Olá, antes de tudo, quero dizer que sou a Pilar, tenho 35 anos e sou felizmente casada há 10 anos com meu marido.
Faz um tempo já, e mesmo tendo uma vida sexual muito satisfatória, meu marido fica fantasiando em me ver transando com outro cara.
Em janeiro, me surpreendeu com umas férias all inclusive. Pra ser sincera, eram umas férias que eu tava doida pra ter e me deixaram muito feliz: 15 dias de sol, praia e relax num hotel espetacular.
Os dois primeiros dias no hotel foram uma diversão contínua em conhecer as instalações, as praias e os outros hóspedes, tudo parecia um sonho.
Foi na piscina do hotel que conhecemos o Rober e o Javier, dois caras que pareciam atletas, além de terem dois corpos nota 10. De algum jeito, meu marido rapidamente criou uma grande amizade, pois a gente passeava com eles, saía pra tomar alguma coisa, caminhar...
Meu marido, nesses dias, ficou muito insistente pra eu não usar calcinha quando saísse, usar vestidos leves e curtos, insinuar quando sentasse e até chegou a colocar a mão debaixo do meu vestido disfarçado no meio do calçadão. Se eu for sincera, também me excitava.
Uma tarde, descemos pra dar nosso passeio de sempre. Eu tava vestindo um vestido curto branco e fininho que, mesmo não sendo transparente, deixava adivinhar meus peitos com meus bicos grandes, e que eu mal conseguia manter abaixo da bunda — porque qualquer movimento brusco ou se o vento soprasse um pouco mais forte que o normal, já dava um belo espetáculo pra quem olhasse. Meu marido me escoltava, sem tirar os olhos de quem se aproximava de mim. Atravessamos a área da piscina pra sair direto no calçadão, bem movimentado naquela região de hotéis. Não tínhamos andado nem 100 metros quando Rober se aproximou — ele tava sentado num banco.
Depois de 15 minutos andando, chegamos numa área onde quase não tinha ninguém.
Rober foi em direção ao mar enquanto eu e meu marido ficamos na beirada do deque admirando o mar, bom, e acariciando minha bunda que com certeza estaria à mostra com o vento.
Meu marido me disse:
- Pilar, enquanto o Rober tá na beira, por que você não tira os peitos e deixa eu chupar eles? Não tem ninguém e o Rober nem vai perceber se você ficar na minha frente.
A verdade é que eu morria de vergonha, mas sabia que aquilo deixava meu marido louco e me levava ao céu, então, tentando ser discreta, me coloquei na frente dele e ofereci meus peitos ao alcance. Ele não demorou a pegar meus mamilos, que chupava deliciosamente; eu fechei os olhos e curtia como as mãos dele me puxavam, apertando a boca com força nas minhas tetas. Era tanto prazer que acho que até gemi de gosto, porque aquilo me enlouquecia. Senti umas mãos acariciando minha bunda e penetrando entre minhas coxas até minha buceta, umas mãos firmes — não podiam ser do meu marido. — Rober? A verdade é que em outro momento eu teria ficado desconfortável, mas ali, naquela hora, tanto fazia, eram só carícias, uff, bom, e uns dois dedos que se mexiam dentro do meu clitóris molhado. Por instinto, abri mais as pernas, porque aquilo estava me deixando louca, e foi quando meu marido baixou minha cabeça até o pau duro dele, que comecei a chupar, enquanto sentia umas mãos agarrando minha cintura e me colocando quase na beirada da parede. E lá de baixo, na entrada da minha buceta, se abria caminho um grande pau duro e quente que, de uma estocada, entrou por completo. Soltei um gritinho, seguido de estocadas firmes.
Olhei pro meu marido e ele me mandou ficar de quatro, ele continuava se masturbando enquanto o Rober me dava uma bela fodida. Ele me puxou pelo cabelo e as estocadas dele chegavam até meu útero. Tive pelo menos dois orgasmos antes de sentir o sêmen dele inundar minhas entranhas. Meu marido gozou na minha cara e, quando o Rober tirou, eu me virei pra chupar ele.

Ajeitei meu vestido e todos nós nos olhamos, e sem dizer nada, saímos de lá. Eu sentia o esperma do Rober escorrendo pelas minhas coxas, mas mesmo assim não me limpei.
Sei que não devia ter acontecido, mas a gente abriu uma porta pra aqueles 15 dias que não quisemos fechar.
Faz um tempo já, e mesmo tendo uma vida sexual muito satisfatória, meu marido fica fantasiando em me ver transando com outro cara.
Em janeiro, me surpreendeu com umas férias all inclusive. Pra ser sincera, eram umas férias que eu tava doida pra ter e me deixaram muito feliz: 15 dias de sol, praia e relax num hotel espetacular.
Os dois primeiros dias no hotel foram uma diversão contínua em conhecer as instalações, as praias e os outros hóspedes, tudo parecia um sonho.
Foi na piscina do hotel que conhecemos o Rober e o Javier, dois caras que pareciam atletas, além de terem dois corpos nota 10. De algum jeito, meu marido rapidamente criou uma grande amizade, pois a gente passeava com eles, saía pra tomar alguma coisa, caminhar...
Meu marido, nesses dias, ficou muito insistente pra eu não usar calcinha quando saísse, usar vestidos leves e curtos, insinuar quando sentasse e até chegou a colocar a mão debaixo do meu vestido disfarçado no meio do calçadão. Se eu for sincera, também me excitava.
Uma tarde, descemos pra dar nosso passeio de sempre. Eu tava vestindo um vestido curto branco e fininho que, mesmo não sendo transparente, deixava adivinhar meus peitos com meus bicos grandes, e que eu mal conseguia manter abaixo da bunda — porque qualquer movimento brusco ou se o vento soprasse um pouco mais forte que o normal, já dava um belo espetáculo pra quem olhasse. Meu marido me escoltava, sem tirar os olhos de quem se aproximava de mim. Atravessamos a área da piscina pra sair direto no calçadão, bem movimentado naquela região de hotéis. Não tínhamos andado nem 100 metros quando Rober se aproximou — ele tava sentado num banco.
Depois de 15 minutos andando, chegamos numa área onde quase não tinha ninguém.
Rober foi em direção ao mar enquanto eu e meu marido ficamos na beirada do deque admirando o mar, bom, e acariciando minha bunda que com certeza estaria à mostra com o vento.
Meu marido me disse:
- Pilar, enquanto o Rober tá na beira, por que você não tira os peitos e deixa eu chupar eles? Não tem ninguém e o Rober nem vai perceber se você ficar na minha frente.
A verdade é que eu morria de vergonha, mas sabia que aquilo deixava meu marido louco e me levava ao céu, então, tentando ser discreta, me coloquei na frente dele e ofereci meus peitos ao alcance. Ele não demorou a pegar meus mamilos, que chupava deliciosamente; eu fechei os olhos e curtia como as mãos dele me puxavam, apertando a boca com força nas minhas tetas. Era tanto prazer que acho que até gemi de gosto, porque aquilo me enlouquecia. Senti umas mãos acariciando minha bunda e penetrando entre minhas coxas até minha buceta, umas mãos firmes — não podiam ser do meu marido. — Rober? A verdade é que em outro momento eu teria ficado desconfortável, mas ali, naquela hora, tanto fazia, eram só carícias, uff, bom, e uns dois dedos que se mexiam dentro do meu clitóris molhado. Por instinto, abri mais as pernas, porque aquilo estava me deixando louca, e foi quando meu marido baixou minha cabeça até o pau duro dele, que comecei a chupar, enquanto sentia umas mãos agarrando minha cintura e me colocando quase na beirada da parede. E lá de baixo, na entrada da minha buceta, se abria caminho um grande pau duro e quente que, de uma estocada, entrou por completo. Soltei um gritinho, seguido de estocadas firmes.
Olhei pro meu marido e ele me mandou ficar de quatro, ele continuava se masturbando enquanto o Rober me dava uma bela fodida. Ele me puxou pelo cabelo e as estocadas dele chegavam até meu útero. Tive pelo menos dois orgasmos antes de sentir o sêmen dele inundar minhas entranhas. Meu marido gozou na minha cara e, quando o Rober tirou, eu me virei pra chupar ele.

Ajeitei meu vestido e todos nós nos olhamos, e sem dizer nada, saímos de lá. Eu sentia o esperma do Rober escorrendo pelas minhas coxas, mas mesmo assim não me limpei.
Sei que não devia ter acontecido, mas a gente abriu uma porta pra aqueles 15 dias que não quisemos fechar.
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