Minha sogra me domina? 1

Era o ano de 2014, eu tinha 18 anos, e desde moleque sempre me excitava a sacanagem. Naquele ano, tava cursando o segundo ano da minha faculdade.
Este ano foi muito difícil pra mim, porque quando meu único parente próximo morreu, fui expulso de casa sem mais nada além de uma mochila com roupa.

Minha sogra, que era engenheira industrial (gerenciava projetos dentro de uma empresa) e não é à toa que menciono a carreira dela, os anos de experiência liderando várias equipes de trabalho a transformaram numa verdadeira alfa. Tinha um gênio forte e mandão, não tinha papas na língua, mas além disso era uma doçura de pessoa, muito sociável e aberta a conversas desconfortáveis como maconha, política, etc.

Ela me recebeu de braços abertos quando cheguei desamparado, procurando um lar.
- Sogra: que gente sem coração, te expulsar assim, do nada
Disse totalmente preocupada comigo

Eu: falaram que não tavam a fim de sustentar vagabundo e que eu fosse procurar trampo. Além disso, há 5 anos cuidei daquela casa, arrumei, pintei e zeliei. São uns ingratos do caralho.

—Sogra: não esquenta, a gente vai resolver isso, deixa eu falar com uma amiga advogada e a gente dá um jeito.

-Eu: meu problema é que não sei o que vou fazer da minha vida, tô estudando e sem trampo, não consigo pagar um advogado.

Tô caindo aos prantos de tanta raiva.

Sogra: não se preocupa, pode ficar aqui se quiser, né? (Olhando pra minha namorada com um sorriso safado)

Minha namorada concordou e me abraçou pra me animar.

Eu: é que não quero ser um peso pra vocês.

Sogra: você não é, não — você é mais um membro dessa família e a gente te ama.


Ficamos os 3 abraçados.


Os dias passaram, minha forma de agradecer era fazer as tarefas de casa, já que o marido da minha sogra ficava o dia inteiro na frente da TV e se irritava com tudo. Era um velho gordo e aposentado, de muito mau humor, que sempre humilhava minha sogra só porque ele era o "macho da casa".

Nossa relação sempre foi complicada, eu não gostava dele e ele não gostava de mim por causa do jeito que tratava minha sogra injustamente e sempre tentava fazer alguma maldade com ela.
Esconder os cigarros dele, cortar a luz em casa, essas coisas que fodia ele.

Enfim, um dia de primavera, era meio-dia e tava bem quente. Tava voltando da facul morrendo de vontade de mijar, então vim bem apressado. Quando cheguei, minha mina não tava, só a minha sogra. Ela tava no telefone, dei um beijo nela e fui direto pro banheiro. O banheiro é separado por uma porta na sala principal. Cheguei lá, desabotoei a calça e comecei a mijar com toda a força. Vale dizer que eu tenho um jato grosso, então, como tava segurando, fazia um barulho bem alto. Percebi que minha sogra ficou em silêncio por alguns segundos e ouvi ela dizer no telefone:
S: Desculpa, me distraí um segundo, a gente tava em quê?

Isso me ferve a cabeça a mil
Então, quase sem perceber, começou a subir pra mim. Quando terminei, fiquei me apalpando um pouco por causa da situação, até que olho pro lado e, pra minha surpresa, tinha roupa pra lavar em cima do bidê do banheiro. Parecia a roupa de academia da minha sogra.
Uma legging, uma regata fazendo um volume todo, e eu achei que era só isso. Como eu estava enganado. Quando fui fuçar um pouco, vi como estava o top e a calcinha dela. Na hora senti um calor percorrer meu corpo e uma única ideia ficou na minha mente.
Cheirar as roupas usadas dela.
Aproxima esse pedacinho de pano no meu nariz e inspira devagar, fundo. Um cheirão forte de buceta entrou nas minhas narinas e eu comecei a bater uma. Por um momento, esqueci de tudo. Meus problemas, onde eu tava e o que tava fazendo. Me senti um bicho no cio.

Lembrei da sequência que tinha rolado antes e comecei a acelerar o ritmo até gozar, limpei a bagunça e, sempre que eu gozo, dá vontade de mijar, então, depois que a quentura passou, mijei de novo, mas com um cheiro muito forte.
Como sinal de vitória, enxuguei a urina do meu pau com a calcinha dela, deixei no bidê e saí.

Ela me perguntou por que eu demorei, eu só consegui falar que tava quebrado. A gente bateu um papo sobre como foi nosso dia até que...

Sogra: Com licença, vou ao banheiro, já volto.

Nesse exato momento, me veio à mente como ela "escondia" a calcinha dela naquele embrulho e como eu fui descuidado ao limpar e deixar ela ali.

Sogra: cê tá bem? Te vejo pálido.

Eu: sim sim, tô bem, lembrei que tinha um trabalho da facul pra entregar hoje, já volto.

Adivinha só enquanto eu ia pro quarto da minha mina.
Ela deu de ombros e foi pro banheiro.

Não sabia onde me enfiar, aquela sensação de calor de novo e meu pau começa a endurecer.

Se me dá a louca ideia de espiar pelo buraco da fechadura (a porta fica de frente pro vaso, o que me dá um close da minha sogra), nunca imaginei o que vi.


No começo, notei minha sogra confusa, tentando entender por que a calcinha estava daquele jeito. Em seguida, ela estendeu a mão, pegou a calcinha e fez uma careta de nojo ao perceber que estava bem molhada. Depois, ficou examinando a peça, até que a levou devagar até o nariz e cheirou, meio desconfiada. Imediatamente, fez uma cara de repulsa. Eu já estava pensando em começar a arrumar minhas coisas, porque ia ser expulso, mas, para minha surpresa, ela levou a calcinha de novo ao nariz e começou a examinar com mais cuidado. Vi ela morder o lábio, e juraria que notou as manchas de porra. Ficou olhando um tempo para a porta (não tinha como ela me ver), acho que por vergonha, mas, devagar, aproximou a calcinha do nariz de novo, semicerrar os olhos e abriu suavemente as pernas. Percebi uma mão deslizando em direção à buceta dela, não via direito, mas era claro que ela estava se masturbando.


A imagem que eu tinhacercada minha sogra se apagaram completamente, ver aquela mulher no cio e totalmente doida pelo próprio tesão meacendeuA mil, que fetiches será que a minha sogra tem? Será que ela me quer pra ela? Será que vai me expulsar? Como eu poderia comer ela sem minha namorada descobrir? Todas essas coisas passavam como um flash pela minha mente.




Até que minha namorada liga no celular, graças a Deus não tava no bolso, senão isso ia me entregar.
Vou pegar o celular e atender.





Vou chegar até aqui com a parte 1, em uns dias escrevo a parte 2. Qualquer sugestão será bem-vinda, e já aviso que sou um escritor amador.

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