Mamãe e o curso de computação (Conto)

Como é que cês tão? Tô postando o primeiro conto de 2023. Esse é um conto que eu pensava em escrever rapidinho, mas fui desenvolvendo mais. Vou dividir em duas partes.

Na mesma história, a história da minha mãe, uma mulher madura que conhece um jovem num curso de computação. Ela pede ajuda com um problema no PC dela e, inesperadamente, ele se oferece pra ajudar com outro problema mais profundo.



Mamãe e o curso de computação


Como eu não tinha paciência pra explicar pra minha mãe como usar o PC, ela resolveu se inscrever num curso gratuito de informática que tinha numa escola do bairro.

Chegou o dia e ela foi pra aula. Chegou um pouco atrasada, cumprimentou todo mundo e sentou no único lugar vago.

O professor perguntou o nome dela e marcou a presença na lista. Era um cara de quase 30 anos, magro, de óculos, com a cara típica de nerd de TI.

Os alunos eram na maioria idosos, mas tinha um ou outro jovem. Um deles era o Alexis. Uns vinte e poucos anos, tinha terminado o ensino médio fazia pouco e queria fazer uns cursos pra arrumar emprego. Era ele quem sentava do lado da minha mãe.

Ela não passou despercebida pra esses dois.

Alexis parecia um cara legal, tinha uns quilinhos a mais, provavelmente por causa dos excessos da vida.

Em poucas aulas, já virou amigão da minha mãe. Ajudava ela com as coisas que ela não entendia. Claro que ele também gostava de ter a minha mãe como colega. De vez em quando, o olhar dele desviava pro decote ou pras pernas dela.

Mais de uma vez ele bateu uma punheta pensando nela.

Na aula seguinte, pediu o número dela com a desculpa de passar os apontamentos. Ela deu.

Alexis mandava mensagens, mas minha mãe sempre mantinha distância, às vezes demorava pra responder dizendo que tava ocupada, mas escrevia sempre que precisava de algo.

E foi assim que, no fim da próxima aula, ela perguntou:

"Alexis, cê sabe por que o Word não abre no meu PC de casa? Dá um erro e fecha. Sabe o que pode ser?"

"Não, não faço ideia do que pode ser." Respondeu ele, meio cansado dessa atitude, mas na hora percebeu que podia tirar proveito da situação.

"Acho que é um vírus. Sim, vi num site que é um vírus muito perigoso que apaga seus arquivos e afeta os programas."

"Ah, não!" Exclamou minha mãe, preocupada.

"Você não tem... Me ajuda?? Continuo. Tô preocupado que as coisas do computador vão sumir.

"Sei lá". Respondo, me fazendo de interessante.

"Fala sério, por favor. Vem aqui em casa, vou fazer um bolo delicioso".

"Beleza, então Vicky, vou passar aí. Quando seria?"

"Vem sábado, umas 4 horas. Dá pra você?"

"Dá sim".

Mamãe deu um beijo no rosto dele e foi embora. Alexis ficou feliz, achou que ia rolar. Naquela noite, ele tava batendo uma enquanto via a foto do perfil do WhatsApp da minha mãe. Fantasiava como ela ia recompensá-lo com um boquete pra depois colocá-la de quatro e comê-la gostoso.
Mamãe e o curso de computação (Conto)Assim, fico todo duro de porra esperando que isso se torne realidade no sábado.

RING. O interfone tocou naquela tarde nublada de sábado.


— Alô? Sim, já vou descer. Atendo minha mãe, indo abrir a porta pro namorado novo dela.
Cumprimento ele e entram no apartamento.
— Valeu por vir me ajudar. Meu filho é um idiota, não quer resolver esse negócio de vírus.
— Sem problema, Vicky.
— Quer um cafezinho?
— Bora. Tô a fim de um cafezinho. — Respondo Alexis, sentando numa cadeira da sala de jantar.
— Já volto, o bolo ainda tá no forno.
Da posição dele, dava pra ver a cozinha. Ele viu com todos os detalhes minha mãe se inclinar na frente do forno pra espiar o bolo. Claro que a atenção dele grudou na bunda dela.
maduraAh, já está. Vou tirar e deixar esfriar um pouco."

Conversaram por um tempo. Em certo momento, ele puxou o papo pro lado que queria.

"E o seu filho?"

"Não, meu filho não está em casa. Saiu com os amigos", respondeu ela. "Tenho dois filhos homens, o outro mora sozinho a umas quadras daqui."

"Ahh, entendi."

"E seu marido trabalhando, ganhando o pão de cada dia."

Mamãe ficou um pouco mais séria.

"Sou separada... Já faz um tempo", respondeu após uma breve pausa.

"Não tenho interesse em estar com alguém, simplesmente não penso nisso agora. Além disso, já estou velha. E você? Tem namorada?", disse tentando mudar de assunto.

"Não, não tenho namorada. Não fala isso, Vicky. Que homem não ia querer estar com uma mulher tão gostosa como você?"

"Ah, obrigada, Alexis", respondeu com um sorriso, embora não esperasse o elogio. Na verdade, achou um pouco estranho.

"Bom, vou te mostrar", referindo-se ao notebook. Foram até a sala onde estava o equipamento.

Alexis sentou na cadeira do computador e mamãe ficou ao lado para mexer no mouse.

"Deixa eu ver."

Ele se afastou um pouco para trás para dar espaço. Ela estava abrindo o Word para ver o erro.
jovemAlexis apoia a mão nas costas dela. Aquela buceta pede pra ele passar a mão, mas ele se segura.

— Beleza, trabalha tranquilo. — Ela diz. — Vou ficar na cozinha, qualquer coisa me chama.

— Sim, Vicky, tá bem.

Pra falar a verdade, Alexis não fazia ideia de como resolver o erro. Mexeu na máquina um tempinho e revisou os arquivos. Esperava encontrar umas fotos da minha mãe pelada, pelo menos, mas não teve sorte.

— E aí, gordão? Conseguiu?

— Não, olha, Vicky. Pelo visto, isso é complicado. Tô vendo que alguns arquivos foram afetados.

— Ah, não! Não quero perder as fotos de família.

— Tá difícil, parece que tem um programa causando isso. Às vezes baixa coisa de site adulto.

— Mas eu não vejo isso! Bom, talvez seu filho, sei lá.

— Ah, vou matar ele! Por favor, me ajuda, Alexis. Deve ter algo que você possa fazer.

— Vou tentar, mas tá complicado. Provavelmente vai ter que formatar, talvez trocar o disco.

— Não, mais gastos. Não pode ser! — Mamãe sentou numa outra cadeira que tava na sala. Parecia que esse novo desgosto foi a gota d'água. De repente, ela ficou abatida. Claro que não era pra tanto, mas dava pra ver que ela já tava carregando um monte de coisa e isso acabou de entristecer ela.

— Calma — Disse Alexis, se aproximando dela.

Sem perder tempo, começou a massagear os ombros dela.

— Relaxa, Vicky, não se preocupa.

Mamãe sentiu as mãos quentes e grandes do Alexis nos ombros e no pescoço.

— Você tá muito tensa.

— Agora virou massagista?

— Haha, não, mas eu gosto. Já pensei várias vezes em estudar isso. Falam que eu levo jeito.

Agora ele massageava a têmpora dela. Isso era gostoso. Mamãe fechou os olhos por um momento, parecia que Alexis sabia o que tava fazendo porque ela tava curtindo.

A alça direita do vestido escorregou. Ela não tinha percebido.

— Relaxa, Vicky, relaxa — Ele disse enquanto descia dos ombros pra tocar os braços dela. Mamãe percebeu que... ele tinha abaixado a alça e subiu de novo. De qualquer forma, ela tava de sutiã.

"Muito estresse, Vicky."

"É, um monte de coisa, problemas, imposto, dívida, as mesmas merdas de sempre." Falou, se abrindo um pouco pro jovem.

"Bom, não pensa nisso agora."

Voltou pra parte de trás, puxou o cabelo dela pro lado e continuou massageando debaixo do pescoço. Ouviu um barulho.

"Ohh" Ela exclamou.

"Parece que você é bom nisso mesmo."

"É, não quero pagar de metido, mas sei o que tô fazendo."

"Tá confortável nessa cadeira, Vicky? Tô com dificuldade." Continuou.

"Não, essa cadeira é uma bosta. Tenho que mandar estofar. Mais uma coisa."

"Kkk, você não para de pensar um minuto, hein."

"Sou assim, e não sei em que outro lugar."

"Geralmente massagem é feita numa cama ou maca."

"Não tenho maca."

"A cama serve."

"Sei não..."

Alexis continuou massageando um pouco mais.

"Pronto."

"Já?"

"Não tem muito mais que eu possa fazer, Vicky."

"Mmm. Bom, vamos pro quarto, mas espera um pouco que vou arrumar uma bagunça."

Fiel ao costume, arrumou a bagunça. Não podia acreditar que um cara mais novo que os filhos dela ia entrar no quarto dela.

Pronto, pode entrar.

Alexis entrou no quarto dela, tava empolgado mas manteve a mesma postura na dele.

A mãe sentou na cama e tirou as sandálias. Queria ficar à vontade. Ficou descalça. Os pés lindos dela também não passaram despercebidos pro Alexis.

"Com licença." O jovem falou.

"Fica à vontade, gordão." Ela respondeu enquanto ele tirava o calçado pra se posicionar atrás dela.

Nos minutos seguintes, ele ouviu a mãe reclamando da irmã dela, criticando a vizinha e os preços das verduras.

Com licença. Falou, abaixando as alças dela.

"Ah. Precisa mesmo?"

"Precisa, Vicky, tenho que trabalhar bem nas costas, senão não faz o mesmo efeito."

"Tá bom..."

"Qual é, nunca ganhou uma massagem?"

Ela não lembrava da última vez que tinha ganhado uma massagem, na real era o primeiro homem que tocava nela. Ultimamente.
Alexis viu as costas brancas da mamãe, agora cobertas só pelo sutiã.
"Você podia deitar na cama, Vicky?"
Mamãe se deitou de costas.
"Abaixa um pouco mais isso aqui."
Ela ficou meio sem graça, mas obedeceu, puxou o vestido pra baixo. Ele ajudou.
Pegou uma toalha que viu num canto e colocou na parte de baixo das costas dela.
Alexis aproveitou pra tirar o vestido dela de vez. Mamãe se certificou de que a toalha cobria bem a bunda dela. Ela gostou do profissionalismo dele e baixou um pouco a guarda. Relaxou pra curtir a massagem.
As mãos de Alexis percorriam as costas dela, de cima até embaixo. Já quase tinha ela, mas precisava continuar mantendo a compostura.
milfSe decidiu e desabotoou o sutiã dela. Ela não o impediu, ele continuou e tirou a toalha dela.

"Fica tranquila. Tem que massagear as pernas também."

Ele parou um instante e pegou o celular. Colocou uma música relaxante pra criar o clima.

De um jeito bem profissional, continuou a massagem na parte das pernas.

Ela tava gostando. Soltava algum suspiro ou gemidinho. Alexis tava se segurando pra caralho, já que a presa dele tava seminua na frente dele. Passou a mão na lateral da bunda dela.

Viu um creme pras pernas no criado-mudo e passou um pouco pra depois massagear. A mão dele deslizava pelo corpo todo dela.

Pediu pra ela virar de lado, tentou tirar o sutiã dela completamente, mas ela não deixou. Aquilo foi um mau sinal pra Alexis, que não sabia bem como continuar.

O celular da mãe tocou umas duas vezes. Com a insistência, ela se levantou.

"Já deu, Alexis. Valeu."

"Porra", pensou ele.

Mamãe vestiu um casaquinho por cima e atendeu a ligação. Era meu irmão. Tava pedindo uns favores caseiros. Daí a pouco, o telefone fixo tocou. Era a irmã dela ligando pra contar as mesmas merdas de sempre.

"Não, Dario, não vou levar sua roupa não! Leva numa lavanderia, você já é grande pra eu ter que cuidar das suas coisas." Falou e desligou.

Não tava com paciência pra fofoca de família que a irmã tava contando, então respondeu seco e disse que ligava depois.

Pra completar, chegou umas mensagens da vizinha sobre o assunto do condomínio.

"Você já me encheu o saco", disse se referindo à vizinha. Nem viu as mensagens. Colocou o celular no vibrar e deixou na mesa pra voltar pro quarto.

"Continua, por favor."

"Sim, já vou!" Os olhos de Alexis brilharam.

Mamãe tirou o casaquinho e se deitou de costas, só de calcinha e sutiã.

O jovem admirou a bunda dela mais uma vez.



Continua...





Espero que vocês tenham gostado da primeira parte. Se sim, deixem pontos, comentem, tudo isso motiva a continuar postando.

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