Minha ex-professora gostosa

Um belo dia, tava fazendo minhas compras no mercado quando vi alguém familiar lá longe, era um ex-professor meu do ensino médio. O cara é inconfundível pelo jeitão e pela fama que tinha naquela época. Ele era conhecido como aquele professor que vive dando em cima das alunas, até rolou uns casos com algumas que aceitaram algo a mais pra melhorar a nota. Naqueles dias, eu ainda não era tão desenvolvida quanto algumas das minhas colegas, então nunca fui alvo das "investidas" dele.

Me aproximei dele e cumprimentei tímida com um "Oi, professor". Ele me olhou sem me reconhecer, e eu falei:

Eu: Sou a Ale, Alejandra XXXXXX, o senhor me deu aula no colégio XXXXXXX, no ano XXXX.
Prof: Desculpa, moça, que pena, não lembro de você.
Eu: Não se preocupe, eu lembro muito bem de você. (Enquanto sorria)
Eu: Foi um prazer te ver, tomara que a gente possa manter contato pra relembrar os velhos tempos.
Prof: Claro, linda, se quiser anota meu número e se tiverem alguma reunião de ex-colegas, vou adorar ir junto pra cumprimentar todo mundo. Meu número é 000000000.

Me despedi dele com um beijo na bochecha e fui embora. Olhei disfarçadamente pra trás e notei que ele não tirava os olhos de mim. Sorri de novo e segui meu caminho.

Cheguei em casa e não aguentei muito, mandei uma mensagem lembrando como foi gostoso encontrar ele, e ele não demorou pra responder.

Eu: Foi um prazer te ver, professor.
Prof: Já não sou mais seu professor, me chama de Arturo.
Eu: Ok, Arturo... pena que você não lembrou de mim.
Prof: E eu me sinto mal, nunca esqueceria alguém como você.
Eu: Por que você diz isso?
Prof: Não, não, não vou dizer o porquê.
Eu: Por que não? Já não sou sua aluna.
Prof: Pelo jeito que você é gostosa.
Eu: Entendi, Arturo, não custava nada, mas naquela época eu não chamava muita atenção.
Prof: Imagino, se não, claro que lembraria de você.
Eu: E ainda mais pela sua fama, Arturo.
Prof: Que fama? Vai, me conta.
Eu: Depois te conto.
Prof: Ok, mas me diz, você é solteira? Casada?
Eu: Casada
Prof: ah não, então não vão deixar você sair, né?
Eu: Por que eles precisariam saber? Melhor ainda, profe, te convido pra minha casa, você tem tempo mais tarde? Meu marido tá no turno da tarde e vou ficar sozinha.

Mandei a localização e combinamos que eu esperava ele às 6 da tarde.

Chegou a hora e eu pronta pra receber meu ex-professor, meu vestido curto, salto alto, sem calcinha. Mandei mensagem e falei pra ele só entrar, que a porta tava aberta.

Tava na cozinha quando ouvi a porta e um "Olá, olá". Falei pra ele entrar e sentar, que já ia. Ele me esperava na sala quando saí da cozinha, não disfarçou a impressão ao me ver assim, ele como sempre, com aquele jeito de professor desleixado, se desculpou porque achou que não seria tão "formal".

Conversamos um pouco sobre o que tinha rolado nesse tempo, quando tinha chance eu me virava e me abaixava pra levantar o vestido enquanto pegava algo da mesinha de centro. Já percebia ele meio inquieto e nervoso, sentei do lado dele.

Eu: Por que você tá nervoso, Arturo?
Prof: Nervoso não...
Eu: Então?
Prof: Não posso te dizer...
Eu: De novo!! Já não sou sua aluna.
Prof: Sim, mas você é casada e estamos na sua casa.

Aproximei minha boca do ouvido dele e falei:

Eu: Mais confiança, né? Arturo...
Prof: Me dá mais dois uísques e talvez eu te conte.

Dou um gole no meu, me aproximo dele, planto um beijo e passo meu gole. O cheiro de álcool e cigarro dele me excita, a barba desleixada arranha meu rosto e minha lubrificação começa a aparecer. Minha mão vai pra barriga saliente dele.

Prof: Você me deixa duro, Ale... Mas por que você faz isso?
Eu: Sempre quis comer alguém do meu passado, e que melhor se o destino colocou meu ex-professor com fama de tarado na minha frente.

Ele pega meu rosto com a mão e me puxa pra perto, de novo sinto aquele cheiro de álcool e cigarro, me beija sem controle, enfia a língua na minha boca, não de um jeito sensual, de um jeito selvagem. animal, a outra mão dele toca minhas pernas e enfia a mão entre elas. Ele afasta o rosto por um momento.

Professor: Então é essa a fama que tenho, hein? Quer descobrir por quê?
Eu: Por isso que o senhor está aqui e não meu marido.

Na mesma hora, ele cuspiu na minha cara e espalhou por todo o meu rosto, minha maquiagem ficou meio borrada. Levanto do sofá e tiro meu vestido, ele se levanta, me pega pela mão e me coloca de quatro, separa minhas nádegas e sinto a língua larga dele, entre cada lambida ele exclama "que gostosa você está, que saborosa você é". Ele se senta e agora é minha vez, fico de joelhos na frente dele, o cheiro de suor invade meu olfato, aquela barriga se mexe um pouco pra eu poder enfiar o pau dele na boca, um gostinho salgado percorre meu paladar, ele me empurra mais pra dentro, aí ele fala "me olha", levanto o olhar e vejo que ele tá com o celular na mão tirando uma foto minha.

Professor: Agora você é minha...

Ele me coloca de quatro de novo, coloca a camisinha e me penetra de uma vez, sinto todo o peso dele em cima de mim empurrando ao mesmo tempo enquanto ouço o som da câmera uma e outra vez, tenho uns dois orgasmos pensando o que ele vai fazer com essas fotos? Vai me chantagear? E de repente sinto ele encher a camisinha com o esperma quente dele... ele geme e grita de prazer.

Termino deitada no chão, ele pede pra eu ficar de joelhos, tira a camisinha e joga o conteúdo na minha cara e faz a mesma coisa que quando cuspiu, esfrega tudo no meu rosto e tira uma última foto...

Ele se veste, me deixa assim e só vai embora.

Quero ficar com ele de novo, será que vou? O que vocês acham, amigos?

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