História de um seguidor

MENSAGEM PRIVADA ELIAS:: e aí readcrank, te contar uma parada que rolou comigo, ninguém acredita, mas é real? E você, se acredita ou não, tanto faz, eu curti, se tiver interesse te mando READCRANK:beleza gostoso? Manda aí que eu leio e vemos, não julgo ELIAS:bom, vou resumir o máximo que der READCRANCK:naa manda a história completa READCRACNK:pega teu tempo e explica direitinho, se eu gostar copio e colo, nem dá pra editar ha ELIAS:beleza, então ELIAS:me chamo elias, tenho 16 anos, tô no 5º ano do ensino médio, sou magro mas faço esportes e exercícios, jogo futebol então me mantenho em forma, e sou bem equipado pelo que me disseram, tenho 10 professores/as na escola mas isso é sobre uma só, a prof de direito, 29 anos, Andrea, uma branquela de cabelo preto e olhos castanhos, com uma carinha que só dá vontade de esbofetear enquanto ela chupa sua pica, a bunda mais linda que já vi na vida, uns peitos maravilhosos (embora na escola ela não mostre tanto), mas a imaginação por baixo das roupas faz tudo, não é a única prof gostosa, tem várias bem novinhas e na verdade muito melhores que a Andrea, mas por algum motivo todos os alunos e professores só falam dela, eu não dava muita importância, além do óbvio, que era minha professora, que era muito gostosa, e as brincadeiras típicas entre colegas. Eu tava com uma colega chamada Camila, nada sério mas sim, a gente se divertia pra caralho, zoava e brincava o tempo todo, várias vezes na escola a gente transou, no banheiro, chupei a buceta dela na biblioteca e na sala a gente se apalpava do jeito mais gostoso, tanto que uma vez ela deixou minha pica dura, quando bateu o recreio fomos atrás do palco onde os alunos que fumavam se juntavam pra não serem pegos, começamos a pegar pesado até que todo mundo foi embora e ficamos só eu e a Camila, sabia que os fumantes não voltariam e além deles ninguém aparecia atrás do palco, enquanto a gente se amassava, tirei minha pica pra fora Entre o fechamento e eu fiz ela chupar, ela ajoelhada mamando minha pica e eu já prestes a gozar quando a campainha tocou. — Preciso ir, agora temos com a velha Cabrera e ela é uma puta comigo. Assim que terminou a frase, ela se levantou e, enquanto saía, limpava a boca, me deixando com a pica dura pra caralho. — Filha da puta! Será que ninguém vai vir? Com a pica na mão, olhei pros dois lados do cenário e comecei a bater uma. Sabia que todo mundo já estaria nos cursos e que eu só teria que inventar uma desculpa por chegar atrasado. Quando já estava quase terminando, com a porra a 3 cm da uretra, ouço: — (MEU SOBRENOME), o que você está fazendo? Automaticamente, minha mão travou, mas a porra saiu antes. Olhei pra minha esquerda e era a profe Andrea, me olhando a pica com a boca entreaberta. No desespero, tentei guardar o mais rápido que pude, mas o zíper prendeu. Senti uma dor terrível, porque uma dobra do prepúcio ficou presa no zíper da minha calça. A professora percebeu a situação e exclamou: — Espera, vou chamar um professor. Não sei por que nem pra quê, mas naquele momento, sem perceber, eu disse: — NÃO!! O que vão dizer? Um aluno assim e uma professora do lado? Eu falei sem saber, verdade, mas ela ficou branca. — Você tem razão, deixa eu te ajudar. — Cê tá louca? Eu consigo. — Olha, com meu marido aconteceu várias vezes, e você só vai se machucar mais. Sabia das consequências, não queria ficar sem pica, então só tirei minhas mãos da minha pica e ela se aproximou, levantou um pouco a saia e se agachou na minha frente. Pegou minha pica, levantou e olhou atentamente por alguns segundos. — É só um beliscão, posso tirar, mas você precisa relaxar o pênis. — Profe, tavam me chupando, ainda mais que você é gostosa pra caralho e tá pegando na minha pica, fica mais dura ainda. — Tô percebendo, vamos fazer outra coisa. A profe começa a me masturbar bem devagar por cima do beliscão e antes da cabeça, enquanto mexia no zíper da minha calça. calça, naquele momento toda a dor passou e eu me concentrava em como a melhor professora da escola estava me masturbando, eu estava no céu, vendo como com uma mão parecia estar fazendo uma cirurgia, tamanha concentração, enquanto com a outra me masturbava. - já vai sair, preciso que você segure pra puxar essa pele - não consigo, profe. Sem perceber, ela enfiou meu pau na boca e com as duas mãos conseguiu me soltar do zíper, pelo visto o zíper da minha calça estava segurando minha gozada, porque quando me libertei, comecei a soltar porra pra caralho dentro da boca dela, mas ela, em vez de sair, ficou pra receber todas as balas, me olhou como se perguntando se eu já tinha terminado, eu só tirei meu pau da boca dela, e ela com a boca cheia cuspiu tudo e enquanto limpava a boca com a mão me disse - você ia me sujar toda, com um sorriso mais que safado. Eu, mais que satisfeito, não conseguia falar nada, fiquei besta, a profe entre cuspidas me mandava ir pra minha aula. Eu fiquei louco com a situação e não parava de pensar na Andrea, nos dias seguintes tivemos várias aulas mas ela me tratava normal, como um aluno qualquer. Um dia vi ela parada sozinha na frente da escola e como eu tinha moto, me ofereci pra levar, mas ela disse que o marido vinha buscá-la, logo chegou um cara enorme, quase 2 metros, fortão, agarrou ela e deu um beijão na boca dela e me ignorando, disse que o carro estava estacionado uns metros atrás, a profe se despediu de mim e foram embora. Naquele momento eu soube que era carne de canhão, melhor deixar assim, o que passou, passou e pronto... maaaaas passaram algumas semanas que a Andrea e eu nos entendíamos, eu andava atrás dela feito cachorrinho, ela passava a mão no meu volume quando ninguém via ou a gente se beijava nos cantos, pra mim já era mais que suficiente, até que um dia a gente ia sair mais cedo, mas a Andrea chegou pra dar aula - oi, galera, sei que hoje é sexta e vocês queriam sair mais cedo, mas proponho segunda-feira entrarmos mais tarde, o que acham? — Siiii, de uma vez já foi! — a galera da sala.
— Bom, vou explicar pra vocês: essas duas horas do professor Garcia, eu vou assumir. E na segunda, como a professora Mirna tá de licença, não vou fazer vocês virem por 1 hora e meia, então segunda-feira vocês não precisam vir. Tá bom pra vocês?
— De uma!! Profe!!

A aula seguiu normal, bateu o sinal de saída e todo mundo já tava saindo quando a profe fala:
— (MEU SOBRENOME), seu trabalho prático ainda não me entregou.
— Trago na segunda ou na terça, profe.
— Tá com pressa?

Esperou todo mundo sair e continuou:
— É que não fiz ainda, acontece que...
— Shh, não tô nem aí pro seu trabalho. Quero que você vá lá em casa hoje. Quer?
— Sabe que eu até iria, mas seu marido, profe...
— Rsrs, profe?? Ele tá viajando, chega às 5 da tarde. Amanhã minha irmã vem, hoje ela vai pro baile... — ela falou enquanto me olhava de novo com aquele olhar safado que me deixava doido.
— Que horas a senhora quer que eu chegue?
— Te quero na minha casa às 9. Vai, vaza.

20:55 — Chego em casa e bato palma. O portão principal tava a uns 6 metros da porta. Abrem a porta, era a irmã dela, tipo a profe Andrea, mas versão mais nova. Tava vestida pra balada, um vestido que mal cobria ela, preto com tiras nas laterais, com um decote que, com um sopro, os peitos dela explodiam.
— Ah, é você, o aluninho da Andy?
— Sim, vim buscar uns trabalhos.
— Rsrs, entra aí.

Ela me fez entrar e sentei na sala. A música tava alta, um sertanejo universitário. E de novo naquele quarto ela se despe diante da pele... Se rasgam e se entregam à vontade e ao prazer, cantava na minha cabeça quando a irmã chega com uma latinha de cerveja e passa, sentando do meu lado.
— A Andrea tá se trocando.

Abri a lata...
— Sem problema, espero ela.
— Cê é aluno de colégio?
— Sim, por quê?
— Queria saber só. Não quer vir com a gente?
— A gente quem?
— Meu namorado, eu e duas amigas.
— Ah, tem namorado. É que a gente tem um projeto e temos que terminar mesmo.
— Ah, tá bom. Se mudar de ideia, a Andy sabe onde a gente vai estar.
— Fechou, se a gente terminar cedo, vou sim. Tentar convencer ela a ir. Passaram-se alguns minutos em que estávamos conversando com a irmã da Andrea, quando ela se aproxima — Tá se divertindo? He-Andrea — Sim, seu aluno é muito gato, parece que vou cancelar a balada... ela dizia enquanto me olhava de um jeito cúmplice — Acho que não, mas se ele ainda estiver aqui quando você voltar, eu empresto. Deram umas risadinhas cúmplices, de adolescente, que pra falar a verdade achei bem ridículo, mas quando vi minha profe como estava vestida, caí na mesma brincadeira. Andrea estava do nosso lado com o controle do rádio colocando música, com um short de dormir tão curto que dava pra ver como as nádegas dela se perdiam no tecido, com umas pernas perfeitas e firmes que pareciam não ter fim. A parte de cima, só segura por duas tirinhas bem finas penduradas nos ombros, deixando ver toda a silhueta dela, censurando só os peitos. Romina (a irmã) percebeu minha preferência — Bom, vou deixar vocês, vou terminar de me arrumar que daqui a pouco vão me buscar — ela dizia enquanto se afastava. Andrea não falava muito e eu já tava mais duro que pedra. Ela senta do meu lado, tira a latinha da minha mão e dá um gole, depois se inclina e coloca ela na mesinha, e começa a se aproximar mais de mim, se recostando. Obviamente, ela tava buscando aquela situação desconfortável pra eu tirar o braço e colocar sobre os ombros dela, e ela terminar de se deitar em cima de mim. Entre uma conversa e outra, ela passava as mãos nas minhas pernas, e eu aproveitava pra roçar os peitos dela com meus dedos. Ficamos assim por vários minutos até que na minha cabeça comecei a falar comigo mesmo... (sei que é idiota, mas todo mundo passa por isso) — A gostosa tá entregue, e não vai dar o primeiro passo. Pô, ela já deu o primeiro passo pra caralho, o que eu tô esperando? VAI LOGO, BURRO, QUE O PESO DESVALORIZOU!!! Foi então que, sem nenhum aviso, peguei ela pelo queixo e puxei pra mim pra dar um beijo. Ela respondeu e subiu uma das pernas em cima de mim. Começamos a nos pegar cada vez mais forte, enquanto ela se acomodava mais em cima de mim, passando a mão já por cima do... Calça, procurando tirar pra chupar minha pica, desabotoando o cinto e abaixando o zíper, consegui. Nem eu acreditava no tamanho da cabeçuda que ela tinha, tava prestes a explodir. Comecei a me masturbar, enquanto ela beijava meu pescoço, dava pra sentir a respiração dela e uns microgemidos acelerando cada vez mais. — Abaixa tudo. Sem hesitar, levantei o quadril e com as mãos abaixei a calça, e ela me deu um beijo no rosto antes de descer pra me chupar. Ela ficou de quatro do meu lado, se inclinando pra me mamar, enquanto levantava a raba pro céu. Eu, com minha mão, percorri as costas dela até chegar na bunda, e abrindo caminho entre as roupas, consegui chegar na buceta dela e comecei a massagear. Mas a distância não ajudava com os movimentos dela; sentia como se estivesse passando os dedos no cu dela, tentava fazer de conta que não era nada, buscando logo a vagina dela pra não estragar nada, mas ela parou de chupar e, enquanto me punhetava, me olhou e disse: — Vai enfiando devagar, e mordeu os lábios. Procedi a chupar um dedo pra lubrificar um pouco, e agora sim tinha um bom alcance. Enquanto a professora me chupava a pica, eu tava concentrado na bunda dela. Me ajeitei pra conseguir com as duas mãos abaixar todo o short dela. Ela não tava nem de fio dental, a putinha. Deixando o short por baixo da buceta dela, passava a ponta do dedo nas bordas do cu dela e, aos poucos, ia enfiando. Sentia ele apertadinho, mas também sentia ela tentando abrir. Cada vez que sentia seco, levava o dedo de volta à boca pra lubrificar de novo. Que cheirinho gostoso que tinha, queria comer a bunda dela toda de uma vez, mas também chupava espetacularmente. Andrea se abaixou mais, chegando a lamber minhas bolas, enquanto segurava minha pica, os peitos dela totalmente apertados se esfregando nas minhas pernas. E com a mão que sobrava, abrindo a própria bunda, me deixava louco. Trouxe meus dedos mais uma vez até mim, mas no último momento decidi dar pra ela. Enquanto ela me mamava, parei ela e coloquei o dedo na frente da boca dela. Ela começou a chupar. chupar como uma pica, mas dessa vez mais babada, usando a língua e dando mais cuspe. Uns segundos depois, ela larga meus dedos e volta pro meu pau. Aproveito que tá bem molhado e começo a meter no cu dela. Sentia cada dobra do meu dedo passando pela entrada do cu dela. Quando consegui enfiar até a palma da minha mão encostar na bunda dela, usei os dedos que sobraram pra acariciar a buceta dela. Era estranho e com movimentos desengonçados, mas dava pra sentir que ela tava muito molhada. Já não aguentava mais, queria foder ela. Hoje não queria deixar buraco sem meter o pau. Andrea tava louca chupando meu pau, mas tive que parar ela. Não porque não tava gostando, mas porque já queria penetrar ela. Levantei sem falar nada, tirando o pau da boca dela praticamente como quem tira um chupeta de bebê. Ela tentou se ajeitar, mas eu segurei — Fica aí. Ela obedeceu, e enquanto eu me posicionava atrás dela, ia tirando a calça jeans do pé. Quando me coloquei atrás dela, peguei ela com as mãos na cintura e puxei pra mim. Meu pau entrou retinho na buceta dela. Ela soltou um gemido muito forte, que se não fosse pela música, os vizinhos teriam ouvido. Tava com a minha professora, a mais gostosa do colégio, de quatro, comendo ela. Peguei ela pelos cabelos, puxando pra mim, levantando a cabeça dela e metendo forte. A verdade é que o shortinho no meio das pernas dela era desconfortável, mas ajudava a deixar ela bem apertadinha, e isso ela gostava. Ouvia ela gemer a cada metida, e cada vez ela se inclinava mais pra frente, abrindo mais a bundinha pra mim. Quando ela se inclinou totalmente pra frente, deixando a buceta dela toda pra cima, toda pra mim, soltei o cabelo dela e me segurei na cintura dela e comecei a meter o mais forte que podia. Comecei com movimentos duros e rápidos, enfiando até onde dava, mas senti que ia gozar rápido. Então resolvi tirar bem devagar o pau até a cabeça ficar pra fora e meter o mais forte que podia. Os gritos dela eram angelicais. Adorava ouvir ela gemer cada vez que eu penetrava ela. Meti nela. hasi por um longo tempo pra não gozar, até que ela soltou os braços de apoio, se recostou no meu peito e com as duas mãos segurou minhas nádegas e abriu toda a bunda dela. O cu dela não estava tão aberto, mas já tinha experimentado. Enquanto estava por cima, comecei a salivar, as gotas não tinham pontaria, mas com a porra da pica comecei a lubrificar e meter. Me surpreendeu, verdade, esperava mais resistência pra entrar, mas depois que a cabeça entrou, o resto do meu pau deslizou como um tobogã. Apesar disso, também estava apertadinho. - Ai (meu sobrenome), faz tempo que não me visitam por aí. - Que pena que essa visita vai deixar a casa um desastre. - Me arrebenta toda, adoro pelo cu. - Vou ser bruto, te aviso, nunca fiz por aí. - Vem me foder que a buceta tá preparada pra você. - Pra mim? - Ai sim, nunca fiz anal, mas naquela vez atrás do palco eu queria seu pau no meu cu. Comecei a meter forte... - Hã, e seu marido não te come por essa bunda? - Não, até aquela vez eu disse que sim pra poder começar, porque sabia que a sua é maior, e depois comecei a meter coisas pra acostumar sem ele saber. - Ah, você estava preparando a bunda pra mim? - Sim, não ficou muito aberta? - Não, mas agora o do seu marido vai dançar dentro. - Ai sim, não quero o leitinho dele, quero uma pica boa, me dá, me dá. As palavras que ela dizia me excitavam mais e eu metia tão forte que sentia na ponta do pau algo me roçando, mas não liguei. Agarrei ela pela cintura e puxei pra mim, nós dois sentados no sofá com meu pau no cu dela enquanto ela passava as mãos atrás de mim, e eu beijando o pescoço dela e apalpando os peitos. Quando uma luz invadiu a sala, - É O ESTEBAN!!! Ela deu um grito e saiu de cima de mim, quando meu pau deixou o corpo dela, ela ficou estirada no sofá de dor, não estava preparada pra terminar assim (quem já teve sexo anal sabe). - Tem certeza? - Sim, idiota, é o carro dele, olha onde você se mete. No meio da confusão, juntei minhas roupas e quis ir pro quintal dos fundos, mas quando cheguei no corredor, ouvi que a porta se abriu, só consegui ficar parado num corredor escuro, pensando, na menor distração vazo por qualquer lugar
—oi love, que que houve —andrea se ouvia enquanto o clima ficava cada vez mais pesado
—nada, no final aconteceu o que eu te falei, e você, que que tá fazendo acordada?
—rokina tá com um amigo, e vão pro bailão, então já sabe
—perdeu tempo fazendo água pra sua irmã, sabendo como ela é
—pois é, mas fazer o que, cê quer o que?
—nada, vou tomar um banho e dormir

Eu ouvindo tudo aquilo não sabia pra onde caralho correr, tava com minha roupa na mão e a pica dura, bem escondido no corredor onde ficavam o banheiro e o quarto dela
—bora então

A 2 metros do cara me ver, ouço uma porta se abrir, antes de olhar, uma mão me pega e me leva pra dentro daquele quarto

Agora começa com a irmã. Se quiserem saber como continua, me avisem

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