Vacaciones con mi hija (1)

- Não acredito, Antonella me disse. - Acredita, sim, respondi. É sério, vamos viajar juntas! 10 dias no Caribe com tudo incluso Ela se levantou e me abraçou forte. Eu retribuí o abraço. Isso aconteceu há 4 anos e foi o começo de uma série de acontecimentos que vou narrar aos poucos e só me atrevo a confessar aqui porque me ampara o anonimato e só nós, protagonistas dessa história, sabemos. Vou tentar ser o mais fiel possível aos nomes, lugares e datas sem contar tudo para não me meter em problemas. Lá vou eu. Era maio de 2015, em Buenos Aires. Antonella, minha filha, uma linda loira de 1,70m, estava cursando o primeiro ano de Ciências Econômicas. Não vou dar mais detalhes sobre qual curso exatamente, para protegê-la. Anto, como a chamo, estava no quarto dela quando entrei para contar que tinha comprado passagens com hotel all-inclusive para irmos juntas, só nós duas, para Playa del Carmen, e essa foi a reação dela. A verdade é que fiquei tão emocionada que quase chorei quando vi o rosto dela iluminado de felicidade pela semana que passaríamos juntas. Um mês antes disso, Anto tinha passado por um péssimo momento depois de brigar com Martín, o namorado dela desde o ensino médio, e vê-la sorrir assim me deixou muito feliz. A viagem estava marcada para a semana seguinte porque eu sabia que ela não tinha provas na faculdade e daria tempo de se preparar para elas quando voltássemos. Nicolás, o irmão dela de 18 anos, tinha descoberto que Anto não teria provas naquela data, e eu fui lá e comprei tudo para surpreendê-la. Era junho, e com Anto nos despedimos de Manuel, meu marido e pai da Anto e do Martín, na área de embarque do aeroporto de Ezeiza, e fomos direto para o free shop com minha filha, onde compraríamos alguns perfumes e começaríamos essa aventura juntas. O voo foi tranquilo, consegui dormir, assim como a Anto. Aproveitei e tomei uma cervejinha para que me ajudasse a pegar no sono e a Anto fez o mesmo. Dormimos com as cabeças apoiadas e acordamos várias vezes. Chegamos no México com o pescoço travado, mas com a alegria de saber que nos esperavam relax, sol e praia. O que não sabíamos é que outras coisas muito mais interessantes nos aguardavam.

O voo foi noturno, então, depois de esperar as malas e fazer os traslados, chegamos ao hotel às 9h. Fizemos o check-in e soubemos que só poderíamos pegar o quarto às 13h, mas como mulheres precavidas que somos, deixamos a roupa confortável e os maiôs na parte de cima de uma das malas. Nos trocamos no banheiro do hall de recepção e fomos com nossos biquínis e cangas para a praia.

Enquanto caminhávamos para a linda costa do mar do Caribe, fomos passando por algumas áreas comuns desse hotel fantástico, como restaurantes, piscinas e outros lugares. Logo percebi que os homens por ali estavam nos olhando, tanto os garçons e funcionários mexicanos quanto o resto dos turistas, entre os quais dava para ver gente de todas as partes do mundo.

Assim que chegamos na praia, nos livramos das cangas, que deixamos em uma das muitas espreguiçadeiras disponíveis no hotel, e fomos tocar a água. A sensação de colocar o pé na água e ela não estar fria já antecipava que estas seriam férias únicas.

Fomos caminhar pela praia e passamos por alguns dos outros resorts de Playacar. Um era mais bonito que o outro. Em um momento, decidimos entrar em um para explorar e, no meio do caminho, vimos um grupo de três homens de aproximadamente 30 a 35 anos, de camisa e calça social, cada um com um crachá pendurado. Um deles, depois descobriríamos que se chamava Javier, olhou para nós duas e nos deu um sorriso. Anto e eu nos olhamos e dissemos quase em unísono:

- Que gostoso que ele está! Hahaha

Rimos cúmplices por primeira vez das tantas que viriam

- Olha só que bem que pode te fazer pra esquecer um pouco do Martín, eu disse

- Ai mãe, não vou negar que não me faria mal. Mas acho que ele estava olhando pra você

- Acho que não, filha, eu respondi

- Por que não? Você tem um corpo espetacular e um rosto lindo, a Anto me falou

Tenho que reconhecer que tenho um corpo muito bom, sempre fui magra e de bunda boa, e ainda por cima há uns anos coloquei silicone. Além disso, tenho um cabelo loiro bem cuidado, igual minha filha. A Anto, porém, puxou mais a família do pai - é morena e tem uns peitos perfeitos com seus 19 anos. Com uma magreza quase perfeita.

Seguimos caminho e voltamos pro nosso hotel, onde um funcionário nos acompanhou até o quarto. Ao chegar, vimos que o quarto era muito bonito, decorado com sobriedade e com uma cama king size. Abrimos as malas e nos dedicamos a tomar banho em turnos enquanto arrumávamos toda a roupa. A Anto foi se banhar primeiro e ao sair veio só de calcinha, com os seios à mostra. Não sei por que, mesmo sendo minha filha, aquela primeira imagem me tocou de um jeito estranho. Mais tarde, pra fingir descontração, saí do banho com o mesmo "visual" que a Anto. Achei estranho que ela ficou olhando pros meus peitos.

Fomos jantar no restaurante do hotel e depois decidimos tomar uns drinks no bar principal. Quando estávamos no segundo drink, apareceu o Cristian, aquele gato que tínhamos visto no outro hotel. Ele se aproximou e disse:

- Meninas, não é aqui.

- O que não é aqui? Perguntamos as duas ao mesmo tempo

- O concurso de beleza é no hotel do lado, ele disse nos encarando

Naquele momento já tinha nos conquistado completamente

- Haha, rimos divertidas, assumindo que éramos duas gostosas

E começamos a conversar. Ele contou que, assim como a gente, era argentino e de Buenos Aires, que ficaria hospedado neste hotel a partir desta noite e por mais 5 noites. Era médico ortopedista e estava no México para um congresso organizado por um laboratório. Cristian era muito gentil e sedutor. Dava pra perceber desde o primeiro momento. Uma coisa que nos cativava era que ele dividia a atenção exatamente entre nós duas. Quando conversava com uma por um tempo, olhava pra outra com um sorriso e vice-versa. Ele tinha uns dentes perfeitos que exibia num sorriso radiante. Conversava e, nas duas horas que ficamos batendo papo, nunca criticou nem falou mal de ninguém. Aproveitou vários momentos pra dizer que dava pra ver que éramos mãe e filha e que nos achava lindas. As taças que tomávamos iam fazendo efeito. A conversa fluía muito bem e, enquanto falava, ia tocando nossas pernas, braços e, num certo momento, até arrumou uma mecha do meu cabelo atrás da orelha. Com a Anto, a gente se olhava como duas amigas sendo seduzidas numa balada. Pra mim, fez lembrar da época em que eu saía pra dançar e os caras tentavam nos pegar. Quando começou a ficar tarde e no final da conversa, ele nos abraçou enquanto dizia:

- Posso abraçá-las? Muito obrigado por compartilhar esse momento comigo, não poderia estar mais feliz.

- Ai, Cristian, você é muito sedutor, hein, eu disse.

- Não, mas não consigo deixar de admirar a beleza de vocês duas, dizia o doutor.

- Obrigada, né, a gente é uma filha e uma mãe muito simpáticas, disse a Anto.

- Simpáticas e lindas, dizia Cristian enquanto nos abraçava de novo.

Continuamos andando e, em certo momento, paramos pra seguir o caminho pro nosso quarto.

- Deixem que eu as acompanhe, não quero deixá-las ir sozinhas.

- Obrigada, eu disse e olhei pra Anto.

- Obrigada, disse Anto e me olhou.

Nos nossos olhos estava o brilho da luxúria. Pude ver na minha filha tanto quanto certamente ela via em mim. ele via em mim. Não sabíamos aonde estávamos indo, mas tínhamos claro que estávamos aproveitando o momento.

Chegamos à porta do nosso quarto. Naquele momento, a sanidade voltou a mim e eu disse a eles:

- Gente, por que vocês não dão uma volta enquanto eu vou cair na cama pra dormir, que estou morta

- Anto me olhou sorrindo e notei seu agradecimento no olhar

- Que pena! Eu teria adorado passar a noite bebendo e curtindo com duas gostosas

- Antonella agora olhou pra ele como se estivesse fulminando-o com o olhar

Cristian aproveitou o momento para abraçá-la e beijá-la na bochecha, dizendo: Nós vamos dar uma volta

Entrei no quarto e me joguei na cama, onde comecei a pensar no que poderia ter acontecido. Eu teria coragem de ficar com o Cristian se ele me pedisse? E com a Antonella e ele? Comecei a ficar excitada só de imaginar essas situações e, numa mistura de imagens, comecei a me imaginar chupando o pau do Cristian e olhando nos olhos dele. Tirei a roupa e, totalmente nua na cama, comecei a me tocar. Continuei imaginando o Cristian e minha excitação só aumentava, até que em um dos meus pensamentos apareceu a Antonella nua comigo e com o Cristian. Ela estava chupando o pau dele e eu me aproximava para ajudá-la, e naquele instante gozei. Gozei como há muito tempo não gozava. Vários espasmos sacudiram meu corpo enquanto eu enfiava dois dedos na minha buceta e apertava meus mamilos com força com a outra mão.

Voltei a colocar o camisole sem nada por baixo e me deitei. Em 5 minutos estava dormindo e assim acordei às 9 da manhã do dia seguinte, quando o sol entrava pela janela e o barulho da porta se abrindo. Era a Antonella que acabava de chegar. Evidentemente, ela tinha passado a noite toda com o Cristian e, pela cara que trazia, tinha curtido muito. É incrível e muito difícil de explicar a mistura de sensações que me invadiram: por um lado, fiquei feliz por ela e por outro lado, eu a invejava pela noite que ela havia passado. De certa forma, eu me alegrava sabendo que minha filha estava realizando o que eu não poderia fazer nessas férias, mas por outro, eu queria ter sido eu a aproveitar aquele momento.

Me sentei com um sorriso, primeiro para tranquilizá-la de que eu aprovava tudo o que ela tinha feito naquela noite. E olhando em seus olhos, perguntei:

— Como foi?

— Muito bem, mamãe — disse Anto com um sorriso, fechando os olhos como se quisesse reviver tudo o que havia vivido naquela noite.

— Bom, bom. Pela cara que você está fazendo, parece que foi melhor do que "muito bem" — falei, buscando cumplicidade.

— Aiii, sim, mamãe… você não imagina! Acho que nunca me diverti tanto. Acho que foi o melhor sexo da minha vida. No começo foi difícil porque eu estava muito nervosa, mas depois fui me soltando e foi incrível, juro.

Os olhos de Antonella brilhavam ao lembrar, e dava para ver que ela estava ficando excitada, porque acontecia o mesmo comigo: quando descrevo algo muito intenso que vivi no passado, não é só uma lembrança, é uma revivência. E Anto estava revivendo o que acontecera e ficando excitada. Eu percebia as reações do corpo dela: os mamilos ficavam duros, o olhar brilhava, ela molhava os lábios e não conseguia parar de fechar os olhos ao recordar.

Algo em mim se soltou naquele momento, e eu quis que ela se expressasse e revivesse tudo o que acontecera. Também sentia uma curiosidade que não me deixava pensar com clareza. Então peguei sua mão e, olhando em seus olhos, disse:

— Anto, me conta tudo, com todos os detalhes. Esquece que sou sua mãe.

— Obrigada, mãe — ela respirou, aliviada, e começou seu relato:

Bom, chegamos no quarto dele e nos beijamos de novo.

— Espera — a interrompi. Me conta tudo, desde que eu fechei a porta.

— Sim, mamãe, desculpa, é que estou muito ansiosa.

Assim que saímos andando pelos… No corredor, ele pegou minha mão de um jeito muito carinhoso. Acho que isso já marcou o começo de tudo. Devemos ter andado uns 2 metros sem falar, só de mãos dadas, até que em um momento ele me olhou e acariciou meu cabelo, meu rosto e se aproximou para me beijar. Eu sabia, ele sabia e eu sabia, que eu não ia recusar. Assim que a boca dele tocou a minha, eu soube que era especial. Ele me deu dois beijos longos, apoiando os lábios abertos sobre os meus, só no terceiro ele os deixou apoiados e abriu a boca e nossas línguas se tocaram, juro que tremi. Como agora.

Antonella sofreu um tremor e eu a agarrei para acalmá-la, tomando-a em meus braços e abraçando-a. Não sei por que me saiu isso.

Depois nos beijamos muito e por muito tempo.

- Ele beija bem?, perguntei

- Mmmm, você não sabe! Me respondeu Anto

- Continua, conta pra mim, disse

- Bom, o que vem depois não sei se conto com tanto detalhe... me disse minha filha

- Você me conta tudo e com todos os detalhes, como se eu fosse uma amiga, disse

- Olha mãe, posso acabar usando uma linguagem bem explícita, me disse

- Não vou ficar horrorizada por ouvir a palavra "pau", disse

- Bom, vejo que você entende por onde a conversa vai, me disse olhando nos meus olhos

- Você se solta e conta, incentivei

E ela se soltou:

Bom, como te dizia, Cristian me agarrou pela cintura e começou a me beijar cada vez com mais paixão. Passava gente perto da gente e eu não ligava, me apertava contra o corpo dele para senti-lo

- Já estava duro? Perguntei, minha curiosidade me fez interrompê-la

- Sim, bem duro, e eu me apertava contra ele para sentir bem.

- Bom, continua, continua, eu dizia

Em um momento ele começou a acariciar minha bunda por cima do vestido que, como era bem leve e curto, era quase a porta de entrada para ele tocar minha pele diretamente, me disse Antonella

- Mmmm como estariam de tesão os dois! Eu soltei. Não sei como tive coragem de dizer aquilo.

- Sim, mami, a gente estava com muito tesão. Os dois. Mas até aquele momento eu estava excitada, mas conseguia me controlar, e chegou um instante chave em que cruzei o limite, ela me disse.

- Como assim? Não entendi, eu disse.

- Como te explicar, mãe? Eu, quer dizer, nós dois estávamos muito excitados, mas eu bem que poderia ter voltado pro nosso quarto sem problema, só que teve algo que me fez dar aquele passo que eu sabia que não teria volta, entende? Antonella me falou.

- Claro, comigo acontece. Bom, acontecia, eu disse, esclarecendo um pouco.

- Bom, continuo. Antonella seguiu. Naquele momento, ele encostou a boca no meu ouvido e disse uma coisa que me deixou louca.

- O que ele disse?! Eu estava ansiosa e excitada. E dava pra notar. Meus mamilos estavam duros. E ainda por cima minha filha me contava com tanta precisão que era como se eu estivesse vivendo. Era um jeito de viver uma fantasia através dela.

"Quero te comer!" Foi assim, direto, ao mesmo tempo que me apertava e me fazia sentir o pau bem duro, Anto me contou.

- Ufffff, eu disse e instintivamente, sem perceber, levei a mão até minha virilha.

- Mmmm, juro que eu também lembro e fico excitada, ela falou.

Minha filha tinha percebido que eu estava excitada, e eu não liguei nem um pouco.

- Continua, eu pedi, ou ordenei, não lembro.

- Bom, esse foi o limite que eu te falei, mami. Essas palavras me detonaram. Aí eu soube que a gente ia acabar na cama, ela me disse.

- Claro, claro, eu dizia, visivelmente excitada. Continua, continua.

Ele pegou minha mão e a gente foi quase correndo pro quarto dele. Mal entramos e já começamos a nos beijar como loucos. Eu tirava a camisa dele e ele levantava meu vestido, tocando minha bunda diretamente. Eu desabotoei o cinto dele e ele meteu a mão por dentro do vestido e desabotoou meu sutiã. Eu desabotoei a calça dele e meti a mão lá dentro. da calcinha, eu precisava sentir aquela…, Antonella parou.

Não sei por que, mas naquele momento ela ficou em silêncio, como se estivesse recuperando a sanidade e não se animando a dizer a palavra

- pau, eu disse olhando nos olhos dela.

- pau, ela disse e continuou: Mãe, você está disposta a ouvir coisas que são muito pesadas? Olha, se você não me segurar, eu conto absolutamente tudo! Minha filha soltou

- Sim, Anto, quero que você me conte tudo, preciso que você me conte tudo. Eu disse quase suplicando

Então eu tirei o pau dele enquanto o beijava e olhando nos olhos dele eu disse: eu quero chupar seu pau, e me ajoelhei para chupá-lo, ela me disse

Naquele momento, instintivamente fechei as pernas, presa pela excitação que sentia.

- Continue, eu pedi

- Bom, o pau, eu juro que era lindo, mãe. Antonella me dizia isso e o rosto dela se iluminava.

Eu me ajoelhei e comecei a chupá-lo. Adorava senti-lo dentro da minha boca. Enquanto falava, consciente ou inconscientemente, Antonella levou uma das mãos até a sua buceta e deixou lá. Continuou falando: Eu chupava ele com muita vontade. Ele me olhava.

Eu não aguentava mais e tive que intervir na história: você mantinha o olhar enquanto chupava ele?

- Simmmm! Eu adoro isso! Antonella se esfregava suavemente enquanto lembrava

- Eu também! Eu dizia enquanto mexia na minha buceta ao ouvir minha filha relatar aquela transa memorável

Não sei quanto tempo fiquei chupando ele, ele acariciava meu rosto e me olhava. Eu olhava para ele e sorria com o pau dentro da boca, minha filha me contava

Antonella estava solta. Ela havia cruzado agora o limiar da vergonha com a mãe e estava disposta a qualquer coisa. Eu acariciei meus mamilos por cima do camisola e instintivamente levei a mão para a minha buceta sem nenhum pudor, enquanto olhava para minha filha que fazia o mesmo.

- Estou muito excitada! Antonella me disse - Eu também, acho que vou me masturbar quando você terminar de me contar, eu disse - Eu também, a não ser que… Nesse momento, Antonella me olhou nos olhos e pude ver o brilho da luxúria neles, certamente tanto quanto ela pôde ver nos meus Não sei o que você está pensando, mas preciso que termine de me contar, disse fazendo um movimento na cama. Isso fez com que uma alça do meu camisole caísse e um dos meus seios ficasse à mostra. Fiz o gesto para me cobrir e Antonella me impediu - Deixa, fica assim que eu continuo contando, eu gosto. Eu não podia acreditar no que estava vivendo naquele momento, estava na cama com minha filha, eu com um seio nu e com o mamilo totalmente duro de excitação enquanto ela me contava com riqueza de detalhes como chupava o pau de um cara que havíamos conhecido juntas fazia 24 horas. - Bom, continua, ordenei Nesse momento ela me agarrou para me levantar e sem hesitar nenhuma das duas fomos tirando mutuamente a pouca roupa que nos restava, ficamos as duas completamente nuas. Assim nua como estava, fiquei na ponta dos pés para beijá-lo e abraçá-lo novamente. Ele não recusou o beijo e o correspondeu com muita língua e saliva em nossas bocas. Me agarrou e me levou para a cama. Me deitou e começou a chupar meus peitos, eu não aguentava mais por sentir o pau dentro, mãe, eu juro. Nesse momento, não aguentei mais e belisquei meu mamilo que estava exposto diante da minha filha e a olhei, nossos olhares se cruzaram e meu rosto corou. Um pouco era vergonha e outro pouco era tesão - Se toca, mãe, se toca à vontade. Acho que precisava da aprovação dela para fazer, e não hesitei. Puxei minha calcinha e toquei com os dedos indicador e anelar a buceta que estava um lago. Acho que isso animou mais minha filha, ela levantou o vestido, tirou por cima da cabeça e ficando só de calcinha começou a esfregar a buceta por cima da calcinha. Deitou-se ao meu lado e continuou seu relato: Depois de chupar meus peitos um tempão e segurando meus joelhos, foi abrindo minhas pernas enquanto olhava minha use the word: buceta toda molhada, você sabe, mamãe, que eu deixo quase toda depilada. Naquele momento, ele desceu para me chupar e te juro que foi só sentir a língua dele roçar meus lábios maiores e já me estremeci toda, nem te conto quando foi mais fundo e ele me chupava com intensidade. Aí gozei pela primeira vez. Foi então que me decidi e tirei o camisão, ficando de peitos pra fora na frente da minha filha e começando uma masturbação de verdade. Antonella percorria todo meu corpo com o olhar e parava nos meus mamilos. Então eu os acariciei, deixando eles bem duros. E aí foi quando ela me olhou nos olhos e depois baixou o olhar pra minha use the word: buceta. Eu não hesitei e tirei a calcinha, que era a única coisa que me restava. Antonella entendeu a mensagem e em dois movimentos tirou o sutiã e a calcinha, ficando completamente nua também. - Vou me tocar também, mamãe, ela me disse. - Sim, se toca, eu disse. Mas continua me contando quando ele meteu o pau. - Mmmm, sim, mamãe. Depois de me chupar a use the word: buceta por um bom tempo, ele subiu pra me beijar na boca, me fazendo sentir meu próprio gosto. - Aggggghhh, eu gritei. Tô gozandooooo. - Aghhh mmmm aggghhh eu também, mamãe. As duas estávamos deitadas frente a frente, nos olhando nuas e gozando ao mesmo tempo. Mas nenhuma de nós queria que tudo terminasse ali. - Mmmmmm eu adoro gozo, eu disse pra ela. - Mmmm eu também, posso gozar mil vezes e sempre fico com mais vontade, Anto me disse. - Aghhhh você é igual a mim, puxou a mim, eu disse enquanto a olhava e continuava me tocando. - Agghhhhhh, ela gemeu. - Continua, Anto, me conta quando ele meteu, eu disse, incentivando ela a prosseguir. Bom, sim, então, como eu te dizia, ele me beijava e sem parar de fazer isso, ele meteu o foi entrando devagar na minha buceta, centímetro por centímetro…

- Uffff, e aí? Tava gostoso esse pau? Eu já sabia que nessa altura ela tava completamente solta

- Mmmmm, sim, mamãe. Não tem ideia de como ele tava duro, mamãe. Aí eu gozei pela terceira vez, disse a Anto

- Mmmmm, que lindo, adoro ver você aproveitando, eu dizia

- Aghhhh igual agora, olha como eu tô, e nesse momento, minha filha, minha pequena filha tirou os dedos encharcados da sua vagina e começou a acariciar os mamilos me encarando fixamente

- Eu adoro te ver gozar, eu disse

- É mesmo, mamãe? Você gosta? Tô com muito tesão, olha como meus mamilos estão, Anto tava fora de si e eu também

- Siiiii, aghhh eu adoro, eles estão tão duros, foi nesse momento que enquanto me tocava com uma mão, estiquei a outra para acariciar o mamilo da minha filha. Assim que meus dedos tocaram no mamilo e eu apertei de leve, nós duas explodimos num orgasmo super intenso

- Aghhhh, mamãe, siiiiiiiii, aghhhhhhh, tô gozando de novo

- Aggggg, sim, meu amor, eu também, eu dizia pra minha filha

- Mmmmm, eu adoro gozo, ela me dizia

- Aghhhh aghhh eu também, e adoro te ver gozar, você fica linda quando goza

- Você também, mamãe, você também. Anto relaxou deitada de costas

Eu me levantei e acariciei o rosto dela e beijei sua bochecha. Anto me abraçou e se colou no meu corpo. Ficamos assim por alguns minutos até que Anto foi tomar banho

Continua....

Se vocês gostaram e querem me escrever podem mandar um e-mail para reybaco2005@hotmail.com
ou no telegram @reybaco2005

25 comentários - Vacaciones con mi hija (1)

Ahh bueee arranco picante!! Sos crack!!
Gracias Panzer, extrañaba tus comentarios
como todo lo que has redactado hasta la fecha... simplemente sublime!
Gracias Pol por tu comentario!
Buen relato y volví el grande
GRacias Eldon
Te mando un abrazo
MRJ33
Super, quiero más 😘😘🤤🤤
Gracias MRJ
Pronto va a haber mas
tus relatos , son terribles...ahora ellas de vacaciones vos solo...y tu hermana??, sigue los miercoles
Gracias Murguero
Pronto a 2da parte
Excelente relato!! Te daría 1000 puntos si pudiera! Cristian en la primer cita se la metió a Anto sin forro ??? No te la puedo creer
Gracias, si, porque es médico y los médicos son sanitos y ella usa un diu
como era de esperarse,no defraudas nunca,apenas lei el titulo ya la tenia dura, van +10 y espero el segundo con ansiedad
Gracias Terco
uffff terrible!!!!!!
Gracias Rengero
Siempre firme junto al pueblo!
el-fo
wow, buenisimo!!! ya he haba de menos leer tus relatos.
Gracias el-fo siempre acompañando
Excelente, hacia mucho que no encontraba algo tan buen!!! Felicitaciones y espero ansios sus continuaciones!
gracias Fran
like691 +2
Felicidades que relato me excito mucho , claro seguiré con los demás 💋💋
Gracias Like