Convenci uma gostosa peituda do Tinder

Sou novo nessa parada de escrever contos, já li uns quantos por aqui e, poxa, às vezes a gente tem umas histórias que quer contar pela pura excitação e tesão. Tudo o que vou contar nos meus relatos é completamente real, nada de fantasia. Primeiro, sou um cara na casa dos 20, não muito alto, pele branca e cabelo claro, puxando pro loiro. Não faz muito tempo que instalei, por puro tédio, o Tinder, aquele aplicativo típico e mais famoso pra conhecer gente (embora depois eu tenha baixado todos os apps possíveis por mera curiosidade, mas isso conto depois). Nos primeiros dias, eu dava like de forma seletiva, hahaha, com o tempo isso se perde e você dá like em todo mundo. O caso é que tive sorte no app, porque tinha vários matches. Revisando entre eles, encontrei uma mina que eu já conhecia há um tempão porque a tinha no Facebook. Nossa, desde aquela época ela me deixava encantado com os peitões enormes, porque é daquelas garotas baixinhas, mas com umas tetas de dar gosto, realmente de um tamanho bem bom. Claramente no conto vou mudar o nome, haha, vamos chamar ela de Regina. Baixinha, branca, pernas meio grossas e definidas porque malhava na academia, tinha só 18 anos. A parada é que mandei uma mensagem fingindo que não a conhecia, mas eu sabia que ela também me reconhecia, porque no Facebook já tínhamos conversado. Pra minha surpresa, ela no Tinder respondeu do mesmo jeito, como se não nos conhecêssemos, perguntando nossos nomes, de onde éramos e essas coisas que se faz quando acaba de dar match. Conforme a conversa formal rolava, aos poucos a ideia de sair pra se conhecer foi surgindo. Claramente, eu dizia que teria que ser num lugar não muito movimentado pra gente ter a oportunidade de conversar direito (óbvio que minhas intenções eram que ela me chamasse pra casa dela ou eu pra minha). Exatamente na mesma semana em que começamos a conversar, ela tinha um dia livre porque precisava ir ver os tios dela num lugar que fica perto de onde eu moro. Daí ela me agarrou e eu falei: "Por que você não passa lá em casa pra me ver?" Mas, pra disfarçar a intenção do que eu queria que rolasse, completei: "Se preferir, a gente pode se encontrar na praça perto de onde eu moro." Ela topou, e combinamos que ela viria pra perto da minha casa de manhã. (Nem precisei viajar pra comer ela, mas beleza, vamos continuar.) Um dia antes da visita dela, eu já tava bolando como convencê-la a ir pra um lugar privado, porque, uma vez lá, as coisas não iam parar até a gente transar. Precisava de um plano, já que ela é do tipo que, se você fala na cara que é pra ir transar, ela te dá um soco e vaza. Aí, navegando no Facebook, trombei com o post de uma mina que tava queimando/expondo um cara porque ele tinha dito pra irem a um motel, mas "sem maldade", só pra se conhecerem melhor (com certeza vocês viram esse post, ou se não, é este aqui: )Convenci uma gostosa peituda do TinderE aí, zaaas, a ideia me veio. Pensei em mostrar aquela publicação pra Regina, como uma piada, pra que a ideia de ir pra um motel fosse dos dois e não só minha. Tipo, como se fosse algo aleatório. No dia seguinte, vejo ela chegando. Aqueles peitos pareciam tão gigantes, mesmo com o suéter que ela tava usando. Sinceramente, achei que nas fotos ela se arrumava pra parecer maior, mas não, ela era realmente uma peituda. E como ela veio de vestido, uff, aquele par de bundas se marcava de um jeito muito gostoso. Bom, ela chegou, dei o primeiro abraço, perguntei como ela tava, se já tinha comido ou se queria comer algo, e como ela se sentia, porque normalmente quando você conhece alguém, o nervosismo aparece, e eu queria que ela não se sentisse assim. Depois de uma conversa normal, começamos a andar. Ela não sabia pra onde a gente ia, porque não conhecia o lugar, mas eu sabia: tava levando ela pra um motel perto. Durante o caminho, mostrei a publicação que falei antes. Foi tipo: "olha o que esse cara disse, haha, ir se conhecer bem num motel? Haha, que ousado", algo assim. Ela riu e falou: "fala logo que quer comer ela, mais óbvio impossível". Nisso, eu falei: "bom, é um lugar onde podem ficar sozinhos e conversar à vontade". Parece que ela concordou, porque balançou a cabeça. Perguntei se nunca tinham chamado ela pra ir num motel pra se "conhecer" bem, haha, e ela disse que sim, mas que de um jeito muito óbvio ela não ia. Eu, na cara de pau, falei: "e se você não gostaria de ir agora? Já que a gente tá meio cansado da caminhada". Regina me olhou, pensou e disse que sim, que tava de boa, porque assim a gente podia descansar e conversar à vontade. Naquele momento, meu tesão disparou. Enquanto a gente ia num Oxxo perto comprar umas coisas, eu só olhava o corpo dela, saboreando o que logo ia ter. Chegamos no motel, entramos e deitamos. Começamos a conversar, e eu usava cada momento em que ela se distraía pra olhar pros peitos dela ou pras pernas que estavam em cima da cama. A situação era muito quente, tipo, quem não vai ficar ansioso quando tem uma mulher dessas deitada. Eu já queria pular em cima dela, mas me segurei, sabia que não podia estragar tudo. Passou meia hora e ela apoiou a cabeça no meu peito. A gente fingia que tava dormindo, mas eu tentava respirar perto da cabeça e do pescoço dela, sabia que as mulheres são sensíveis ali, e aos poucos fui percebendo que ela ia levantando a cabeça na direção da minha. Foi acontecendo assim, ela cada vez com os lábios mais perto dos meus, até que, finalmente, conseguimos nos beijar. Foi um beijo suave que foi esquentando a gente aos poucos, porque eu também passava meus dedos ao longo das costas dela, sabendo que aqueles nervos iam deixar ela excitada. Fui me afastando pra trás, tentando dar a entender que ela subisse em cima de mim. Depois de algumas tentativas, ela entendeu e já tava em cima de mim. Peguei aquela bunda enorme e comecei a mover ela e a esfregar na minha parte de baixo, como se tivesse comendo ela com roupa. Trocamos de posição e agora ela embaixo, como se tivesse de papai-e-mamãe. Quando senti que ela já tava quente, minhas mãos começaram a brincar ainda mais, até que coloquei uma delas nos peitos dela. Tantos anos esperando pra tocar neles e finalmente tava apertando eles. Me desgrudei dela e tirei o suéter dela, assim como abaixei a parte de cima do vestido dela. Finalmente pude ver aqueles peitões. Inocentemente falei que achava que não era verdade que fossem tão grandes (sabia que eram reais, mas às vezes as mulheres querem um comentário inocente pra se sentirem mais desejadas). Por cima do sutiã dava pra ver que queriam sair, e eu deixei elas. Peitos brancos e mamilos claros, não aguentei mais e fui direto chupar eles. Passava minha língua ao redor, dava mordidinhas bem pequenas nos mamilos dela. Enquanto chupava um, com a outra mão massageava o outro. Tendo ela debaixo de mim, desabotoei minha calça. Ela falava que não (sabendo que eu ia comer ela), porque não tinha camisinha (pois é, tanto planejei isso e (esqueci o mais importante). E disse pra ela que tava de boa, que só ia tirar pra esfregar um pouco. Claro que falei isso na distração, tô com muito tesão mas forçar não é minha praia. Coloquei ela de bruços, falei que ia beijar o corpo todo dela, e foi o que fiz, das pernas até o pescoço. Tirei a calcinha dela, porque é disso que se trata. Excitar e fazer um movimento arriscado. Ela não falou nada, e enquanto eu beijava, coloquei meu pau na entrada da buceta dela, ela falava que não, e eu tentava respeitar, porque também não é forçar as coisas. Mas, quanto mais constantes eram minhas roçadas, mais ela erguia o quadril, empinando a raba cada vez mais, e como falei antes, isso é sobre se arriscar, então meti de uma vez. Ela gritou e eu só gemi de prazer do caralho, porque uma coisa que não falei é que ela era virgem até aquele momento e me apertava gostoso pra caralho. Com ela de bruços, comecei a bombar, num ritmo bom e com um pouco de força, porque a cama começou a ranger. Fiquei assim uns 15 minutos até que decidi virar ela pra poder ver como aqueles peitos incríveis balançavam. Subi as pernas dela nos meus ombros e foi um mete e tira constante, via pelos espelhos do quarto a cena, muito excitante ver como uma baixinha peituda que eu desejava há tempos gemia de prazer. Perguntei se ela tava gostando, e pra minha surpresa ela disse que era o que queria desde que a gente voltou a se falar, isso me agradou, mas ao mesmo tempo não, porque eu podia ter evitado muita enrolação e ido direto pra foda. Pedi pra ela colocar meu pau entre os peitos dela e ela aceitou, disse que era a primeira vez que fazia aquilo mas claramente mandava muito bem, apertava os peitos até meu pau sumir entre eles. Eu beijava ela enquanto ela continuava subindo e descendo os peitos. Ela pediu pra eu meter de novo e dessa vez coloquei ela pra cavalgar. Aquela visão, aquela maldita visão de ver os peitos dela pulando era o que eu tava esperando ver. Falava coisas tipo "será que você não... esperava que ela desse logo na primeira noite, que ela achava de um desconhecido estar metendo nela, aí ela me disse que já fazia tempo que queria e que tava afim de mim, caralho, fiquei mais excitado ainda, apertei um pouco o pescoço dela enquanto enfiava sem parar, sem machucar, claro, e a gente continuou transando. Num momento, quando ela tava de quatro, vi que ela começou a rebolar mais pra trás, sinal claro de que ia gozar, então acompanhei o ritmo. Sabia que ela ia gritar, então coloquei a mão na boca dela, também usando de apoio pra puxar ela e enfiar tudo, acho que isso deixou ela mais louca, porque ela se jogou na cama, as pernas tremendo, pensei que tinha machucado, mas não, ela tava gozando. Não deixei ela terminar, meti de novo enquanto ela ainda tava escorrendo, já me preparando pra gozar também, então dei tudo de mim, bombeei mais rápido e mais forte, e quando senti que ia jorrar, tirei e gozei nos peitos dela, uma cena que eu tava esperando. Virei ela, deitei no peito dela, os dois molhados até faltar uns 20 minutos das 3 horas do quarto, então tomamos banho rápido e fizemos de novo no chuveiro, tinha a fantasia de ver uns peitos amassados contra o vidro e realizei. Nos vestimos, saímos de lá e deixei ela na entrada da casa dos tios. Depois a gente se viu de novo, mas como dizem por aqui, essa é história pra outro conto.

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