Beleza. Depois de tanto tempo, volto a escrever um episódio sexual que não dá pra deixar passar. Foi depois que a Argentina passou pra final. Um conhecido com quem eu transava de vez em quando começou a me mandar mensagens. Ele escrevia mal e tinha ficado intenso: "cadê você? Quero te comer e chupar sua cara". Percebi que ele tava bêbado pelo jeito que escrevia e pela insistência. Perguntei: "bebeu?" "Sim", ele respondeu. "Tem mais cerveja?" perguntei. A verdade é que eu também tinha bebido cerveja durante o jogo e fiquei com vontade de continuar bebendo, além disso a seleção tinha ganhado e eu queria comemorar também. Falei que tinha ido ver o jogo em outro lugar e já tava voltando pro apê. Enquanto isso, ele continuava perguntando: "cadê você? Assim vou te comer". (Sem rodeios). Cheguei no apê e ele já tava me esperando na calçada. Subimos e, mal entramos na sala, sem dizer uma palavra, ele pegou minha cara e começou a me beijar, depois me segurou pelos ombros e começou a chupar minha cara. Continuou passando a língua pelo pescoço, passou a língua em todo lugar e me beijou de novo. Enquanto eu tava encurralada na parede, e ele me beijava desenfreadamente, eu sentia o pau dele, que já tava durasso. Aí a situação me excitou e comecei a passar a mão por cima da calça dele, até que consegui tirar o pau e comecei a bater uma pra ele. Mas foram só alguns segundos, porque ele baixou meu short, afastou minha calcinha fio dental, abriu minhas pernas, se agachou e começou a chupar minha buceta como ninguém nunca tinha feito. Gozei uma vez. Mas aí ele começou a me masturbar com dois dedos e eu gozei de novo. Já tava toda excitada e molhada, só pensava em sentir o pau dele dentro de mim. Finalmente, ele me virou e enfiou o pau grosso dele na minha buceta, começou a me comer contra a parede. Eu tava toda molhada, me sentir encurralada e prisioneira do momento me excitou ainda mais. Por isso, o pau venoso dele conseguia entrar e sair fácil. Depois de alguns minutos, me batendo contra a parede, ele me virou e falou "Chupa agora, vai". Comecei a chupar a pica dele devagar, fui colocando na boca, mas ele disse "vai, enfia tudo, sua puta" e com uma mão empurrou minha cabeça pra entrar inteira. Depois tirou a pica da minha boca e me arrastou até o sofá, tirou minha calcinha fio dental, me colocou de quatro e começou a me comer bem forte. Eu era o objeto sexual dele. Enquanto me comia, começou a enfiar o dedo no meu cu. E falava "cê gosta disso, puta? Você é uma puta gostosa, sabia?". Que delícia que era, ele enfiava a pica tão fundo e eu sentia tão duro que não aguentei mais e tive um orgasmo bem longo. Ele não parou nem um segundo de me comer tão forte, eu gritava de prazer mas também de dor, sentia que a pica dele tava rasgando toda a minha buceta. Pra completar, começou a bater na minha bunda com a mão esquerda enquanto com a direita me segurava pelo pescoço pra enfiar mais a pica. Me deu várias palmadas, fortes. Ele tinha ficado obcecado pela minha bunda. Depois me soltou e falou: "agora vai de joelhos e me traz uma cerveja" (tinha umas latinhas na geladeira). Fui e voltei de joelhos. "Agora abre, puta". Abri e entreguei pra ele, enquanto continuava de joelhos, ele derramou a cerveja na pica dele e falou "me chupa". De novo comecei a chupar devagar, mas ele tava muito descontrolado, me pegou pelo cabelo e começou a comer minha boca. No ritmo dele, enfiava até o fundo, eu engasgava, mas ele pouco se importava. Tive engasgos. Ele falou "vai, puta, cê gosta da minha pica?" "chupa ela toda". Depois de um tempo, me levantou do chão e me colocou contra outra parede. Eu tava de pé, ele ajustou minhas pernas e começou a me comer de novo. Me segurava forte pelo cabelo, e metia bem bruto. A pica dele tava bem dura e grossa. Eu não entendia como ele não tinha se cansado e como continuava tão duro depois de todo o tempo que tinha passado. "Tá doendo", falei, pra ele soltar meu cabelo. Mas ele respondeu: "não tô nem aí, vou continuar comendo assim. Você é minha puta". Enquanto com uma mão me segurava pelo cabelo, com a outra segurava a latinha dele, aí me jogou um jato de cerveja nas costas. Tava gelada, mas não parava de me comer. Minutos depois, me deito de barriga pra cima numa mesinha de centro, ele me jogou cerveja na cara e nos peitos. Começou a deslizar as mãos pelos meus peitos. Apertava forte. Aí se abaixou e começou a chupar todos os meus peitos. Eu tava muito excitada. Queria que ele metesse de novo. E então, abaixado, ele enfiou o pau. De novo, tava me comendo igual um bruto. Me segurou o pescoço com as duas mãos e começou a me enforcar. Me enforcava tão forte que eu me engasguei e comecei a tossir. Ele continuou sem se importar, porque não parava de meter o pau até o fundo. Aí, me levantou dali e me levou pro sofá de novo. Me colocou de quatro e começou a me comer, enquanto enfiava o dedo no meu cu. Sem me perguntar, meteu o pau de uma vez. Enquanto me comia o cu, me segurava pelo ombro pra enfiar mais fundo. Eu tava gostando, ele já tava enfiando o dedo há um tempão e eu não via a hora de ele me fazer a bunda. Tava muito excitada e me divertindo pra caralho. Senti que tava transbordando de prazer e meu corpo tremeu, aí veio outro orgasmo. Ele ficou um tempão comendo minha bunda até que sentou no sofá e me colocou por cima dele. "Agora tira minha porra, puta". Pontos pra segunda parte...
2 comentários - Virou uma besta