Meu nome é Tomás, mas me chamam de Tommy. Tenho 30 anos, corpo normal e sou casado há três anos com minha mulher Rosário, que todo mundo chama de Lola. Ela tem 26 anos, mas de rosto parece bem mais nova. É morena de olhos verdes, tem uns peitos impressionantes (95 cm de contorno) com uns bicos rosados lindos e bem durinhos, do jeito que eu gosto. Tem 1,68 de altura, é magrinha, pesa 52 kg e tem uma rabeta muito gostosa.
Depois de um ano de muita correria, decidimos tirar uma semana de férias, que acabaram sendo muito mais intensas e excitantes do que eu imaginava. Fomos sete dias para Búzios, um lugar de praias perto do Rio de Janeiro, Brasil.Dia 1.No aeroporto de Buenos Aires, enquanto esperávamos pra embarcar, vejo um casal que parece estar indo pra lua de mel. Num dado momento, começo a olhar pra eles e ele tá passando a mão na buceta dela por cima da calça, eu percebo, mas eles não notam. Ela começa a passar a mão na pica dele, sempre por cima da calça. Vejo que ele deve ter pedido pra ela mostrar um peito, porque ela pega no decote da camiseta (que tava sem sutiã) e puxa pra frente, eu não consigo ver, mas ele com certeza vê. Eu tô ficando louco, começo a imaginar como devem ser aqueles mamilos.
Quando desembarcamos no aeroporto do Rio de Janeiro, percebemos que vamos viajar na mesma van pra cidade. Quando entramos na van, vejo que eles vão pro mesmo hotel que a gente.
— Vocês vão pra Rio Búzios? — pergunto.
— Sim — respondem em coro.
— Sabe quanto tempo leva pra chegar? — ela pergunta.
— Umas três horas. Tão em lua de mel? — pergunto, e eles confirmam que sim.
Depois de um tempo conversando, nos apresentamos. Ela chama Victoria, mas todo mundo chama de Vicky, tem 24 anos, e ele Diego, 26. A gente dorme na van e eu acordo quando chegamos no hotel. Quando desço, consigo ver com mais detalhe que ela tem uma raba espetacular. A calça de ginástica branca dela, com a calcinha toda enfiada no cu, deixa bem claro.
Por acaso, ou talvez porque o recepcionista achou que a gente tava junto já que descemos conversando animado, acabamos ficando em quartos vizinhos, com uma porta que liga os dois, mas que tava trancada, claro.
Já no quarto, percebo que dá pra ouvir muito claramente o que se fala do outro lado da porta.
Como tava calor, a gente troca de roupa e desce pra piscina. Quando nos veem, eles perguntam coisas tipo qual praia é melhor e onde dá pra ir, etc. Falo que a poucas quadras fica João Fernandes, que é bem movimentada e bonita, embora as que eu mais gostava fossem outras.
À noite, a gente se cruza no restaurante do Hotel, confirmei a bunda da Vicky e comecei a imaginar como ela seria de biquíni.
No dia seguinte, na praia, vejo eles deitados perto da gente e, totalmente confirmado: a bunda dessa mina é espetacular!, e ainda tem uma Booty less branca! Depois de um tempo, vejo que ele começa a passar bronzeador nela, dedicando muito tempo à bunda dela. Eu também dedicaria tempo. Continuo olhando e vejo como, de passagem, ele enfia a mão por baixo do biquíni dela, tocando com certeza a buceta dela. Ela ri, eu comento isso com a Lola e ela olha disfarçadamente. Daí a pouco, ela tira a garrafa térmica e eles começam a tomar chimarrão.
Eu me aproximo depois de 10 minutos para conversar com eles, fingindo que ia dar uma caminhada, e eles me oferecem um mate, que aceito de bom grado. Chamo a Lola, ela vem, e a gente começa a conversar os quatro. Depois de um tempo, a Vicky pergunta pra Lola se ela a acompanha pra dar uma volta na praia, e elas vão.
Aí fico eu e o Diego sentados, batendo papo, quando passam duas minas brasileiras com umas bundas enormes. Eu mostro pra ele, e ele diz que prefere um bom par de peitos do que uma boa bunda. Eu digo que prefiro o contrário e explico que é normal, já que a gente deseja o que é escasso pra gente. Quando termino de falar, percebo que tinha metido os pés pelas mãos. Ele me diz: "Tá querendo dizer que a Vicky tem uma boa bunda e uns peitos não tão bons?" Pode ser, ele diz, nunca tinha pensado desse jeito. Escapei!, pensei. Ele não levou a mal.
- Então devo pensar que a Lola tem bons peitos e que você olhou a bunda da Vicky. Olha, desculpa ela ser sua mulher, mas uma boa bunda nunca me escapa, igual aquela ali.
Naquele momento, a gente percebe que uma mulher de uns 40 anos, muito gostosa, estava fazendo topless a 2 metros da gente. Olha, pra você, eu falo. "Você não gosta?", ele me pergunta.
Claro que sim.
Daí a pouco, as minas chegam e a gente começa a conversar. Diego diz que tinham comentado sobre uma praia de nudismo. Eu conto qual é e pergunto Se eles queriam ir, se eram nudistas. Me responderam que não, mas que queriam ir só por curiosidade. A Lola tinha feito topless por 5 minutos no Caribe há 2 anos, mas nunca mais, e tava convencido de que nunca mais teria coragem.
No meio da conversa, percebo como o Diego não tirava os olhos dos peitos da Lola. Eu não conseguia parar de olhar, bem disfarçado, pra buceta da Vicky.
À noite, a gente tava entrando no restaurante do hotel quando eles nos convidam pra sentar na mesa com eles.
Depois do jantar, eles sugerem uma parada: alugar um Buggy (carro off-road) entre os quatro pra ficar mais barato. Eu olhei pra Lola e ela disse que não tinha problema, mas eu não tava a fim de me prender tanto aos horários de outro casal, e deixei no: "Bom, amanhã a gente vê.Dia 2No dia seguinte, a mesma coisa da noite, os quatro juntos, mas no café da manhã. Já parecíamos dois casais de amigos. Eles puxam o assunto do Buggy, perguntam ao garçom e em 1 hora estávamos saindo os quatro num Buggy vermelho rumo a alguma praia mais distante. Fodeu, pensei eu, mais 6 dias com esses dois. Bem quando eu tava pensando nisso, a Vicky fala:
E se a gente for pra praia de nudismo?
Cê acha? Diz a Lola
Bora, falo eu. Pego o mapa e indico pro Diego, que ia na frente comigo, por onde pegar.
Eu nunca tinha ido naquela praia porque era realmente bem afastada. Depois de 25 minutos, chegamos no lugar. Era realmente paradisíaco. Nem uma onda, o mar super verde, a areia era farinha. Só tinha dois casais de uns 45 anos, obviamente totalmente pelados.
Nos primeiros 20 minutos, a gente não parava de olhar pra eles, e eles pareciam não gostar que a gente olhasse e ainda ficasse de biquíni e sunga. Depois, ficou mais normal e, por fim, a gente já tava totalmente acostumado. Daí a pouco, chegou um casal de uns 35 anos. Ela era impressionante e, quando se pelou, não sobrou dúvida nenhuma. Chamou nossa atenção e a gente comentou que ela era totalmente depilada e tinha uma tatuagem de um hipocampo bem perto da buceta dela. Eu comecei com a piada de que adorava hipocampos. Nisso, ele começa a se pelar e deixa evidente uma piroca muito grande em repouso, e também é totalmente depilado, e perto da ferramenta dele tinha tatuado um golfinho.
Elas começam a dizer que gostam mais de golfinhos do que de hipocampos.
A coisa transcorria numa boa até que a Vicky pede pro Diego passar bronzeador no corpo dela. Ela fica de bruços e ele começa a passar creme, acariciando ela bem de leve. Eu começo a fazer o mesmo com a Lola. Nisso, vejo que ele faz a mesma coisa que no dia anterior: capricha na bunda dela e enfia uns dedos por baixo do biquíni. Eu faço o mesmo com a Lola enquanto olho pro casal de nudistas, e minha ereção já tá incontrolável. A Vicky pede pra Diego, tira o sutiã do biquíni dela pra não ficar marca.
—Vão fazer topless! —falo eu.
A Vicky disse que tava com vergonha. Mas o Diego logo animou ela:
—Vai, ué, afinal cê tá numa praia de nudismo! Ninguém vai se chocar!
—Ou será que vai?
—Não, de jeito nenhum —falo rápido.
De repente, a Vicky tira o sutiã e deita rapidinho. Não chego a ver nada, mas entre isso e o casal do lado, tô com uma ereção do caralho.
Agora a Vicky começa a falar pra Lola fazer topless também. Ela me olha como quem pede minha aprovação, e eu falo:
—Vai, como o Diego disse, ninguém vai se chocar.
Nisso, sentada como tava, ela desabotoa o sutiã e deixa no ar aquele par de tetas lindas. O Diego não consegue evitar de olhar pras tetas da Lola.
A Lola deita de bruços do lado da Vicky, e a gente senta atrás, ficando na primeira fila olhando pras bundas das nossas minas.
Nisso, escuto a Vicky falando pra Lola:
—Viu a pica que aquele cara tem?
Esse comentário sozinho já fez a minha ficar mais dura ainda, se é que dava. Me pergunto se o Diego ouviu. E sim, ele ouviu, porque fala daqui a pouco:
—E as tetas e a bunda dela também são enormes!
Nesse momento, percebo que o casal tá passando bronzeador de um jeito totalmente sem vergonha. Toco no Diego, e ele, em vez de calar a boca, avisa as minas:
—Olha como esses dois tão se pegando.
A cena era impressionante: ele tava enfiando dois dedos na buceta dela, e ela tava batendo uma punheta nele com uma mão.
Se a pica do cara já era grande mole, dura nem dá pra descrever. Ninguém na praia via nada, só nós quatro.
Daí a pouco eles param e vão pra água. Ele com a pica toda dura. As minas não conseguiam parar de olhar, a gente também não. Da areia dava pra ver que eles tavam transando dentro do mar.
Voltam e continuam tomando sol como se nada tivesse acontecido.
Nisso, as minas decidem ir pro mar. Eu não posso segui-las, o Diego me confessa, porque Tô mó na pista. Falo a mesma coisa pra ela. Nossas mulheres saem correndo peladas pro mar, sem o menor problema. Quando elas vão, não paro de olhar pra bunda da Vicky, e quando voltam, o Diego não para de olhar pras tetas da Lola.
Elas voltam pra deitar e pedem pra gente passar bronzeador de novo.
Cada um com a sua mulher, a gente se dedica a passar a tal da creme. A gente capricha na bunda, e eu ficava passando a mão nas tetas da Lola pelo lado. De repente, a Vicky vira e fala: "Agora passa na frente."
"Ela não vai ter coragem", pensei. Mas foi o contrário. Ela começa a passar creme nos ombros, na barriga e...
Sim! Nas tetas. Não acredito, e não quero ficar pra trás. Falo pra Lola:
"Vira que vou passar na frente", esperando ela me chamar de louco ou algo assim.
Nisso, ela vira, e o Diego olha pra mim e sorri.
Começo a passar a mão em todas as tetas dela, perco o controle e acaricio os bicos de um jeito bem sexual. Ele tá fazendo o mesmo com a Vicky, e o negócio é que cada um dos quatro olha pro casal do outro.
Nisso, a Vicky fala:
"Já chega, você tá se empolgando demais!"
"Você também!", diz a Lola.
"Também!", fala o Diego, "entre o casalzinho e as tetas de vocês duas..."
Era a primeira vez que o Diego se referia às tetas da minha mulher, e longe de me incomodar, isso me deixou bem excitado.
A tarde continuou, e a gente começou com comentários cada vez mais picantes.
A Vicky deu o pontapé inicial:
"Que delícia como essa gostosa tá bronzeada! Sem nenhuma marquinha!"
"É, mas porque ela sempre vem pra esse tipo de praia."
"Vocês podem fazer nudismo total se quiserem", fala o Diego.
"É, por que não?", digo eu.
"E vocês?", pergunta a Lola, "por que não fazem nudismo total também?"
"Porque a gente não tem problema em ter marquinha", o Diego me salva.
"Ou será que vocês tão com vergonha de mostrar depois de tudo que o cara do golfinho mostrou?", pergunta a Lola. Olha só a atenção que ela deu pra isso.
"O Diego não tem muito do que reclamar, ou é porque vocês não conseguem segurar a ereção que devem estar tendo? Vicky diz:
Olha, se vocês têm coragem de ficar totalmente nus, a gente também tem. Além disso, uma ereção não devia dar vergonha, pelo contrário, vocês deviam encarar como um sinal de que tão gostando dos corpos de vocês.
Sei lá, sei lá, vamos ver.
A tarde passou e a ereção já tava mais fácil de controlar. Só nos momentos de conversa picante que ela subia de um jeito descomunal, o resto do tempo tava meia-bomba.
De volta ao hotel, combinamos de jantar juntos e depois ir pro centro fazer umas compras e dar uma volta.
No quarto, eu e a Lola ficamos de bobeira, sem querer tocar no assunto. Ligo a TV enquanto ela se arruma e aparece na tela uma brasileira de topless.
— Você sempre com a mesma coisa — ela fala. — Não te bastou o de hoje?
— A verdade é que não. Na praia, tava muito excitado, nem imagina o quanto eu tava duro. A gostosa e o cara das tatuagens na praia realmente me deixaram muito tesudo. E você?
— A verdade é que um pouco sim.
— Você ficou excitada com o que eles faziam ou com a pica daquele cara?
— E você? Com o que eles faziam ou com os peitos da Vicky?
Eu tava ficando louco com a conversa, então não aguentei mais. Beijei ela, enfiei a língua na boca dela como um possesso. Ela tava igual, sinal de que tava muito excitada com o que tinha visto na praia. Comecei a chupar os peitos dela e a passar a mão na buceta dela. Ela gozou na hora. Assim que terminou de gozar, começou a chupar minha pica como nunca: me olhava nos olhos, chupava minhas bolas, passava a língua na cabeça e enfiava tudo de novo. Nisso, não sei por que, mas falo:
— Não é tão grande quanto a do golfinho, mas vejo que você gosta mesmo assim.
— Sim, adoro!
A Lola sempre teve dificuldade de fazer esse tipo de comentário durante o sexo, mas dessa vez, não sei se por causa do tesão ou o quê, ela tava mais solta.
— Você gosta de como eu chupo sua pica?
— Sim, mas para, porque vou gozar a qualquer momento.
— É? — ela dizia e cada vez chupava com mais vontade e me olhava com cara de puta.
Sério, para senão eu gozo.
Goza na minha boca!
Isso foi o estopim. Gozei como nunca na minha vida. Ela engoliu tudo que conseguiu e o que escapou, lambeu depois.
Mas percebi que ainda tava quente pra caralho.
Chupa minha buceta!, ela ordena.
Claro. Agora era eu quem ia esquentar ela.
Chupava a buceta dela inteira e parava no clitóris pra morder de vez em quando.
De repente, sem explicação, pergunto: Gostou da rola que viu hoje?
Siiim! Amei.
Você gostaria de ser comida por uma rola assim?
Siiim, siiim.
Claramente essa putaria tava deixando ela doida.
E ser comida por uma rola assim enquanto chupa outra?
Siiiiiiiiiiiiiiiiiiim! Ahhhhhhhhhhhh! Tô gozandooooooooooo!
Eu tinha ficado duro de novo e não quis desperdiçar.
Rapidamente coloquei ela de quatro e comecei a meter na buceta dela.
Ela não parava de gemer. Aí passei a mão na frente pra massagear o clitóris e ela tava toda molhada. Passei o dedo no cu dela e enfiei uns cinco centímetros.
Ahhhhhh!
Comecei a enfiar e tirar o dedo, e ela não parava de gemer.
Enfiei dois dedos e ela gritava cada vez mais alto.
Aahhhhhhhhhhhhhh!!
Comecei a enfiar e tirar os dois dedos num ritmo acelerado. Ela disse:
Me come pelo cu, por favor!!!
Eu não acreditava. Tão puta que ela mesma pediu.
Apoiei a cabeça e ela mesma fazia força pra trás. A cabeça desapareceu na hora, eu fiquei parado e ela se movia pra frente e pra trás, e cada vez entrava um pouco mais. Quando quase tinha enfiado tudo, ela parou e apertou a raba.
Eu tava no paraíso.
Aí comecei a enfiar três dedos na buceta dela, enfiava e tirava, e falei:
Não ia adorar ter outra rola na buceta?!
Não ia adorar ter aquela rola de golfinho na buceta enquanto eu meto no teu cu?!! as perguntas foram o estopim
Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh!!!
Acabei de novoooooooooooo!!
E ela me diz:
E você não gostaria que essa fosse a bunda da Vicky?
Siiiiiiiiiiiiiii!!!
Eu também vou gozar! E comecei a encher a bunda dela de porra..
Ela apertava a bunda e eu morria de prazer.
A gente se beijava sem parar.
Caímos no sono e, de repente, acordo com a voz do Diego atrás da porta que separa os quartos:
Vicky! Anda logo, o jantar é até as 10!
Nisso, a Lola também acorda e me diz:
Será que eles nos ouviram?
Continua…
Se gostaram, podem me escrever para reybaco2005@hotmail.com
ou no Telegram @reybaco2005
Depois de um ano de muita correria, decidimos tirar uma semana de férias, que acabaram sendo muito mais intensas e excitantes do que eu imaginava. Fomos sete dias para Búzios, um lugar de praias perto do Rio de Janeiro, Brasil.Dia 1.No aeroporto de Buenos Aires, enquanto esperávamos pra embarcar, vejo um casal que parece estar indo pra lua de mel. Num dado momento, começo a olhar pra eles e ele tá passando a mão na buceta dela por cima da calça, eu percebo, mas eles não notam. Ela começa a passar a mão na pica dele, sempre por cima da calça. Vejo que ele deve ter pedido pra ela mostrar um peito, porque ela pega no decote da camiseta (que tava sem sutiã) e puxa pra frente, eu não consigo ver, mas ele com certeza vê. Eu tô ficando louco, começo a imaginar como devem ser aqueles mamilos.
Quando desembarcamos no aeroporto do Rio de Janeiro, percebemos que vamos viajar na mesma van pra cidade. Quando entramos na van, vejo que eles vão pro mesmo hotel que a gente.
— Vocês vão pra Rio Búzios? — pergunto.
— Sim — respondem em coro.
— Sabe quanto tempo leva pra chegar? — ela pergunta.
— Umas três horas. Tão em lua de mel? — pergunto, e eles confirmam que sim.
Depois de um tempo conversando, nos apresentamos. Ela chama Victoria, mas todo mundo chama de Vicky, tem 24 anos, e ele Diego, 26. A gente dorme na van e eu acordo quando chegamos no hotel. Quando desço, consigo ver com mais detalhe que ela tem uma raba espetacular. A calça de ginástica branca dela, com a calcinha toda enfiada no cu, deixa bem claro.
Por acaso, ou talvez porque o recepcionista achou que a gente tava junto já que descemos conversando animado, acabamos ficando em quartos vizinhos, com uma porta que liga os dois, mas que tava trancada, claro.
Já no quarto, percebo que dá pra ouvir muito claramente o que se fala do outro lado da porta.
Como tava calor, a gente troca de roupa e desce pra piscina. Quando nos veem, eles perguntam coisas tipo qual praia é melhor e onde dá pra ir, etc. Falo que a poucas quadras fica João Fernandes, que é bem movimentada e bonita, embora as que eu mais gostava fossem outras.
À noite, a gente se cruza no restaurante do Hotel, confirmei a bunda da Vicky e comecei a imaginar como ela seria de biquíni.
No dia seguinte, na praia, vejo eles deitados perto da gente e, totalmente confirmado: a bunda dessa mina é espetacular!, e ainda tem uma Booty less branca! Depois de um tempo, vejo que ele começa a passar bronzeador nela, dedicando muito tempo à bunda dela. Eu também dedicaria tempo. Continuo olhando e vejo como, de passagem, ele enfia a mão por baixo do biquíni dela, tocando com certeza a buceta dela. Ela ri, eu comento isso com a Lola e ela olha disfarçadamente. Daí a pouco, ela tira a garrafa térmica e eles começam a tomar chimarrão.
Eu me aproximo depois de 10 minutos para conversar com eles, fingindo que ia dar uma caminhada, e eles me oferecem um mate, que aceito de bom grado. Chamo a Lola, ela vem, e a gente começa a conversar os quatro. Depois de um tempo, a Vicky pergunta pra Lola se ela a acompanha pra dar uma volta na praia, e elas vão.
Aí fico eu e o Diego sentados, batendo papo, quando passam duas minas brasileiras com umas bundas enormes. Eu mostro pra ele, e ele diz que prefere um bom par de peitos do que uma boa bunda. Eu digo que prefiro o contrário e explico que é normal, já que a gente deseja o que é escasso pra gente. Quando termino de falar, percebo que tinha metido os pés pelas mãos. Ele me diz: "Tá querendo dizer que a Vicky tem uma boa bunda e uns peitos não tão bons?" Pode ser, ele diz, nunca tinha pensado desse jeito. Escapei!, pensei. Ele não levou a mal.
- Então devo pensar que a Lola tem bons peitos e que você olhou a bunda da Vicky. Olha, desculpa ela ser sua mulher, mas uma boa bunda nunca me escapa, igual aquela ali.
Naquele momento, a gente percebe que uma mulher de uns 40 anos, muito gostosa, estava fazendo topless a 2 metros da gente. Olha, pra você, eu falo. "Você não gosta?", ele me pergunta.
Claro que sim.
Daí a pouco, as minas chegam e a gente começa a conversar. Diego diz que tinham comentado sobre uma praia de nudismo. Eu conto qual é e pergunto Se eles queriam ir, se eram nudistas. Me responderam que não, mas que queriam ir só por curiosidade. A Lola tinha feito topless por 5 minutos no Caribe há 2 anos, mas nunca mais, e tava convencido de que nunca mais teria coragem.
No meio da conversa, percebo como o Diego não tirava os olhos dos peitos da Lola. Eu não conseguia parar de olhar, bem disfarçado, pra buceta da Vicky.
À noite, a gente tava entrando no restaurante do hotel quando eles nos convidam pra sentar na mesa com eles.
Depois do jantar, eles sugerem uma parada: alugar um Buggy (carro off-road) entre os quatro pra ficar mais barato. Eu olhei pra Lola e ela disse que não tinha problema, mas eu não tava a fim de me prender tanto aos horários de outro casal, e deixei no: "Bom, amanhã a gente vê.Dia 2No dia seguinte, a mesma coisa da noite, os quatro juntos, mas no café da manhã. Já parecíamos dois casais de amigos. Eles puxam o assunto do Buggy, perguntam ao garçom e em 1 hora estávamos saindo os quatro num Buggy vermelho rumo a alguma praia mais distante. Fodeu, pensei eu, mais 6 dias com esses dois. Bem quando eu tava pensando nisso, a Vicky fala:
E se a gente for pra praia de nudismo?
Cê acha? Diz a Lola
Bora, falo eu. Pego o mapa e indico pro Diego, que ia na frente comigo, por onde pegar.
Eu nunca tinha ido naquela praia porque era realmente bem afastada. Depois de 25 minutos, chegamos no lugar. Era realmente paradisíaco. Nem uma onda, o mar super verde, a areia era farinha. Só tinha dois casais de uns 45 anos, obviamente totalmente pelados.
Nos primeiros 20 minutos, a gente não parava de olhar pra eles, e eles pareciam não gostar que a gente olhasse e ainda ficasse de biquíni e sunga. Depois, ficou mais normal e, por fim, a gente já tava totalmente acostumado. Daí a pouco, chegou um casal de uns 35 anos. Ela era impressionante e, quando se pelou, não sobrou dúvida nenhuma. Chamou nossa atenção e a gente comentou que ela era totalmente depilada e tinha uma tatuagem de um hipocampo bem perto da buceta dela. Eu comecei com a piada de que adorava hipocampos. Nisso, ele começa a se pelar e deixa evidente uma piroca muito grande em repouso, e também é totalmente depilado, e perto da ferramenta dele tinha tatuado um golfinho.
Elas começam a dizer que gostam mais de golfinhos do que de hipocampos.
A coisa transcorria numa boa até que a Vicky pede pro Diego passar bronzeador no corpo dela. Ela fica de bruços e ele começa a passar creme, acariciando ela bem de leve. Eu começo a fazer o mesmo com a Lola. Nisso, vejo que ele faz a mesma coisa que no dia anterior: capricha na bunda dela e enfia uns dedos por baixo do biquíni. Eu faço o mesmo com a Lola enquanto olho pro casal de nudistas, e minha ereção já tá incontrolável. A Vicky pede pra Diego, tira o sutiã do biquíni dela pra não ficar marca.
—Vão fazer topless! —falo eu.
A Vicky disse que tava com vergonha. Mas o Diego logo animou ela:
—Vai, ué, afinal cê tá numa praia de nudismo! Ninguém vai se chocar!
—Ou será que vai?
—Não, de jeito nenhum —falo rápido.
De repente, a Vicky tira o sutiã e deita rapidinho. Não chego a ver nada, mas entre isso e o casal do lado, tô com uma ereção do caralho.
Agora a Vicky começa a falar pra Lola fazer topless também. Ela me olha como quem pede minha aprovação, e eu falo:
—Vai, como o Diego disse, ninguém vai se chocar.
Nisso, sentada como tava, ela desabotoa o sutiã e deixa no ar aquele par de tetas lindas. O Diego não consegue evitar de olhar pras tetas da Lola.
A Lola deita de bruços do lado da Vicky, e a gente senta atrás, ficando na primeira fila olhando pras bundas das nossas minas.
Nisso, escuto a Vicky falando pra Lola:
—Viu a pica que aquele cara tem?
Esse comentário sozinho já fez a minha ficar mais dura ainda, se é que dava. Me pergunto se o Diego ouviu. E sim, ele ouviu, porque fala daqui a pouco:
—E as tetas e a bunda dela também são enormes!
Nesse momento, percebo que o casal tá passando bronzeador de um jeito totalmente sem vergonha. Toco no Diego, e ele, em vez de calar a boca, avisa as minas:
—Olha como esses dois tão se pegando.
A cena era impressionante: ele tava enfiando dois dedos na buceta dela, e ela tava batendo uma punheta nele com uma mão.
Se a pica do cara já era grande mole, dura nem dá pra descrever. Ninguém na praia via nada, só nós quatro.
Daí a pouco eles param e vão pra água. Ele com a pica toda dura. As minas não conseguiam parar de olhar, a gente também não. Da areia dava pra ver que eles tavam transando dentro do mar.
Voltam e continuam tomando sol como se nada tivesse acontecido.
Nisso, as minas decidem ir pro mar. Eu não posso segui-las, o Diego me confessa, porque Tô mó na pista. Falo a mesma coisa pra ela. Nossas mulheres saem correndo peladas pro mar, sem o menor problema. Quando elas vão, não paro de olhar pra bunda da Vicky, e quando voltam, o Diego não para de olhar pras tetas da Lola.
Elas voltam pra deitar e pedem pra gente passar bronzeador de novo.
Cada um com a sua mulher, a gente se dedica a passar a tal da creme. A gente capricha na bunda, e eu ficava passando a mão nas tetas da Lola pelo lado. De repente, a Vicky vira e fala: "Agora passa na frente."
"Ela não vai ter coragem", pensei. Mas foi o contrário. Ela começa a passar creme nos ombros, na barriga e...
Sim! Nas tetas. Não acredito, e não quero ficar pra trás. Falo pra Lola:
"Vira que vou passar na frente", esperando ela me chamar de louco ou algo assim.
Nisso, ela vira, e o Diego olha pra mim e sorri.
Começo a passar a mão em todas as tetas dela, perco o controle e acaricio os bicos de um jeito bem sexual. Ele tá fazendo o mesmo com a Vicky, e o negócio é que cada um dos quatro olha pro casal do outro.
Nisso, a Vicky fala:
"Já chega, você tá se empolgando demais!"
"Você também!", diz a Lola.
"Também!", fala o Diego, "entre o casalzinho e as tetas de vocês duas..."
Era a primeira vez que o Diego se referia às tetas da minha mulher, e longe de me incomodar, isso me deixou bem excitado.
A tarde continuou, e a gente começou com comentários cada vez mais picantes.
A Vicky deu o pontapé inicial:
"Que delícia como essa gostosa tá bronzeada! Sem nenhuma marquinha!"
"É, mas porque ela sempre vem pra esse tipo de praia."
"Vocês podem fazer nudismo total se quiserem", fala o Diego.
"É, por que não?", digo eu.
"E vocês?", pergunta a Lola, "por que não fazem nudismo total também?"
"Porque a gente não tem problema em ter marquinha", o Diego me salva.
"Ou será que vocês tão com vergonha de mostrar depois de tudo que o cara do golfinho mostrou?", pergunta a Lola. Olha só a atenção que ela deu pra isso.
"O Diego não tem muito do que reclamar, ou é porque vocês não conseguem segurar a ereção que devem estar tendo? Vicky diz:
Olha, se vocês têm coragem de ficar totalmente nus, a gente também tem. Além disso, uma ereção não devia dar vergonha, pelo contrário, vocês deviam encarar como um sinal de que tão gostando dos corpos de vocês.
Sei lá, sei lá, vamos ver.
A tarde passou e a ereção já tava mais fácil de controlar. Só nos momentos de conversa picante que ela subia de um jeito descomunal, o resto do tempo tava meia-bomba.
De volta ao hotel, combinamos de jantar juntos e depois ir pro centro fazer umas compras e dar uma volta.
No quarto, eu e a Lola ficamos de bobeira, sem querer tocar no assunto. Ligo a TV enquanto ela se arruma e aparece na tela uma brasileira de topless.
— Você sempre com a mesma coisa — ela fala. — Não te bastou o de hoje?
— A verdade é que não. Na praia, tava muito excitado, nem imagina o quanto eu tava duro. A gostosa e o cara das tatuagens na praia realmente me deixaram muito tesudo. E você?
— A verdade é que um pouco sim.
— Você ficou excitada com o que eles faziam ou com a pica daquele cara?
— E você? Com o que eles faziam ou com os peitos da Vicky?
Eu tava ficando louco com a conversa, então não aguentei mais. Beijei ela, enfiei a língua na boca dela como um possesso. Ela tava igual, sinal de que tava muito excitada com o que tinha visto na praia. Comecei a chupar os peitos dela e a passar a mão na buceta dela. Ela gozou na hora. Assim que terminou de gozar, começou a chupar minha pica como nunca: me olhava nos olhos, chupava minhas bolas, passava a língua na cabeça e enfiava tudo de novo. Nisso, não sei por que, mas falo:
— Não é tão grande quanto a do golfinho, mas vejo que você gosta mesmo assim.
— Sim, adoro!
A Lola sempre teve dificuldade de fazer esse tipo de comentário durante o sexo, mas dessa vez, não sei se por causa do tesão ou o quê, ela tava mais solta.
— Você gosta de como eu chupo sua pica?
— Sim, mas para, porque vou gozar a qualquer momento.
— É? — ela dizia e cada vez chupava com mais vontade e me olhava com cara de puta.
Sério, para senão eu gozo.
Goza na minha boca!
Isso foi o estopim. Gozei como nunca na minha vida. Ela engoliu tudo que conseguiu e o que escapou, lambeu depois.
Mas percebi que ainda tava quente pra caralho.
Chupa minha buceta!, ela ordena.
Claro. Agora era eu quem ia esquentar ela.
Chupava a buceta dela inteira e parava no clitóris pra morder de vez em quando.
De repente, sem explicação, pergunto: Gostou da rola que viu hoje?
Siiim! Amei.
Você gostaria de ser comida por uma rola assim?
Siiim, siiim.
Claramente essa putaria tava deixando ela doida.
E ser comida por uma rola assim enquanto chupa outra?
Siiiiiiiiiiiiiiiiiiim! Ahhhhhhhhhhhh! Tô gozandooooooooooo!
Eu tinha ficado duro de novo e não quis desperdiçar.
Rapidamente coloquei ela de quatro e comecei a meter na buceta dela.
Ela não parava de gemer. Aí passei a mão na frente pra massagear o clitóris e ela tava toda molhada. Passei o dedo no cu dela e enfiei uns cinco centímetros.
Ahhhhhh!
Comecei a enfiar e tirar o dedo, e ela não parava de gemer.
Enfiei dois dedos e ela gritava cada vez mais alto.
Aahhhhhhhhhhhhhh!!
Comecei a enfiar e tirar os dois dedos num ritmo acelerado. Ela disse:
Me come pelo cu, por favor!!!
Eu não acreditava. Tão puta que ela mesma pediu.
Apoiei a cabeça e ela mesma fazia força pra trás. A cabeça desapareceu na hora, eu fiquei parado e ela se movia pra frente e pra trás, e cada vez entrava um pouco mais. Quando quase tinha enfiado tudo, ela parou e apertou a raba.
Eu tava no paraíso.
Aí comecei a enfiar três dedos na buceta dela, enfiava e tirava, e falei:
Não ia adorar ter outra rola na buceta?!
Não ia adorar ter aquela rola de golfinho na buceta enquanto eu meto no teu cu?!! as perguntas foram o estopim
Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh!!!
Acabei de novoooooooooooo!!
E ela me diz:
E você não gostaria que essa fosse a bunda da Vicky?
Siiiiiiiiiiiiiii!!!
Eu também vou gozar! E comecei a encher a bunda dela de porra..
Ela apertava a bunda e eu morria de prazer.
A gente se beijava sem parar.
Caímos no sono e, de repente, acordo com a voz do Diego atrás da porta que separa os quartos:
Vicky! Anda logo, o jantar é até as 10!
Nisso, a Lola também acorda e me diz:
Será que eles nos ouviram?
Continua…
Se gostaram, podem me escrever para reybaco2005@hotmail.com
ou no Telegram @reybaco2005
17 comentários - Férias em Búzios 1
Van 10
Espero lo que sigue
Pronto la 2, lo prometo!
Gracias
Abrazo