar a Micaela na casa dos pais, encontrasse ela chorando no meio de um ataque de nervos e quisesse tacar alguma coisa na minha cabeça porque a irmã dela contou que a gente tinha se pegado... mas não... nunca aconteceu...
Se nos dias seguintes eu tava mais tarada que nos meses anteriores e com a Micaela a gente voltou a transar bem, mas tenho que admitir que às vezes, quando a Micaela montava em mim, eu fechava os olhos e minha cabeça viajava pra aquela noite em que a Celina me cavalgava. Aí eu queria amassar os peitões da Celina no peito liso da Micaela e queria dar tapa na rabuda da Celina na bundinha pequena da Micaela... eu tinha aprendido que era melhor chamar a Micaela de *slut* do que me confundir e gritar o nome da irmã. A partir daquele momento, as duas irmãs, na hora de foder, iam se chamar *slutty*... as irmãs *slutty*...
Passaram-se dias de mensagens com a Celina que queriam dizer algo sem eu ter coragem de falar... dias sem conseguir... dias sem querer... dias de resignação... dias em que eu pensava, já fiz isso... deu tudo certo... ninguém saiu machucado... sai do cassino como vencedor... mas depois de um mês, a roleta gira de novo... Micaela vai pra Buenos Aires de novo buscar roupa e um homem com muito tempo livre e a cabeça vazia nunca toma boas decisões... ou toma...
- Tô sozinho e entediado em casa... bora tomar um negócio?
- Kkkk... NÃO, respondeu Celina
- haha por que tão cortante?
— Por que vocês querem me comer... kkkk
- E isso é errado? Você não gostou de mim?
- o problema é justamente que se eu gosto de mim... é foda...
- A gente ia ir no swing, lembra? Vamos... dá uma olhadinha e te deixo em casa.
- beleza, mas não fica mal quando não rolar nada... eu não quero...
- beleza, te busco no mesmo lugar da outra vez... depila a buceta e coloca uma fio dental bonita...
- haha... não se preocupa que a buceta tem a palavra final e eu sempre uso umas calcinhas fio dental bonitinhas, além disso, se alguém acariciar esse sapinho, essa pessoa não vai ser você... haha
- bom... essa é a atitude... kkkk
- a gente se vê depois, gostosa (três beijinhos com corações)
Dessa vez ela foi mais pontual do que eu, cinco minutos antes de sair me deu na telha de dar uma ajeitada no corte de cabelo das minhas partes íntimas porque no fundo tinha esperança de que o milagre de ficar com a minha cunhada se repetisse, apesar de Celina ter me avisado especificamente que nada ia rolar entre a gente... quando cheguei no local, meia quadra antes de chegar, já vi uma putona morena esperando debaixo de uma arvorezinha sempre-verde, sob a luz branca do refletor da praça. Calça branca, bota preta meia canela e de novo uma camiseta branca, dessa vez com desenhos tribais dourados... os lábios vermelhos... bem vermelhos e brilhantes, bem brilhantes... desci rápido pra me desculpar pelo atraso e, quando tive ela na minha frente, me senti pequeno comparado com aquela mulher monumental... sentia que aquela mulher ia roubar o olhar de qualquer homem que a visse na rua e que eu só tava acompanhando ela pro abate. Tentei começar com um beijo na boca dela, mas ela virou o rosto e tive que me contentar com um beijo frio no rosto...
— Quietinho, ursão... ele disse... tirando a boca... já conversamos sobre isso... somos só amigos, porra.
- sim, sim, me desculpa, falei... se rolasse, rolava... vamos curtir bem...
— Esta noite vale tudo, mas não entre parentes — disse ele, rindo.
Parece que nós dois éramos pessoas bem ansiosas, porque da outra vez já tínhamos chegado duas horas antes de abrir o local. Dessa vez, embora o clube já estivesse funcionando, ainda estava bem vazio e, atrás dos balcões, os funcionários estavam organizando caixas de bebidas e escondendo tudo atrás dos balcões. A música ainda estava baixa e a iluminação bem forte para ser uma balada, mas logo ia sumir mais tarde, quando a pista de dança ficasse lotada, dando lugar aos clássicos jogos de luzes coloridas e efeitos visuais.
O lugar era tipo qualquer balada ou boate que eu já tinha conhecido antes... várias pistas pra dançar, balcões com uns banquinhos altos, aquelas bolas de espelho clássicas... no começo, a única coisa realmente diferente que a gente notou foram uns postes onde com certeza umas minas iam mostrar a arte de tirar a roupa no ritmo da música. Suponho que no início nem eu nem a Celina ligamos muito pro lugar, mas conforme a gente ia reparando nos detalhes, ia descobrindo coisinhas como umas esculturas e quadros com temas que mostravam erotismo sem ser obscenos ou ordinários, e uns brinquedos sadomasoquistas pendurados na parede.
Saindo pra fora, a gente descobre coisas mais interessantes... o parque era bem grandinho, a decoração era imponente, cheia de esculturas e colunas no estilo grego. No fundo dava pra ver o vapor do calor que saía de uma piscina aquecida azul celeste, que era o centro do pedaço. No meio, um corredor de paralelepípedos levava a gente até lá, e conforme a gente ia andando, dos lados dava pra ver umas barracas fechadas com cortinas, cada uma com uma luz fraca de um foco tesla iluminando por dentro, e no centro um retângulo acolchoado onde, com certeza, os casais iam se acabar toda noite.
- uffff são bem fininhas, se você fode aqui acaba doendo o cu, observo a delicada Celina enquanto testava o conforto daquele retângulo.
— E... acho que justamente essa dor na buceta é uma das finalidades da carpa, respondi pra ela.
Não pude deixar de notar que, mesmo com as cortinas fechadas, dava pra ver tudo o que rolava lá dentro da barraca por causa da iluminação que elas tinham.
Já lá dentro, chegamos de novo ao fim do percurso na frente de um corredor escuro iluminado com luzes vermelhas de neon bem anos 80, que indicavam que ali estava o interessante. Um cartaz nos avisava uma série de regras... entre elas, que só podiam entrar casais e que não podiam usar celular lá dentro. Embora a gente não fosse um casal naquela noite, tínhamos decidido que minha Celina ia assumir o papel de Micaela por uma noite e a gente ia bancar o casal na frente dos outros.
— NÃO... NÃO, GALERA... AINDA NÃO TÁ LIBERADO — um segurança na porta nos avisou quando a gente se aventurou a entrar, então tivemos que suspender nossa exploração por pelo menos um tempinho.
Dos bancos altos de um dos balcões, com um fernet pra mim e um frozen daiquiri pra moça, a gente viu o salão ganhando vida com o passar dos minutos, enchendo de gente aos poucos enquanto as luzes iam baixando e a música subindo. Acho que lá do nosso ponto alto no balcão... e da nossa altura moral... no começo a gente via o resto do povo como personagens que iam surgindo, como se fossem membros de algum circo ou freak show. Era nítida a diversidade sexual, a mistura de idades e corpos que conseguiam conviver naquele lugar, e como o peso ou a idade não impedia aquelas gostosas de continuarem sendo sexys e eróticas, cagando pra todo tipo de preconceito social.
Mesmo sem interagir ativamente na pista de dança, lá do balcão fomos chamando a atenção de alguns casais ao nosso redor, que logo nos reconheceram como novatos no pedaço. Apesar de termos participado de umas conversas bem legais, a Celina não parecia muito convencida em aceitar as propostas que esses casais sexagenários legais faziam, achando que teriam a sorte de nos levar por aquele corredor de luzes de neon vermelhas. E cada vez que eles se afastavam da gente, não dava pra evitar comentar o que tava rolando e a gente ria junto da situação e do que via. Naquele momento, acho que senti de novo aquela cumplicidade que tive com minha cunhada quase um mês atrás, e comecei a me iludir que, naquela noite, a gente ia ficar junto de novo.
A ilusão pareceu se desfazer quando Marcos apareceu na nossa frente, jovem, moreno, uns 1,85 metro de altura, por volta dos 35 anos, cabelo curto e um sorriso encantador, de um branco bem brilhante... não me pareceu um branco natural... ele colocou a mão no meu ombro e, sem mais aviso, nos invadiu com um...
- Com licença, cavalheiro, posso convidar a moça pra dançar?
Olhei pra Celina sem saber o que responder, ela me olhou e eu só consegui dizer...
- Se a dona estiver de acordo... depende dela...
Eu esperava que ela não aceitasse o convite pra continuar criticando todo mundo que a gente via, porque eu achava que nós dois tava se divertindo, mas ela simplesmente respondeu...
- bom, beleza...
Celina pegou na mão do Marcos e, automaticamente, os dois se perderam no meio da multidão, na escuridão. Desde o momento em que Celina foi embora, é como se todo o brilho que nos envolvia quando chegamos tivesse sumido, e eu fiquei na maior escuridão naquele banco, naquela mesa... sem ela, eu não era mais interessante pra nenhum dos casais ao redor, que, pelo visto, sem uma mulher do lado, você é só mais um cara. E sem saber o que fazer, não me restou outra alternativa a não ser descontar pedindo outro fernet.
Várias músicas depois, lá se foram uns 45 minutos sem saber nada da Celina e do Marcos, sem trocar uma palavra com ninguém além do bartender que me servia as doses. Decidi ir até o banheiro pra ver se achava eles. Infelizmente, e como se tivessem cravado uma adaga no meu coração, encontrei os dois... num canto escuro, a calça e a camiseta branca da Celina se destacavam... O Marcos beijava ela de leve enquanto com uma das mãos acariciava o pescoço dela. A mão direita da Celina tava enfiada na braguilha da calça do Marcos, fazendo movimentos suaves de baixo pra cima. De vez em quando os lábios deles se separavam, eles se olhavam e diziam palavras que eu jamais conseguiria ouvir por causa da música e do barulho ao redor, riam e voltavam pra farra de beijos e carícias. Tentei não passar perto deles... tentei não ser visto, não queria ser eu a interromper o momento, já que os dois pareciam estar se divertindo e, no fim das contas, eu não era ninguém pra me meter entre eles. Mas, mesmo tentando, a Celina me percebeu e começou a fazer sinais com as mãos pra eu chegar perto deles...
Maridão... maridão, vem aqui, vem..." ela gritava num tom debochado...
Em seguida, peguei o drinque que estava na minha mão e dei um gole fundo... enquanto Marcos fechava o botão da calça...
- Valeu, tava morrendo de sede... cê quer, Marcos?
Valeu, princesa," ele respondeu enquanto terminava meu drink... até porque eu nem queria mesmo...
— Vamos pros reservados... vamos ver o que tem, disse Celina enquanto pegava na mão e acompanhava o passo de Marcos, que nos guiava pelo corredor que dava nos reservados.
Dessa vez, o guarda enorme parado na porta deixou nós três entrar sem problemas... depois do corredor de luzes de neon, o ambiente se abriu de novo, a música era mais suave e quase não dava pra ouvir o que rolava na pista de dança. Lá, várias mesas com sofás onde alguns casais se beijavam e, em alguns casos, algumas minas... e caras faziam praticamente boquete nos seus parceiros... numa delas, uma mina pelada deitada de barriga pra cima era devorada por um senhor de uns cinquenta anos, enquanto uma mulher de idade parecida acariciava o pau de um jovem fortão.
Atravessamos a sala e entramos num corredor escuro com luzes suaves, de novo avermelhadas, um pouco mais largo que o corredor de entrada. A cada quatro metros, uma porta diferente, totalmente aberta, nos deixava ver todo tipo de relações sexuais diferentes. Embora esses quartos tivessem um grau de privacidade maior do que as mesas na sala dos sofás, qualquer um que passasse pelas portas podia parar e observar. E era exatamente isso que um cara fazia: na porta de um quarto, ele se masturbava vendo uma loira de peitões montando um senhor grisalho. Se tremendo todo e se segurando no batente da porta, ele soltou dois jatos de porra que caíram no chão do quarto.
Mas ainda faltava a cereja do bolo... ao chegar no final do corredor, Marcos parou diante de uma entrada dupla e, apontando pra porta, disse
- esta é a sala vermelha...
Ao atravessar aquela porta dupla, o corredor se transformou de novo numa sala enorme... o chão todo forrado com carpete bordô... luzes vermelhas beeem fracas... e alguns almofadões, sem nenhum outro móvel... no centro, duas garotas jovens, completamente nuas, faziam a alegria de pelo menos seis homens que se revezavam entrando e saindo de todos os buracos do corpo das moças... a dois metros da gente, uma jovem senhorita de quatro recebia as investidas de um dos cavalheiros sexagenários que tinham nos abordado assim que chegamos no local... o sexagenário, exausto, segurava a garota pela cintura e a enfiava com força contra a barriga dele, como se estivesse descarregando as últimas energias, mas pelo menos com força suficiente pra me reconhecer e me dar uma piscada, buscando minha cumplicidade.
Olha a Celina, o olhar dela perdido naquele show dantesco que aquelas minas estavam dando com todos aqueles cavalheiros. De repente, ela olhou pro teto e soltou um gemido forte. Comecei a procurar explicação pro que tava rolando e, olhando pra baixo, descobri que tanto o cinto da Celina quanto o botão e o zíper da calça dela estavam desabotoados. A calça dela já tava abaixo do quadril e a mão do Marcos tava enfiada dentro da calcinha fio dental da Celina, fazendo movimentos circulares, enquanto por trás ele percorria o pescoço dela com beijos e lambendo tudo que encontrava pelo caminho... O pau do Marcos, duro, batia contra o quadril da Celina, mas não chegava a ter contato porque ela ainda tava com aquela calça meio abaixada. Aí a Celina, com as mãos, pegou aquela calça branca pelos lados e puxou pra baixo violentamente, encostando a bunda no pau do Marcos, enquanto ele segurava com o punho a frente da calcinha fio dental dela e enfiava entre os lábios dela, devagar... apertava e soltava... apertava e soltava... e, por uns momentos, a Celina parecia ter as pernas tremendo, como se fosse cair no chão, fraca e em êxtase.
Não sei em que momento aconteceu, mas a próxima coisa que percebi é que meu pau já estava pra fora da calça e eu estava me masturbando... nem pelaquele casal, nem por aquelas minas... nem me importava o que o Marcos tava fazendo, eu só me masturbava olhando a cara de êxtase da Celina. Rapidinho a Celina tirou aquelas botas pretas pra arrancar a calça que já tava atrapalhando os movimentos dela, tirou a camiseta e eu pude ver de novo aqueles pezões marrons lindos, compridos e durinhos, ela se ajoelhou e pegou uma camisinha do bolso da calça... Eu e o Marcos estávamos nos masturbando a centímetros da cara dela enquanto ela, com os dentes, abria a embalagem da camisinha. Nós dois apresentamos nossos paus pra ela, esperando ser escolhidos... ela pegou delicadamente e colocou em cima da rola do Marcos, devagar, com a palma da mão, enfiou a camisinha de látex no pau do Marcos, e eu vi aqueles lábios vermelhos envolvendo o pau do Marcos com cuidado, e centímetro por centímetro, a mulher que eu desejava engolia inteiro o pau de outro cara. A Celina começou a ir e vir devagar, percorrendo aquela rola, e eu me masturbava vendo aquela calcinha fio dental branca se enterrando naquele rabão da minha cunhada a cada investida do Marcos. O Marcos, com a cintura, acompanhava os movimentos da Celina, se enfiando nela como se quisesse ir mais fundo ainda na garganta da minha cunhada, e a intensidade foi aumentando, aumentando, até que o Marcos já tava comendo a Celina pela boca... ele soltava gemidos de prazer e a calcinha fio dental branca se enterrava mais naquele cu, e o movimento da cintura dele parecia o de uma mulher montando no homem dela. Aí o Marcos segurou firme a cabeça da Celina por trás e nunca mais deixou ela se afastar daquele ponto, e com um gemido forte, sem eu conseguir ver mas sendo claramente óbvio, ele gozou dentro daquela camisinha de látex, no calor da boca da minha cunhada.
Celina, agitada e suada, se levantou de novo sobre as pernas. Os mamilos dela, marrons e durinhos, apontavam pra mim. A calcinha fio-dental deixava ver uma linha fininha de separação onde ficam os lábios da buceta dela... Ela deu dois passos pra frente, chegou perto do meu ouvido e falou...
- Quero que só você me coma, cunhado...
Nos beijamos freneticamente, os lábios dela estavam inchados, a boca ainda tinha gosto de látex do pinto do Marcos que ela tinha chupado, mas naquela altura eu não tava nem aí pra isso. Rapidinho ela tirou a calcinha fio dental branca e, de novo no meu ouvido, falou... me tapa... tenho vergonha de ficar nua na frente dos outros... Ela se deitou no chão, me chamando pra subir nela com as pernas abertas... a buceta dela já tava claramente preparada, os lábios molhados e semiabertos, e sem pensar duas vezes, sem nenhuma barreira de látex entre a gente, mergulhei na já molhadíssima pussy da minha cunhada, que me recebeu com o beijo quente dos fluidos dela. Quando me enfiei completamente nela, num reflexo, ela me envolveu com as pernas e me apertou forte, falando no meu ouvido...
- você não faz ideia da vontade que eu tava de ter você aqui dentro de novo...
Então comecei a montar nela... meter e tirar... meter e tirar... pra cima, pra baixo... pra cima, pra baixo...
Ela acompanhava cada movimento meu com a cintura e, de vez em quando, eu me enterrava fundo nela e ela se cravava forte em mim, e naqueles segundos a gente tava no céu do prazer, como se um orgasmo fosse entregue em parcelas. Aí notei que a Celina tava ausente de novo, olhei pro rosto dela e os olhos estavam fixos pra cima... olhei pro lado e o Marcos, de pé de novo com o pau duro, se masturbava olhando pra gente, junto com um cara desconhecido que, sem ser convidado, também curtia o show e acariciava um pintinho bem minúsculo debaixo de uma barriga enorme... então cheguei perto do ouvido da Celina e falei...
- você é minha putinha, cunhã???
- se beber, sou sua putinha...
- então mostra pra todo mundo como essa putinha se comporta... me mostra como você é gostosa...
Então as pernas dela soltaram minha cintura, ela se virou e, ajoelhada no tapete, se apoiou nos braços, ficando de quatro, balançando a bunda lentamente pra cima e pra baixo... coloquei meu pau no final da racha do cu dela... subi e desci procurando a entrada e mergulhei até o fundo da buceta dela.
- se mexe, putinha... se mexe...
Chas... tapa na bunda... ela começou a se mexer...
- mais rápido, vadia... tapa... tapa na bunda e ela soltou um gemido forte.
Então comecei a meter nela uma vez e outra... e outra vez... e outra vez... então tirei meu pau até a entrada da buceta dela e falei...
- mostra pra elas como você enfia sozinha...
Então ela, com um movimento para trás, enfiava meu pau de novo na buceta dela e eu tirava, e ela enfiava de novo e eu tirava, e ela enfiava, e quando não tinha mais força nas pernas para enfiar...
Chas... tapão na bunda...
- se mexe, puta...
- não tira ela de mim... me dá ela... não tira ela de mim, eu imploro, ela...
Mas eu estava cobrando minha vingança por ter feito eu desejar tanto ela e ter me negado até agora o prazer de penetrar essa buceta.
Então comecei a meter forte nela e os peitos da Celina balançavam pra lá e pra cá, pra lá e pra cá, e no grito de... "não aguento mais", ela fez um movimento pra trás e não deixou eu me afastar mais dela... os braços dela cederam e ela caiu de peito no tapete, gritando "aaaai que gostoso", completamente apagada... eu peguei ela pela cintura e continuei penetrando, mesmo ela estando claramente fora de combate... o Marcos e o outro cara marcaram o momento gozando nas costas da Celina, e eu não consegui mais segurar minha sacanagem e, dando uma última estocada, fiquei dentro dela, minhas bolas se contraíram e se espremeram, uma, duas, três vezes, expelindo meu gozo dentro da minha cunhada...
Ela ficou exausta, deitada de bruços... com as costas cheias de porra do Marcos e daquele desconhecido, enquanto um fio da minha porra começava a escorrer da buceta dela sobre aquele tapete vinho.
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5 comentários - Celina, minha cunhada gostosa. Parte 2