Durante aquele dia a gente conversou muito pouco, obviamente ficamos bem chocadas com a masturbação compartilhada. Fomos juntas pra piscina do hotel e não cruzamos com o Cristian o dia inteiro até chegar a noite e voltarmos pro bar onde encontramos ele na noite anterior.
Assim que o Cristian chegou, falei pra Antonella que se ela quisesse eu ia embora, e ela recusou. Aí o Cristian se aproximou e ficamos nós três conversando por um bom tempo enquanto bebíamos. Antonella tava tomando Daiquiri, eu um gin tônica e o Cristian um uísque importado. Continuamos conversando bastante e o Cristian, depois de uns movimentos, ficou posicionado no meio de nós duas. Ele perguntou um monte de coisas, algumas bem íntimas, mas sem se desrespeitar em nenhum momento. A Antonella deu vontade de ir ao banheiro e nos deixou sozinhos, eu e o Cristian. Ele aproveitou pra sussurrar umas coisas no meu ouvido:
- É inacreditável como você é gostosa
- Mmmm obrigada, eu respondia
- E o corpaço que você tem, quando ele falou isso passou a mão na minha lateral das costas e me segurou pela cintura
- Bom, obrigada, mas me parece que nessas férias você já tem dona e ainda por cima é minha filha, soltei como tentando cortar
- Ninguém é propriedade de ninguém, e ainda menos aqui no Caribe mexicano, não acha? falou Cristian no meu ouvido
- Mmmm, não sei, não acho certo o que você tá fazendo, Cristian, falei tentando pará-lo
- É que é muito difícil ter você tão perto e não se tentar a te dar um beijo, disse Cristian me segurando pela cintura e me beijando atrás da orelha
- Mmmm, não faz isso comigo, por favor, falei baixinho no ouvido dele enquanto passava a mão no peito dele
- Me diz que você não tá com vontade… Cristian sabia como atacar
- Claro que tô com vontade, falei sem me encolher. Mas… ele sabia que depois disso vinha um mas.
- Mas o quê? Ele falou sorrindo e se aproximando.
- Você tá com a minha filha, falei tentando cortar
- Agora Não, agora só estamos eu e você e estou morrendo de vontade de beijar essa boca linda que você tem. Ele falou isso no meu ouvido, com um tom que me fazia ficar toda molhada só de ouvir.
— Acho que não é apropriado — eu dizia, com um tom que sabia que não era nada convincente.
— Só um... — ele disse com a boca a dois centímetros dos meus lábios.
— Só um — eu respondi.
Nossos lábios se encontraram e senti um arrepio percorrer meu corpo. Instintivamente, amoleci os lábios e os apoiei contra os dele. Nós dois abrimos a boca e nossas línguas se encontraram. Ele abria a boca e eu também. A gente se beijava como dois adolescentes no cio, diria Sabina. Não sei quanto tempo passou, mas me afastei e falei:
— Vou ver onde a Antonella está — e saí correndo em direção aos banheiros.
— Espera... — ele disse, mas deixou eu ir.
Minha cabeça estava a mil, não sabia o que fazer. Estava quase chegando nos banheiros quando sinto uma mão pegar meu braço e me puxar, dizendo:
— Mami, vou te deixar com o Cristian, vou dar um rolé por aí — era a Antonella, que tinha me visto.
— Mas por quê? — perguntei, sem entender o que estava rolando.
— Porque é sua hora de se divertir — ela disse, meio corada e com um sorriso nos lábios.
— É que... — não sabia o que dizer.
— Não precisa me falar nada, mami — a Anto parecia compreensiva.
— Mas eu... seu pai... não sei... — os pensamentos se amontoavam enquanto minha filha me olhava com compreensão.
— Mami, é o mínimo que posso fazer pra te agradecer por me trazer aqui. Vai — ela me soltou, como se fosse minha mãe.
— É que... não sei, você tem certeza? — eu dizia, parecendo a adolescente e ela a adulta agora.
— Mami, se joga, relaxa e para de se sentir culpada. Não vou contar nada pra ninguém: o que rola em Playa del Carmen fica em Playa del Carmen.
— Tá bom, tá bom... obrigada — falei, abraçando ela.
— Amanhã de manhã você me conta tudo — ela sussurrou no meu ouvido. - Mmmmm, obrigada, obrigada, quase caiu uma lágrima de emoção
Virei e fui em direção ao bar onde o Cristian estava. No caminho, pensava que não podia ser mais grata à vida: tinha uma filha que era um sol e me cedia o macho dela pra eu comer. Não ia contar nada pro pai dela, meu marido por mais de 20 anos.
Cheguei no bar e o Cristian me recebeu com um sorriso
- Já voltou, que alegria, ele falou assim que cheguei
- Sim, já voltei, falei e cumprimentei ele com um beijo curto na boca
- Oh, ele disse, surpreso
- A Antonella falou que tá cansada e vai dormir, menti
- Um pouco eu sinto pena dela, mas adoro curtir sua companhia e ter a chance de te beijar de novo
- Claro que vai ter chance de me beijar, falei, sem nenhum pudor
- Que bom saber, ele disse, me pegando pela mão, passando por trás da minha cintura e me beijando
- Mmmmm, dessa vez eu sabia que o beijo podia durar mais e me relaxei pra aproveitar
Às 10 da manhã do dia seguinte, tava entrando no meu quarto. A Antonella sentou na cama e, me olhando, falou:
- Como foi, mãe?
- Mais ou menos… hahaha, falei com cara de sarcasmo
- Pela cara que você tá, dá pra ver que se divertiu pra caralho, ela disse
- Sim, sim, acho que tanto quanto você, hahaha, falei
- Bom, vejo que se divertiu muito, acredito em você, hahaha, ela falava e a gente ria como duas amigas
- Sim, pra caralho, falei com uma cara de tesão do caralho
- Vai me contar tudo? Agora era ela que tava com cara de excitada
- Não posso ser menos, você merece, acho, falei olhando nos olhos dela
- Fala, me conta tudo, ela dizia
- Tudo, tudo? Com todos os detalhes? Eu provocava
- TUDO, com todos os detalhes e usando a linguagem mais suja explícito o mais explícito possível, me disse minha filha já totalmente descontrolada a essa altura
- Mmmm, já estou começando a ficar com tesão só de lembrar, confessei
Bom, voltei pro balcão onde o Cristian estava me esperando e me aproximei e cumprimentei ele com um selinho, falei que você estava cansada.
- Por que você mentiu pra ele?, ela me disse
- Sei lá, não tive coragem de contar naquele momento que você tinha nos visto e me deu sua aprovação pra eu ficar com ele, confessei
- Uai, que vergonhosa você foi, ela disse com cara de safada
- Não pense que é bem assim, espera só eu te contar, falei pra tentar voltar pro relato do que rolou com o Cristian
- Fala, me conta
Depois disso a gente se beijou de novo e dessa vez sem medo de ninguém ver, ele me abraçou e naquele abraço já senti o pau dele começando a endurecer.
- Mmmm, mamãe, já tô ficando com tesão, ele me disse
- E eu também, falei
- Vamos tirar a roupa, vai, minha filha me chamou
- Tá bom, falei enquanto tirava toda a minha roupa
- Assim a gente fica mais à vontade, disse a Anto que já estava completamente pelada
- Sim, sim, falei enquanto me deitava totalmente nua na cama, do lado da minha filha
- Me conta, mamãe, vai… Antonella parecia ansiosa
- Bom, continuo eu…
Tava no ponto que ele me beijou, me apoiou e eu senti o pau duro dele. Eu pressionava meu corpo contra o pau dele pra sentir enquanto enfiava ainda mais a língua na boca dele. Ele correspondia e me apertava cada vez mais forte contra o corpo dele. Num momento, ele me olha, me pega pela mão e diz: vamos. A gente foi pro quarto dele. Nessa parte que vou te contar, vou ser bem detalhista, então se prepara pra ouvir sua mãe como nunca ouviu
- Mmmm, sim, mamãe, me conta tudo, dizia a Anto que já tava esfregando os mamilos e me olhando
- Mmmm, sim, se toca, eu também vou me masturbar, incentivei ela
Bom, a gente entrou no quarto dele e Nos beijamos muito, com muita língua. Você tinha razão, Cristian beija muito bem. Continuamos nos beijando, ele me agarrava na bunda e eu também agarrava ele. Seguimos nos beijando e nos acariciando. Comecei a despir ele e ele a mim. Dessa vez, a iniciativa era minha. Continuamos ao lado da cama, os dois pelados. Deitei ele na cama e me acomodei pra chupar a pica dele. Comecei beijando o joelho dele, a coxa e a parte de dentro, enquanto subia devagar. Durante todo esse processo, nunca parei de olhar nos olhos dele. Sorria pra ele e fazia uma cara de puta do caralho.
- Ai, não sei como tô te contando tudo isso. Falei com um pouco de vergonha.
- Mmmmm, mamãe, continua, adoro o que você tá me contando. Antonella me dizia, agora com dois dedos dentro da buceta dela.
Continuo, me aproximei da região e comecei a chupar as bolas dele e a passar a língua por todo o tronco. Ele estava no paraíso e com a cara dele me fazia saber.
- Mmmm, adoro chupar pica, confessei pra minha filha
- Aghhhh, mamãe, acho que vou gozar…
- Mmmm sim, meu amor, falei acariciando o braço com o qual ela estava se masturbando, vai, goza
- Aghhhh, adoro o que você me conta, ela dizia enquanto olhava pros meus mamilos
- Mmmm, sim, meu amor, enquanto chupava, passava meus mamilos pelas pernas dele assim. Nesse momento, me levantei um pouco e passei meu mamilo na lateral do braço com o qual minha filha estava se masturbando
- Agggg, aaahhhhhhh, mamãe, gozo, gozo, adoro, Anto dizia
Me levantei de novo e passei a mão devagar pelo peito direito dela e apertei o mamilo suavemente. Continuei a narração.
Bom, continuei chupando a pica dele, primeiro passava a língua na cabeça, depois enfiava na boca e com a mão acariciava as bolas, tirava de novo e passava na lateral do rosto enquanto voltava a chupar as bolas. Mmmm. Adoro chupar picas. Falei isso no plural pra ela saber que não é era a do pai a única que eu gostava. Depois comecei a chupar ela de um jeito mais ritmado pra fazer ele gozar. Ele me olhava com um tom de preocupação e falava para. Eu sabia que ele tava perto de gozar e avisei: quero que você goze na minha boca, falei enquanto batia uma punheta nele com uma mão e acariciava os ovos dele com a outra.
- Mmmmm, fico louca lembrando disso, eu dizia enquanto começava a me masturbar
- Mmmm, sim mamãe, se toca que adoro te ver
- Mmmm, é? Você gosta? Agora eu olhava pra minha filha enquanto me tocava
- Eu continuo muito tesuda, me dizia Antonella
- Mmmmm, acho que vou gozar pensando nessa cock… eu dizia totalmente entregue ao momento que estávamos vivendo com minha filha
- Mmmmm, sim mamãe, vai, goza! Antonella me disse e fez algo que me surpreendeu. Ela enfiou os dois dedos na pussy, tirou eles encharcados e passou no meu mamilo que tava totalmente ereto
- Aghhhh, sim, Aghhhhh. Sim sim Gozoooooooo, sussurrei entre gemidos
- SIIIII, mamãe, goza pra mim, vai… Antonella me dizia
- mmmmm, aghhhhhh. Eu peguei a mão dela que tava acariciando meus mamilos e levei até minha boca sentindo o gosto dela enquanto gozava como nunca tinha gozado
Ficamos as duas exaustas, mas continuávamos tesudas. Antonella não queria parar, queria que eu continuasse contando
- Continua me contando, mamãe
Olhei pra ele com um sorriso mesmo tendo a cock dele na boca, mas deu pra ele entender que podia se soltar. Chupei a cock dele com muita força, acariciei os ovos até ele começar a gozar. Quase tirei ela da boca quando recebi o primeiro jato que bateu no meu céu da boca. Foi foda. Senti o gosto e não parei de chupar. Juro que nunca tinha engolido, Anto. Seu pai eu deixo gozar na boca, mas depois cuspo. Ou pelo menos fazia até hoje. Ele continuou gozando e alguns jatos começaram a escapar da minha boca, outros eu engoli e me Fiquei encantada naquele momento. Juro. Não queria levantar e ir cuspir no banheiro, então fiz algo que achei muito excitante…
- O que você fez, mamãe? Me conta!, dizia Anto de novo se masturbando e me olhando
- Peguei com meus dedos o esperma que escorria da minha boca e comecei a passar nos meus mamilos. Falei com uma naturalidade que me surpreendeu
- Mmmmm, mamãe, que porquinha você é! Adoro! Sorria excitada
- Viu! Sou muito porca quando me solto, quando cruzo esse limite
- Sim! Eu também, mamãe!
Bom, a questão é que ele me virou e começou a chupar minha pussy como um louco, eu gozei na hora. Mas ele continuava me chupando e eu cada vez mais molhada ficava. Parece que durante esse tempo em que ele me chupou, a cock dele endureceu de novo, porque ele se levantou e começou a me foder com minhas pernas para cima contra o peito dele e meus pés nos ombros dele. A gente se olhava nos olhos o tempo todo. Eu estava prestes a gozar de novo e ele, como já tinha gozado, parecia que ia durar muito. Continuava me penetrando com muita força e eu adorava. Num momento ele fez algo que me desconcertou.
- O que ele fez? Perguntou Anto intrigada
- Ele beijou meu pé. Respondi e continuei o relato
Ele me beijou primeiro e depois chupou meu dedão do pé. Foi estranho, mas naquele momento também me excitou. Olhei pra ele enquanto ele acariciava meus peitos com o esperma dele. Ele me olhou e disse: adoro te foder! E eu adoro ser fodida por você, falei. Ele continuou me bombando e disse: vou gozar, onde? Nos meus peitos, falei. Ele tirou e eu me levantei pra facilitar ele gozar nos meus peitos. Foi menos quantidade, mas juro que sentir aquele esperma quente nos meus peitos me fazia gozar sozinha. Eu juntava meus seios em volta da cock dele. Ele gozou e começou a passar a ponta da cock pelos meus mamilos me deixando louca.
- Mmmmm, estou prestes a gozar só de lembrar, Anto, falei
- Aghhhh eu também, mamãe, adoro, dizia Anto que não parava de se masturbar - Ficava passando a ponta da pica nos meus mamilos e eu tava louca, confessei na beira do orgasmo
- Aggggg tô gozando, mami, falou a Anto
- Eu tô quase, falei
- Aghhhh Ahhhh, a Anto gemia e se agarrou num dos meus peitos enquanto gozava
- Mmmmm, mmmmm e depois chupou meus peitos com o próprio esperma e… Tava na beira do orgasmo quando…
- Assim? A Anto falou e enfiou meu mamilo na boca, chupando com força
- Aghhhhhhhh aghhhhh ahhhhhhhhh gozei que nem uma louca
- Aghhh? Cê tá gozando, mami? Perguntou a Anto
- Mmmmm, siiiiiiiiiiiiii, siiiiiiiiiii, enquanto eu me masturbava com uma mão e com a outra acariciava a cabeça da minha filha que tava chupando meus peitos
Caímos exaustas na cama. Eu levantei e fui tomar um banho. Quando saí, a Anto já tava de biquíni, pronta pra ir pra praia. Falei pra ela ir, que eu ia descansar um pouco. Acho que as duas precisávamos nos separar por um tempo pra clarear a cabeça
(continua…)
Se gostaram e quiserem me escrever, podem mandar prareybaco2005@hotmail.comTelegram: @reybaco2005
Assim que o Cristian chegou, falei pra Antonella que se ela quisesse eu ia embora, e ela recusou. Aí o Cristian se aproximou e ficamos nós três conversando por um bom tempo enquanto bebíamos. Antonella tava tomando Daiquiri, eu um gin tônica e o Cristian um uísque importado. Continuamos conversando bastante e o Cristian, depois de uns movimentos, ficou posicionado no meio de nós duas. Ele perguntou um monte de coisas, algumas bem íntimas, mas sem se desrespeitar em nenhum momento. A Antonella deu vontade de ir ao banheiro e nos deixou sozinhos, eu e o Cristian. Ele aproveitou pra sussurrar umas coisas no meu ouvido:
- É inacreditável como você é gostosa
- Mmmm obrigada, eu respondia
- E o corpaço que você tem, quando ele falou isso passou a mão na minha lateral das costas e me segurou pela cintura
- Bom, obrigada, mas me parece que nessas férias você já tem dona e ainda por cima é minha filha, soltei como tentando cortar
- Ninguém é propriedade de ninguém, e ainda menos aqui no Caribe mexicano, não acha? falou Cristian no meu ouvido
- Mmmm, não sei, não acho certo o que você tá fazendo, Cristian, falei tentando pará-lo
- É que é muito difícil ter você tão perto e não se tentar a te dar um beijo, disse Cristian me segurando pela cintura e me beijando atrás da orelha
- Mmmm, não faz isso comigo, por favor, falei baixinho no ouvido dele enquanto passava a mão no peito dele
- Me diz que você não tá com vontade… Cristian sabia como atacar
- Claro que tô com vontade, falei sem me encolher. Mas… ele sabia que depois disso vinha um mas.
- Mas o quê? Ele falou sorrindo e se aproximando.
- Você tá com a minha filha, falei tentando cortar
- Agora Não, agora só estamos eu e você e estou morrendo de vontade de beijar essa boca linda que você tem. Ele falou isso no meu ouvido, com um tom que me fazia ficar toda molhada só de ouvir.
— Acho que não é apropriado — eu dizia, com um tom que sabia que não era nada convincente.
— Só um... — ele disse com a boca a dois centímetros dos meus lábios.
— Só um — eu respondi.
Nossos lábios se encontraram e senti um arrepio percorrer meu corpo. Instintivamente, amoleci os lábios e os apoiei contra os dele. Nós dois abrimos a boca e nossas línguas se encontraram. Ele abria a boca e eu também. A gente se beijava como dois adolescentes no cio, diria Sabina. Não sei quanto tempo passou, mas me afastei e falei:
— Vou ver onde a Antonella está — e saí correndo em direção aos banheiros.
— Espera... — ele disse, mas deixou eu ir.
Minha cabeça estava a mil, não sabia o que fazer. Estava quase chegando nos banheiros quando sinto uma mão pegar meu braço e me puxar, dizendo:
— Mami, vou te deixar com o Cristian, vou dar um rolé por aí — era a Antonella, que tinha me visto.
— Mas por quê? — perguntei, sem entender o que estava rolando.
— Porque é sua hora de se divertir — ela disse, meio corada e com um sorriso nos lábios.
— É que... — não sabia o que dizer.
— Não precisa me falar nada, mami — a Anto parecia compreensiva.
— Mas eu... seu pai... não sei... — os pensamentos se amontoavam enquanto minha filha me olhava com compreensão.
— Mami, é o mínimo que posso fazer pra te agradecer por me trazer aqui. Vai — ela me soltou, como se fosse minha mãe.
— É que... não sei, você tem certeza? — eu dizia, parecendo a adolescente e ela a adulta agora.
— Mami, se joga, relaxa e para de se sentir culpada. Não vou contar nada pra ninguém: o que rola em Playa del Carmen fica em Playa del Carmen.
— Tá bom, tá bom... obrigada — falei, abraçando ela.
— Amanhã de manhã você me conta tudo — ela sussurrou no meu ouvido. - Mmmmm, obrigada, obrigada, quase caiu uma lágrima de emoção
Virei e fui em direção ao bar onde o Cristian estava. No caminho, pensava que não podia ser mais grata à vida: tinha uma filha que era um sol e me cedia o macho dela pra eu comer. Não ia contar nada pro pai dela, meu marido por mais de 20 anos.
Cheguei no bar e o Cristian me recebeu com um sorriso
- Já voltou, que alegria, ele falou assim que cheguei
- Sim, já voltei, falei e cumprimentei ele com um beijo curto na boca
- Oh, ele disse, surpreso
- A Antonella falou que tá cansada e vai dormir, menti
- Um pouco eu sinto pena dela, mas adoro curtir sua companhia e ter a chance de te beijar de novo
- Claro que vai ter chance de me beijar, falei, sem nenhum pudor
- Que bom saber, ele disse, me pegando pela mão, passando por trás da minha cintura e me beijando
- Mmmmm, dessa vez eu sabia que o beijo podia durar mais e me relaxei pra aproveitar
Às 10 da manhã do dia seguinte, tava entrando no meu quarto. A Antonella sentou na cama e, me olhando, falou:
- Como foi, mãe?
- Mais ou menos… hahaha, falei com cara de sarcasmo
- Pela cara que você tá, dá pra ver que se divertiu pra caralho, ela disse
- Sim, sim, acho que tanto quanto você, hahaha, falei
- Bom, vejo que se divertiu muito, acredito em você, hahaha, ela falava e a gente ria como duas amigas
- Sim, pra caralho, falei com uma cara de tesão do caralho
- Vai me contar tudo? Agora era ela que tava com cara de excitada
- Não posso ser menos, você merece, acho, falei olhando nos olhos dela
- Fala, me conta tudo, ela dizia
- Tudo, tudo? Com todos os detalhes? Eu provocava
- TUDO, com todos os detalhes e usando a linguagem mais suja explícito o mais explícito possível, me disse minha filha já totalmente descontrolada a essa altura
- Mmmm, já estou começando a ficar com tesão só de lembrar, confessei
Bom, voltei pro balcão onde o Cristian estava me esperando e me aproximei e cumprimentei ele com um selinho, falei que você estava cansada.
- Por que você mentiu pra ele?, ela me disse
- Sei lá, não tive coragem de contar naquele momento que você tinha nos visto e me deu sua aprovação pra eu ficar com ele, confessei
- Uai, que vergonhosa você foi, ela disse com cara de safada
- Não pense que é bem assim, espera só eu te contar, falei pra tentar voltar pro relato do que rolou com o Cristian
- Fala, me conta
Depois disso a gente se beijou de novo e dessa vez sem medo de ninguém ver, ele me abraçou e naquele abraço já senti o pau dele começando a endurecer.
- Mmmm, mamãe, já tô ficando com tesão, ele me disse
- E eu também, falei
- Vamos tirar a roupa, vai, minha filha me chamou
- Tá bom, falei enquanto tirava toda a minha roupa
- Assim a gente fica mais à vontade, disse a Anto que já estava completamente pelada
- Sim, sim, falei enquanto me deitava totalmente nua na cama, do lado da minha filha
- Me conta, mamãe, vai… Antonella parecia ansiosa
- Bom, continuo eu…
Tava no ponto que ele me beijou, me apoiou e eu senti o pau duro dele. Eu pressionava meu corpo contra o pau dele pra sentir enquanto enfiava ainda mais a língua na boca dele. Ele correspondia e me apertava cada vez mais forte contra o corpo dele. Num momento, ele me olha, me pega pela mão e diz: vamos. A gente foi pro quarto dele. Nessa parte que vou te contar, vou ser bem detalhista, então se prepara pra ouvir sua mãe como nunca ouviu
- Mmmm, sim, mamãe, me conta tudo, dizia a Anto que já tava esfregando os mamilos e me olhando
- Mmmm, sim, se toca, eu também vou me masturbar, incentivei ela
Bom, a gente entrou no quarto dele e Nos beijamos muito, com muita língua. Você tinha razão, Cristian beija muito bem. Continuamos nos beijando, ele me agarrava na bunda e eu também agarrava ele. Seguimos nos beijando e nos acariciando. Comecei a despir ele e ele a mim. Dessa vez, a iniciativa era minha. Continuamos ao lado da cama, os dois pelados. Deitei ele na cama e me acomodei pra chupar a pica dele. Comecei beijando o joelho dele, a coxa e a parte de dentro, enquanto subia devagar. Durante todo esse processo, nunca parei de olhar nos olhos dele. Sorria pra ele e fazia uma cara de puta do caralho.
- Ai, não sei como tô te contando tudo isso. Falei com um pouco de vergonha.
- Mmmmm, mamãe, continua, adoro o que você tá me contando. Antonella me dizia, agora com dois dedos dentro da buceta dela.
Continuo, me aproximei da região e comecei a chupar as bolas dele e a passar a língua por todo o tronco. Ele estava no paraíso e com a cara dele me fazia saber.
- Mmmm, adoro chupar pica, confessei pra minha filha
- Aghhhh, mamãe, acho que vou gozar…
- Mmmm sim, meu amor, falei acariciando o braço com o qual ela estava se masturbando, vai, goza
- Aghhhh, adoro o que você me conta, ela dizia enquanto olhava pros meus mamilos
- Mmmm, sim, meu amor, enquanto chupava, passava meus mamilos pelas pernas dele assim. Nesse momento, me levantei um pouco e passei meu mamilo na lateral do braço com o qual minha filha estava se masturbando
- Agggg, aaahhhhhhh, mamãe, gozo, gozo, adoro, Anto dizia
Me levantei de novo e passei a mão devagar pelo peito direito dela e apertei o mamilo suavemente. Continuei a narração.
Bom, continuei chupando a pica dele, primeiro passava a língua na cabeça, depois enfiava na boca e com a mão acariciava as bolas, tirava de novo e passava na lateral do rosto enquanto voltava a chupar as bolas. Mmmm. Adoro chupar picas. Falei isso no plural pra ela saber que não é era a do pai a única que eu gostava. Depois comecei a chupar ela de um jeito mais ritmado pra fazer ele gozar. Ele me olhava com um tom de preocupação e falava para. Eu sabia que ele tava perto de gozar e avisei: quero que você goze na minha boca, falei enquanto batia uma punheta nele com uma mão e acariciava os ovos dele com a outra.
- Mmmmm, fico louca lembrando disso, eu dizia enquanto começava a me masturbar
- Mmmm, sim mamãe, se toca que adoro te ver
- Mmmm, é? Você gosta? Agora eu olhava pra minha filha enquanto me tocava
- Eu continuo muito tesuda, me dizia Antonella
- Mmmmm, acho que vou gozar pensando nessa cock… eu dizia totalmente entregue ao momento que estávamos vivendo com minha filha
- Mmmmm, sim mamãe, vai, goza! Antonella me disse e fez algo que me surpreendeu. Ela enfiou os dois dedos na pussy, tirou eles encharcados e passou no meu mamilo que tava totalmente ereto
- Aghhhh, sim, Aghhhhh. Sim sim Gozoooooooo, sussurrei entre gemidos
- SIIIII, mamãe, goza pra mim, vai… Antonella me dizia
- mmmmm, aghhhhhh. Eu peguei a mão dela que tava acariciando meus mamilos e levei até minha boca sentindo o gosto dela enquanto gozava como nunca tinha gozado
Ficamos as duas exaustas, mas continuávamos tesudas. Antonella não queria parar, queria que eu continuasse contando
- Continua me contando, mamãe
Olhei pra ele com um sorriso mesmo tendo a cock dele na boca, mas deu pra ele entender que podia se soltar. Chupei a cock dele com muita força, acariciei os ovos até ele começar a gozar. Quase tirei ela da boca quando recebi o primeiro jato que bateu no meu céu da boca. Foi foda. Senti o gosto e não parei de chupar. Juro que nunca tinha engolido, Anto. Seu pai eu deixo gozar na boca, mas depois cuspo. Ou pelo menos fazia até hoje. Ele continuou gozando e alguns jatos começaram a escapar da minha boca, outros eu engoli e me Fiquei encantada naquele momento. Juro. Não queria levantar e ir cuspir no banheiro, então fiz algo que achei muito excitante…
- O que você fez, mamãe? Me conta!, dizia Anto de novo se masturbando e me olhando
- Peguei com meus dedos o esperma que escorria da minha boca e comecei a passar nos meus mamilos. Falei com uma naturalidade que me surpreendeu
- Mmmmm, mamãe, que porquinha você é! Adoro! Sorria excitada
- Viu! Sou muito porca quando me solto, quando cruzo esse limite
- Sim! Eu também, mamãe!
Bom, a questão é que ele me virou e começou a chupar minha pussy como um louco, eu gozei na hora. Mas ele continuava me chupando e eu cada vez mais molhada ficava. Parece que durante esse tempo em que ele me chupou, a cock dele endureceu de novo, porque ele se levantou e começou a me foder com minhas pernas para cima contra o peito dele e meus pés nos ombros dele. A gente se olhava nos olhos o tempo todo. Eu estava prestes a gozar de novo e ele, como já tinha gozado, parecia que ia durar muito. Continuava me penetrando com muita força e eu adorava. Num momento ele fez algo que me desconcertou.
- O que ele fez? Perguntou Anto intrigada
- Ele beijou meu pé. Respondi e continuei o relato
Ele me beijou primeiro e depois chupou meu dedão do pé. Foi estranho, mas naquele momento também me excitou. Olhei pra ele enquanto ele acariciava meus peitos com o esperma dele. Ele me olhou e disse: adoro te foder! E eu adoro ser fodida por você, falei. Ele continuou me bombando e disse: vou gozar, onde? Nos meus peitos, falei. Ele tirou e eu me levantei pra facilitar ele gozar nos meus peitos. Foi menos quantidade, mas juro que sentir aquele esperma quente nos meus peitos me fazia gozar sozinha. Eu juntava meus seios em volta da cock dele. Ele gozou e começou a passar a ponta da cock pelos meus mamilos me deixando louca.
- Mmmmm, estou prestes a gozar só de lembrar, Anto, falei
- Aghhhh eu também, mamãe, adoro, dizia Anto que não parava de se masturbar - Ficava passando a ponta da pica nos meus mamilos e eu tava louca, confessei na beira do orgasmo
- Aggggg tô gozando, mami, falou a Anto
- Eu tô quase, falei
- Aghhhh Ahhhh, a Anto gemia e se agarrou num dos meus peitos enquanto gozava
- Mmmmm, mmmmm e depois chupou meus peitos com o próprio esperma e… Tava na beira do orgasmo quando…
- Assim? A Anto falou e enfiou meu mamilo na boca, chupando com força
- Aghhhhhhhh aghhhhh ahhhhhhhhh gozei que nem uma louca
- Aghhh? Cê tá gozando, mami? Perguntou a Anto
- Mmmmm, siiiiiiiiiiiiii, siiiiiiiiiii, enquanto eu me masturbava com uma mão e com a outra acariciava a cabeça da minha filha que tava chupando meus peitos
Caímos exaustas na cama. Eu levantei e fui tomar um banho. Quando saí, a Anto já tava de biquíni, pronta pra ir pra praia. Falei pra ela ir, que eu ia descansar um pouco. Acho que as duas precisávamos nos separar por um tempo pra clarear a cabeça
(continua…)
Se gostaram e quiserem me escrever, podem mandar prareybaco2005@hotmail.comTelegram: @reybaco2005
15 comentários - Férias com minha filha (2)
Ufff a esa mami parece que no le gusta que le acaben adentro y le acaba en la teta.... Me imagino si termina fabricando un nuevo hermanito para Anto...
Impecable relato, como siempre
siempre bancandome!
Abrazo