aqui vai o final dessa história
Espero que vocês curtam.
VALEU PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
http://www.poringa.net/posts/relatos/4841426/Confesiones-primera-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/4850793/Confesiones-segunda-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/4874541/Confesiones-3.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/4876910/Confesiones-4.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/4879103/Confesiones-5.html
A sentença já estava escrita e eu gostava dela, o tesão estava dominando nossas velhas vidas, não havia mais segredos entre nós. Naquela noite, a Laurita veio, ficou pra jantar e também pra dormir, mesmo o marido dela não concordando. Ele era outro otário igual a mim, que não percebia os chifres que estava levando. Minha esposa foi se deitar, dizendo que estava muito cansada. Nós ficamos tomando uns drinques e fomos pro quarto. Os dois sabiam que ela não ia incomodar nada. Ver a Laurita desesperada pra fazer meu pau subir era muito excitante. Ela cansou de chupar meu pau e nada, aí a putinha começou a falar do marido, das vezes que ele foi bem corno. Primeiro com o grande amigo dela, pra quem deu até o cu, depois com o irmãozinho Hernan, e aí me contou tudo o que tinha rolado com a mãe. Até que no fim ela colocou meu pau entre os peitões dela e começou a masturbar ele. Isso sim deu resultado. Depois ela me comeu, sentando em cima de mim, e depois de gozar como uma puta, me perguntou se eu queria a bundinha dela. Foi foda ver como ela sozinha enfiou no cu e meteu até o fundo, gemendo e gozando enquanto o cu se arrebentava. Assim ficamos dormindo de conchinha. Ela confessou que sempre foi o sonho dela, desde pequena, que eu arrebentasse a bunda dela. De manhã acordei com o pau duro. Nem pensei, e enquanto ela dormia, arrebentei o cu dela de novo. Era lindo ver como ela se contorcia. Antes de gozar, tirei e coloquei entre os peitos pra foder eles, do jeito que eu tanto gostava. A porrada de leite foi até a cara dela. O olhar pervertido dela foi de arrepiar. Ela me deu um beijo e engoliu tudo. Saímos, tomamos café e ela foi embora com o marido. O dia seguiu tranquilo até sexta à tarde, quando o Hernan veio nos buscar pra ir a um sítio. Minha mulher tinha me enchido a cabeça todos esses dias, então éramos dois velhos no meio de vários jovens. Eu sabia o que nos esperava. Me mandaram limpar a piscina e, quando voltei pra casa, minha esposa estava com a cara lambuzada de porra até a camiseta.
Hernan, cê curtiu, véio? Viu que puta gostosa que é a sua mulherzinha? Vai lá, dá um beijo nela que ela merece, tem um também pra você.
O que é que tem?
Hernan, hoje você vai ser nossa putinha, seu pedaço de corno.
Não falei mais nada, ela veio pra cima de mim e disse
Ela não sabe a pica que o moreno tem, vai, toma uma cervejinha, vai curtir, prepara a bunda porque pra mim é só pela buceta.
Beijei ela como nunca, já sabia que ia rolar e acho que queria que acontecesse. Todo mundo me perguntou se eu queria ver como iam comer a puta da minha esposa, falei que adoraria. Um deles disse que iam enfiar nela e foi exatamente isso. A puta tava muito gostosa. Fomos pra piscina e me sentaram na frente deles. Passaram a mão nela inteira e, na piscina, começaram a comer ela. Quis bater uma, mas não deixaram. Ver minha mulher sendo comida de todo jeito na água me deixou louco.
Ela olha, corno, olha como esses caras tão comendo sua mulherzinha e você nem consegue ficar duro, não dá pra negar que você é um puta corno manso.
Estavam matando ele de pica e assim saíram da água, um deles veio até mim e perguntou se eu era viado de verdade, não sei por que disse que sim e ali mesmo me fodi, o cara mandou eu chupar a rola dele pra ver como o leite dele é gostoso, tava tão tesudo que devorei ela, o filho da puta do Hernan aproveitou a situação e disse que sempre quis arrebentar o cu do corno do pai dele e arrebentou o meu, o safado se satisfez, me comia com muita força e seco, me destruiu, eu implorava pra ele parar, que doía muito e todo mundo ria até que o moreno, o mais pirocudo, colocou a dela na minha boca e me comeu, lá estava eu de quatro na borda da piscina sendo comido pelos mesmos caras que tinham comido minha mulher, coisa que ela comemorava me humilhando, foi assim o fim de semana inteiro, até o caseiro e o ajudante dele me comeram, eu fui a putinha grátis deles e mesmo não querendo ser, não conseguia recusar, ela só alguns comiam e bem de vez em quando, eles estavam obcecados comigo até que finalmente voltamos pra casa, cheguei feito um trapo, meu corpo todo doía e meu cu mais ainda, Hernan disse que em uns dias voltaria e mesmo que eu me envergonhasse por dentro, eu queria e ela sabia, três dias depois apareceu o Fabrício, eu não me reconhecia mais do jeito que tinha me tornado puta, só queria ser comido e isso eu negava quase como o contador, tinha que sair do armário mesmo que custasse e assumir o que sou, desde que ela começou a brincar com meu cuzinho pequeno, aos poucos fui ficando mais puta e não é isso que me incomodava de verdade, me incomodavam as humilhações, embora quando tava no modo puta me excitava muito ser humilhado, o conflito vinha quando toda aquela atuação acabava e mesmo assim ela continuava me humilhando, naquela tarde com o Fabrício curti bastante, ver ele comendo minha esposa fazendo ela gozar com a rola dele que não era nada demais me dava muito tesão e depois ser humilhado agindo como um servo e obedecendo ordens era o máximo. Como já disse, por um lado eu rejeitava aquilo, mas por outro lado adorava ser o corno submisso. Agora eu queria ser um perdedor; já tinha estado do outro lado, sempre fui um vencedor. Queria experimentar como era, só não sabia que daquilo não se volta. Fabrício veio em casa com toda a intenção de usar minha mulher como bem entendesse e agia como se eu não estivesse ali. Isso me excitou, porque eu queria ser comido igual a ela, coisa que ele me negava. Até que ele conseguiu o que queria: que eu implorasse pelo pau dele na frente da minha mulher. Descrever o que ele fez comigo é humilhante. Desde aquele dia, sempre usei calcinhas fio dental e, naquela tarde, ele até me vestiu com uma saia curta. Essa foi a última vez que o vi. Desde então, minha mulher faz a alpha macho e eu, de viado dominado e submisso aos caprichos dela. Embora, às vezes, Hernán venha nos visitar. Uma dessas vezes, a gente começou a conversar e o que começou como um papo agradável de lembranças terminou... bom, melhor eu contar como foi isso.
Hernan, me conta aí, véio, como é que você virou viado? Eu sempre te considerei um puta machão.
Bom, a real é que sempre fui o que chamam de um verdadeiro malandro, um vencedor, e se eu procurava outras gostosas, a culpa era dela. No começo, na cama, tudo era perfeito, a gente inovava pra caralho, mas claro, ela se mostrava bem conservadora e eu era o completo oposto.
Hernan, já sei, ela não queria te dar a buceta.
Exatamente, e isso fez dela uma puta completa. Ela começou a dar pra outros enquanto eu pegava outras bundas pra mim. É que a mulher que tem outro homem na cama dela não nega nada, já era, sacou? Ela tinha os amantes dela e eu também, a parada foi justa pros dois.
Hernan, sim, mas ela não deixou pinto em pé, até meus amigos do colégio ela comeu.
Sim, claro, e aí você aproveitou, né, que nunca foi muito diferente, comeu até a sua irmã, me conta o que rolou naquele piquenique.
Hernan, velho, já sabe o que rolou com a coroa e meus amigos.
Só tenho a versão dela.
Hernan, acontece que um dia eu vi o Fabricio, um amigo dela, comendo ela. Como ela te metia chifre com aquele filho da puta. No outro dia, não fui pra escola e voltei pra casa quando não tinha ninguém. Aí contei tudo o que ela tinha feito e comecei a chantagear ela. Ela pirou, implorando pra eu não contar nada pra você. Aproveitei e comi ela gostoso. Ela pedia pra eu parar, e eu metia mais forte ainda. Desde aquele dia, ela virou minha putinha. E quando trouxe meus amigos pra fazer o último trabalho prático, ofereci ela de presente. No começo, ela recusou, mas quando percebeu que tinha quatro picas jovens pra ela, caiu. Mesmo resistindo, todos comeram ela. Deixei eles sozinhos na sala com ela implorando pra não serem comidos, sem conseguir evitar. Me excitei tanto vendo ela daquele jeito, tão dominada, que deixei eles fazerem o que quisessem com ela e fui conversar com a Laurita pra ela não perceber que meus amigos estavam comendo a outra. E claro, como eu tava excitado, comecei a dar em cima dela. No começo, ela me rejeitou, mas quando contei que meus amigos estavam comendo a outra por puta, ela também se excitou e a gente acabou transando. O único que não comeu ninguém naquela noite foi você. Você não tem ideia de como deixaram a velha, até o cu dela arrebentaram. Aí, dois outros amigos sugeriram a gente ir pescar e levar ela. Percebi que queriam comer ela e aproveitei. Pedi dinheiro, e como não queriam pagar, ofereci levar a Laurita. Fiz de sonsinho, claro. Pra você, a gente falou que ia acampar num piquenique de primavera. Nessa altura, eu já adorava que você fosse um corno. Lá, não só meus amigos comeram elas, mas também um grupo de pescadores que tava perto. E a velha, o dono do camping só quis arrebentar o cu dela. Era inacreditável ver a velha resistindo e sendo comida como uma qualquer. Quando voltamos, ela me dizia que não sabia o que ia falar pra você, que queria que eu esquecesse ela porque não queria mais continuar com tudo aquilo. Mas a Laurita, não. Pelo contrário, ela tinha gostado da pica de um deles, e aquele filho da puta veio Muito seguido em casa, primeiro ele comia a velha e depois a Laura.
Viu o que eu te falei? Você sugou bem a buceta dela enquanto eu comia outras vadias.
Hernán, se ela era tão puta, eu não ia desperdiçar ela, você parecia tão otário que nem percebia o corno que era. Queria que você sacasse, mas você nada. Olha, até comi ela uma vez pelas suas costas enquanto você assistia futebol e eu atrás de você metendo no cu dela. Aí eu pensei: esse aí é viado. Nunca imaginei que você comia outras e agora, já velho, virou um puto louco por pica igual ela. Vem chupar aqui um pouco que contar isso me deixou de pau duro.
Eu também tava muito na pica, então fiz o que ele mandou, chupei a rola dele bem submisso enquanto ele me tratava como uma puta barata.
Hernan, que viado arrombado que tu é, como tu gosta de uma rola, cuck, tu é pior que ela, viadinho de merda
Depois daquela foda terrível, ele não veio mais sozinho em casa, nem a Laura e muito menos a Susy, com certeza já não me viam mais como o grande macho alfa, agora eu era só um corno manso obediente e putinha que curtia os chifres e as desgraças da própria esposa, que sempre foi uma puta de carteirinha.
Espero que vocês curtam.
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A sentença já estava escrita e eu gostava dela, o tesão estava dominando nossas velhas vidas, não havia mais segredos entre nós. Naquela noite, a Laurita veio, ficou pra jantar e também pra dormir, mesmo o marido dela não concordando. Ele era outro otário igual a mim, que não percebia os chifres que estava levando. Minha esposa foi se deitar, dizendo que estava muito cansada. Nós ficamos tomando uns drinques e fomos pro quarto. Os dois sabiam que ela não ia incomodar nada. Ver a Laurita desesperada pra fazer meu pau subir era muito excitante. Ela cansou de chupar meu pau e nada, aí a putinha começou a falar do marido, das vezes que ele foi bem corno. Primeiro com o grande amigo dela, pra quem deu até o cu, depois com o irmãozinho Hernan, e aí me contou tudo o que tinha rolado com a mãe. Até que no fim ela colocou meu pau entre os peitões dela e começou a masturbar ele. Isso sim deu resultado. Depois ela me comeu, sentando em cima de mim, e depois de gozar como uma puta, me perguntou se eu queria a bundinha dela. Foi foda ver como ela sozinha enfiou no cu e meteu até o fundo, gemendo e gozando enquanto o cu se arrebentava. Assim ficamos dormindo de conchinha. Ela confessou que sempre foi o sonho dela, desde pequena, que eu arrebentasse a bunda dela. De manhã acordei com o pau duro. Nem pensei, e enquanto ela dormia, arrebentei o cu dela de novo. Era lindo ver como ela se contorcia. Antes de gozar, tirei e coloquei entre os peitos pra foder eles, do jeito que eu tanto gostava. A porrada de leite foi até a cara dela. O olhar pervertido dela foi de arrepiar. Ela me deu um beijo e engoliu tudo. Saímos, tomamos café e ela foi embora com o marido. O dia seguiu tranquilo até sexta à tarde, quando o Hernan veio nos buscar pra ir a um sítio. Minha mulher tinha me enchido a cabeça todos esses dias, então éramos dois velhos no meio de vários jovens. Eu sabia o que nos esperava. Me mandaram limpar a piscina e, quando voltei pra casa, minha esposa estava com a cara lambuzada de porra até a camiseta.
Hernan, cê curtiu, véio? Viu que puta gostosa que é a sua mulherzinha? Vai lá, dá um beijo nela que ela merece, tem um também pra você.
O que é que tem?
Hernan, hoje você vai ser nossa putinha, seu pedaço de corno.
Não falei mais nada, ela veio pra cima de mim e disse
Ela não sabe a pica que o moreno tem, vai, toma uma cervejinha, vai curtir, prepara a bunda porque pra mim é só pela buceta.
Beijei ela como nunca, já sabia que ia rolar e acho que queria que acontecesse. Todo mundo me perguntou se eu queria ver como iam comer a puta da minha esposa, falei que adoraria. Um deles disse que iam enfiar nela e foi exatamente isso. A puta tava muito gostosa. Fomos pra piscina e me sentaram na frente deles. Passaram a mão nela inteira e, na piscina, começaram a comer ela. Quis bater uma, mas não deixaram. Ver minha mulher sendo comida de todo jeito na água me deixou louco.
Ela olha, corno, olha como esses caras tão comendo sua mulherzinha e você nem consegue ficar duro, não dá pra negar que você é um puta corno manso.
Estavam matando ele de pica e assim saíram da água, um deles veio até mim e perguntou se eu era viado de verdade, não sei por que disse que sim e ali mesmo me fodi, o cara mandou eu chupar a rola dele pra ver como o leite dele é gostoso, tava tão tesudo que devorei ela, o filho da puta do Hernan aproveitou a situação e disse que sempre quis arrebentar o cu do corno do pai dele e arrebentou o meu, o safado se satisfez, me comia com muita força e seco, me destruiu, eu implorava pra ele parar, que doía muito e todo mundo ria até que o moreno, o mais pirocudo, colocou a dela na minha boca e me comeu, lá estava eu de quatro na borda da piscina sendo comido pelos mesmos caras que tinham comido minha mulher, coisa que ela comemorava me humilhando, foi assim o fim de semana inteiro, até o caseiro e o ajudante dele me comeram, eu fui a putinha grátis deles e mesmo não querendo ser, não conseguia recusar, ela só alguns comiam e bem de vez em quando, eles estavam obcecados comigo até que finalmente voltamos pra casa, cheguei feito um trapo, meu corpo todo doía e meu cu mais ainda, Hernan disse que em uns dias voltaria e mesmo que eu me envergonhasse por dentro, eu queria e ela sabia, três dias depois apareceu o Fabrício, eu não me reconhecia mais do jeito que tinha me tornado puta, só queria ser comido e isso eu negava quase como o contador, tinha que sair do armário mesmo que custasse e assumir o que sou, desde que ela começou a brincar com meu cuzinho pequeno, aos poucos fui ficando mais puta e não é isso que me incomodava de verdade, me incomodavam as humilhações, embora quando tava no modo puta me excitava muito ser humilhado, o conflito vinha quando toda aquela atuação acabava e mesmo assim ela continuava me humilhando, naquela tarde com o Fabrício curti bastante, ver ele comendo minha esposa fazendo ela gozar com a rola dele que não era nada demais me dava muito tesão e depois ser humilhado agindo como um servo e obedecendo ordens era o máximo. Como já disse, por um lado eu rejeitava aquilo, mas por outro lado adorava ser o corno submisso. Agora eu queria ser um perdedor; já tinha estado do outro lado, sempre fui um vencedor. Queria experimentar como era, só não sabia que daquilo não se volta. Fabrício veio em casa com toda a intenção de usar minha mulher como bem entendesse e agia como se eu não estivesse ali. Isso me excitou, porque eu queria ser comido igual a ela, coisa que ele me negava. Até que ele conseguiu o que queria: que eu implorasse pelo pau dele na frente da minha mulher. Descrever o que ele fez comigo é humilhante. Desde aquele dia, sempre usei calcinhas fio dental e, naquela tarde, ele até me vestiu com uma saia curta. Essa foi a última vez que o vi. Desde então, minha mulher faz a alpha macho e eu, de viado dominado e submisso aos caprichos dela. Embora, às vezes, Hernán venha nos visitar. Uma dessas vezes, a gente começou a conversar e o que começou como um papo agradável de lembranças terminou... bom, melhor eu contar como foi isso.
Hernan, me conta aí, véio, como é que você virou viado? Eu sempre te considerei um puta machão.
Bom, a real é que sempre fui o que chamam de um verdadeiro malandro, um vencedor, e se eu procurava outras gostosas, a culpa era dela. No começo, na cama, tudo era perfeito, a gente inovava pra caralho, mas claro, ela se mostrava bem conservadora e eu era o completo oposto.
Hernan, já sei, ela não queria te dar a buceta.
Exatamente, e isso fez dela uma puta completa. Ela começou a dar pra outros enquanto eu pegava outras bundas pra mim. É que a mulher que tem outro homem na cama dela não nega nada, já era, sacou? Ela tinha os amantes dela e eu também, a parada foi justa pros dois.
Hernan, sim, mas ela não deixou pinto em pé, até meus amigos do colégio ela comeu.
Sim, claro, e aí você aproveitou, né, que nunca foi muito diferente, comeu até a sua irmã, me conta o que rolou naquele piquenique.
Hernan, velho, já sabe o que rolou com a coroa e meus amigos.
Só tenho a versão dela.
Hernan, acontece que um dia eu vi o Fabricio, um amigo dela, comendo ela. Como ela te metia chifre com aquele filho da puta. No outro dia, não fui pra escola e voltei pra casa quando não tinha ninguém. Aí contei tudo o que ela tinha feito e comecei a chantagear ela. Ela pirou, implorando pra eu não contar nada pra você. Aproveitei e comi ela gostoso. Ela pedia pra eu parar, e eu metia mais forte ainda. Desde aquele dia, ela virou minha putinha. E quando trouxe meus amigos pra fazer o último trabalho prático, ofereci ela de presente. No começo, ela recusou, mas quando percebeu que tinha quatro picas jovens pra ela, caiu. Mesmo resistindo, todos comeram ela. Deixei eles sozinhos na sala com ela implorando pra não serem comidos, sem conseguir evitar. Me excitei tanto vendo ela daquele jeito, tão dominada, que deixei eles fazerem o que quisessem com ela e fui conversar com a Laurita pra ela não perceber que meus amigos estavam comendo a outra. E claro, como eu tava excitado, comecei a dar em cima dela. No começo, ela me rejeitou, mas quando contei que meus amigos estavam comendo a outra por puta, ela também se excitou e a gente acabou transando. O único que não comeu ninguém naquela noite foi você. Você não tem ideia de como deixaram a velha, até o cu dela arrebentaram. Aí, dois outros amigos sugeriram a gente ir pescar e levar ela. Percebi que queriam comer ela e aproveitei. Pedi dinheiro, e como não queriam pagar, ofereci levar a Laurita. Fiz de sonsinho, claro. Pra você, a gente falou que ia acampar num piquenique de primavera. Nessa altura, eu já adorava que você fosse um corno. Lá, não só meus amigos comeram elas, mas também um grupo de pescadores que tava perto. E a velha, o dono do camping só quis arrebentar o cu dela. Era inacreditável ver a velha resistindo e sendo comida como uma qualquer. Quando voltamos, ela me dizia que não sabia o que ia falar pra você, que queria que eu esquecesse ela porque não queria mais continuar com tudo aquilo. Mas a Laurita, não. Pelo contrário, ela tinha gostado da pica de um deles, e aquele filho da puta veio Muito seguido em casa, primeiro ele comia a velha e depois a Laura.
Viu o que eu te falei? Você sugou bem a buceta dela enquanto eu comia outras vadias.
Hernán, se ela era tão puta, eu não ia desperdiçar ela, você parecia tão otário que nem percebia o corno que era. Queria que você sacasse, mas você nada. Olha, até comi ela uma vez pelas suas costas enquanto você assistia futebol e eu atrás de você metendo no cu dela. Aí eu pensei: esse aí é viado. Nunca imaginei que você comia outras e agora, já velho, virou um puto louco por pica igual ela. Vem chupar aqui um pouco que contar isso me deixou de pau duro.
Eu também tava muito na pica, então fiz o que ele mandou, chupei a rola dele bem submisso enquanto ele me tratava como uma puta barata.
Hernan, que viado arrombado que tu é, como tu gosta de uma rola, cuck, tu é pior que ela, viadinho de merda
Depois daquela foda terrível, ele não veio mais sozinho em casa, nem a Laura e muito menos a Susy, com certeza já não me viam mais como o grande macho alfa, agora eu era só um corno manso obediente e putinha que curtia os chifres e as desgraças da própria esposa, que sempre foi uma puta de carteirinha.
2 comentários - confesiones final
gracias x comentar y leerme