Fala, galera! Tô avançando pra convencer minha esposa, parece que ela já tá topando ser compartida.
Voltando à rotina de trabalho, só faltava a comemoração da rosca de reis no trampo da minha esposa Carmen. Eles combinaram de fazer num restaurante bar com pista de dança. No escritório dela, sexta-feira todo mundo sai às 3 da tarde. Ela me avisou de novo pelo telefone pra eu encontrá-la no local. Eu saio às 6 da tarde, então quando cheguei no lugar onde eles tavam festejando, já tavam todos alegres, com vários copos na conta.
De novo, encontrei ela dançando com o colega Jaime, e igual da outra vez, bem animados. Ele já tava passando a mão na cintura dela, quase pegando na bunda, e colado nela, roçando a pica. Dava pra ver que ela tava adorando. Quando ela me viu, veio na mesa me receber, me deu um beijo e perguntou se podia continuar dançando com o colega. Falei que sim, sem problema. Conforme o tempo passou, a gente foi se alternando pra dançar, entre o colega e eu. Às 10 da noite, todo mundo foi embora por causa do álcool que tinham tomado.
Carmen me pediu pra gente ficar num hotel pra não arriscar ser parado pela polícia ou sofrer um acidente. Topei e fomos num hotel perto que tinha um tubo de pole dance, porque quis aproveitar que ela tava toda excitada com a dança e as roçadas que eu e o colega demos nela enquanto dançávamos. No caminho, fui passando a mão nas pernas dela, subindo pelas coxas até chegar na buceta, e vi que ela tava adorando, de olhos fechados. Ela pegou minha mão e apertou pra eu sentir como ela tava molhada.
Entramos no hotel e, como era sexta-feira, tivemos que esperar no lobby até liberarem o quarto. Sentamos na sala, onde já estavam dois casais que chegaram antes da gente, também esperando. Mais um casal chegou depois de nós. Ficamos nos olhando, com aquele tesão de dar uma olhada discreta nas mulheres dos outros casais, e quase certeza imaginando como iam comer elas. Um deles ficou encarando a Carmen um pouco mais, porque sem querer ela abriu as pernas e deixou ver a calcinha transparente, mostrando os lábios da buceta e os pelos em volta. Aquilo me deixou ainda mais excitado. A Carmen viu a bolsa que a mulher do cara que tava encarando ela carregava — um casal também maduro, igual a gente — e puxou conversa com a mulher, perguntando onde tinha comprado. Ela foi educada e indicou a loja. Se deram bem e continuaram conversando por uns 45 minutos, até liberarem nossos quartos. Por coincidência, um de frente pro outro. Caminhamos juntos até os quartos e, antes de entrar, trocaram números de telefone e piscaram os olhos, tipo "aproveita".
Entramos no quarto e sentamos num love seat pra dar uma amassada antes de partir pra ação. Ainda sob efeito do álcool, aproveitei enquanto tirava a roupa dela pra sussurrar no ouvido que adorei ver ela se divertir dançando coladinha no Jaime. Ela respondeu: "O que você gostou?" Falei que foi o jeito que ela quase pegou na bunda dele e a esfregada que ele dava com o pau duro. Ela me olhou nos olhos e perguntou: "Você gostaria que eu desse pra ele?" Respondi que sim. "Não vai me cobrar depois? Ou não vai ficar com ciúmes?"
Olhei nos olhos dela também e falei que, pelo contrário, me excita muito pensar como ele come ela, ver ela aproveitando com dois paus, um na boca e outro metendo na buceta dela. Ela parou de me abraçar e disse: "Tá bom, talvez eu me anime, mas nas minhas condições. Perguntei: "Quais?". "Na primeira vez, me deixa ir sozinha te dar um chifre, porque preciso ganhar confiança, e depois a gente faz o ménage", eu disse que aceitava, desde que ela me contasse tudo desde o começo, a paquera dela pra animar o cara, deixando que ele mesmo sugerisse ir pro hotel, e em detalhes como ele come ela.
Do outro lado do quarto, dava pra ouvir os gemidos e gritos do outro casal que tava no lobby, deixando a situação ainda mais excitante.
Voltando pra gente, ela falou: "Tá bom, não prometo nada porque ainda tô na dúvida". Respondi: "Ok, então fica assim. E pra você ter uma prévia, que tal a gente pedir um vibrador pra recepção e você imaginar que nós dois tão te comendo?" Ela concordou com a cabeça.
Peguei o catálogo que tem nos quartos e liguei pra recepção pra pedir o vibrador de 30 cm, as pilhas e um lubrificante. Quinze minutos depois, bateram na porta pra entregar o brinquedo. Quando abri, o rapaz deu uma olhada na Carmen, que tava seminua. Como eu não tinha troco, demorei um pouco pra pagar, então ele conseguiu ver ela direitinho. Também me excitou pensar na vontade do cara de comer ela.
Preparei o brinquedo e voltamos às carícias. Passei minhas mãos pelas coxas dela até chegar na buceta dela, que já tava bem melada com os sucos dela. Ela me beijava e se contorcia de tão tesuda que tava. Agarrou minha pica, que também tava bem dura. Sussurrei no ouvido dela pra fechar os olhos e imaginar que era o Jaime quem tava tocando ela e quem ia comer ela. Isso excitou ela ainda mais, e ela dizia: "Sim, Jaime, me pega, sou sua putinha, quero chupar sua pica e que você me coma, quero sentir você enfiando a pica na minha buceta." Ela tava irreconhecível.
Tirei a calcinha dela pra abrir as pernas e dar um boquete gostoso. Consegui sentir os sucos dela, que, de tão excitada, eram abundantes. Ela segurou minha cabeça com força e apertava, dizendo: "Mete sua língua, Jaime, e me faz gozar na sua boca." De repente, ela se tensionou e, gritando, falou: "Não para, continua chupando", até que... Ela relaxou.
Me pediu pra levantar, dizendo “agora vou te pagar o favor”, abaixou minha calça e minha cueca pra deixar meu pau livre, pegou ele com uma mão me masturbando enquanto com a outra acariciava minhas bolas, abriu a boca pra enfiar a cabeça e me dar com a língua um bom massagem na glande pra depois descer e meter quase tudo, eu tava no céu, ficou assim por uns minutos e pouco depois me pediu pra irmos pra cama fazer um 69 gostoso, dizendo “Jaime, quero que você me chupa e ao mesmo tempo sentir seu pau na minha boca”, a gente se ajeitou e se deu prazer oral por um tempo, depois ela me pediu pra enfiar o vibrador pra imaginar o Jaime metendo na buceta dela e eu chupando ele, ela teve outra série de orgasmos muito intensos.
De novo, senti ela mais excitada que o normal por estar imaginando o Jaime comendo ela, me pediu pra deitar pra ela montar em mim, que é a posição favorita dela pra gozar fácil, subiu em cima de mim e guiou o pau até a buceta dela pra se enfiar nele, rebolando a bunda de um jeito delicioso, me pediu pra pegar nos peitos dela e apertar, fechou os olhos e dizia “que pau gostoso você tem, Jaime, me faz de sua puta pro meu marido ver como você mete em mim”, eu não aguentei mais e gozei junto com ela.
A gente se jogou um do lado do outro, ficou em silêncio por um tempo e depois conversou, ela disse que foi muito excitante a experiência, mas que não tá totalmente convencida, pra deixar ela pensar e não pressionar, eu falei pra ela tomar o tempo dela.
A gente dormiu até as 10 da manhã, tomou um banho e saiu do hotel, no caminho pra casa eu agradeci e ela disse que foi mútuo, dessa vez não se desculpou pelo comportamento nem ficou envergonhada, não quis insistir em falar do assunto pra não estragar o progresso, acho que tô mais perto de realizar minha fantasia.
Voltando à rotina de trabalho, só faltava a comemoração da rosca de reis no trampo da minha esposa Carmen. Eles combinaram de fazer num restaurante bar com pista de dança. No escritório dela, sexta-feira todo mundo sai às 3 da tarde. Ela me avisou de novo pelo telefone pra eu encontrá-la no local. Eu saio às 6 da tarde, então quando cheguei no lugar onde eles tavam festejando, já tavam todos alegres, com vários copos na conta.
De novo, encontrei ela dançando com o colega Jaime, e igual da outra vez, bem animados. Ele já tava passando a mão na cintura dela, quase pegando na bunda, e colado nela, roçando a pica. Dava pra ver que ela tava adorando. Quando ela me viu, veio na mesa me receber, me deu um beijo e perguntou se podia continuar dançando com o colega. Falei que sim, sem problema. Conforme o tempo passou, a gente foi se alternando pra dançar, entre o colega e eu. Às 10 da noite, todo mundo foi embora por causa do álcool que tinham tomado.
Carmen me pediu pra gente ficar num hotel pra não arriscar ser parado pela polícia ou sofrer um acidente. Topei e fomos num hotel perto que tinha um tubo de pole dance, porque quis aproveitar que ela tava toda excitada com a dança e as roçadas que eu e o colega demos nela enquanto dançávamos. No caminho, fui passando a mão nas pernas dela, subindo pelas coxas até chegar na buceta, e vi que ela tava adorando, de olhos fechados. Ela pegou minha mão e apertou pra eu sentir como ela tava molhada.
Entramos no hotel e, como era sexta-feira, tivemos que esperar no lobby até liberarem o quarto. Sentamos na sala, onde já estavam dois casais que chegaram antes da gente, também esperando. Mais um casal chegou depois de nós. Ficamos nos olhando, com aquele tesão de dar uma olhada discreta nas mulheres dos outros casais, e quase certeza imaginando como iam comer elas. Um deles ficou encarando a Carmen um pouco mais, porque sem querer ela abriu as pernas e deixou ver a calcinha transparente, mostrando os lábios da buceta e os pelos em volta. Aquilo me deixou ainda mais excitado. A Carmen viu a bolsa que a mulher do cara que tava encarando ela carregava — um casal também maduro, igual a gente — e puxou conversa com a mulher, perguntando onde tinha comprado. Ela foi educada e indicou a loja. Se deram bem e continuaram conversando por uns 45 minutos, até liberarem nossos quartos. Por coincidência, um de frente pro outro. Caminhamos juntos até os quartos e, antes de entrar, trocaram números de telefone e piscaram os olhos, tipo "aproveita".Entramos no quarto e sentamos num love seat pra dar uma amassada antes de partir pra ação. Ainda sob efeito do álcool, aproveitei enquanto tirava a roupa dela pra sussurrar no ouvido que adorei ver ela se divertir dançando coladinha no Jaime. Ela respondeu: "O que você gostou?" Falei que foi o jeito que ela quase pegou na bunda dele e a esfregada que ele dava com o pau duro. Ela me olhou nos olhos e perguntou: "Você gostaria que eu desse pra ele?" Respondi que sim. "Não vai me cobrar depois? Ou não vai ficar com ciúmes?"
Olhei nos olhos dela também e falei que, pelo contrário, me excita muito pensar como ele come ela, ver ela aproveitando com dois paus, um na boca e outro metendo na buceta dela. Ela parou de me abraçar e disse: "Tá bom, talvez eu me anime, mas nas minhas condições. Perguntei: "Quais?". "Na primeira vez, me deixa ir sozinha te dar um chifre, porque preciso ganhar confiança, e depois a gente faz o ménage", eu disse que aceitava, desde que ela me contasse tudo desde o começo, a paquera dela pra animar o cara, deixando que ele mesmo sugerisse ir pro hotel, e em detalhes como ele come ela.
Do outro lado do quarto, dava pra ouvir os gemidos e gritos do outro casal que tava no lobby, deixando a situação ainda mais excitante.
Voltando pra gente, ela falou: "Tá bom, não prometo nada porque ainda tô na dúvida". Respondi: "Ok, então fica assim. E pra você ter uma prévia, que tal a gente pedir um vibrador pra recepção e você imaginar que nós dois tão te comendo?" Ela concordou com a cabeça.
Peguei o catálogo que tem nos quartos e liguei pra recepção pra pedir o vibrador de 30 cm, as pilhas e um lubrificante. Quinze minutos depois, bateram na porta pra entregar o brinquedo. Quando abri, o rapaz deu uma olhada na Carmen, que tava seminua. Como eu não tinha troco, demorei um pouco pra pagar, então ele conseguiu ver ela direitinho. Também me excitou pensar na vontade do cara de comer ela.
Preparei o brinquedo e voltamos às carícias. Passei minhas mãos pelas coxas dela até chegar na buceta dela, que já tava bem melada com os sucos dela. Ela me beijava e se contorcia de tão tesuda que tava. Agarrou minha pica, que também tava bem dura. Sussurrei no ouvido dela pra fechar os olhos e imaginar que era o Jaime quem tava tocando ela e quem ia comer ela. Isso excitou ela ainda mais, e ela dizia: "Sim, Jaime, me pega, sou sua putinha, quero chupar sua pica e que você me coma, quero sentir você enfiando a pica na minha buceta." Ela tava irreconhecível.
Tirei a calcinha dela pra abrir as pernas e dar um boquete gostoso. Consegui sentir os sucos dela, que, de tão excitada, eram abundantes. Ela segurou minha cabeça com força e apertava, dizendo: "Mete sua língua, Jaime, e me faz gozar na sua boca." De repente, ela se tensionou e, gritando, falou: "Não para, continua chupando", até que... Ela relaxou.
Me pediu pra levantar, dizendo “agora vou te pagar o favor”, abaixou minha calça e minha cueca pra deixar meu pau livre, pegou ele com uma mão me masturbando enquanto com a outra acariciava minhas bolas, abriu a boca pra enfiar a cabeça e me dar com a língua um bom massagem na glande pra depois descer e meter quase tudo, eu tava no céu, ficou assim por uns minutos e pouco depois me pediu pra irmos pra cama fazer um 69 gostoso, dizendo “Jaime, quero que você me chupa e ao mesmo tempo sentir seu pau na minha boca”, a gente se ajeitou e se deu prazer oral por um tempo, depois ela me pediu pra enfiar o vibrador pra imaginar o Jaime metendo na buceta dela e eu chupando ele, ela teve outra série de orgasmos muito intensos.
De novo, senti ela mais excitada que o normal por estar imaginando o Jaime comendo ela, me pediu pra deitar pra ela montar em mim, que é a posição favorita dela pra gozar fácil, subiu em cima de mim e guiou o pau até a buceta dela pra se enfiar nele, rebolando a bunda de um jeito delicioso, me pediu pra pegar nos peitos dela e apertar, fechou os olhos e dizia “que pau gostoso você tem, Jaime, me faz de sua puta pro meu marido ver como você mete em mim”, eu não aguentei mais e gozei junto com ela.
A gente se jogou um do lado do outro, ficou em silêncio por um tempo e depois conversou, ela disse que foi muito excitante a experiência, mas que não tá totalmente convencida, pra deixar ela pensar e não pressionar, eu falei pra ela tomar o tempo dela.
A gente dormiu até as 10 da manhã, tomou um banho e saiu do hotel, no caminho pra casa eu agradeci e ela disse que foi mútuo, dessa vez não se desculpou pelo comportamento nem ficou envergonhada, não quis insistir em falar do assunto pra não estragar o progresso, acho que tô mais perto de realizar minha fantasia.
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