Irmã Otaku 2ª Temp: Capítulo 5

E finalmente chegou o capítulo 5 dessa nova temporada, a intensidade sobe pra mais de 9000 quando os irmãos retomam uma prática que não fazem há um tempão. Também vão descobrir qual prática sexual é do gosto deSandra, que cansada da linguada da filha dela no marido, resolve tomar uma atitude sobre o assunto.
Já sabem que uso fotos da instagramer.
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.como exemplo da protagonista Tammy, e daDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Para a Sandra. Considerem que, se existisse um live action, elas seriam minha primeira opção 😉 mas, podem imaginar as coisas como quiserem.

Aqui vem o que é bom, jovem!

Elenco:

Tammy


Irmã Otaku 2ª Temp: Capítulo 5

anal

incesto

cunilingua

Anilingua


Sandra


fetiche por pes

Mae e filho

padre e filha

irmao e irma

Fazendeiro de gado




Um Reality digno do Playboy channel


Me sentia como num reality show daCanal PlayboyoVênus, algo assim, se tivessem a grana e os culhões pra fazer isso numa casa de família onde eu tinha umas aventuras de dois lados com minha irmã, minha mãe, e ao mesmo tempo, minha irmã com meu pai e comigo (e pra ser justo, mamãe comigo e com papai).Desculpe, não posso traduzir essa entrada.Já tinha feito a analogia da minha casa com a daGrande IrmãoEm algum momento da minha história, no entanto, agora que não podia sair pra estudar nem me exercitar nem nada, as equivalências ficavam mais evidentes. Trancados, com calor, com os hormônios loucos e medo do lado de fora.

Também podia ser um survival horror pra adulto bem pornográfico, onde um vírus letal estava devastando a humanidade e o protagonista encontrava no sexo intrafamiliar uma fuga psicológica e espiritual do horror.

- Vai pra minha página de ideias. - Falei na solidão do meu quarto, anotando em
Desculpe, não posso traduzir esse texto.minha ideia de um apocalipse zumbi e uma casa de incestuosos trancados.Ah, olha só se o vírus te desperta tanta luxúria que você come qualquer um, até parentes, e no final descobre que… Os infectados sempre fomos nós, numa casa falsa dentro de um laboratório!
— E eu anotei sem parar igual um professor maluco.
— Que ideia boa, muito melhor que essa merda de
The Last of Us 2jeje.
- Não consegue dormir?
Papai— A Tammy perguntou, toda preguiçosa, dormindo que nem um saco de cimento molhado.
— Cê teve mais alguma ideia de filme pra quando for diretor daqui a mil anos?

— Sim, é foda, capaz que até cê curte pra desenhar e fazer um mangá.

— Já tive uma ideia melhor, é sobre um irmão que deixa a irmã dormir porque é puta que pariu tarde…

Meus pais, ao contrário, saíam, se cê não percebeu, dia sim, dia não. Trampavam nos seus respectivos empregos de manhã até de noite, mas depois tinham um dia de folga, quase como turno de polícia. Por isso, eu e a Tammy avançávamos em turnos, passo a passo no nosso tabuleiro perverso.

Depois daquela cena besta na mesa do café com a Tamara, a mãe preparou a comida, comemos bife à milanesa com salada de cenoura e um macarrão com molho bolonhesa que tinha sobrado, tudo bem normal. Em vez de tirar uma soneca, eu fiquei agachado, na espera, na sala, fingindo que tava ocupado com minhas coisas, mas na real esperando o próximo movimento da mãe, que, como eu queria, apareceu com a roupa de yoga de sempre, a bola azul de ginástica, e se preparou pra botar os DVDs.

— Me conta o que rolou à tarde quando cês ficaram sozinhos. Já que cê não me deixa dormir. — Me perguntou a Tammy no presente, na cama dela naquela noite, colada em mim.

— Quis te contar, mas cê tava ocupada.
onee-sanDepois do novo episódio envolvendo a yoga, papai chegou como de costume pra ficar até amanhã. Então, como papai e mamãe estavam ao mesmo tempo em casa, decidi fazer companhia pra minha irmã já de noite e contar pra ela o que rolou, de conchinha. Infelizmente, ela tava dormindo, mas agora que acordei ela com minhas divagações do meu primeiro sucesso...Casa da Putaria Incestuosacontaria tudo pra ela.
- Não queria apressar as coisas, sou cauteloso, você me conhece. - Admiti, o que era verdade. Nem eu acreditava como tudo fluía tão bem quando o sexo entrava no meio. Não tentem seguir nenhum dos meus passos, sou iluminado por um santo em especial e não quero incentivar ninguém que esteja me lendo a tentar a sorte como eu, o mais provável é que, se tiverem uma irmã ou mãe gostosas, acabem com um rolo de massa quebrado na cabeça.

- Mamãe veio vestida pra matar, sabe como é.
- Não, não sei, você gosta da mamãe, eu não.
- Do jeito que eu gosto, com aquele top apertado, aquela legging colorida, descalça (isso vai ser relevante mais pra frente)... agora ela sabe o quanto o corpo dela me excita, como eu adoro as curvas dela, então não precisa ser físico nuclear pra perceber que ela queria alguma coisa, senão não se mostraria tão insinuante.
- Deixa eu adivinhar, assim que ela se deitou na bola e começou a se alongar, você filmou ela de novo.
- Algo assim. Algo se alongou, isso é certo.

Os minutos passaram enquanto minha excitação subia como se tivessem aumentando um termostato dentro de mim. Só de vê-la fazendo aquelas poses tão sugestivas, tão sexuais (pra mim, que o pornô queimou minha cabeça e com ver uma coroa de legging fazendo yoga já me sentia num vídeo do Mike Adriano), não demorei pra içar minha bandeira redonda e mostrar o mastro debaixo da minha calça apertada.

Ela era muito mais gostosa que a instrutora do DVD (uma tal de Tara Lee), meu velho era um sortudo do caralho por ter me feito e a Tammy com ela (putz, esqueci do meu outro irmão).

- Mamãe me ignorou nos primeiros segundos, como se estivesse lutando contra o impulso de... sei lá, me masturbar de novo ou fazer algo novo. Dava pra ver que uma parte dela queria fingir que nada tava acontecendo e que ela tava sozinha com os DVDs dela.

Enquanto eu contava o que rolou ontem à tarde, notei que a Tammy começou a esfregar o corpo, especialmente a bunda, em mim. Senti a redondez perfeita e macia das nádegas dela encostando no meu corpo, em uma colherinha perfeita, que aos poucos, fui deformando pra apoiar com meu pau.

- Em vez de filmar ela, comecei a me tocar por cima, a me esfregar. - Sussurrei enquanto acariciava o corpo dela, a cintura dela por baixo da camiseta, as pernas nuas dela, e me afundava nos cabelos dela.

Mamãe virou as costas pra mim, deitando de bruços contra a bola, balançando pra frente até se apoiar nos braços. Percebi como ela era forte quando conseguiu fazer várias flexões, claro que a bola segurava ela pelo quadril, mas mesmo assim mostrava que tava em excelente forma física, outra prova da forma dela era como a legging despia os contornos redondinhos dela.

Fiquei observando ela por minutos fazendo várias poses com a bola e quase explodi quando ela virou o rosto pra mim e começou a fazer abdominais com as pernas entreabertas. Juraria que ela não usava calcinha, senão não marcaria tanto a portinha que me trouxe ao mundo.

- Fiquei olhando tanto pra xereca da mamãe que, sem perceber, já tinha tirado o pau pra fora e tava batendo uma como um robô.

- Você é um menino sujo.
papai- Me disse Tammy, se esfregando cada vez mais enquanto contava o que tinha acontecido.

- Ela abriu os olhos e me viu de frente, olhando fixo pra ela enquanto eu batia uma. Negou com a cabeça, envergonhada. Não era o que ela tinha em mente, não pretendia ir tão rápido na sua aventura secreta com o filhote. Depois de deixar a vergonha pra trás, desceu da bola e veio em minha direção de quatro, com os peitos balançando feito melões e os olhos azuis cravados em mim. Parou na frente do meu pau e observou ele com atenção.
MmmTommy, como isso me excita… me toca enquanto você me conta, acaricia meus peitos. - E obediente, deslizei uma mão para cima procurando o peito dela, que comecei a acariciar suavemente no mamilo, enquanto com a outra mão fazia o que podia para acariciar o corpo dela.

Pensei que ela ia me chupar, estava a centímetros do meu pau ereto, vendo minha cabeça vermelha prestes a explodir e minha mão me dando prazer sem parar, sem vergonha na cara na frente dela.
Eu te fiz um favorzinho hoje de manhã, agora quero que você me faça um pra mim.Mamãe me disse que, depois de passar a linguinha na minha cabecinha e me encher de esperanças, largou a posição e sentou no outro lado do sofá. Não imaginava o que ia rolar, achei que ela ia se masturbar na minha frente. Era uma boa opção, sem dúvida.Ajuda a mamãe com isso aqui, que papai não curte muito...- O que ele fez? O que ele te pediu?MmmTommy…

- Não geme, irmã, senão eles vão acordar. - Sussurrei no ouvido dela e mordi de leve, enquanto não parava de provocar o mamilo dela, mantendo ele duro o tempo todo.

- Me conta logo dessa sua buceta, não me deixa esperando…

- Que ansiosa, tá bom, te falei que ela sentou na minha frente, no lado oposto, e os pés dela estavam descalços. Bom, ela deu um toque fetichista na tarde e começou a acariciar minha pica com os dedos do pé…

Não sabia se deixava a brincadeira por conta dos pés dela ou continuava com as mãos, o negócio é que não reparava nos pés dela há anos: as unhas estavam pintadas de rosa impecável, e ela tinha uns pés que não mostravam a idade dela, pareciam de uns 15 anos mais nova, sem veias, manchas, nada, só pele macia e meio brilhante, terminando em dedos muito bem cuidados. Deixei ela acariciar meu pau com os pés até que ela deu sinal que queria outra coisa.

- Ela foi subindo os pés na minha frente, como se estivesse caminhando pelo meu corpo, e aproximou um deles da minha boca. Primeiro lambi a sola, sem falar nada, sem nem ver a reação dela, só me importava dar o que ela queria: uma boa chupada de pés.

Enquanto eu contava isso, fui descendo minha mão pela barriga dela, deslizei como uma cobra pelas costas e desci até a buceta dela, por trás. A outra mão enfiei por baixo dela e, num meio abraço, continuei estimulando os peitos dela.

- Você é um filho e irmão exemplar, Tommy. - E enquanto ela me elogiava, enfiei minha língua na boca dela e dois dedos na buceta suada dela, o mais fundo que pude entre aqueles lábios molhados de carne.

Mamãe estava satisfeita, deixou o pé dela encostado na minha boca, apoiando o calcanhar ali. Uma parte do corpo que nunca pensei que teria na boca, mas também não recusei. Fiz o sacrifício menor de lamber a sola inteira dela de cima a baixo enquanto me masturbava. Abri os olhos e mamãe mostrou os peitos para mim por cima do decote do top, deixando aquelas tetonas enormes empinadas e juntas, como dois zeros formando um ∞.

Encorajado pela visão excitante, passei a cuidar dos dedos dela. lambendo os vãos entre um e outro, dedo por dedo, com paciência, sentindo o gostinho salgado novo que ficava na minha língua. Mamãe começou a respirar pesado, talvez segurando os gemidos pra não ser ouvida. Enquanto beliscava os bicos dos peitos que um dia me amamentaram, ela aproximou o outro pé e eu repeti o processo de beijar e lamber os dedos dela, me concentrando, por algum motivo, nos dedões, que enfiei na boca ao mesmo tempo.
Uou— Isso é bem gay — Tammy disse enquanto eu continuava tocando ela.

— Não vi como gay, mesmo estando com algo meio fálico na boca. Só queria mostrar que topava qualquer coisa que ela pedisse, claro que pra cobrar depois.

Pra minha surpresa, pode-se dizer que cobrei na hora. Enquanto mamãe esfregava uma planta no meu rosto, depois outra, e assim por um tempão como se eu fosse um tapete, vi a mão dela escorregar dentro da legging pra se estimular a buceta. Naquele momento, soube que estávamos nos masturbando juntos: eu ajudado pelas tetas dela balançando e nuas, apontando pra mim como mísseis antitanque em plena luz do dia; e ela, com o tesão excitante e fetichista da minha língua percorrendo os cantinhos entre os dedos dela, como uma criaturinha procurando abrigo, deixando os pés babados e com cheiro da minha saliva…

— Ela enfiou quatro dedos na minha boca, mexeu eles lá dentro enquanto eu via ela se tocando de olhos fechados, e vi a legging dela ficar molhada, formando uma mancha na virilha que crescia, enquanto o rosto dela ficava vermelho…
MmmTommy, não acredito. — Minha irmã ofegou, envolta nos meus braços como uma garota de hentai sendo agarrada por polvos.

— Mamãe abriu os olhos e a respiração dela se normalizou, tirou os dedos do pé da boca e os da mão de dentro da buceta. — Me aproximando do fim da minha epopeia sexual. — Quando ela estava indo embora, morta de vergonha pela mancha de tesão na legging, peguei a mão dela e, como despedida, chupei os dedos que ela tinha enfiado e estavam molhados com o suco da buceta dela.

Em seguida, para ilustrar meu ponto, fiz o mesmo com minha irmã, tirando meus dois dedos, miseravelmente molhados, e colocando direto na minha língua, esfregando eles pela boca toda pra me encharcar com o gostinho ardente dos óleos caseiros dela.

Tammy não me deixou aproveitar por muito tempo. Ela se posicionou por cima de mim e me beijou como de costume, só na língua, só na linguada, enquanto me abraçava forte pra afundar nossas bocas tanto que até meus lábios doeram. Ela capturou minha língua como se quisesse arrancá-la e chupou com os lábios.

— Irmã, não aguento mais, quero te comer, quero gozar dentro, quero te engravidar de uma vez… — Falei como pude, já que ela não parava de lamber meus lábios. — Não aguento mais.

— Não é prudente, bobinho, estamos trancados, saberiam que o filho é seu e ainda por cima, no meio dessa merda de situação. — Ela resistiu sem parar de me atacar de beijos, como se tentasse me calar e evitar que eu continuasse soltando barbaridades.

— Por favor, não aguento mais, te prometo que vou fazer o impossível pra cuidar dele e de você, não ligo se desconfiarem…

— Ah, irmãozinho, me excita tanto você implorar por isso… mas não posso, espera mais um pouco, vamos esperar uns meses, por favor. — Ela disse sem parar de beijar minha boca, minhas bochechas, meu pescoço.

— Você me promete que vai ser meu?

— Ficou com ciúmes, idiota? — Ela me repreendeu dando um tapinha. — Claro que o primeiro vai ser seu, e se tudo der certo, o segundo, e o terceiro. quero ter filhos com você, maninho, e te amamentar sempre que der. Mas você vai ter que se ligar e ser um bom pai, se bancar o otário e só fazer o papel de irmão, eu te destruo.
MmmTammy, não pensa isso não, vou assumir minha responsabilidade como o pai que vou ser, não daria um golpe baixo desse em você, me ofende você pensar isso depois de tudo que eu te amo… – Falei sem conseguir segurar nada, como se ela estivesse sugando confissões do meu corpo feito uma espécie debeijo de dementadormas ao contrário, tirando amor de mim e me dando prazer. — Te amo, irmã, te amo...

Tamara me calou apoiando os peitos contra meu rosto e pressionando minha boca com as tetas dela, quase como se quisesse me sufocar com elas. Não eram tão grandes quanto as da mamãe, mas se tudo desse certo, eu ia me alimentar delas por anos.

— Não fala mais que eu vou explodir de tesão, Tommy, você tá me queimando viva… eu também te amo, o meu negócio com o papai é um jogo, você vai ser meu tudo, porra, não duvida disso de novo ou eu te afogo com minhas tetas, juro que te afogo.

— Me afoga com sua bunda, sério…

— Você quer isso mesmo? Olha que eu tenho ela maior de tanto comer e ficar sentada desenhando o dia inteiro.

— Senta em mim, quero ser sua cadeira, sua calcinha, vai…

Tammy saiu da cama e, de pé, do meu lado, abaixou a tanga bem devagar, se curvando pra me mostrar a bunda e a xota suculenta igual tinha feito com o papai. Uma vez totalmente nua, porque até tirou a camiseta que usava pra dormir, se ajeitou devagar em cima de mim. A luz do abajur, bem fraca de um lado, meio que foi se apagando conforme a bunda da minha irmã ia descendo em minha direção e se posicionava bem em cima da minha boca.

— Você consegue respirar? Não quero te matar antes da hora.

Não falei nada, só tentei fazer esforços danados pra esticar a língua e passar ela no cuzinho, praticamente colado na minha boca. Minhas mãos se apoiaram nas nádegas dela e apertei com força, afundando meus dedos na carne vários centímetros abaixo da pele, e mesmo sem ver, deixei os dedos bem marcados enquanto Tammy se afastava um pouquinho pra deixar passar ar, ar que se viciou com o cheiro da buceta dela, do suor, do tudo dela, e eu respirava como se estivesse respirando ela.

Com suavidade, ela foi se deixando cair na minha boca e eu deixei ela se apoiar livremente, levando minhas mãos pro meu pau pra me masturbar. Ela segurou minhas mãos e as levou pros peitos.

— Não vai bater uma punheta, faz um cuzinho gostoso em mim melhor. Não consegui dizer nada diante de uma combinação tão maravilhosa de palavras, mas a pica parecia que ia sair do meu corpo, devia ter metade do sangue do meu organismo concentrado ali, fervendo.

Aproveitei pra chupar o cu dela num rimming profundo e intenso, atacando o centro dela com força e cavando com a língua até ela se mexer pros lados ou pro centro. Quando me dei ao luxo de chupar a bunda dela depois de tanto tempo (parecia mentira, mas desde que a gente retomou o incesto eu não tinha comido ela), abri as nádegas dela de forma obscena e lambi a buceta com ênfase, passando de um buraco pro outro como se quisesse descolorir a risca.
Aah, ahah, haha, papai.— Que fome que você tava.
Ela disse, se deixando cair com todo o peso dela no meu rosto por alguns segundos. Quando saiu, avançou de quatro pra frente de um jeito provocante e apontou a bunda pro meu pau, parada.

— Pronto pra retomar o anal? — perguntou, virando pra me olhar enquanto abria o cu com as mãos.
— Não reclama do jeito que ficar, tô natural.

— Que tesão, assim é como eu mais gosto — falei, a mil de excitação, esfregando a ponta da glande no cu dela, todo molhado da minha saliva. — Pronto, vai descendo devagar, bem devagar — disse quando a arma tava bem apontada pro centro do alvo. Queria sentir o buraco apertado dela se abrindo milímetro por milímetro lá dentro pra dar passagem pro meu pau.

— Lá vou eu.
mmm uuhhh, ahah… isso tá fervendo. — Mencionei, deixando que o cu dela engolisse minha rola naturalmente, já tava bem dilatado graças aos meus beijos e lambidas.

Naquela noite mágica, eu comi o cu dela de novo. Pela bagunça que o colchão tava fazendo e o tesão que eu tava, sabia que não ia durar muito. A gente tava transando a menos de 20 metros de onde os pais dormiam.
MmmTammy, tu tá com ele bem apertadinho, não se tocou na bunda de novo, parece. Nem um dedinho você enfia?

- Esse é seu trabalho, não gosto de sujar as mãos. - Ela disse me dando as costas, deixando eu penetrar ela analmente com meus movimentos de quadril. Ela tava me entregando a Booty como um presente, paradinha, só mantendo as nádegas bem abertas, deixando eu comer a bunda dela do meu jeito e no meu ritmo.

- Pô, queria fazer isso daqui até amanhã. Não quero tirar ela nunca, mas não aguento.

- Toma o tempo que quiser, aproveita minha bunda que faz tempo que você não come ela. - Ela me conquistou ainda mais com a disposição infinita de me agradar. - Se cansar, me fala que eu assumo e me mexo.

- Beleza, quero ver como você se mexe. - Propus sem parar de olhar como o buraco dela engolia meu ganso.

Tammy começou a se impulsionar com as pernas levemente ajoelhadas, proporcionando um sexo anal tão bom ou melhor do que eu fazia. Não sei se ela gostava, mas não parecia doer ou sofrer, embora também não tivesse enfiado tudo nem pudesse gritar muito. Minha ideia era atravessar o ânus e gozar dentro dela, não esperava uma penetração muito funda.

- Deixa eu ver como ficou seu buraco? - Pedi empurrando a Booty dela pra cima pra liberar meu cock. Com certeza, a bunda dela era uma obra de arte por si só, mas depois de ser comida era ainda melhor, um asterisco de centro rosa grande e dilatado, meu dedo entrou até o fundo com facilidade, quase sem sentir carne apertando. - Não aguento mais, vou gozar na sua bunda.

- Come minha Booty, enche ela com seu cum. - Ela disse virando o olhar pra frente e me deixando fazer no meu ritmo. Em questão de segundos, assim que enfiei de novo, gozei batendo as nádegas dela com meu quadril com mais força, liberando uma carga imensa de sêmen no cu dela.
Mmpf, mmpf, mmpf, uuuff, ahhh… fiuu— Enxuguei o suor sem perceber que tinha transpirado pra caralho. Tammy deixou a bunda cair e perdi a visão do meu pau, que entre perder altura, agora tava enfiado no vale das carnes dela. Bem devagar, ela foi se levantando até deixar ele livre e ardendo de calor.

— Tô com ele todinho dentro, você gozou bem fundo, dá pra sentir. — Ela disse, limpando ele com os clássicos e confiáveis lencinhos umedecidos. Ela fez o mesmo com a buceta, com o cu, e veio comigo pra cama.

— Isso foi… tão bom. Adorei, valeu. — Agradeci, dando um beijo gostoso de boa noite, mesmo sendo umas 4 da manhã.

— Não me beija, seu porco sujo, eu sei bem onde você enfiou essa língua. — Ela provocou de brincadeira enquanto apagava a luz, como se depois daquele surto de sexo incestuoso a gente conseguisse dormir alguma coisa.


Febris de prazer


Teríamos que voltar pra nossa viagem a Mar del Plata ou talvez pras nossas primeiras aventuras pra encontrar um ponto de tanta tesão, tanta excitação. O jogo da Tammy com o papai, e o meu com a mamãe, tinha botado tanto carvão no forno que a locomotora parecia trem-bala. A gente quis apagar nosso fogo e acabou jogando gasolina, a noite anterior tinha sido só uma amostrinha.

O lado ruim é que a gente tava acabado, feito zumbi vendo TV e mexendo no celular no sofá da sala. Papai trabalhava na mesa da cozinha com uns projetos e vivia fazendo ligação a toda hora, então eu e minha irmã se falava por mensagem. A gente tava escolhendo nome pros nossos filhos.

Eu queria manter a tradição de nomes que começam com T (tradição sem motivo nenhum, quase por acaso), ela viajava na maionese e pensava em nomes japoneses e de anime.

- Tiffani me soa muito yankee, mas Tatiana pode ser. E pra homem, dos que você mandou, gostei de Theo e Túlio. - Respondeu minha irmã, como eu disse, por mensagem escrita. Imagina o estranho que seria a gente se ouvir propondo nomes na frente do papai.

- Já temos os melhores nomes com T... Thiago, Tomás e Tamara. Embora eu tenha nome de, sei lá, bichinho de pelúcia ou brinquedo. Nunca gostei de Tommy.

- Eu adoro, passa uma inocência, não consigo te imaginar como adulto ou velho se te chamo de Tommy. Você vai ser sempre meu irmãozinho mais novo. - Acompanhando a mensagem com um emoji de bebê. - Mas quando você for pai, vou te chamar de Tomás sempre, aí você vai crescer pra mim.

- Esse é o problema. - Enquanto escrevia, ela se deitou apoiando a cabeça no meu colo, ficando com o moletom levantado e a calcinha fio-dental aparecendo, obviamente, apontando pro papai que nem notava que com só virar a cabeça podia ver a perereca da filha dele.

- Bom, Tamara sempre me pareceu nome de puta ou atriz pornô.

- Cada um é o nome que lhe cabe, pelo visto.

Tammy me deu um cascudo no braço que me deixou doendo. Tanto tempo sem atividade física me deixou igual uma sardinha, nem consegui me formar no tempo que fiquei.

- Mudando de assunto, tava pensando o que aconteceria se você mandasse um pack pro papai. - Sugeri, e ela começou a responder na hora.
- Com essa posição, ele vai ver a sua calcinha fio dental e com certeza vai ficar de pau duro.

- O que vocês dois estão fazendo? - Perguntou o papai, como se sentisse um clima incestuoso na sala e ficasse de orelha em pé. - Tão vendo TV ou mexendo no celular?

- Nem uma coisa nem outra. - Respondeu Tammy, sem interesse. - Tô com sono, e sem saco pra nada.

- Dá pra ver, dá pra ver, vocês estão aí há um tempão, par de lesmas cadê a juventude? - Reconheceu, dando uma olhada bem demorada na posição da filha, de pernas abertas, deitada, com a bucetinha pelada exposta. - Ia mandar vocês comprarem, mas com essa preguiça é melhor eu ir. - Ainda vendo a calcinha dela.

- Compra Oreo, aqueles pacotes de 3. - Pediu Tamara. - E se tiver um block também, porque o meu acabou, de meio quilo ou de quilo, tanto faz.

- Mais alguma coisa, princesa? Vocês nem fazem ideia de quanto custa tudo, né? - Ironizou, colocando a máscara e pegando um vidrinho de álcool em gel na nossa frente. Tammy nem tentou fechar as pernas. - Tô indo, se achar alguma coisa, trago. Se a mamãe chegar, fala que fui comprar pra fazer umas pizzas de anchova e cantimpalo.

- Nem me pergunta se quero alguma coisa, hein. - Reclamei, fazendo o papai rir. Fala de preferências.

Pelo menos agora a gente podia falar à vontade, e foi isso que fizemos por vários minutos, continuando com nossa seleção de nomes e planos pervertidos pro futuro.

- Se ele comprar alguma coisa do que pedi, mando umas fotos minhas picantes. Você fica aqui e vê como ele reage. - Propôs a safadinha.

- Como o nome te cai bem.

- Você podia fazer o mesmo com a mamãe. No fim, não tem nada a perder, no máximo ela te castiga passando a cara no pé ou algo assim.

- Que loucura. Então ela curte essa onda de pés, igual a Tarantino.
- Taran o quê?

Nos minutos seguintes, vestimos a roupa de irmãos, batemos um papo longo sobre assuntos mais inocentes e legais. Minha irmã, muito entendida de cultura japonesa e anime, não manjava tanto de cinema e não conhecia o Tarantino, embora tivesse visto uns filmes dele sem saber que tinham sido dirigidos por ele.
Django LivreePulp- FictionPor último, expliquei pra ela que era sabido que o Quentin Tarantino tinha um gosto especial por pés e costumava dar close privilegiado neles nos filmes dele, entre várias outras marcas registradas das suas obras.Kill BillNão foi dele? Nessa cortam braços e pernas e sai sangue que nem num episódio deClaymore- Tá falando daquele anime de guerreiras demônio que usam umas espadas enormes.
- Isso mesmo, é exatamente assim. – Enquanto Tammy se acomodava em cima de mim, parecendo querer encerrar de vez nosso papel de irmãos e começar o de amantes.
- Podem nos ouvir, podem chegar a qualquer momento.
- É só um beijo, nada mais, pra me inspirar quando eu for tomar banho e tirar umas fotos pro papai. – Ela planejou me beijando apaixonadamente, me envolvendo num abraço enquanto sua língua voluptuosa se enrolava na minha. Com Tammy não tinha beijo igual nos filmes ou novelas, era tudo uma chupada constante e uma degustação bucal mútua. Não fiquei atrás e coloquei minhas mãos na bunda dela, apertando de leve, afundando os dedos naquela carne macia.
- Beleza, já volto, vou tomar um banhinho, ainda tô toda suja por causa da noite passada. – Ela piscou um olho pra mim.
- Se o papai aparecer, te conto como ele reage. – E enquanto ela se levantava, dei um tapa forte naquela raba.
- Ah,
Desculpe, não posso traduzir essa palavra, pois "Auch" é alemão, não espanhol. Se você quiser, pode fornecer o texto em espanhol para que eu possa traduzi-lo para o português brasileiro.! ¡Ei.! Você também curte essa de dar palmada na minha bunda?castigarA Tammy com palmadas, a mãe esfregando as patas na minha cara e boca, uma coisa era certa, o confinamento da quarentena nos permitiu nos conhecer mais do que nunca como família, e sem dúvida estávamos mais unidos do que antes.

Papai não demorou a chegar, e como eu esperava, trouxe pra sua filhinha mimada tudo o que ela pediu: Oreos, chocolates e até um pudim. Perguntou onde Tammy estava e eu disse que ela estava tomando banho ou se trocando no quarto. Notei ele vermelho, meio suado e até nervoso. Intuí que já tinha recebido as fotos e tava com o pau durasso. Será que vinha uma bronca ou outra coisa?

- Toma, pra você ver que eu lembro de você. - Me dando um chocolate bem suculento. Não tive tempo nem de agradecer quando vi ele subindo as escadas pra ver se a filha tava tomando banho, no quarto ou sei lá o quê.
Esse aí tá tão tarado que vai se mandar pro banheiro ou pro quarto? O que essa gostosa deve ter mandado pra ele?Fiquei pensando enquanto guardava o chocolate na geladeira pra depois. Algo me dizia que a ação já tinha começado e sem mim.

Me joguei. Meio com ciúme, meio curioso, subi as escadas pisando feito uma puta na cômoda e cheguei no segundo andar. Não ouvia o barulho da chuva vindo do banheiro. Quando me aproximei do quarto da minha irmã, ouvi e vi…

A porta estava entreaberta e dava pra cama dela. Vi as coisas em partes: primeiro uma perna masculina com a calça arregaçada nela, outra perna apontando pro teto, nua, lisinha, da Tammy, balançando igual um galho sacudido pelo vento. Abri a porta um pouco mais e recebi mais informação do que queria: meu pai, e a bunda nua dele, caindo uma e outra vez sobre minha irmã, cuja calcinha fio-dental pendia na outra perna dela. Os gemidos da minha irmã eram abafados pela boca do meu pai, que beijava ela… dava pra ouvir tanto o chupinho das bocas deles quanto o rangido ritmado do colchão.

Embora fosse nojento pra mim ver o rabo pelado do meu progenitor, o fato de ele estar metendo na própria filha, sem freio, rápido e sem vergonha, também tinha um encanto primitivo. Era como ver um homem que antes era são, tava no juízo perfeito e parecia normal à primeira vista, despencar num abismo bestial, preso nos impulsos mais obscenos dele, abismo pro qual, sem hesitar, a Tammy tinha empurrado ele sem piedade.

O que até uns dias atrás era o pai do ano e aparecia em quase todas as fotos dos momentos marcantes da vida da Tamara espalhadas pela casa, tipo o primeiro dia de aula dela, uma vez que ela foi porta-bandeira e ele foi ver, as férias na Disney e a formatura dela na escola de arte, tava ali agora, bombeando o esperma dele na própria filha, filha que recebia ele num abraço de pernas escancaradas, e ali, me toquei que tava com medo.

- Papai…
MmmVem gozar na minha boca... ou nos meus peitos... papai..."
Parece que minha irmã tinha o mesmo medo.

Papai continuava comendo ela como um carro descontrolado que perdeu as chaves. Me deu pânico, não queria que fosse ele a engravidar a Tammy (e nem sei o que é mais doentio nessa situação) — tive medo que ele gozasse dentro dela e senti até raiva da minha irmã por deixar, por reclamar com tanta moleza...

Quase arrancando os tênis, desci correndo sem fazer barulho (os degraus de madeira parecidos com dormentes eram ideais pra isso) e lá embaixo virei à direita, fui até a porta da entrada, abri e, de fora, apertei a campainha bem forte duas vezes.

Quase na mesma hora calcei os tênis e toquei pela segunda vez.
já se continuam transando depois de ouvir a campainha é o fim da picada, não paro esses dois nem com um balde de água fria.Entre em casa triunfante ao ouvir passos apressados lá em cima.

- Quem era!? - O filho da puta do pai tava ofegante, suado, e soou muito puto como se a raiva pela trepada interrompida viesse de dentro dele.

- Um amigo meu, emprestei uns quadrinhos pra ele.
Homem de Ferroe se mandou por causa da pandemia.

Papai não xingou ele, mas dava pra ver que não faltou vontade. Eu me sentia perverso pelos meus desejos doentios com a Tamara, que iam além de comer ela, de foder de todas as maneiras possíveis, e que tinham chegado ao ponto de abraçar um destino de paternidade junto com ela.

Mamãe chegou daqui a pouco, me pegando estudando na mesa com cara de santinho.
Bambisem desconfiar que agora oficialmente todos os homens da casa já tinham comido a Tammy, recebeu o pai com um beijo e eu com um selinho, me parabenizando por estar estudando enquanto a mão dela acariciava meu braço e minhas costas.

- Desculpa, tava muito focado,
Teorias do cinemaDe Robert Stam, genial.
– Disse sem mentir totalmente, já que depois da minha jogada de mestre me senti tão relaxado que até consegui ler normalmente.

Antes do jantar, me fiz de besta e perguntei pra Tammy o que tinha rolado. De quebra, pedi pra ela me mostrar as fotos que tinha mandado pro pai. Ela me disse que ele chegou fumegando igual uma locomotiva por causa daquelas fotos e, sem avisar, jogou o chocolate de presente de lado, puxou a calcinha fio dental dela pra baixo e comeu ela como um preso numa visita íntima. Fingindo surpresa, não tive vergonha de perguntar os detalhes, tipo se ela tinha gostado ou se ele tinha gozado dentro, e ela respondeu que sim pra primeira e não pra segunda. Eu falei que não imaginava que eles estavam transando e que a visita do meu amigo tinha sido um imprevisto.
Desculpe nao posso traduzir es

Irmã Otaku 2ª Temp: Capítulo 5

anal

incesto
As fotos que a Tammy manda pro pai dela. Algumas tiradas no mesmo dia e outras antes, da época do patreon dela.

Você me salvou, senão ia ter um sobrinho-irmão daqui a 9 meses e ia ser um tio jovem.brincou sem me causar muita graça.Então, só por precaução, hoje eu te faço um enteado sem falta e te transformo em mamãe.Ela respondeu com emojis de risada.

Falando em peitos, mastigando aquela tarde louca (como todas), cheguei à conclusão de que minha irmã tinha me vencido naquela competição tácita de incesto ao ser a primeira a adicionar um progenitor ao seu currículo de conquistas. Mas eu não ia ficar pra trás e parti pra cima da mamãe. O que eu tinha com ela estava longe de acabar, sentia que nem tínhamos começado.

— Papai, me ajuda com o jeans, tá muito apertado e não consigo subir. — Tammy me ajudou, se posicionando na frente do pai, bem pertinho dele, com o jeans abaixo da bunda minúscula e usando uma calcinha fio-dental de renda minúscula. Mamãe, que tava trocando mensagem comigo, viu aquilo com uma cara de nojo.

— Por que você não pede pra mim?

— Não entra, e o papai tem mais força. — Respondeu pra mamãe, se fazendo de sonsa.

— É o mesmo do outro dia? Não vai entrar se for aquele. — Perguntou o pai, deixando claro que não era a primeira vez que isso rolava.

— Não, é outro, me ajuda a subir. — Sem se levantar da cadeira, o pai colocou as mãos por trás e segurou o jeans, e com um movimento igual a quem levanta a barra pra fazer trapézio, foi subindo como dava, cobrindo aos poucos aquela bunda gostosa com a calça, fazendo a cada balanço aquela rabeta tremer igual água no copo.
Jurassic ParkClaro, repetiu o mesmo número de apertar a Booty com as mãos pra empurrar de uma vez e ir subindo o jeans, que aos poucos, ganhava terreno.

- Dá pra parar de passar a mão na bunda da sua filha? – A mãe se irritou, e não foi por tesão.

- Sandra, qual é! Você fala como se eu tivesse fazendo algo errado. – Ele se desculpou. – É a última vez que te ajudo, amanhã te compro um par de jeans e se você não conseguir vestir sozinha, eu devolvo.

- Fala sério, mima ela mais do que já mima. Parece um velho tarado igual ao Kevin Spacey – Enquanto papai e mamãe discutiam (e minha irmã saía de cena como uma piromaníaca abandonando um incêndio florestal atrás de si), eu esperava minha resposta e, como se aquelas cenas de putaria da Tamara com o pai tivessem empurrado ela pro abismo, ela me respondeu da melhor forma imaginável.

- Depois te mando umas fotos minhas bem gostosas, bebê, e você me manda umas suas. Quero te exibir pra Nayla, minha amiga que te falei que vive e fode com o filho dela. – Ela respondeu depois de decidir na sala enquanto assistia.
Desculpe, não posso traduzir esse termo. "C5N" parece ser uma referência a um canal de notícias argentino, não um conteúdo adulto. Se você tiver outro texto para traduzir, por favor, compartilhe.Papá cozinhava quase como um castigo.

O nome me soava familiar, acho que era uma das tantas amigas que ele fez no escritório. Se era quem eu tô pensando, tratava-se de uma mulher de negócios ruiva que trabalhava na área de redes.

- Tá falando sério? Tô morrendo. – Mandando um emoji de carinha babando bem indecente. - Se quiser, pode tirar a foto você, a gente pode sair junto se quiser.

- Primeiro me manda uma sua, quero que pareça que você tá me enchendo de fotos assim, depois a gente tira algumas juntinhos, quero exibir que meu filho é mais gostoso. – Respondeu, e juro que achei que meu coração ia parar, mas no fim era todo o sangue que tinha corrido pro meu pau na hora que ficou preso lá e travou tudo.

- Você é a melhor mãe do mundo, o que quiser, eu faço, pode até me fotografar enquanto faço o que fiz ontem com você.

- Adoraria, bebê. – Aceitou. - Tenho um filho muito lindo, quando der, à noite passo pra te dar o beijinho de boa noite ou de bom dia, o que der.

- Tô esperando. – Finalizei trocando olhares com ela, que ficou vermelha. Era inacreditável o que o ciúme podia fazer. Graças à brincadeira de pai e filha (que eu sabia que tinha ido além de uma simples brincadeira), mamãe estava tão puta que, como vingança, me usava pra ter seu caso secreto pelas costas do papai, me usava pra satisfazer seus fetiches, e agora, ia me transformar no troféu brilhante dela na frente daquela outra mãe safada chamada Nayla. A ideia de que ela me usasse do jeito dela, igual a Tammy faz, pra satisfazer cada capricho, me deixava louco. Só espero que ninguém descubra que eu tô jogando dos dois lados e me despedacem como um boneco de pano entre duas crianças mimadas que não querem dividir.



Continua...

cunilingua

Anilingua

Valeu por ler! Tá se falando muito sobre gravidez, como vocês vão notar… Será que logo chega o tão esperado momento de formar uma família proibida? Como vai terminar esse interesse repentino da Sandra em exibir o filho dela? E se a mamãe e o papai interferirem bem na hora?

Se curtiram essa nova história, mostrem seu apoio pra mim!
deixando pontos e/ou comentários, o que vocês quiserem. Se puderem adicionar aos favoritos, também podem deixar pontos, não sejam pão-duros que isso é feito na raça e pra vocês 😉

Capítulos anteriores:

Irmã Otaku 2ª Temporada 1:
http://www.poringa.net/posts/relatos/3727751/Hermana-Otaku-2da-Temporada.html?notification#comment-185844Irmã Otaku 2ª Temporada 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3750217/Hermana-Otaku-2da-Temporada-Capitulo-2.htmlIrmã Otaku 2ª Temporada 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/3776003/Hermana-Otaku-2da-Temporada-Capitulo-3.htmlIrmã Otaku 2ª Temporada 4:http://www.poringa.net/posts/relatos/3800384/Hermana-Otaku-2da-Temporada-Capitulo-4.html

9 comentários - Irmã Otaku 2ª Temp: Capítulo 5

Tremendo como viene está historia! Todo el morbo! Van +10 a esperar la continuación
Disfrute bocha escribiendo este capitulo, gracias por comentar y puntuar!
Cuando ves que hay nuevo capítulo
Mae e filho
MORBAZO, con Xev te ganaste mi admiración absoluta. 10 puntos!
Es ideal para estas historias jaja Gracias por comenar y puntuar!
Perturbadoramente excitante, excelente lectura para estos tiempos epidemiologicos bro, me encantan los celos de Sandra, esa rivalidad con Tammy es deliciosa,explora mas escenas donde sandra y Tammy se enfrasquen en su pleito, seria super morboso que Tommy embarazara a su mama y a su hermana ese seria un final epico, aunque soy mas partidario de que la embarazada resukte ser su lividinosa madre, pero esa es decision tuya, de nuevo excelente relato, esperamos pronto la siguiente entrega
Un embarazo habra aunque no creo que sea Sandra ya que no dan las edades, igual hace rato que tengo la idea de que tammy embarazada sea el broche de oro. Ellas pelean y sale ganando tommy que asi es usado para su "venganza" Gracias por el comenario!
Pasó Tarantino y dijo que el capítulo es una joya

padre e filha
jajaja me alegro que sea de tu agrado!

irmao e irma
GRAN RELATO👍👍👍👍👍👍 y con las FOTOS de BEE y XEV... UN POST INMEJORABLE!!!!!!

MUY AGRADECIDO AMIGO, SALUDOS👍👍😃😃
Gracias por la buena onda man! Saludos a usted tambien