Un amor no convencional

No dejes de pasar por mis mejores fotos!


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UN AMOR NO CONVENCIONAL

Poner el número tres por delante en mi edad fue demasiado fuerte, no solo por el golpe psicológico sino porque me sentí llegar a los treinta y al mirar hacia atrás no había mucho por lo que sentirme orgullosa
Empleada de medio tiempo, con una paga discreta, soltera, ya podía sentir que nunca encontraría el chico de mis sueños y lo peor, que nunca podría cumplir mi deseo de ser madre.
Me sentía deprimida, con esos bajones típicos que nos agarran a las mujeres donde vemos todo negro y no nos gusta nada de lo que somos, y solo, como si fuera un cuaderno escrito, quisiéramos borrar cada palabra y reescribir todo desde el comienzo.
La naturaleza había sido generosa conmigo, pero estaba en una edad donde el paso del tiempo te empieza a cobrar facturas, en medio de una vida sedentaria y mala alimentación empecé a exceder mi peso, y caminé por la cornisa entre un cuerpo bonito y una obesa abandonada en potencia, donde todo lo que comía parecía ir a parar a mi vientre y a mis glúteos

La luz al final del túnel la vería en mi terapia, donde mi doctor me aconsejó reinventarme, me empujó a hacer cosas diferentes y pude entender que mi vida era consecuencia de mis actos, y yo era la única que podía cambiar el curso de la historia.
Me anoté en una escuela de arte, es que me gustaba pintar como hobby, para poder acomodar mi cabeza, también me puse en manos de una nutricionista para acomodar mi cuerpo, decidí hacer ejercicios, para volver a afinar mi cintura y que mi culo volviera a ser lo bonito que siempre había sido.
Así comencé a correr como rutina en cada mañana, en el tiempo que tenía libre antes de entrar a mi empleo, muy normalita, zapatillas, calzas, una remera de ocasión y mis infaltables auriculares para que la música me hiciera compañía.

Encontraría en esos parques que empecé a frecuentar, un mundo de gente que disfrutaba hacer lo mismo que yo hacía, y solo empezó a cambiar mi cabeza, había toda una vida a la que yo siempre le cerraba los ojos y le esquivaba la mirada.
Hugo era uno de los tantos tipos con los que me cruzaba cada mañana, alto, bastante proporcionado, rubión de ojos claros, solía pasar en musculosa, donde podía ver unos hombros y bíceps marcados inundados por pecas.
En esos días era uno más entre tantos, y alguna vez cambiamos una mirada, y luego una sonrisa, y luego algún saludo y más adelante la vida nos encontró corriendo a la par, charlando, conociéndonos.
Él era profesor de educación física en un par de colegios, también era personal trainer de algunas personas adineradas que podían pagas sus servicios personalizados y mostraba alguna enfermiza obsesión por el cuidado del cuerpo. Así terminaríamos haciendo ejercicios en mi propia casa, donde ese sería el pretexto perfecto para hacer el amor por primera vez.

Empezaba a ver que mi vida parecía encarrilarse, me sentía feliz conmigo misma, me veía nuevamente bonita y deseable, en eje, Hugo era un buen hombre, muy atento, muy caballero, muy macho y cogía realmente rico, me estaba enamorando, y tenía por delante una primavera llena de flores.
Dejé la terapia, dejé mi depresión y solo se daría una circunstancia que no sabría muy bien cómo manejar, y esa circunstancia tenía nombre y apellido.
Gino, era el mejor amigo del que ya era mi novio, Hugo, esa amistad de hermandad, inquebrantable, sin secretos, Hugo nos presentó alguna vez y sentí que me comía con la mirada, incomodándome y excitándome al mismo tiempo.
Es que era muy atractivo a mis ojos, él tenía un gimnasio y por cierto su cuerpo estaba muy bien trabajado y lucía algunos tatuajes de carabelas y rosas que le quedaban muy bien, también era rubión, también tenía ojos claros, solo que a diferencia de Hugo el lucía una barba casi al ras de la piel perfectamente demarcada y recortada


Un amor no convencionalIsso ia começar uma situação estranha, cheia de pontas soltas que eu precisava enfrentar. Eu amava o Hugo, mas o Gino era irresistível pra caralho. Não queria trair um, mas não conseguia resistir ao outro. O Hugo vivia zoando sobre o amigo, falando como ele era gostoso, se eu tinha vontade, se eu fantasiava, e uma vez, na hora do sexo, quando ele me chupava, pedia pra eu imaginar que era o Gino que tava me fazendo aquilo, e meus orgasmos saíam perigosamente perfeitos. O Gino fazia a mesma coisa, me seduzia com palavras, com gestos, com olhares, e soltava frases no ar na frente do amigo, sobre como ele era sortudo por me ter e o que ele faria no lugar dele. Jogos perigosos, palavras perigosas, encontros perigosos, situações que me levavam pra um abismo previsível e me confundiam cada dia mais, porque também tava claro pra caralho que eles eram como irmãos de sangue, contavam tudo um pro outro, e a típica história de traição, de infidelidade, que dá pra imaginar nessa parada, não tava nos planos de nenhum dos três.

Chegou meu aniversário de trinta e três anos. Eu e o Hugo estávamos fechando uma fase de namoro e planejando morar juntos. Fizemos uma festa enorme, meus pais, meus irmãos, cunhadas, sobrinhos, a família do meu namorado, meus futuros sogros, e também vários amigos, entre os quais não podia faltar o Gino. Eu tinha nascido às onze da noite, e uma tradição maluca era esperar até aquela hora pra abrir os presentes, numa situação festiva, rodeada por todo mundo, abrindo um por um, sendo o centro das atenções. Assim, abri uma camiseta linda dos meus pais, uma legging do meu irmão, uma garrafa de vinho do meu sogro, e assim um por um, entre risadas, expectativa e aplausos.

Chegou a vez da caixinha do Gino, embrulhada em papel brilhante com um laço rosa. Abri depressa, e me deparei com um conjunto de renda preta com brilhos e rendados, com uma calcinha fio dental, e longe de me fazer rir, senti um fogo vermelho invadir minha bochechas, envolta em uma vergonha mortal na frente de todo mundo, senti as risadas sumirem de repente e o momento ficou muito constrangedor.
Hugo, percebendo a situação, pegou o amigo pelo ombro e, como quem reorganiza as peças no tabuleiro, disse brincando:

— Tá, tá! O presente é pra minha mulher gostosa, mas claramente meu amigo só pensa em mim.

Todo mundo seguiu em frente, e aquilo ficou só como uma historinha besta.
Quando a festa acabou e o pessoal foi saindo de casa, na vez dele, Gino me deu um beijo quente na bochecha, apertou a mão do Hugo e, num tom de sussurro pra só nós ouvirmos, falou:

— Amigão, quando você estiver na cama com ela, vai curtir pra caralho o meu presente, mas sinto te dizer que ela vai pensar em mim, porque sou o mais gato dos dois!

Eu respondi com uma risada nervosa, sentindo um choque no corpo inteiro, pensando numa situação que era bem possível. Hugo me olhou de canto, eu era um livro aberto pra ele e ele sacou na hora por onde minhas emoções estavam rolando.
E foi assim que aconteceu, sozinhos na intimidade, no escuro da noite, enquanto meu namorado me comia, ele pedia pra eu não parar de pensar no Gino, e por mais que eu tentasse disfarçar, a verdade é que eu tava fazendo isso mesmo.analApenas dois meses depois, Gino teria uma viagem de trabalho pela frente e deixaria as chaves do apartamento dele com Hugo, pra ele dar uma passada de vez em quando pra ver se tava tudo certo.
Naquela tarde, a gente foi dar uma olhada. Eu conhecia aquele apê de encontros com os amigos, mas dessa vez ia ser só eu e meu namorado.
Abrimos a porta da frente e tudo tava impecável. Gino era um cara muito organizado e estruturado, cada coisa no seu lugar e um lugar pra cada coisa. Fomos pra cozinha, pra sala de jantar, pro banheiro. A porta de um dos quartos tava misteriosamente trancada. Fomos pro outro, onde nosso amigo dormia toda noite. Senti a vibe dele e fiquei excitada imaginando, passei a mão no edredom da cama e notei que o Hugo tava na mesma sintonia que eu.

— Seu amigo te excita, né? Dá pra perceber demais… Se a gente não fosse tão amigo, você já tinha dado pra ele…

Não neguei. Pelo contrário, tava tão molhada de desejo que nem conseguia explicar. Porque o Hugo era o melhor da minha vida, mas só de imaginar eu pelada com o Gino me deixava louca.

Abri a gaveta da cueca dele, sem me importar que ele tava me olhando. Era um jogo de provocação mútua. As cuecas tavam perfeitamente dobradas. Peguei uma, passei no meu rosto, aspirando o perfume dele fundo, olhando desafiadora pro Hugo, que já tinha uma ereção marcada entre as pernas.
Era o clima. Porque nós dois queríamos fazer aquilo, imaginando algo que nunca ia rolar.

Aí meu namorado tirou do bolso a calcinha que o Gino tinha me dado de presente. Foi uma surpresa, não vi aquilo chegando. Certeza que ele tinha preparado antes. Ele estendeu pra mim e falou:

— Que o jogo da imaginação seja completo…

Pedi privacidade pra criar o clima. Me despi, coloquei o sutiã translúcido que marcava meus mamilos duros e a tanga cujo fio se enterrava na minha buceta e no meu esfíncter, a ponto de doer. Também calcei meus sapatos de salto alto de novo. Sabia que isso deixava meu namorado louco. Chico me dava tesão e umas gotas de perfume que sempre carrego comigo.
Quando Hugo gozou em cima de mim, senti a paixão nos braços dele, e a presença no ar do cheiro do Gino. Eu estava de lingerie entre as pernas, dada por um homem pra outro homem aproveitar, e esses homens, por acaso, eram os melhores amigos.
Era muito intenso, muito cheio de pecado. Eu ia transar com um pensando no outro, eu sabia disso, e o que mais me excitava era que o Hugo também sabia.

A gente se beijou apaixonado, como nunca, com muito desejo. Aí ele foi até o armário do amigo, abriu uma porta, depois outra, e encontrou umas gravatas penduradas. Pegou uma de seda preta, veio até onde eu estava e, enquanto dava o nó atrás da minha cabeça, vendando meus olhos, disse:

— Com os olhos fechados, você vai conseguir imaginar melhor que é meu amigo quem tá te comendo...

Ele me pegou pela mão e a gente voltou pra sala principal. Num dos sofás, a gente se beijou, se tocou, se desejou. Foi mágico. Eu não via nada, morria de prazer, precisava ser penetrada por um imaginando que era outro. Tinha gosto de loucura, gosto de pecado, gosto de proibido.

Hugo me virou de costas pro sofá, levantou minhas pernas, mal afastou a calcinha fio-dental e meteu tudo, arrancando um gemido de prazer de mim. Mas eu ainda não imaginava o que estava prestes a acontecer.

Hugo continuava me comendo. Pedi entre sussurros que me beijasse, e senti os lábios dele colados nos meus. Mas eu conhecia ele, e aquele beijo não era o beijo dele. Aquela língua enfiada na minha boca não era a língua dele. Será que eu tava louca? Será que a imaginação era tão forte assim? Ou será que tava acontecendo o que eu imaginei que tava acontecendo? O arranhão gostoso da barba por fazer do Gino na volta dos meus lábios foi inconfundível. Só achei que tava imaginando demais.

Eu ia confirmar rapidinho, quando recebi outra rola na minha boca. Era uma loucura. Será que o Gino nunca tinha viajado? Será que ele tava escondido no outro quarto, que a gente não conseguiu acessar? Será que tudo foi planejado? Coincidência demais. perfeito demais pra ser real.
Não precisei ver nada, sabia que a pica que eu tinha na minha buceta era do Hugo, e a que eu tinha na minha boca era do Gino, achei que ia enlouquecer, chupava com gosto, me perdia de tesão, amava o que tava rolando, tão gostoso, prazer de um lado, prazer do outro
Recebi os lábios do Gino de novo na minha boca, não sabia o que esperar, de onde viriam

De repente me viraram e me colocaram de quatro, um de trás chupava minha buceta e meu cu, muito gostoso, na minha boca adivinhei que agora tinha a pica do meu amor, e me contorcia em orgasmos sem fim, dedos estranhos se enfiaram na minha buceta e no meu cu, Gino me segurou pelos quadris e com um pouco de esforço meteu no meu cu, direto, simples, perfeito...
Me senti morrer de prazer, a gravata já incomodava minha visão e tirei, queria ver os dois, o que eu amava, o que eu desejava, um sonho proibido eterno se tornando real.

Tinha fantasias pra realizar, muitas, assumi o controle do jogo, me levantei, ainda de salto, menos e sutiã, bem puta, tesuda, peguei uma pica com cada mão, e levei os dois pro quarto, pra cama, mandei eles deitarem de barriga pra cima entrelaçando as pernas, queria as picas deles juntas, e eles se ajeitaram até as bolas se encostarem umas nas outras, fui pro paraíso, com dois paus eretos um contra o outro, lindos, lambi um enquanto masturbava o outro, alternava, tentei enfiar os dois na boca ao mesmo tempo, mas não dava, era demais, muito gostoso, os dois homens pra mim,

Chegava a hora de realizar uma ideia louca, uma perna de cada lado, dessa vez de frente pro Gino, me acomodei, devagar, enfiando a pica dele na minha buceta, deixando a do Hugo entrar ao mesmo tempo por trás, no meu cu guloso.
Foi tocar o céu com as mãos, uma dor de prazer perfeita e medida, dentro, fora, dentro fora, me senti muito puta, a puta deles que ficavam imóveis sem acreditar no meu apetite sexual, sentia eles entrando pelos dois lados, me enchendo de prazer, tendo o controle como nunca tive antes.
Senti eles vindo, os dois, não iam parar, e quase ao mesmo tempo seus paus duros encheram de sumo os dois buracos.
Me deixei cair de lado, suada, excitada, proibida, com a calcinha fio dental fedendo, impregnada numa mistura de fluidos, entre os meus e os dos caras que tinham acabado de me comer.

Mas não ia acabar ali, eles iam continuar por um bom tempo ainda, enchendo de prazer cada buraco que eu pudesse oferecer, deixando porra quente dentro deles, e no meu corpo, na minha barriga, nas minhas costas, nos meus peitos, nas minhas pernas, de um jeito único e irrepetível, que não dá pra descrever por escrito.

Já era tarde, fui tomar um banho primeiro, onde um monte de perguntas me atacaram, depois fui preparar o jantar pra três e sentamos como se nada tivesse acontecido, mas tinha acontecido.
Conversamos muito, ideias, planos, desejos, a gente sentiu que ter nos revirado os três na cama tinha sido só o fim de uma história que vinha sendo escrita há tempos.

O problema, pra chamar de algum jeito, era que aquele trio ia se repetir, uma vez e outra, até que foi demais, eu tava louca, tinha me apaixonado pelos dois homens igual, não conseguia ficar com só um, não queria perder nenhum, será que era possível?
Se eu transava sozinha com meu homem, sentia na cabeça que tava traindo o Gino, e as ereções do Hugo não eram as mesmas de quando estávamos os três juntos, e pra ser sincera, duas picas eram muito melhores que uma, a gente podia fazer loucuras impossíveis de fazer a dois, e eu tinha a melhor parte do jogo, as duplas penetrações viraram uma droga pro meu ser.

A proposta veio de mim, um casamento a três, por que não? podia dar certo, devia dar certo, e o verdadeiro problema ficou lá fora, família, amigos, ambiente, atividades, viver num mundo onde as leis são escritas e ninguém deve tentar viver diferente. Diferente.
Portas adentro, na intimidade do nosso lar, o paraíso, compramos uma cama enorme pra dormir os três confortavelmente, e obviamente o lugar do meio da cama era meu.

Situações loucas, meio dormindo, poder abraçar um, enquanto o outro me comia, às vezes nem lembrava quem eu tinha beijado e quem tinha me enchido de porra.

A gente se permitia tudo, sem segredos, sem traições, porque eu não transava com um ou com outro pelas costas do terceiro, não, não tinha segredo e eu me apaixonei pelo sexo a três, onde as duplas penetrações se tornaram tão necessárias pra mim quanto respirar.

Além disso, rolavam situações absurdas e engraçadas que nos deixavam muito excitados, a gente ia dançar os três juntos, beijava um, beijava o outro, a mesma coisa num jantar num restaurante, ou num passeio no shopping, onde os dois me seguravam pela cintura, num dia de praia, onde os dois passavam bronzeador nas minhas nádegas, era inevitável chamar atenção de quem tava por perto, porque todo mundo ficava olhando como se não entendesse, e a gente sabia brincar com graça desse jogo.

Tudo era diferente, brincar de empregada sonsa que é enganada por dois homens, que me amarrassem, me vendassem e me estuprassem de prazer, enchendo minha pele de porra quente, brincar de corno e de infiel, quando um só sentava pra ver como eu fazia com o outro, jogos impossíveis de fazer entre dois, sem que egos com terceiros saíssem machucados.
Também brincávamos de puta, onde eu cobrava uma tarifa especial pra fazer com os dois, enfim, é só questão de imaginar e soltar um pouco a imaginação.

E não era só isso, ser transgressor num trio malvisto pela sociedade nos levou a ser transgressores em todo sentido, vivendo uma sexualidade louca, a gente adorava fazer rápido, escondido, em lugares proibidos, com a adrenalina de ser descoberto, às vezes era complicado demais, perigoso demais, então um dos dois ficava de vigia enquanto o outro me comia, e depois trocavam os papéis. rola, em outras ocasiões, eu adorava chupar a pica de um e de outro, escondidos em algum banheiro público, e encher o estômago com os sucos quentes dos meus amores. E quando dava, minha perdição, porque era o que mais me excitava e ainda me excita, uma rápida dupla penetração, tendo os dois dentro de mim, sentindo eles colados no meu corpo, um na frente, outro atrás, beijando um, sentindo a respiração do outro, e como sempre levando comigo o melhor dos dois, o esperma quente.

Assumo que nem tudo são flores, às vezes tem alguns espinhos...

Apesar de ser gostoso, às vezes sinto que é demais, os homens nunca se cansam e sempre querem mais. Às vezes só tô cansada, ou irritada, ou sem vontade, mas nesses momentos de fraqueza penso que sou a mulher mais sortuda do mundo, na falta de um tenho dois, e sou a rainha do casal.
E muitas vezes não é fácil entrar num acordo, se já não é fácil a dois, imagina a três: lugares pra viajar, datas, saídas, no que gastar nossas economias. Às vezes até é engraçado, parecemos mais uma sociedade do que um casal a três, onde muitas vezes decidimos os pepinos com uma votação democrática, regras que a gente tinha estabelecido uma vez.

Chegando aos quarenta, aconteceria algo impensável, ou algo que preferimos não pensar, mas que fortaleceria como nunca nosso amor a três: minha gravidez...
Tava claro que eu era a mãe, mas só um espermatozoide tinha fecundado meu óvulo, e esse espermatozoide era do Hugo ou do Gino. Biologicamente, um seria pai, o outro não.
Raramente a gente se cuidava nos nossos encontros, e como eu disse, uma gravidez tinha sido um assunto que preferimos evitar.

Resolvemos o problema como adultos, conversando sentados à mesa. Nada tinha atrapalhado nosso relacionamento e um bebê a caminho não seria exceção. Eu seria mãe, eles seriam pais, não importava qual dos dois tinha me fertilizado, todos seríamos felizes.

Hoje estou no oitavo mês. Mês de gravidez, sentada atrás de uma janela, acaricio minha barrigona enorme, iluminada pelos raios de sol que entram pelos vidros. Tenho tantas dúvidas, tantos medos. Como vamos lidar com o futuro da menina que está por nascer? Como vamos explicar que ela tem uma mãe e dois pais? Como vai ser a vida dela numa família que dizem não ser normal? Festas na escola, outros pais, amiguinhos... Se até parte das nossas famílias não aceitou nossas escolhas e provavelmente nunca vai aceitar.

Não importa. Enquanto eu tiver o apoio dos dois homens que amo, sei que nada pode dar errado...

Se você gostou dessa história, pode me escrever com o título UM LOVE NÃO CONVENCIONAL para dulces.placeres@live.com

5 comentários - Un amor no convencional

Como amo tus historias. Morbo, sexo, el puertas adentro puertas afuera, y el amor, el tan necesario y encasillado amor. Gracias por compartir.
Que envidia, quiero que mi novia tenga u u un novio mas, +10 fav