Beleza galera, essa é a parte 2 de como aos poucos eu percebi que a humilhação me cabia e me esquentava pra caralho.
Depois disso, a relação entre minha mina Joha e eu ficou um pouco mais fria.
Eu, quando algo não me agradava, brigava e jogava na cara dela aquela festa que a gente tinha ido.
E a putinha negava, mas no fundo ela sabia que tinha gostado daquilo.
Ficamos assim um tempo, até que aconteceu o seguinte.
Tinha trampado 12 horas na fábrica e eram 19h quando desci do trem muito cansado,
peguei o ônibus e voltei pro bairro.
Os caras do ass bolando como sempre com a moto na esquina.
É aí que escuto me chamarem.
Me viro, eram Lucas e Brian que tavam de resenha com Rulo e outro cara chamado Benja.
- Brian: E aí, sócio kkkkk
(depois fiquei sabendo que sócio na rua é quando tão compartilhando a mesma mina)
e ele e Lucas começam a rir.
- Eu: Tudo suave, mano.
- Lucas: Avisa pra sua cara kkkkkk
- Eu: Bão, tô exausto, fiz turno de 12 horas
(por baixo deu pra ouvir o Brian falar)
- Brian: Já sabemos kkkkkk
como se enquanto eu trabalhava, ele tivesse comendo a Joha.
tava ficando paranóico, mas de uma coisa não tinha dúvida:
já tavam me zuando legal no bairro.
- Brian: Ei, loco, pra você não ficar tão cara de bunda, a gente não faz um churras? Eu te convido, bora. Bah, a gente te convida, os caras, bora.
- Lucas: Boraaa, não seja careta, além do mais você pode levar sua mina.
Na hora, não sei se por cagão, por ter ficado intimidado, ou pelo tesão de corno, mas eu disse que sim.
- Eu: Bora, me avisa que horas, Brian.
- Brian: Beleza, perri, não esquenta.
Me despeço de todo mundo e lá de longe escuto um falar "até mais, corno".
A tesão subiu, bonner. Os pivetes do bairro que não faziam nada, não trampavam, fumavam maconha e tomavam Quilmes me tinham feito de corno.
Quando cheguei em casa, a Joha tava no celular.
Contei como foi meu dia e ela não prestou atenção até que joguei a ideia de ir comer no churras. tarde que os caras iam convidar.
-Joha: O Brian vai? — ela disse animada, a putinha.
-Eu: É... ele vai. — respondi seco.
Ela não falou mais nada e foi direto tomar banho. (Nem disfarçou, saiu correndo)
Fiquei esperando ela sair do banho, matando tempo e vendo TV. Quando ela saiu,
eu entrei no banho, me arrumei bem e quando saí, ela já estava pronta.
Sapatos altos pretos e um vestidinho preto que colava no corpo e destacava a bunda. E com o último perfume que eu tinha dado de aniversário pra ela.
Chegamos de Uber na festa na casa do Brian. E quando passamos, de novo eram os 5 caras: Lucas, Brian, Benja, Rulo e um tal de Marcos que eu não conhecia, mas tava com a namorada.
Quando chegamos, todo mundo já tava bebendo pra caralho, dava pra sentir cheiro de churrasco e fumaça.
O Brian tinha ficado na churrasqueira, tava cheirando a fumaça, suado e com as mãos todas de carvão.
-Brian: E aí, cachorro? — me cumprimentou com as mãos cheias de carvão.
-Eu: E aí, velho? — respondi.
-Brian: Minha rainha, como você tá? Tá todo mundo aqui, vai cumprimentar. — e deu um beijo e uma cheirada boa no pescoço da Joha.
-Joha: Vaaai! — disse feliz e foi cumprimentar todo mundo que faltava.
-Brian: Falta comprar bebida, não fica puto, não, né?
-Eu: O mercadinho não é lá na puta que pariu? — perguntei, querendo me impor um pouco.
-Brian: Naaah, parça, é aqui pertinho, não fica bolado hahahaha — disse rindo pra caralho, meio me tirando.
-Brian: O Lucas vai com você, o cara é gente boa.
Voltei de comprar umas cervejas e um tinto Santa Filomena e tudo seguiu mais ou menos normal. Lá pelas 23:30 a gente começou a comer.
E por volta das 00:40 já estávamos na mesa bebendo e falando merda.
Eu quase não tinha bebido e muito menos fumado.
-Brian: Ei, loco, não faz um vinho no freezer? Tem vinho e manaos, faz um aí — ele disse pro Rulo.
Fuma um beck — me disse, oferecendo o baseado.
Vamo vê — falei e dei uma tragada fudida pra mostra que tava encarando, mas acabei tossindo feito um louco e todo mundo, até a Johana, morrendo de rir
-Rulo: eeeh devagaaar, toma - me disse, me entregando a garrafa cortada com vinho e manaos
Mandei um bom gole e continuamos.
Por volta das 01:45 comecei a me sentir mal e pedi pra Joha me acompanhar no banheiro, alguma coisa tinha caído muito mal.
Quando saio do banheiro e estou na porta,
Rulo e Benja começam a me intimidar.
-Rulo: Ei mano, você sabe que o churrasco o Marcos tá bancando, não dá pra ele pagar tudo sozinho...
-Benja: Maaal, véi, a gente bota um pouco cada um.
-Eu: Tá bom, sim - falei sem muita vontade de nada e dei 3 mil pesos dos 10 que tinha na carteira.
-Benja: Veei, bota um pouco mais.
-Rulo: É, você trampa super bem, além do mais hoje você disse que tá fazendo hora extra.
-Benja: Aaaah aaah, olha só que bem você tá faturando, então isso aqui você não precisa.
E me tirou o dinheiro que me restava. Depois disso, foram pro quintal.
Eram dois brutamontes gigantes e eu me sentia muito mal, não tava com vontade nenhuma de arrumar confusão.
Nessa hora, voltam Joha e Brian.
-Brian: Entra no quarto, mano, descansa aí na minha cama. Te derrubaram as flores e o vinho, hahaha.
-Joha: Obrigada, não sei o que deu nele, ele não bebe tanto assim.
-Brian: Vamos deitar ele de bruços pra não se afogar no próprio vômito.
Me deitaram e eu cedi ao mal-estar que me dominava.
(Tempo depois fiquei sabendo que botaram pó no vinho, mas bem, isso é outra história.)
Acordei mais ou menos às 2:30, dava pra ouvir cumbia ao fundo.
Nessa hora, entram duas pessoas no quarto.
Pelas vozes, era Marcos e a namorada dele.
Dá pra ouvir eles desabotoando a calça e a gostosa começando a chupar ele.
Depois ele botou ela em cima da cama e deve ter estado metendo nela por uns minutos, tudo isso sem se importarem que eu tava ali.
Quando saem, escuto o Brian dizendo:
-Brian: E aí?
-Marcos: Hahaha, ele tá em outro planeta.
-Namorada do Marcos: Não entende nada, coitado.
-Marcos: Eu fico com a cerveja.
-Brian: Aí na geladeira, dá uma olhada.
E escuto... que entraram de novo, dessa vez as vozes eram do Brian e da Joha, eu não conseguia acreditar.
Começa a dar pra ouvir os sons dos beijos e da saliva.
- Brian: espera aí, vai, chupa.
- Joha: naaão.
- Brian: como não?
Automaticamente começou a dar pra ouvir a Joha chupando o outro otário.
Um cara que estava todo sujo, nem tinha tomado banho, enfiando o pau na boquinha da minha namorada.
A tesão e o coração estavam a mil.
Além disso, ela nem resistiu, disse não e logo já começou a dar pra ouvir ela chupando o pau daquele cara.
- Brian: vem aqui, putinha
- Joha: ai, para
- Brian: vai, vai, assim
O colchão se mexeu forte. Obviamente ele deitou ela na cama pra comer.
Plaf, deu pra ouvir o barulho dos tênis do Brian caindo no chão.
Os filhos da puta nem desconfiavam que eu estava ali ouvindo tudo, deitado na mesma cama.
As enfiadas estavam cada vez mais fortes.
Shhh a Joha falava de vez em quando, e o Brian fazia mais barulho ainda enquanto comia ela.
Foi questão de tempo até eu começar a sentir os cheiros do quarto, se misturava o perfume caro que eu dei pra ela com o cheiro de chulé e suor do Brian.
Era uma experiência sensorial no máximo esplendor...
Se eu abrisse um pouco os olhos, via a Joha de quatro na beirada da cama.
Se eu aspirasse, sentia o cheiro de sexo no quarto.
Ouvia os gemidos dos dois e o impacto das enfiadas na bundinha da minha namorada.
Tudo isso por mais ou menos 35 minutos.
Quando terminaram, foram embora e eu continuei ali deitado, meditando e refletindo, com o pau duro, sobre tudo que tinha acontecido.
Depois, lá pelas 5:30, já me sentia melhor e consegui me levantar, ir até a sala e falar pra Joha irmos pra casa.
Voltei pra casa sem dinheiro e com a minha mina comida, além de um mal-estar tremendo.
Até aqui deixo esse relato.
Espero que tenham gostado. Qualquer coisa, se quiserem trocar uma ideia e forem cornos dotados, morbosos e dominantes ou cornos submissos com experiências parecidas, podem me chamar no privado.
Valeu.
Depois disso, a relação entre minha mina Joha e eu ficou um pouco mais fria.
Eu, quando algo não me agradava, brigava e jogava na cara dela aquela festa que a gente tinha ido.
E a putinha negava, mas no fundo ela sabia que tinha gostado daquilo.
Ficamos assim um tempo, até que aconteceu o seguinte.
Tinha trampado 12 horas na fábrica e eram 19h quando desci do trem muito cansado,
peguei o ônibus e voltei pro bairro.
Os caras do ass bolando como sempre com a moto na esquina.
É aí que escuto me chamarem.
Me viro, eram Lucas e Brian que tavam de resenha com Rulo e outro cara chamado Benja.
- Brian: E aí, sócio kkkkk
(depois fiquei sabendo que sócio na rua é quando tão compartilhando a mesma mina)
e ele e Lucas começam a rir.
- Eu: Tudo suave, mano.
- Lucas: Avisa pra sua cara kkkkkk
- Eu: Bão, tô exausto, fiz turno de 12 horas
(por baixo deu pra ouvir o Brian falar)
- Brian: Já sabemos kkkkkk
como se enquanto eu trabalhava, ele tivesse comendo a Joha.
tava ficando paranóico, mas de uma coisa não tinha dúvida:
já tavam me zuando legal no bairro.
- Brian: Ei, loco, pra você não ficar tão cara de bunda, a gente não faz um churras? Eu te convido, bora. Bah, a gente te convida, os caras, bora.
- Lucas: Boraaa, não seja careta, além do mais você pode levar sua mina.
Na hora, não sei se por cagão, por ter ficado intimidado, ou pelo tesão de corno, mas eu disse que sim.
- Eu: Bora, me avisa que horas, Brian.
- Brian: Beleza, perri, não esquenta.
Me despeço de todo mundo e lá de longe escuto um falar "até mais, corno".
A tesão subiu, bonner. Os pivetes do bairro que não faziam nada, não trampavam, fumavam maconha e tomavam Quilmes me tinham feito de corno.
Quando cheguei em casa, a Joha tava no celular.
Contei como foi meu dia e ela não prestou atenção até que joguei a ideia de ir comer no churras. tarde que os caras iam convidar.
-Joha: O Brian vai? — ela disse animada, a putinha.
-Eu: É... ele vai. — respondi seco.
Ela não falou mais nada e foi direto tomar banho. (Nem disfarçou, saiu correndo)
Fiquei esperando ela sair do banho, matando tempo e vendo TV. Quando ela saiu,
eu entrei no banho, me arrumei bem e quando saí, ela já estava pronta.
Sapatos altos pretos e um vestidinho preto que colava no corpo e destacava a bunda. E com o último perfume que eu tinha dado de aniversário pra ela.
Chegamos de Uber na festa na casa do Brian. E quando passamos, de novo eram os 5 caras: Lucas, Brian, Benja, Rulo e um tal de Marcos que eu não conhecia, mas tava com a namorada.
Quando chegamos, todo mundo já tava bebendo pra caralho, dava pra sentir cheiro de churrasco e fumaça.
O Brian tinha ficado na churrasqueira, tava cheirando a fumaça, suado e com as mãos todas de carvão.
-Brian: E aí, cachorro? — me cumprimentou com as mãos cheias de carvão.
-Eu: E aí, velho? — respondi.
-Brian: Minha rainha, como você tá? Tá todo mundo aqui, vai cumprimentar. — e deu um beijo e uma cheirada boa no pescoço da Joha.
-Joha: Vaaai! — disse feliz e foi cumprimentar todo mundo que faltava.
-Brian: Falta comprar bebida, não fica puto, não, né?
-Eu: O mercadinho não é lá na puta que pariu? — perguntei, querendo me impor um pouco.
-Brian: Naaah, parça, é aqui pertinho, não fica bolado hahahaha — disse rindo pra caralho, meio me tirando.
-Brian: O Lucas vai com você, o cara é gente boa.
Voltei de comprar umas cervejas e um tinto Santa Filomena e tudo seguiu mais ou menos normal. Lá pelas 23:30 a gente começou a comer.
E por volta das 00:40 já estávamos na mesa bebendo e falando merda.
Eu quase não tinha bebido e muito menos fumado.
-Brian: Ei, loco, não faz um vinho no freezer? Tem vinho e manaos, faz um aí — ele disse pro Rulo.
Fuma um beck — me disse, oferecendo o baseado.
Vamo vê — falei e dei uma tragada fudida pra mostra que tava encarando, mas acabei tossindo feito um louco e todo mundo, até a Johana, morrendo de rir
-Rulo: eeeh devagaaar, toma - me disse, me entregando a garrafa cortada com vinho e manaos
Mandei um bom gole e continuamos.
Por volta das 01:45 comecei a me sentir mal e pedi pra Joha me acompanhar no banheiro, alguma coisa tinha caído muito mal.
Quando saio do banheiro e estou na porta,
Rulo e Benja começam a me intimidar.
-Rulo: Ei mano, você sabe que o churrasco o Marcos tá bancando, não dá pra ele pagar tudo sozinho...
-Benja: Maaal, véi, a gente bota um pouco cada um.
-Eu: Tá bom, sim - falei sem muita vontade de nada e dei 3 mil pesos dos 10 que tinha na carteira.
-Benja: Veei, bota um pouco mais.
-Rulo: É, você trampa super bem, além do mais hoje você disse que tá fazendo hora extra.
-Benja: Aaaah aaah, olha só que bem você tá faturando, então isso aqui você não precisa.
E me tirou o dinheiro que me restava. Depois disso, foram pro quintal.
Eram dois brutamontes gigantes e eu me sentia muito mal, não tava com vontade nenhuma de arrumar confusão.
Nessa hora, voltam Joha e Brian.
-Brian: Entra no quarto, mano, descansa aí na minha cama. Te derrubaram as flores e o vinho, hahaha.
-Joha: Obrigada, não sei o que deu nele, ele não bebe tanto assim.
-Brian: Vamos deitar ele de bruços pra não se afogar no próprio vômito.
Me deitaram e eu cedi ao mal-estar que me dominava.
(Tempo depois fiquei sabendo que botaram pó no vinho, mas bem, isso é outra história.)
Acordei mais ou menos às 2:30, dava pra ouvir cumbia ao fundo.
Nessa hora, entram duas pessoas no quarto.
Pelas vozes, era Marcos e a namorada dele.
Dá pra ouvir eles desabotoando a calça e a gostosa começando a chupar ele.
Depois ele botou ela em cima da cama e deve ter estado metendo nela por uns minutos, tudo isso sem se importarem que eu tava ali.
Quando saem, escuto o Brian dizendo:
-Brian: E aí?
-Marcos: Hahaha, ele tá em outro planeta.
-Namorada do Marcos: Não entende nada, coitado.
-Marcos: Eu fico com a cerveja.
-Brian: Aí na geladeira, dá uma olhada.
E escuto... que entraram de novo, dessa vez as vozes eram do Brian e da Joha, eu não conseguia acreditar.
Começa a dar pra ouvir os sons dos beijos e da saliva.
- Brian: espera aí, vai, chupa.
- Joha: naaão.
- Brian: como não?
Automaticamente começou a dar pra ouvir a Joha chupando o outro otário.
Um cara que estava todo sujo, nem tinha tomado banho, enfiando o pau na boquinha da minha namorada.
A tesão e o coração estavam a mil.
Além disso, ela nem resistiu, disse não e logo já começou a dar pra ouvir ela chupando o pau daquele cara.
- Brian: vem aqui, putinha
- Joha: ai, para
- Brian: vai, vai, assim
O colchão se mexeu forte. Obviamente ele deitou ela na cama pra comer.
Plaf, deu pra ouvir o barulho dos tênis do Brian caindo no chão.
Os filhos da puta nem desconfiavam que eu estava ali ouvindo tudo, deitado na mesma cama.
As enfiadas estavam cada vez mais fortes.
Shhh a Joha falava de vez em quando, e o Brian fazia mais barulho ainda enquanto comia ela.
Foi questão de tempo até eu começar a sentir os cheiros do quarto, se misturava o perfume caro que eu dei pra ela com o cheiro de chulé e suor do Brian.
Era uma experiência sensorial no máximo esplendor...
Se eu abrisse um pouco os olhos, via a Joha de quatro na beirada da cama.
Se eu aspirasse, sentia o cheiro de sexo no quarto.
Ouvia os gemidos dos dois e o impacto das enfiadas na bundinha da minha namorada.
Tudo isso por mais ou menos 35 minutos.
Quando terminaram, foram embora e eu continuei ali deitado, meditando e refletindo, com o pau duro, sobre tudo que tinha acontecido.
Depois, lá pelas 5:30, já me sentia melhor e consegui me levantar, ir até a sala e falar pra Joha irmos pra casa.
Voltei pra casa sem dinheiro e com a minha mina comida, além de um mal-estar tremendo.
Até aqui deixo esse relato.
Espero que tenham gostado. Qualquer coisa, se quiserem trocar uma ideia e forem cornos dotados, morbosos e dominantes ou cornos submissos com experiências parecidas, podem me chamar no privado.
Valeu.
Comentarios Destacados
16 comentários - Villero se coje a mi novia y me humilla parte 2 Asado
pero debe ser pura fantasia, no se puede ser tan tarado de que te gasten asi, te usen tu dinero y sigas yendo ahi.
Ojala y vivir algo asi chabon. Todos tenemos al grupito ciruja del barrio y como me encantaría que se enfrentaran a mis hermanas y a mi novia uff.