Seus amigos são leais se eu sou sua mina?🤔

Ontem fez dois anos que comecei a namorar o Esteban, e no fim de semana chegaria meu aniversário de vinte e um anos. Isso me deixava especialmente de bom humor, embora geralmente eu já seja bem animada.


Ao me olhar no espelho, de lingerie, me senti bem comigo mesma. Pensei que, com tudo que andei comendo ultimamente, ia engordar; porque sempre tive essa tendência. Mas minha cintura tava mais ou menos igual aos últimos meses. Não chego a ser gordinha, mas sou meio corpulenta e caderuda.


Seus amigos são leais se eu sou sua mina?🤔




Meu corpo ficou muito mais estilizado depois de uns meses de academia. Isso me enche de felicidade. Minhas curvas sutis passaram a ser curvas bem marcadas. Agora estão mais definidas, e meus glúteos mais firmes, com uma forma arredondada quase perfeita. Sim, sou bunda grande e me incomoda ter a bunda caída; mas pelo menos posso dizer que não preciso me preocupar com isso por um tempo. Minha bunda tá fabulosa.



vadia


Tenho uma buceta gostosa e tenho orgulho disso. Nunca me importei muito com minha aparência física, até que comecei a academia e descobri o corpo que posso ter. No fim das contas, tudo é questão de tonificar certos músculos.


Vou dar um presente e tanto pra minha professora da academia. Graças a ela, vou comemorar meus vinte e um anos me sentindo uma gostosa.
peitosO Esteban sempre elogiou meu corpo, ele me faz sentir a mulher mais gostosa do mundo; mas desde que tô com ele, me sinto meio encanada. Ele é um cara alto, um ano mais velho que eu e malha pra caralho; tem um corpo seco e durinho. Teve vezes que cheguei a pensar que não era bonita o suficiente pra ficar com ele; mesmo o Esteban nunca tendo me feito sentir menos. Mas agora me sinto maravilhosa, acho que sou a namorada perfeita pra ele.BucetaAgora mesmo tô passando por uma fase meio superficial, mas na real o que mais me atrai no Esteban é o jeito dele: simpático, divertido, gente boa. Acho que ele é o namorado perfeito pra mim.

Adoro ir na casa dele e dormir por lá. Como ele tem o próprio apartamento, a gente pode fazer o que quiser sem ninguém encher o saco. Mas não dá pra fazer isso sempre. Não quero ser uma namorada tão invasiva e gosto de dar o espaço dele. Tem dias que o Esteban se reúne com alguns amigos e geralmente ele não me deixa ir, mesmo eu já conhecendo vários deles. Fiz uma cena de ciúmes leve, mas depois de um tempo falei que ele tinha o direito de se encontrar com os amigos... assim como eu tenho o direito de sair com as minhas amigas. Isso deixou as coisas equilibradas pros dois.

Meu aniversário ia ser no sábado, e eu já tinha planos de sair pra dançar com minhas amigas. Como era sexta, queria passar a noite toda com o Esteban. Me vesti de um jeito casual, mas gostosa. Coloquei uma calça jeans azul clara, que já tava quase branca de tanto usar; mas era bem justa e ajudava a destacar muito minha nova silhueta. Combinei com uma regata simples estampada, levemente decotada. Ah, e claro, coloquei um salto plataforma pra levantar a bunda... essa calça merecia.pauSaí rumo ao apartamento do meu namorado.

Quando ele abriu a porta, levei um baita susto. E não, não foi porque ele tinha organizado uma festa de aniversário pra mim, nem nada do tipo. Avisei com antecedência que ia passar a sexta-feira à noite com ele, pra comemorar meu aniversário; mas lá estavam todos os amigos dele.

— Oi, meu amor — cumprimentei, enlaçando ele com meus braços. Dei um beijo carinhoso na boca dele.

Tava puta da vida com ele por ter convidado os amigos, mas sou uma expert em segurar a raiva. Não queria fazer um escândalo na frente de todo mundo, mas o Esteban e eu íamos ter uma conversa muito séria.

— Que surpresa — ele disse, com um sorriso sem graça.

Como assim "que surpresa"? Se eu avisei que vinha! Queria enforcar ele, mas em vez disso sorri, enquanto uma veia na minha testa pulsava, ameaçando explodir a qualquer momento.

— Sim, amor — falei, com uma simpatia bem ensaiada —. Queria te dar uma surpresinha. Você sabe do que tô falando — usei meu melhor tom sensual, e passei um dedo no peito dele. Notei o olhar dos amigos dele sobre a gente.

— Hum... é bom saber disso — ele ficou vermelho.

— Não sabia que seus amigos iam estar aqui.

— É... eu também não sabia. Eles também resolveram me fazer uma visita surpresa.

— Mas tenho certeza que minha surpresa é melhor — me requebrei de leve, feito uma gata no cio.

— Sem dúvida — garantiu meu namorado, sabendo que se respondesse outra coisa seria brutalmente assassinado por uma gata no cio —. Vem, entra. Os caras você já conhece... bom, alguns deles. Ele é o Mauro — apontou pro mais baixo dos três. Tinha cabelo preto e uma barba por fazer, que dificultou um pouco eu reconhecer ele; mas sim, já tinha visto ele antes. Cumprimentei ele com um beijo na bochecha, enquanto Esteban fechava a porta —. Aquele ali é o César. — Ele se referia a um cara meio rechonchudo, sem ser gordinho, com cabelo castanho, igual ao do meu namorado. Também me aproximei pra dar um beijo na bochecha dele. O terceiro eu não conhecia, era um loiro. Alto igual que o Esteban e com olhos azuis, me pareceu um cara muito gostoso—. Esse é o que você não conhece, se chama Juan Carlos.

—E aí, Juan Carlos? Prazer.

—Oi, prazer te conhecer…

—Lorena. Mas pode me chamar de Lore, ou Loli.

—Perfeito. Geralmente me chamam de Juan.

Não consegui evitar de passar o olho no corpo inteiro dele, até parei uns segundos no volume da calça. Fiz sem disfarçar, porque queria que o Esteban ficasse com ciúmes. Isso era parte do meu plano de vingança por ele ter convidado os amigos dele na noite do meu aniversário.

—Vem aqui um pouquinho, Esteban. Quero falar uma coisa com você.

Peguei meu namorado pelo braço e praticamente arrastei ele. Quando andei, fiz questão de rebolar bem a bunda. Tomara que ele também tenha notado como os amigos dele estavam olhando pra minha raba. Principalmente o loiro gostoso.

—Você não lembra que eu falei que ia vir? —Perguntei, quando ficamos sozinhos no quarto.

—Lembro, lembro… mas… é que eles apareceram sem avisar. Falei que você ia vir, mas eles disseram que não ligavam.

—E você não falou que hoje a gente ia ter uma noite especial?

Ele me olhou confuso.

—Especial por quê?

O filho da puta tinha esquecido do meu aniversário! E não só isso, também não lembrava que a gente tava completando dois anos de namoro. Tinha passado um dia disso, mas não tivemos nenhuma comemoração. Eu tava guardando tudo pra hoje. Não esperava que ele me levasse pra jantar num lugar chique, ou que fizesse uma festa surpresa. Me bastava passar a noite juntos, vendo uns filmes… e transando pra caralho.

Queria estrangular ele ali mesmo, ou casar com ele só pra poder pedir o divórcio. Mas aí me veio uma ideia muito melhor. Eu tinha declarado guerra e ele nem sabia.

—Não, por nada —falei—. É que tô meio tarada… sabe? —me fiz de sensual—. Tava com vontade de transar muito; mas a gente deixa pra mais tarde, se é que seus amigos vão embora. Agora, vamos Tomar uma cerveja com eles.
— Se quiser, posso mandar eles irem embora.
— Não, não… não precisa. Eu posso esperar.

Meu plano de batalha exigia a presença dos amigos dele. Eu usaria o motivo da discórdia a meu favor.

Caminhei direto até a cozinha, que na verdade é parte do mesmo ambiente da sala de estar e jantar, só dividida por uma bancada americana. Peguei uma cerveja bem gelada da geladeira e alguns copos. Me aproximei dos amigos do meu namorado e coloquei a garrafa numa mesinha de centro, destampando ela e começando a encher os copos.

Me posicionei num ponto estratégico. A mesinha, por ser tão baixa, me obrigava a me abaixar muito, e fiz isso do jeito que uma dama nunca deveria fazer: com a bunda toda empinada. Senti a tensão do tecido do jeans surrado contra minhas nádegas, e especialmente na minha buceta.usa a palavra buceta

César e Mauro estavam sentados no sofá, eles tinham a melhor visão, já que minha bunda tinha ficado praticamente na cara deles. Me mexi um pouquinho, apontando ela praJuan Carlos, que estava numa poltrona individual, à minha direita. Queria que ele também pudesse me olhar à vontade.

Era impossível que o Esteban não percebesse como os amigos dele me olhavam; mas se ele notou, não falou nada. Quem falou foi o César, e na hora percebi que ele era o mais ousado dos três. Anotei esse detalhe.

— Essa calça fica muito gostosa em você — ele disse.

— Muito obrigada — respondi com naturalidade —. Essa calça é velha, mas fazia meses que não usava, porque quando engordei um pouco, ela não entrava mais.

— Claro, é que ela fica tão justa que se você engordar vinte gramas já não consegue usar. Mas é exatamente isso que a faz tão chamativa.

— Tô super feliz de poder usar ela de novo, tive que me matar uns meses na academia pra ter essa bunda; mas valeu totalmente a pena — dei uns tapinhas na minha bunda, empinando bem a rabeta.cuck— Não sei como você era antes — Juan Carlos se animou a dizer —, porque te conheci hoje. Mas tenho que admitir que você tem uma bunda linda. Tô com inveja do Esteban, queria eu ter uma namorada com essa bunda.

Meu namorado riu meio sem graça. Será que o comentário do amigo tinha incomodado ele? Se sim, então fiquei felizona. Que ele se irrite.

Em outro contexto, eu teria me ofendido de um cara que acabei de conhecer elogiar minha bunda daquele jeito, na frente do meu namorado. Talvez se o Esteban não estivesse, eu não ligaria tanto, mas na frente dele eu tinha que cumprir o papel de "boa namorada". Devia falar algo tipo "Essa buceta é só do meu namorado". Mas eu tinha declarado guerra, então falei:

— Fico muito feliz que vocês gostem da minha bunda. Podem olhar à vontade, que não me ofendo. Pelo contrário, vindo de vocês, levo como elogio. Vou ficar toda contente se ficarem olhando. E se ainda me elogiarem, melhor ainda. Me esforcei pra caralho pra ter essa raba, fico feliz quando alguém sabe apreciar.

Essa última foi uma alfinetada no meu namorado, que tava há várias semanas sem elogiar minha bunda, apesar de todo o esforço que eu tava fazendo na academia.

Me inclinei pra frente, mais do que o necessário, toda minha raba ficou a centímetros do rosto do Juan Carlos. Entreguei um copo pro Mauro, outro pro César. Girei, dessa vez apontando minha retaguarda pra eles dois, e dei o copo pro Juan Carlos. Peguei um pra mim, e foi aí que o Esteban falou:

— Não trouxe um copo pra mim?

— Ai, não, amor. Desculpa… esqueci.

— Tudo bem, sem problemas.

— Senta aí — apontei pra segunda poltrona individual, que tava de frente pra do Juan Carlos —. Já vou pegar um copo pra você.

Não fiz por ser prestativa, mas porque queria uma desculpa pra ficar de pé. Meu instinto feminino me avisou que os olhos dos amigos do meu namorado estavam cravados na minha bunda. Quando peguei o copo e voltei, confirmei que era verdade. Até o Juan Carlos tinha virado o pescoço pra caramba, porque A cozinha estava atrás dela.
— Você vai quebrar o pescoço — falei entre risadas.
— É que essa raba é um imã pros olhos.Seus amigos são leais se eu sou sua mina?🤔— desta vez foi o Mauro que se animou a falar, notei que ele tinha tomado o copo inteiro de cerveja, talvez isso tenha dado coragem pra ele.
— Que idiota! — exclamei, entre risadas; as palavras dele me fizeram sentir muito bem. Nem senti pena do meu namorado. — Vou pegar outra cerveja, porque essa já era.

Peguei outra garrafa da geladeira e voltei pra mesinha. Tomei um gole do meu copo, tava bem gelada, do jeito que eu gosto. Dessa vez demorei um pouco pra abrir a cerveja, fiquei de costas pros amigos do meu namorado o tempo todo.

— Você tem uma namorada muito gostosa — elogiou o César pro meu namorado.
— É verdade, sempre falo como ela é linda.

“Nem sempre — pensei. — Mas hoje eu me contento com seus amigos me elogiando.”

— Além de ser gostosa, ela me “atende” muito bem — completou meu namorado, com uma risadinha safada.

O Esteban aproveitou um segundo em que eu virei e minha bunda ficou apontada pra ele, passou os dedos pela minha entreperna apertando firme. Mesmo de jeans, senti nos lábios da minha buceta. Ele fez rápido, então não sei se alguém percebeu. Levei essa ação do meu namorado como uma forma de “marcar território”. Definitivamente, não somos só nós mulheres que fazemos isso. Talvez ele tenha se sentido ameaçado pelos olhares safados dos amigos e quis lembrar a todos que minha buceta pertencia a ele.

— Você vai fazer ela ficar vermelha — disse o Mauro.
— Ah, se eu me ofendesse com um apalpão, não podia ser namorada desse tarado — falei sorrindo e apontando pro meu namorado com o polegar.
— Dá pra ver que ele te conhece bem — comentou o Juan.

Percebi que tomei a cerveja rápido demais e ela já tava fazendo efeito em mim. Além disso, por mais que eu esteja um pouco puta com meu namorado, tenho que admitir que a mão safada dele me excitou pra caralho; mais do que o normal. Talvez porque os amigos dele foram testemunhas. Isso me deixou um pouco mais sem vergonha. Virei de novo, apontando minha bunda grande Mostrei a bunda pros amigos do meu namorado e falei:

— Me esforcei tanto pra ter essa raba que qualquer elogio já alegra meu dia. Até fico feliz em saber que tão olhando pro meu rabo. Na academia, nunca falta um espertinho que passa a mão um pouco na minha bunda. Juro que não sou do tipo que se ofende com essas coisas.

Eu sabia que, basicamente, tava convidando esses caras a olharem pra minha bunda sem vergonha, me encherem de elogios e até passarem a mão. O primeiro a se animar pra falar algo foi o César.

— Lorena, essa calça fica muito bem em você — ele disse.

Agradeci. O comentário dele foi bem suave e educado. Já o Mauro foi bem mais ousado.

— Algo me diz que essa bunda não foi feita sentada — e deu um gole longo na cerveja.

Meu estômago revirou de tanto prazer. Se eu queria me vingar do meu namorado por ter esquecido meu aniversário, esse era o tipo de comentário que eu precisava. E, além disso, tenho que admitir que fiquei um pouco excitada com ele ter dito isso… especialmente pela resposta que eu já tinha na cabeça. Em outra ocasião, eu não teria coragem de falar; mas dessa vez, não liguei.

— Depende — falei. — Sentada em quê? — todo mundo soltou uma gargalhada, menos meu namorado. — Posso garantir que tem um tipo de "agachamento" que ajuda muito a formar uma raba boa. E ultimamente, sentei em vários.

Mais uma vez, aquela onda de prazer nasceu na boca do meu estômago e percorreu meu corpo inteiro. Esse último comentário foi sem vergonha e veio meio do rancor; mas também falei por puro tesão. A parada das mãos bobas na academia era totalmente real, inclusive já tinha comentado com o Esteban uma vez. Ele teria interferido se eu não tivesse proibido. Falei que eu mesma ia resolver aquilo. A verdade é que me faz muito bem entrar na academia com uma calça bem justa e sentir todos os olhos grudados na minha bunda. E se algum se aproxima pra passar a mão um pouco, talvez eu até ajude, fazendo de conta que não vi. Começou como um Brinquedo inocente e aos poucos foi se transformando em outra coisa. Alguns dos meus colegas de academia começaram a notar que eu deixava apalpar minha bunda sem oferecer muita resistência… e os amassos aumentaram. Especialmente em áreas que dão um pouco mais de privacidade, como algum vestiário ou banheiro.

César, que pelo visto tinha uma fixação por roupa justa, completou o comentário anterior:

—É foda que você se anima a usar essa calça. Marca muito. A maioria das minas não teria coragem de usar.

—Valeu… mas tem seu preço —falei—. Aperta demais e me comprime um pouco na cintura. Às vezes nem sei por que continuo usando.

—Se aperta muito, desabotoa —disse meu namorado. Não deu tempo de responder. Ele se levantou atrás de mim e soltou o botão da minha calça, e ainda se deu ao luxo de abaixar um pouco o zíper, deixando à mostra a marca que a calça tinha deixado na minha pele. Como se não bastasse, todo mundo ficou sabendo que eu tava usando uma tanga rosa.

Fiquei com a impressão de que o Esteban tava me declarando guerra. Talvez ele tenha se irritado com meus comentários e agora queria me fazer passar vergonha na frente dos amigos. Mas ele tá muito enganado se acha que vou ceder tão fácil.

—Tenho que admitir que agora me sinto muito melhor —falei, com um sorriso.

Passei a mão nas marcas horizontais que tinham ficado na minha pele, por causa da calça. Já estavam sumindo; minha intenção era chamar a atenção de todo mundo pro pedacinho de tanga que aparecia.

Na academia, me permiti brincar um pouco com isso, tirando a calça na porta do vestiário e deixando algum curioso olhar minha bunda. Amo usar essas tangas esportivas em “V”. São super confortáveis e deixam pouco pra imaginação. Ideais pra mostrar um pouquinho da raba na academia.

Mas agora eu tava usando uma tanga mais erótica, porque queria me divertir com meu namorado. Tinha pequenos Detalhes em renda e era semi transparente. Minha buceta depilada se adivinhava por baixo do tecido da tanga.

Sentei sem vestir a calça de novo, inevitavelmente todo mundo olhou como minha barriga tinha ficado marcada pela pressão do jeans.

—Ficou bem vermelho, não dói? —perguntou Mauro.

—Dói um pouco. Acho que não vou conseguir usar essa calça de novo.

—Se você fizer isso, te garanto que vai deixar vários caras tristes —disse Juan Carlos—, inclusive eu.

—Sinto muito, mas é um sacrifício grande demais —respondi, me jogando mais no sofá. Levei minha bunda quase na borda e minhas costas contra o encosto, abrindo um pouco as pernas.

Tirei os tênis pra ficar mais confortável e acariciei a área perto da buceta, onde estavam as marcas deixadas pela calça.

—É verdade, marcou muito —disse César, que se atreveu a passar a mão pelas marcas na minha pele. Definitivamente era o mais ousado, até meu namorado ficou olhando pra ele pasmo; embora não tenha dito nada.

Mauro e Juan Carlos trouxeram mais cervejas e continuamos bebendo, conversando sobre coisas engraçadas que ajudavam a quebrar o gelo. Ríamos muito e até Esteban parecia estar curtindo, apesar de seus amigos me olharem muito.

De repente César voltou a levar a conversa pra um terreno mais picante.

—Loli, você tem alguma amiga gostosa pra me apresentar? —me perguntou, enquanto se atrevia a acariciar minha barriga, bem perto do começo da tanga.

—Tenho uma amiga chamada Débora, conheci na academia. Ela é muito gostosa, tem uma raba melhor que a minha… e faz maravilhas com a língua —pisquei pra ele—. Por isso guardo ela só pra mim —todo mundo começou a rir, menos meu namorado.

—Essa já seria demais —disse Esteban, com falsa resignação—. Além de corno, que seja por causa de uma mulher.

Sei que exagerei ao falar isso; mas a cerveja já estava fazendo efeito em mim, e os amigos do meu namorado me incentivavam a me comportar daquele jeito. O que o Esteban talvez não imagine é que minhas palavras tinham muito mais de verdade do que de brincadeira.

Quando a história dos apalpões na academia virou praticamente rotina, quem não perdeu a chance de pegar na minha bunda foi a Débora… e ela foi a menos discreta. Teve vezes que ela acariciou minha buceta por cima da legging, na frente de todo mundo na academia.

— E você, como sabe que ela é tão boa de língua? — Perguntou o Mauro. Notei que o cara ficou vermelho, talvez não estivesse acostumado a falar desses assuntos na frente de tanta gente.

— Mmmm… ouvi uns boatos.

Isso era verdade. Uns colegas da academia me contaram que a Débora era uma excelente chupadora e que, quando ofereciam algo de bom tamanho, nunca recusava mamar. Mas não foram só boatos. Pude confirmar o talento dela na prática. Um dia a gente tava tomando banho no vestiário da academia, as duas juntas, completamente peladas. As pegadas da Débora foram ficando cada vez mais quentes. Quando percebi que a coisa era séria e tinha deixado de ser só uma brincadeira, já tinha dois dedos dela bem enfiados na minha buceta, e a língua dela explorando até o fundo da minha garganta. Tudo enquanto a água morna do chuveiro caía no nosso corpo.vadia



peitosLevantei pra pegar outra cerveja, e meu namorado me agarrou uma bunda.
—Pelo menos sei que sou o dono dessa raba.
—Perdão? —perguntei, continuei andando pra me afastar dele. Não queria dar o gostinho de ele curtir minha bunda—. Aqui a única dona da buceta sou eu; e posso escolher quem toca nela. —Peguei uma cerveja da geladeira e voltei pra servir nos copos que estavam na mesinha de centro. Me inclinei e minhas bundonas ficaram bem perto da cara do César. Como sabia que ele tava me olhando, resolvi ir mais longe nessa brincadeira—. Ia ter alguma reclamação da sua parte se eu deixar o César pegar na minha bunda?

Dei uns tapas numa das minhas nádegas, convidando o amigo do meu namorado a tocar. Ele não se fez de rogado, esticou a mão, em forma de garra, e agarrou uma bunda com força, subiu com os dedos por toda a fenda da minha raba. Isso já foi passar dos limites; mas não queria mostrar fraqueza, então não falei nada e continuei servindo as cervejas.Buceta— A gente também pode dar uma apalpada? — perguntou Juan Carlos, se referindo a ele e ao Mauro.

— Claro, por que não? — falei, olhando pro Esteban desafiador; ele só sorria.

Se ele tava sofrendo com minha atitude descarada, não tava demonstrando… e foi exatamente isso que me deixou puta.

“Então você se faz de superior, que não se importa que outros caras apalpem a bunda da sua mina — pensei. — Beleza, vamos ver se você reage um pouco quando a coisa ficar mais pesada.”

Mauro se levantou e, em sincronia, os dois agarraram minha bunda, um em cada nádega, eu mantinha ela firme e levantada.

— Pra você aprender que não é dono de nada — falei pro meu namorado, provocando.

— Até que sou dono de algo, isso aqui quem comprou fui eu. — Ele se referia ao sutiã que eu tava usando. — Então devolve, vou dar pra outra que saiba valorizar melhor.

Sem me dar tempo de reagir, ele levantou a parte de trás da minha camiseta e soltou o sutiã com maior facilidade. Arrancou ele de uma vez e meus peitos balançaram um pouco. Sabia que ele tava fazendo isso de vingança pelo meu comportamento. Quando arrumei minha camiseta, percebi que meus bicos tavam bem aparecendo. Esteban deixou o sutiã do lado dele e me olhou esperando.pau—Dá pra quem quiser —falei, mantendo minha atitude desafiadora—. Vamos ver ondeeVocê encontra outra que tenha essas assim" — falei, segurando meus peitos com as duas mãos. Não são gigantes, mas têm um tamanho bom. Tenho orgulho dos meus peitos, embora mais da minha bunda.

— Você tem uma marca aí — disse Mauro, que tinha se levantado na minha frente e conseguia ver dentro do meu decote.

— Sim, esse sem noção me fez essa — apontei pro meu namorado.

Baixei um pouco a gola da minha camiseta e mostrei boa parte do meu peito esquerdo, quase chegando no mamilo. Dava pra ver uma marca arroxeada, era um chupão que o Esteban tinha me feito uns dias atrás.usa a palavra buceta— Você tem uns peitões muito gostosos — disse César. Mas eu ignorei o comentário dele e continuei falando sobre as marcas na minha pele.cuck—Além disso, como se já não bastasse — me virei, abaixei um pouco minha calça, mostrando mais da metade da minha bunda junto com a fio dental que se enfiava no meu rego.Seus amigos são leais se eu sou sua mina?🤔—. Ele também me deixou toda marcada e arranhada ali —era verdade, eu tinha marcas na bunda que o Esteban fez num momento de tesão—. Às vezes a gente fica um pouquinho… selvagem —falei, com malícia—. Mas o idiota me mordeu uma nádega.

—Eu entendo —disse Mauro—. Essa buceta pede pra ser mordida —ele passou a mão em toda a minha bunda de novo.

—Pode ser, e não me incomoda um pouco de sexo pesado; sou bem passional. Mas não gosto que me mordam. Não me faria mal nenhum se me tratasse com um pouco de suavidade, de vez em quando.

—Como? Assim? —perguntou Esteban, ao mesmo tempo que enfiava a mão dentro da minha calça.

Parece que meu namorado estava revidando, e a intenção era me humilhar na frente dos amigos. A mão dele foi até minha virilha, começou a esfregar minha buceta por cima da calcinha sem nenhum pudor, massageava meu clitóris em círculo e acariciava meus lábios.

—Não, para, idiota! Vai molhar tudo —implorei, e com certeza sentia minha buceta ficando molhada. Ele começou a puxar meu jeans pra baixo, Mauro e Juan ajudaram—. Não, espera, o que vocês estão fazendo?

—Não era que você não tinha vergonha de mostrar a bunda? —perguntou meu namorado, jogando na minha cara minhas próprias palavras, enquanto terminavam de tirar minha calça. Até os tênis tiraram. Fiquei só de fio dental e camiseta, que marcava exageradamente meus bicos duros.vadiaPercebi que se eu mostrasse sinais de vergonha, meu namorado estaria ganhando pontos nessa guerra declarada. Por isso, apesar do desconforto que sentia por estar praticamente nua na frente dos amigos dele, mantive a calma e falei num tom casual.

— Dá pra acreditar que hoje me depilei, senão dava pra ver todos os pelinhos — falei, me referindo à minha calcinha semitransparente.

A tanga deixava ver quase perfeitamente a área onde deveriam estar os pelinhos; mas cobria melhor embaixo, onde ficava minha buceta. Ali só marcava um pouco a silhueta dos meus lábios. César aproveitou pra passar a mão na minha bunda de novo, mas dessa vez deslizou os dedos entre os lábios da minha buceta.

— Dá pra trazer mais uma cerveja? — perguntou Esteban. Ele não conseguia ver como o amigo dele estava me tocando.

Eu aceitei. Enquanto ia pra cozinha, eles aproveitaram pra olhar minha bunda. Nem precisei me virar pra confirmar; era óbvio.

Quando voltei, vi Juan Carlos sentado no meu lugar. Os três amigos do meu namorado ocupavam o mesmo sofá.

— Roubou meu lugar — reclamei, deixando a cerveja na mesa. Quando me abaixei, devo ter dado uma visão bem detalhada da minha buceta pelada.peitos



Ficou meu lugar" —ele disse, apontando pro sofá vazio.

—Não, deixa, vou sentar aqui, com meu amigo César, que parece ser gente boa —falando isso, sentei no colo do cara. Ele arregalou os olhos e olhou pro Esteban, que só deu um sorriso cúmplice, aí ele se acalmou.

—Isso foi um erro —garantiu Juan Carlos—. O César é o mais tarado dos quatro.

Sabia que era verdade, porque o César era o que mais passava dos limites com comentários e apalpadas; mas minha intenção era provocar meu namorado. Depois de alguns segundos sentada no César, comecei a sentir um volume contra minha raba.

—Não é que eu seja tarado —se defendeu o acusado—. O negócio é que essa buceta dá vontade de tocar… e esses peitinhos, quem não morre de vontade de apertar? —ele levou as mãos até meus peitos e beliscou meus bicos, ao mesmo tempo, por cima da camiseta. Esse ato atrevido me fez vibrar de tesão.

Depois dessa apalpada, me deitei de través no sofá. Fiquei com as costas apoiadas nas pernas do Mauro e do Juan Carlos. Minha raba ficou em cima do volume do César, que não parava de crescer.

Eles continuaram conversando sobre mim, elogiando minhas pernas, meus peitos, minha bunda… e até minha buceta. O Esteban contou uma versão resumida de como a gente se conheceu. Foi numa balada e na primeira noite eu chupei a pica dele. Desde então ele soube que queria sair comigo todo fim de semana. Enquanto isso, o César, aproveitando a proximidade que tinha da minha entreperna, levou a mão até minha xota. Começou a dar uns massagens suaves por cima da calcinha fio dental, focando especialmente na área do meu clitóris. Não falei nada. Fechei os olhos e curti. Tudo girava, mas era uma delícia. Dava pra sentir minha buceta quente e melada.

Levantei pra colocar música, todo mundo se levantou pra pegar mais cerveja ou algum tira-gosto. Me aproximei do computador do Esteban e comecei a procurar uma playlist boa no Spotify. Como eu tava de pé, meio inclinada pra frente, Mauro e Juan Carlos aproveitaram. Chegaram perto de mim feito lobos em cima de uma presa e meteram a mão na minha raba. Como eu não falei nada, eles passaram os dedos pela minha buceta toda, enquanto sugeriam umas músicas.

Quando cheguei perto do Esteban, ele me abraçou e me virou de costas pra ele, também se deu o trabalho de esfregar a minha buceta.

— Que quentinho isso tá — ele falou, se referindo à minha xereca.

— É culpa dos seus amigos, que se aproveitam e ficam passando a mão em mim — me defendi.

— Pelo visto não te incomoda muito — ele completou, enfiando a mão dentro da minha calcinha fio dental e tocando na minha buceta. Depois começou a puxar minha calcinha pra baixo.

— Ei, você devia me defender, não ficar do lado deles! — reclamei enquanto minha buceta rosada ficava à vista de todo mundo ali.

— Eu só quero que eles vejam como você fica molhada.

Se isso era um truque pra me inibir, não tava funcionando. Me deu um tesão danado ver os amigos dele me olhando pelada. Esteban enfiou dois dedos na minha buceta e mexeu um pouco, quando tirou, eles estavam cheios de uma meleca viscosa e transparente.BucetaMe afastei dele e fui pegar outro copo de cerveja. Tava bem gelada e refrescou minha garganta. Juan Carlos se aproximou por trás e, sem pedir licença, começou a me acariciar a buceta. Ele não enfiou os dedos, mas deu pra sentir a umidade dos meus lábios. Quando ele se afastou, depois de alguns segundos, Mauro, que passava por trás de mim meio sem querer, também aproveitou pra me apalpar a raba. Ele sim teve a ousadia de enfiar um dos dedos na minha buceta, o mais fundo que conseguiu. Cravou tão fundo que me fez ficar na ponta dos pés.

Já não me sentia mais desconfortável, pelo contrário, a cerveja tinha subido um pouco à cabeça e tudo parecia lindo pra caralho. Passei os braços em volta do pescoço do Esteban e dei um beijo carinhoso, enquanto o César também fazia sua exploração vaginal, brincando com meus lábios. Desci uma das mãos e, mexendo rápido pra trás sem olhar, agarrei o volume do César por cima da calça. Apertei e notei que ele tava completamente duro. Depois me afastei dele e fui até a geladeira pegar mais cerveja.

Continua...

3 comentários - Seus amigos são leais se eu sou sua mina?🤔

Sin comentarios? Está súper genial el relato
Madre mia,todavía no reaccionó,quiero una novia Así!!!