Meu amigo tava sem confiança 3

Chegou o primeiro verão desde que a gente começou a ficar com o Hernán, e a gente se divertia pra caralho, mas eu queria que ele me acompanhasse nas paradas que eu sempre fazia, tipo ir na piscina. Só que as inseguranças dele com o peso e o corpo ainda deixavam ele muito tímido.

Um fim de semana, uns amigos me chamaram pra passar uma tarde de piscina num sítio. Não eram amigos em comum com o Hernán, então tentei convencer ele.
- Vai, não tem ninguém que você conhece e provavelmente você nunca mais vai ver esses caras...

Depois de muito insistir (e chupar a pica dele), ele topou.

Nesse dia chegamos no sítio de boa, já tinham meus amigos e mais um pessoal que eu não conhecia. O lugar era lindo, a piscina era enorme, tinha um parque com árvores, churrasqueira...
Mandaram a gente deixar as coisas num banheiro com vestiário. Quando entramos, tinha dois caras, a gente cumprimentou e começou a procurar um lugar pra guardar as paradas. Os caras estavam se trocando pra ir pra piscina. Eram uns mano, bem comíveis, o mais alto tirou a roupa e vestiu a sunga. O outro, mais baixinho, fez a mesma coisa. A gente fingiu que não tava vendo nada. O baixinho baixou a cueca e deixou uma anaconda escapar. Pendia pesada... ele andou pelo vestiário pra guardar a roupa enquanto aquela carne toda balançava, nem quero imaginar como era aquilo duro. Finalmente, ele se vestiu e saiu.

- Olha o que você tá olhando... falei.
Hernán riu.
- Viu o que ele tinha?
- Impossível não ver... viu como valeu a pena eu te trazer?

A gente se trocou e saiu.
Sentamos num banco do lado da piscina, tinha bastante gente. O baixinho já tava na água e toda vez que saía, o volume marcava bem. Hernán olhava tudo, não sei se ele se sentia à vontade, mas tava de olho.
Tinha um gostoso do outro lado da piscina, ele tava na água e quando saiu, um dos manos que tava com ele puxou o short dele pra baixo, todo mundo riu. O cara demorou uns segundos pra se ajeitar, mas foi tempo suficiente pra todo mundo ver uma bunda perfeita. Se cagou de putaria com o brincalhão enquanto todo mundo ria.

Consegui ver que o Hernán ficava inquieto, e achei que vi algo acordando debaixo da sunga.
Noutra ponta da piscina, uma gatinha loira tava beijando um moreno, tavam abraçados, mas quando se separaram, deu pra ver que o cara já tinha ela meio acordada.
- Que sorte dessa gatinha, né? Deve chegar até a garganta o que aquele mano tem.

Hernán só concordou.
Cheguei perto do ouvido dele e falei - Vamos pra onde tão as árvores, vimos pele alheia demais e já te vi como tava de olho.
Levantamos de pau duro, ele ia meio curvado, já imaginava o porquê.
Tentamos disfarçar, nos enfiando onde ficássemos mais escondidos.
Ficamos atrás de uns matos altos, bem no fundo do terreno.
Peguei no volume dele, já tava quase duro. Baixei a sunga dele e comecei a acariciar as bolas dele. A ereção completou.
De onde a gente tava, dava pra ver a piscina entre as folhas, baixei meu short e me curvei.
- Vai, anda logo, eu olho pra não vir ninguém.
Senti o Hernán separar minhas nádegas e cuspir no meu cu. Ele meteu até a metade, eu apressava ele.
- Vai, mano, que não tamos tão seguros aqui.
Empurrei a bunda pra trás, pra ele me penetrar por completo, sentir o pau dele todo dentro fez o meu endurecer. Ele começou a meter forte, sentia o vai e vem da barriga dele, tava super tarado.
Comecei a me masturbar e abafei um gemido quando gozei. Ele continuava trabalhando no meu cu.
- Vai, anda logo, bebê, só não goza den...
Não consegui terminar a frase que notei que o Hernán já não se mexia, um último tremor me avisou que ele tinha descarregado tudo no meu cu.
- Nãão, o que cê fez, mano!
- Desculpa, você me deixou a mil...
- Tem algo pra me limpar? Ainda por cima me encheu, filho da puta.
- Não, desculpa... vou ver se acho algo...
- Deixa, já sinto escorrendo pela perna.

Ia ser muito vergonhoso sair todo melado. Me apressei a subir o short. E fui até a piscina, apertando a bunda. Entrei na água o mais rápido que pude.

Hernán chegou uns minutos depois, com certeza o inchaço da pica demorou pra passar.
Ele entrou na água e se aproximou.
A gente conversou baixinho — Tá tudo bem? ele perguntou
— Sim, só que esses aí não sabem que tão se banhando com a sua porra.

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