Onde eu e o Carlos moramos é uma cidade onde passam direto uns centro-americanos, gente vindo de Honduras ou El Salvador a caminho dos Estados Unidos.
Um dia, uma amiga me pediu um favor: se eu podia ir até uma casa dos pais dela que eles alugavam, iam esperar umas pessoas pra ver o lugar e decidir se iam alugar ou não. Já tava tudo combinado entre eles, só faltava mostrar a casa. Minha amiga não pôde mostrar porque não deixaram ela sair do trampo.
Cheguei cedo na casa e dei uma limpada rápida pra deixar mais apresentável. A casa já tava mobiliada, só arrumei umas coisas e sentei pra esperar. Fui toda gostosa na minha roupa, a gente nunca sabe quem pode encontrar. As pessoas chegaram: dois homens que queriam alugar pros funcionários deles que vinham visitar a empresa. Mostrei a casa, teve um flerte, mas só até aí. Os dois me passaram o número e, óbvio, deixei claro que minha amiga era o contato. Eles já sabiam, mas só queriam manter contato.
Mandei mensagem pro Carlos sobre o que rolou, e ele, todo tarado, começou a falar que eu perdi a chance de ajudar minha amiga a fechar o negócio. Começou a me provocar com as mensagens dele e, como não esperava mais ninguém, sentei no sofá e comecei a me tocar, imaginando tudo que podia ter acontecido, tudo que já passei e as fantasias que ainda faltavam realizar.
Tava concentrada no meu momento quando ouço baterem na porta. Me assustei porque não esperava ninguém. Mandei mensagem pro Carlos e subi pro segundo andar, vi que era um moleque. Ele tava com mochila e pensei que ia pedir dinheiro. Saí, ele me cumprimentou e pediu ajuda pra viagem dele pros EUA ou pelo menos algo pra comer. Carlos me liga perguntando quem era, e expliquei a situação. Carlos me fala:
Carlos: Por que não manda ele entrar? Só deixa ele excitado e faz ele não esquecer a passagem dele pela cidade.
Eu: (Riso)...
Carlos: Vai, Ale... se você tá pensando nisso, é porque gostou da ideia.
Eu: (Rio)
Carlos: (Sussurrando) Vai logo, sua putinha...
Só de pensar já senti um frio na buceta, resolvi mentir pra minha amiga e falei que o Carlos tinha passado e que queria dar uma trepada com ele na casa dela. Minha amiga só falou "safada, mas deixa tudo limpo". Pedi desculpas pro cara por ter deixado ele esperando. Ele era magro, moreno, uns 1,85 mais ou menos.
Deixei ele entrar e ele ficou surpreso, mandei ele sentar e perguntei o nome. Ele disse que se chamava Santos e era de Honduras.
Eu: Longa caminhada até os EUA, né? Por que os nervos?
Santos: É que você é a primeira pessoa que me deixa entrar, alguns nem a porta abrem.
Eu: Não sou igual aos outros, Santos. Adoro receber bem as visitas, e você é visitante do meu país. Quer um copo d'água?
Santos: Sim, muito obrigado.
Fui pra cozinha sorrindo pra ele e rebolando a bunda como a putinha que sou. Ele não tirou os olhos de mim e também sorriu, meio tímido, mas sorriu.
Olhei na geladeira e vi que tinha comida, fiz um sanduíche e levei junto com a água.
Sentei na frente dele, ele agradeceu o gesto. Vi que já tava mais calmo e falei que se quisesse podia tomar um banho e seguir viagem já de barriga cheia e refrescado. Ele hesitou em aceitar, mas insisti.
Subi pro segundo andar e entrei no banheiro pra esconder as toalhas de propósito. Ele me perguntava um monte de coisas, tipo por que eu morava sozinha, e eu contei, como pra todos meus amantes, que era casada mas meu marido vivia trabalhando.
Santos subiu, entrou no banheiro e começou a tomar banho. Eu me despi na hora e esperei ele me chamar pelas toalhas. Uns 15 minutos depois, ouvi o chamado:
Santos: Ale!!! Amiga!! Me empresta uma toalha?
Eu: (Vou até o banheiro e abro a porta, pelada com a toalha na mão)
Santos: (Se assusta, mas não tenta se cobrir)
Eu: (Vou até ele e começo a secar ele enquanto ele fica ali de pé)
Santos: Ale... para...
Eu: Te falei, Santos, não sou igual aos outros. Como os outros.
Santos: Não tenho dinheiro... não, não, não posso te pagar...
Eu: Depois você vem fazer isso...
Depois de secá-lo, levo ele pro quarto, sento ele na beira da cama, me ajoelho na frente dele. Dessa vez não tinha camisinha, então só usei minha mão pra satisfazer ele...
Eu: Já esteve com uma puta mexicana antes?
Santos: Não... nunca... nunca estive com alguém como você...
O pau dele ficava mais duro, e eu morrendo de vontade de chupar, mas tive que me segurar, além de viver algo diferente...
Ele quase gozando, eu parei e falei: "Vem, vamos pro chuveiro de novo..."
Ajeitei a água, entrei com ele e comecei a esfregar meu corpo no dele. Me ajoelhei de novo, comecei a tocar ele outra vez, minhas mãos acariciando as bolas dele. Ele pegou minha cabeça e me puxou, querendo que eu chupasse, eu ria e dizia: "Só quando você tiver dinheiro pra pagar, agora é só pra relaxar" e falei: "Serei sua puta quando você quiser, Santos..." E sem mais, não consegui distinguir entre o jato de água quente e o esperma dele... Me enxaguei, me sequei, ele fez o mesmo, nos vestimos e ele se despediu, disse que nunca esqueceria aquele momento e que lembraria de mim com muito tesão...
Eu fiquei com uma vontade danada de transar, peguei meu celular e liguei pro meu ex-professor, a mensagem dizia:
"Preciso transar, passa aqui me pegar.
Um dia, uma amiga me pediu um favor: se eu podia ir até uma casa dos pais dela que eles alugavam, iam esperar umas pessoas pra ver o lugar e decidir se iam alugar ou não. Já tava tudo combinado entre eles, só faltava mostrar a casa. Minha amiga não pôde mostrar porque não deixaram ela sair do trampo.
Cheguei cedo na casa e dei uma limpada rápida pra deixar mais apresentável. A casa já tava mobiliada, só arrumei umas coisas e sentei pra esperar. Fui toda gostosa na minha roupa, a gente nunca sabe quem pode encontrar. As pessoas chegaram: dois homens que queriam alugar pros funcionários deles que vinham visitar a empresa. Mostrei a casa, teve um flerte, mas só até aí. Os dois me passaram o número e, óbvio, deixei claro que minha amiga era o contato. Eles já sabiam, mas só queriam manter contato.
Mandei mensagem pro Carlos sobre o que rolou, e ele, todo tarado, começou a falar que eu perdi a chance de ajudar minha amiga a fechar o negócio. Começou a me provocar com as mensagens dele e, como não esperava mais ninguém, sentei no sofá e comecei a me tocar, imaginando tudo que podia ter acontecido, tudo que já passei e as fantasias que ainda faltavam realizar.
Tava concentrada no meu momento quando ouço baterem na porta. Me assustei porque não esperava ninguém. Mandei mensagem pro Carlos e subi pro segundo andar, vi que era um moleque. Ele tava com mochila e pensei que ia pedir dinheiro. Saí, ele me cumprimentou e pediu ajuda pra viagem dele pros EUA ou pelo menos algo pra comer. Carlos me liga perguntando quem era, e expliquei a situação. Carlos me fala:
Carlos: Por que não manda ele entrar? Só deixa ele excitado e faz ele não esquecer a passagem dele pela cidade.
Eu: (Riso)...
Carlos: Vai, Ale... se você tá pensando nisso, é porque gostou da ideia.
Eu: (Rio)
Carlos: (Sussurrando) Vai logo, sua putinha...
Só de pensar já senti um frio na buceta, resolvi mentir pra minha amiga e falei que o Carlos tinha passado e que queria dar uma trepada com ele na casa dela. Minha amiga só falou "safada, mas deixa tudo limpo". Pedi desculpas pro cara por ter deixado ele esperando. Ele era magro, moreno, uns 1,85 mais ou menos.
Deixei ele entrar e ele ficou surpreso, mandei ele sentar e perguntei o nome. Ele disse que se chamava Santos e era de Honduras.
Eu: Longa caminhada até os EUA, né? Por que os nervos?
Santos: É que você é a primeira pessoa que me deixa entrar, alguns nem a porta abrem.
Eu: Não sou igual aos outros, Santos. Adoro receber bem as visitas, e você é visitante do meu país. Quer um copo d'água?
Santos: Sim, muito obrigado.
Fui pra cozinha sorrindo pra ele e rebolando a bunda como a putinha que sou. Ele não tirou os olhos de mim e também sorriu, meio tímido, mas sorriu.
Olhei na geladeira e vi que tinha comida, fiz um sanduíche e levei junto com a água.
Sentei na frente dele, ele agradeceu o gesto. Vi que já tava mais calmo e falei que se quisesse podia tomar um banho e seguir viagem já de barriga cheia e refrescado. Ele hesitou em aceitar, mas insisti.
Subi pro segundo andar e entrei no banheiro pra esconder as toalhas de propósito. Ele me perguntava um monte de coisas, tipo por que eu morava sozinha, e eu contei, como pra todos meus amantes, que era casada mas meu marido vivia trabalhando.
Santos subiu, entrou no banheiro e começou a tomar banho. Eu me despi na hora e esperei ele me chamar pelas toalhas. Uns 15 minutos depois, ouvi o chamado:
Santos: Ale!!! Amiga!! Me empresta uma toalha?
Eu: (Vou até o banheiro e abro a porta, pelada com a toalha na mão)
Santos: (Se assusta, mas não tenta se cobrir)
Eu: (Vou até ele e começo a secar ele enquanto ele fica ali de pé)
Santos: Ale... para...
Eu: Te falei, Santos, não sou igual aos outros. Como os outros.
Santos: Não tenho dinheiro... não, não, não posso te pagar...
Eu: Depois você vem fazer isso...
Depois de secá-lo, levo ele pro quarto, sento ele na beira da cama, me ajoelho na frente dele. Dessa vez não tinha camisinha, então só usei minha mão pra satisfazer ele...
Eu: Já esteve com uma puta mexicana antes?
Santos: Não... nunca... nunca estive com alguém como você...
O pau dele ficava mais duro, e eu morrendo de vontade de chupar, mas tive que me segurar, além de viver algo diferente...
Ele quase gozando, eu parei e falei: "Vem, vamos pro chuveiro de novo..."
Ajeitei a água, entrei com ele e comecei a esfregar meu corpo no dele. Me ajoelhei de novo, comecei a tocar ele outra vez, minhas mãos acariciando as bolas dele. Ele pegou minha cabeça e me puxou, querendo que eu chupasse, eu ria e dizia: "Só quando você tiver dinheiro pra pagar, agora é só pra relaxar" e falei: "Serei sua puta quando você quiser, Santos..." E sem mais, não consegui distinguir entre o jato de água quente e o esperma dele... Me enxaguei, me sequei, ele fez o mesmo, nos vestimos e ele se despediu, disse que nunca esqueceria aquele momento e que lembraria de mim com muito tesão...
Eu fiquei com uma vontade danada de transar, peguei meu celular e liguei pro meu ex-professor, a mensagem dizia:
"Preciso transar, passa aqui me pegar.
1 comentários - Indocumentado gostoso