Minha namorada gosta e aceita sua submissão
Meu chefe me convida pra almoçar, tá contente, acha que chegou a hora, que finalmente a Débora encontrou o ponto de equilíbrio dela ou algo assim. Depois de pedir a comida, ele me diz:
-Ela chegou no ponto onde se aceita como é, concluiu que por mais que goste desses jogos de dominação, não tem por que afetar a vida cotidiana dela… você vai ter que aceitar, quando ela conhecer algum senhor de quarenta ou cinquenta anos… como todos nós que fomos transformando ela na putinha submissa que é hoje, as vontades despertam… obviamente vão atrair muito ela os senhores dominantes… você vai ver como se desenvolve uma química que permite a gente se reconhecer, como eu reconheci a vadia submissa e escondida que sua namorada carregava dentro dela, agora… pra quem tá nesse jogo… transparece muito mais… - ele disse, terminando com um sorriso.
A gente continuava transando de um jeito muito doce, mas como o chefe tinha dito, ela tava transformada. Como o chefe falou quando íamos pra reuniões de trabalho ou sair pra dançar, parecia que ela tinha um radar pra detectar certo tipo de homem, pra atraí-los, como naquela noite… no pub tomando algo, um ambiente relaxado, ela tava trocando olhares com alguém, eu não queria me virar pra ver quem era, mas era óbvio que ela se sentia atraída. Num momento, ela se levantou pra ir buscar algo no balcão, um senhor se aproximou dela, falou bem perto do ouvido enquanto segurava a cintura dela com firmeza, ela sorriu e apontou pra onde eu tava. Vieram juntos pra mesa, o jogo entre eles foi esquentando, o senhor foi sugerindo propostas, logo percebeu que a gente gostava, e acabamos indo os três pra casa do senhor.
Tudo foi tão rápido. Na casa dele, em pouco tempo ela tava com a camiseta preta que vestia, deitada na cama, a bunda de fora e as meias pretas no meio da coxa. Ele mandou ela esperar ali enquanto se despia, outro pau bem Impressionante.
Ela se ajoelhou na cama com os joelhos dos dois lados das coxas da Debi, acariciava a bunda e as costas dela, ela rebolava devagar. Ele apoiou o pau entre os glúteos enquanto continuava acariciando, não tava de camisinha, notei que a ferramenta era bem grande mesmo. Primeiro, levou uma das mãos dela pra trás, depois a outra, tinha trazido umas algemas, não pareciam de brinquedo, pareciam de verdade. Ela se deixava fazer e continuava rebolando enquanto ele colocava as algemas. Dava uns tapinhas leves na bunda dela e, segurando ela pela frente da pelve, levantava o quadril dela. A bunda dela tava super empinada, era uma delícia de ver.
Enfiou na buceta dela de uma vez, dava umas metidas bem fundas. Me mandou chegar perto pra ver, na frente da cama eu via a bunda da Debi sacudindo cada vez que ele enfiava, além de ouvir os gemidos dela. Cada vez que ele metia fundo, os gemidos aumentavam de intensidade quando ele agarrou ela pela nuca, apertando ela contra o colchão. Continuava bombando forte e no ritmo, eu já tava perto de gozar, perguntei pelo banheiro e fui colocar uma camisinha.
Quando voltei, o show continuava. Ele metia fundo e ela gemia cada vez mais, as duas mãos algemadas na altura da cintura dela. De novo, ele agarrou ela pela frente da pelve pra meter mais forte, dava um monte e não gozava. Eu muitas vezes olhava pra outro lado, ou me afastava, não queria chegar assim.
Ele ficou enfiado um tempão, bem fundo nela, depois pegou o cabelo dela numa mão e voltou a dar uma metida forte de vai e vem, sempre fundo, Debi não parava de gemer. Com a outra mão, segurou uma das mãos dela, apertava forte, ela parecia gostar de tudo. Já fazia uns dez minutos que ele metia sem parar, pensava como ele conseguia não gozar, era muito intenso o jeito que ele fazia. Soltou o cabelo dela, e com essa mão apertava a bunda dela, a outra continuava segurando as mãos dela. Puxando as algemas, levantou um pouco os braços dela pra atrás, ela tava cada vez mais gostosa, e cada vez gemia mais. Finalmente ele começou a gemer com uma voz bem gutural e, tirando o pau, jogou toda a porra no canal da bunda dela e no começo da cintura, uma gozada bem abundante pra alguém da idade dele, pensei. Ele continuou batendo uma no pau que ainda tava duro. Separou os glúteos dela e me fez chegar perto pra olhar, ela levantava a bunda mexendo cada vez mais, dava pra ver a gozada toda na entrada da bunda da Debi, era uma quantidade enorme. Diante do meu olhar atento, ele pegou um pouco da porra da bunda da Debi com a cabeça do pau e enfiou de novo devagar, ela gemia de novo bem alto. Ele tirou na hora, ela continuava algemada e dilatava a bunda, fazendo com que, nessa posição, parte da gozada dele entrasse um pouco pra dentro da bunda dela.
Tirou as algemas dela, mandou ela ir se lavar, vestir só aquela calcinha fio-dental preta gostosa que ela tinha, esperava ela na cama, você também se limpa, ele me disse com uma risada debochada, eu tinha gozado dentro da camisinha, fomos juntos pro banheiro, lavei a bunda da Debi, beijando ela, tirei a camisinha, me lavei e coloquei outra nova, ela já tinha ido pro quarto.
Ele tava deitado na cama, a Debi de quatro, olhando pros pés dele, a bunda e a buceta dela na altura das mãos dele, ela mexia a bunda e ele brincava, puxando a calcinha dela e olhando e tocando os buraquinhos dela. Ele dedava ela devagar com o dedão e ela começou a gemer de novo.
Ele trocou o dedo pelo pau, começou a tentar enfiar, se ajudando com a mão, a Debi puxou bem a calcinha pro lado e pegou o pau dela mesma, levando até a buceta. Encaixou até o fundo e agora era ela que começou a montar nele, ver a bunda e as costas da Debi se mexendo, os gemidos e ele apertando a bunda dela me deixava louco, de novo eu desviava o olhar e pensava em outras coisas. Ela separou agora as nádegas, dando um close na bunda dela enquanto subia e descia no pau do "nosso amigo". Não sei quanto tempo passou, em um momento o pau dele saiu, ela levou a mão para trás e eu pude ver como começava a escorrer da buceta dela, ele tinha gozado dentro dela agora. Depois de me mostrar como a porra dele caía, igual antes ele enfiou de novo, não totalmente duro, com a ajuda da mão da Debi.
Foram juntos tomar banho, ficaram uns quarenta minutos no chuveiro, eu ouvia as risadas da Debi, tirei a camisinha que tinha enchido de novo, dei um nó e joguei fora, me sentindo um idiota. Ela saiu do banho secando o cabelo, se vestiu, ele estava de roupão, passou o celular dele pra Debi, pediu um carro pra gente e ficaram se beijando e se acariciando enquanto esperavam, estavam certos de que o encontro ia se repetir.
Em casa, ela me fez tirar a roupa e montou em mim devagar, a gente transou pra caralho, ela me dava beijos suaves, nenhum de nós dizia nada, a luz do sol entrava pela janela, tinha sido uma noite muito interessante.
A gente se encontrou com ele de novo, quinze dias depois, no mesmo bar, a gente tinha combinado o encontro, ele estava com outro cara, bem barrigudo, pra mim era bem desagradável, mas a Debi não achava a mesma coisa, ela sentou entre os dois e o outro cara automaticamente apoiou a mãozona na coxa dela, acariciando, Debi fechou os olhos, a respiração dela estava ofegante, o cara do encontro anterior disse que tinha notado que a Debi o tempo todo mostrava a bunda, ele não gostava muito de sexo anal, por isso nos apresentou o amigo dele, no fim ficamos sozinhos com ele, acompanhei a Debi até o banheiro, perguntei o que ela achava, o cara não me agradava, parecia perigoso, ela tava com muito tesão, fomos pra casa do cara, ele tinha um carro importado, correntes de ouro, entramos na casa dele, bebemos algo, ele sentou e com um tom autoritário mandou a Debi ficar de calcinha e sutiã, ela tinha se preparado, tava de meia-calça, meias, estava uma delícia. O cara vestiu um shorts e uma camiseta, entramos num quarto. imensa, um sofá ao lado da cama, ele sentou ali e Debi, de joelhos na frente dele, começou a apertar o volume dele por cima do shortinho. Ele puxou ela pra fora por baixo da calça, tinha uma piroca grossa que agora Debi acariciava e batia punheta com a mão direita. Ela tava usando o colarzinho preto que fazia ela se sentir bem submissa, segundo ela dizia, ele soltou os peitos dela e ela começou a chupar ele. Ele afastou o cabelo do rosto dela pra olhar enquanto ela chupava, ele tirou a calça, ela continuou chupando, colocou ela de pé e tirou a tanga dela, ela ficou só com o cropped que era baixo em cima deixando os peitos dela de fora, ajeitou ela ajoelhada no sofá, se posicionou atrás dela e começou a meter nela, Debi segurava uma bunda com a mão, separando, mostrando bem o buraquinho rosa e lindo do cu dela, começou a gemer bem alto, ele acariciava o cabelo e o rosto dela, ela gemia cada vez mais. Ele tirou da buceta dela e foi enfiando no cu dela, com os gemidos de prazer de Debi, nenhum dos dois falava nada, ela continuava com a mão apoiada na bunda, Debi me olhou num momento mordendo o lábio inferior, fazia uns dez minutos que ele tava dando umas quantas metidas, tirava e enfiava de novo, a cara de Debi tava toda vermelha, ele apoiou a mão dele na dela e assim continuou metendo. Ele agarrou ela pela cintura e perguntou se ela tava gostando, ela disse que sim, ele meteu mais um pouco e fez ela ficar de quatro na cama, a imagem me fez gozar, ela abaixadinha com o peito mais perto da cama, a bunda oferecida, a buceta cheia dos sucos dela, escorrendo, dava pra ver o tesão dela, ele ficou um tempão olhando pra ela e penetrou de novo, em pé na cama, tava difícil equilibrar. Tava desconfortável, ele fez ela ajoelhar no chão, com o braço apoiado num banco, ele colocou o joelho direito no chão e o pé esquerdo do lado de Debi, enfiou de novo e continuou metendo por trás, os gemidos dela aumentavam de intensidade, ele tirou num momento, ela ficou ajoelhada na frente dele, que ficou de pé e mandou ela chupar. Ele gozou na cara dela e nos peitos, uma porrada de porra, era óbvio pra mim que ele tinha tomado algum comprimido porque continuava bem duro. Ela me olhava sorrindo, foi se lavar, serviu algo pra beber, e depois deitou de bruços na cama, agora totalmente nua, só com o colarzinho dela. Ele chegou perto de pé, nunca tinha tirado a camiseta, e mandou ela chupar de novo. Fez ela ajoelhar na beira da cama, com as pernas abertas, e ele parado no chão, segurando ela com força pela raba, começou a meter bem forte na pussy dela. Eu via ela de frente, tava uma delícia, os peitos dela balançavam com a fodida, ele agarrava aqueles globos de carne da raba dela e tava extasiado. Deitou ela na cama e ele, ajoelhado, se ajeitou de novo e continuou metendo, empurrou as pernas dela dobradas contra o peito, de lado na cama, e seguiu na tarefa. Debi ficava cada vez mais vermelha e com tesão, gemia cada vez mais, agarrou com força um peito que balançava com as investidas que ele dava. Fechou os olhos, tava gozando mais uma vez, dobrou ela um pouco mais sobre a perna esquerda, a direita pra cima mais recolhida, deixou a bunda dela à vista, bem oferecida, e foi por ali. Eu tava do lado, ela toda encolhida recebendo por trás, sempre gemendo, ela segurava a bunda junto com a mão dele que empurrava o glúteo direito pra manter a posição. Saiu um par de vezes, ele se ajeitou de novo e agora metia mais fundo, tirou, deitou na cama e ficaram fazendo um sessenta e nove. Ela montou nele de costas, apoiada nele que amassava os peitos dela, ela se movia sobre a cock dele que agora tava de novo na pussy dela. Ele fez ela levantar e de novo enfiou no cu dela, ele se mexia bem forte agora, embora ela tivesse em cima dele, e apertava com força os peitos dela. Me pareceu que Debi continuava gozando, era tipo um orgasmo que não acabava. não acabava nunca, eu via ela de frente pra mim, as pernas bem abertas, a buceta deliciosa e a pica do cara entrando e saindo bem forte no rabão dela, agora ele dedava a buceta dela, ela pedia pra ele continuar comendo, sim, gostoso papi… ela disse, ele segurava ela por trás de uma das coxas e com a outra mão batia uma pra ela na buceta. Voltou pra buceta dela, ela continuava em cima dele, de costas pra ele que amassava os peitos dela de novo, quero de novo por trás ela disse… e assim foi. Uma mão num peito, a outra batendo uma pra ela e foi como uma explosão pra ela, ele colocou ela de quatro na cama, meteu de novo na buceta dela, bem forte, quando ia gozar tirou e jogou toda a porra na bunda dela. Fez ela ficar um tempão assim como estava, olhava e acariciava ela, andando em volta da cama. Olhava de perto os buraquinhos dela, acariciava, batia uma pra ela, ela finalmente caiu na cama e se ajeitou como pra dormir, ele me acompanhou até outro quarto e voltou pra cama deitar com ela, nunca tínhamos feito algo assim, a gente ia embora depois de um encontro.
Na manhã seguinte quando acordei ela saía do banho. Tinha vestido um conjunto branco tipo gatinha que ele tinha dado pra ela, voltava pro quarto, entramos juntos, ele estava de pé e fez ela andar pelo quarto. Ela parou de frente pra ele e sorriu,
-Que sorriso lindo você tem, agora devagar vira…
De novo ela se ajoelhou e ele deu pra ela chupar, parecia que ele tinha dificuldade pra ficar duro, não era um homem jovem, mas deitou na cama e de novo fez ela montar de costas pra ele, ele comeu ela de papai e mamãe, de quatro, quando ia gozar de novo de joelhos na frente dele mas dessa vez abriu generosamente a boca pra ele gozar nela. Ele se levantou e se beijaram, combinaram de se ver de novo, fomos pra casa em silêncio, ela só queria dormir um pouco.
Meu chefe me convida pra almoçar, tá contente, acha que chegou a hora, que finalmente a Débora encontrou o ponto de equilíbrio dela ou algo assim. Depois de pedir a comida, ele me diz:
-Ela chegou no ponto onde se aceita como é, concluiu que por mais que goste desses jogos de dominação, não tem por que afetar a vida cotidiana dela… você vai ter que aceitar, quando ela conhecer algum senhor de quarenta ou cinquenta anos… como todos nós que fomos transformando ela na putinha submissa que é hoje, as vontades despertam… obviamente vão atrair muito ela os senhores dominantes… você vai ver como se desenvolve uma química que permite a gente se reconhecer, como eu reconheci a vadia submissa e escondida que sua namorada carregava dentro dela, agora… pra quem tá nesse jogo… transparece muito mais… - ele disse, terminando com um sorriso.
A gente continuava transando de um jeito muito doce, mas como o chefe tinha dito, ela tava transformada. Como o chefe falou quando íamos pra reuniões de trabalho ou sair pra dançar, parecia que ela tinha um radar pra detectar certo tipo de homem, pra atraí-los, como naquela noite… no pub tomando algo, um ambiente relaxado, ela tava trocando olhares com alguém, eu não queria me virar pra ver quem era, mas era óbvio que ela se sentia atraída. Num momento, ela se levantou pra ir buscar algo no balcão, um senhor se aproximou dela, falou bem perto do ouvido enquanto segurava a cintura dela com firmeza, ela sorriu e apontou pra onde eu tava. Vieram juntos pra mesa, o jogo entre eles foi esquentando, o senhor foi sugerindo propostas, logo percebeu que a gente gostava, e acabamos indo os três pra casa do senhor.
Tudo foi tão rápido. Na casa dele, em pouco tempo ela tava com a camiseta preta que vestia, deitada na cama, a bunda de fora e as meias pretas no meio da coxa. Ele mandou ela esperar ali enquanto se despia, outro pau bem Impressionante.
Ela se ajoelhou na cama com os joelhos dos dois lados das coxas da Debi, acariciava a bunda e as costas dela, ela rebolava devagar. Ele apoiou o pau entre os glúteos enquanto continuava acariciando, não tava de camisinha, notei que a ferramenta era bem grande mesmo. Primeiro, levou uma das mãos dela pra trás, depois a outra, tinha trazido umas algemas, não pareciam de brinquedo, pareciam de verdade. Ela se deixava fazer e continuava rebolando enquanto ele colocava as algemas. Dava uns tapinhas leves na bunda dela e, segurando ela pela frente da pelve, levantava o quadril dela. A bunda dela tava super empinada, era uma delícia de ver.
Enfiou na buceta dela de uma vez, dava umas metidas bem fundas. Me mandou chegar perto pra ver, na frente da cama eu via a bunda da Debi sacudindo cada vez que ele enfiava, além de ouvir os gemidos dela. Cada vez que ele metia fundo, os gemidos aumentavam de intensidade quando ele agarrou ela pela nuca, apertando ela contra o colchão. Continuava bombando forte e no ritmo, eu já tava perto de gozar, perguntei pelo banheiro e fui colocar uma camisinha.
Quando voltei, o show continuava. Ele metia fundo e ela gemia cada vez mais, as duas mãos algemadas na altura da cintura dela. De novo, ele agarrou ela pela frente da pelve pra meter mais forte, dava um monte e não gozava. Eu muitas vezes olhava pra outro lado, ou me afastava, não queria chegar assim.
Ele ficou enfiado um tempão, bem fundo nela, depois pegou o cabelo dela numa mão e voltou a dar uma metida forte de vai e vem, sempre fundo, Debi não parava de gemer. Com a outra mão, segurou uma das mãos dela, apertava forte, ela parecia gostar de tudo. Já fazia uns dez minutos que ele metia sem parar, pensava como ele conseguia não gozar, era muito intenso o jeito que ele fazia. Soltou o cabelo dela, e com essa mão apertava a bunda dela, a outra continuava segurando as mãos dela. Puxando as algemas, levantou um pouco os braços dela pra atrás, ela tava cada vez mais gostosa, e cada vez gemia mais. Finalmente ele começou a gemer com uma voz bem gutural e, tirando o pau, jogou toda a porra no canal da bunda dela e no começo da cintura, uma gozada bem abundante pra alguém da idade dele, pensei. Ele continuou batendo uma no pau que ainda tava duro. Separou os glúteos dela e me fez chegar perto pra olhar, ela levantava a bunda mexendo cada vez mais, dava pra ver a gozada toda na entrada da bunda da Debi, era uma quantidade enorme. Diante do meu olhar atento, ele pegou um pouco da porra da bunda da Debi com a cabeça do pau e enfiou de novo devagar, ela gemia de novo bem alto. Ele tirou na hora, ela continuava algemada e dilatava a bunda, fazendo com que, nessa posição, parte da gozada dele entrasse um pouco pra dentro da bunda dela.
Tirou as algemas dela, mandou ela ir se lavar, vestir só aquela calcinha fio-dental preta gostosa que ela tinha, esperava ela na cama, você também se limpa, ele me disse com uma risada debochada, eu tinha gozado dentro da camisinha, fomos juntos pro banheiro, lavei a bunda da Debi, beijando ela, tirei a camisinha, me lavei e coloquei outra nova, ela já tinha ido pro quarto.
Ele tava deitado na cama, a Debi de quatro, olhando pros pés dele, a bunda e a buceta dela na altura das mãos dele, ela mexia a bunda e ele brincava, puxando a calcinha dela e olhando e tocando os buraquinhos dela. Ele dedava ela devagar com o dedão e ela começou a gemer de novo.
Ele trocou o dedo pelo pau, começou a tentar enfiar, se ajudando com a mão, a Debi puxou bem a calcinha pro lado e pegou o pau dela mesma, levando até a buceta. Encaixou até o fundo e agora era ela que começou a montar nele, ver a bunda e as costas da Debi se mexendo, os gemidos e ele apertando a bunda dela me deixava louco, de novo eu desviava o olhar e pensava em outras coisas. Ela separou agora as nádegas, dando um close na bunda dela enquanto subia e descia no pau do "nosso amigo". Não sei quanto tempo passou, em um momento o pau dele saiu, ela levou a mão para trás e eu pude ver como começava a escorrer da buceta dela, ele tinha gozado dentro dela agora. Depois de me mostrar como a porra dele caía, igual antes ele enfiou de novo, não totalmente duro, com a ajuda da mão da Debi.
Foram juntos tomar banho, ficaram uns quarenta minutos no chuveiro, eu ouvia as risadas da Debi, tirei a camisinha que tinha enchido de novo, dei um nó e joguei fora, me sentindo um idiota. Ela saiu do banho secando o cabelo, se vestiu, ele estava de roupão, passou o celular dele pra Debi, pediu um carro pra gente e ficaram se beijando e se acariciando enquanto esperavam, estavam certos de que o encontro ia se repetir.
Em casa, ela me fez tirar a roupa e montou em mim devagar, a gente transou pra caralho, ela me dava beijos suaves, nenhum de nós dizia nada, a luz do sol entrava pela janela, tinha sido uma noite muito interessante.
A gente se encontrou com ele de novo, quinze dias depois, no mesmo bar, a gente tinha combinado o encontro, ele estava com outro cara, bem barrigudo, pra mim era bem desagradável, mas a Debi não achava a mesma coisa, ela sentou entre os dois e o outro cara automaticamente apoiou a mãozona na coxa dela, acariciando, Debi fechou os olhos, a respiração dela estava ofegante, o cara do encontro anterior disse que tinha notado que a Debi o tempo todo mostrava a bunda, ele não gostava muito de sexo anal, por isso nos apresentou o amigo dele, no fim ficamos sozinhos com ele, acompanhei a Debi até o banheiro, perguntei o que ela achava, o cara não me agradava, parecia perigoso, ela tava com muito tesão, fomos pra casa do cara, ele tinha um carro importado, correntes de ouro, entramos na casa dele, bebemos algo, ele sentou e com um tom autoritário mandou a Debi ficar de calcinha e sutiã, ela tinha se preparado, tava de meia-calça, meias, estava uma delícia. O cara vestiu um shorts e uma camiseta, entramos num quarto. imensa, um sofá ao lado da cama, ele sentou ali e Debi, de joelhos na frente dele, começou a apertar o volume dele por cima do shortinho. Ele puxou ela pra fora por baixo da calça, tinha uma piroca grossa que agora Debi acariciava e batia punheta com a mão direita. Ela tava usando o colarzinho preto que fazia ela se sentir bem submissa, segundo ela dizia, ele soltou os peitos dela e ela começou a chupar ele. Ele afastou o cabelo do rosto dela pra olhar enquanto ela chupava, ele tirou a calça, ela continuou chupando, colocou ela de pé e tirou a tanga dela, ela ficou só com o cropped que era baixo em cima deixando os peitos dela de fora, ajeitou ela ajoelhada no sofá, se posicionou atrás dela e começou a meter nela, Debi segurava uma bunda com a mão, separando, mostrando bem o buraquinho rosa e lindo do cu dela, começou a gemer bem alto, ele acariciava o cabelo e o rosto dela, ela gemia cada vez mais. Ele tirou da buceta dela e foi enfiando no cu dela, com os gemidos de prazer de Debi, nenhum dos dois falava nada, ela continuava com a mão apoiada na bunda, Debi me olhou num momento mordendo o lábio inferior, fazia uns dez minutos que ele tava dando umas quantas metidas, tirava e enfiava de novo, a cara de Debi tava toda vermelha, ele apoiou a mão dele na dela e assim continuou metendo. Ele agarrou ela pela cintura e perguntou se ela tava gostando, ela disse que sim, ele meteu mais um pouco e fez ela ficar de quatro na cama, a imagem me fez gozar, ela abaixadinha com o peito mais perto da cama, a bunda oferecida, a buceta cheia dos sucos dela, escorrendo, dava pra ver o tesão dela, ele ficou um tempão olhando pra ela e penetrou de novo, em pé na cama, tava difícil equilibrar. Tava desconfortável, ele fez ela ajoelhar no chão, com o braço apoiado num banco, ele colocou o joelho direito no chão e o pé esquerdo do lado de Debi, enfiou de novo e continuou metendo por trás, os gemidos dela aumentavam de intensidade, ele tirou num momento, ela ficou ajoelhada na frente dele, que ficou de pé e mandou ela chupar. Ele gozou na cara dela e nos peitos, uma porrada de porra, era óbvio pra mim que ele tinha tomado algum comprimido porque continuava bem duro. Ela me olhava sorrindo, foi se lavar, serviu algo pra beber, e depois deitou de bruços na cama, agora totalmente nua, só com o colarzinho dela. Ele chegou perto de pé, nunca tinha tirado a camiseta, e mandou ela chupar de novo. Fez ela ajoelhar na beira da cama, com as pernas abertas, e ele parado no chão, segurando ela com força pela raba, começou a meter bem forte na pussy dela. Eu via ela de frente, tava uma delícia, os peitos dela balançavam com a fodida, ele agarrava aqueles globos de carne da raba dela e tava extasiado. Deitou ela na cama e ele, ajoelhado, se ajeitou de novo e continuou metendo, empurrou as pernas dela dobradas contra o peito, de lado na cama, e seguiu na tarefa. Debi ficava cada vez mais vermelha e com tesão, gemia cada vez mais, agarrou com força um peito que balançava com as investidas que ele dava. Fechou os olhos, tava gozando mais uma vez, dobrou ela um pouco mais sobre a perna esquerda, a direita pra cima mais recolhida, deixou a bunda dela à vista, bem oferecida, e foi por ali. Eu tava do lado, ela toda encolhida recebendo por trás, sempre gemendo, ela segurava a bunda junto com a mão dele que empurrava o glúteo direito pra manter a posição. Saiu um par de vezes, ele se ajeitou de novo e agora metia mais fundo, tirou, deitou na cama e ficaram fazendo um sessenta e nove. Ela montou nele de costas, apoiada nele que amassava os peitos dela, ela se movia sobre a cock dele que agora tava de novo na pussy dela. Ele fez ela levantar e de novo enfiou no cu dela, ele se mexia bem forte agora, embora ela tivesse em cima dele, e apertava com força os peitos dela. Me pareceu que Debi continuava gozando, era tipo um orgasmo que não acabava. não acabava nunca, eu via ela de frente pra mim, as pernas bem abertas, a buceta deliciosa e a pica do cara entrando e saindo bem forte no rabão dela, agora ele dedava a buceta dela, ela pedia pra ele continuar comendo, sim, gostoso papi… ela disse, ele segurava ela por trás de uma das coxas e com a outra mão batia uma pra ela na buceta. Voltou pra buceta dela, ela continuava em cima dele, de costas pra ele que amassava os peitos dela de novo, quero de novo por trás ela disse… e assim foi. Uma mão num peito, a outra batendo uma pra ela e foi como uma explosão pra ela, ele colocou ela de quatro na cama, meteu de novo na buceta dela, bem forte, quando ia gozar tirou e jogou toda a porra na bunda dela. Fez ela ficar um tempão assim como estava, olhava e acariciava ela, andando em volta da cama. Olhava de perto os buraquinhos dela, acariciava, batia uma pra ela, ela finalmente caiu na cama e se ajeitou como pra dormir, ele me acompanhou até outro quarto e voltou pra cama deitar com ela, nunca tínhamos feito algo assim, a gente ia embora depois de um encontro.
Na manhã seguinte quando acordei ela saía do banho. Tinha vestido um conjunto branco tipo gatinha que ele tinha dado pra ela, voltava pro quarto, entramos juntos, ele estava de pé e fez ela andar pelo quarto. Ela parou de frente pra ele e sorriu,
-Que sorriso lindo você tem, agora devagar vira…
De novo ela se ajoelhou e ele deu pra ela chupar, parecia que ele tinha dificuldade pra ficar duro, não era um homem jovem, mas deitou na cama e de novo fez ela montar de costas pra ele, ele comeu ela de papai e mamãe, de quatro, quando ia gozar de novo de joelhos na frente dele mas dessa vez abriu generosamente a boca pra ele gozar nela. Ele se levantou e se beijaram, combinaram de se ver de novo, fomos pra casa em silêncio, ela só queria dormir um pouco.
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