Comienzo de mi vida anal (fotitos)

Essa é uma confissão de uma amiga que, assim como eu, é fã de interracial e me deu permissão criativa pra compartilhar. A maior parte foi escrita por ela, e eu só fiz uns ajustes pra dar lógica, ordem e um pouco de narrativa. Se vocês tiverem interesse, acho que dá pra continuar com mais uns capítulos.---------------------------------------------------------------------Relato começa aqui.


Há alguns meses, comecei com meu marido a experimentar sexo anal. Devo confessar que tinha medo, porque me disseram que doía muito. E não bastava ouvir que era algo muito gostoso. Quando meu marido me pediu, falei que não e expliquei. Ele fez um bom trabalho de convencimento kkk, porque depois de algumas semanas já estávamos tentando.
No começo foi complicado, mas com um bom lubrificante e umas brincadeiras gostosas antes, tudo foi fluindo. Demorei pra entrar nesse modo de prazer, porque mesmo sentindo aquela mistura de prazer e dor, minha mente ainda ficava focada no ato e não em aproveitar. Depois de mais duas tentativas, tudo mudou — eu já me entregava ao prazer e, sinceramente, cheguei a ter orgasmos. Algo que eu não achava possível. Tipo, não é a buceta pra me causar isso. Mas acabei tendo uns orgasmos muito gostosos. Tanto que, às vezes, eu só pedia pro meu marido me comer por trás. Claro, eu me tocava na buceta e me masturbava enquanto ele enfiava o pau em mim.
Começou a não ser uma obsessão, mas era meu ato favorito. Eu pedia pra ele gozar dentro ou nas minhas nádegas, e eu brincava com a porra e enfiava algum dildo enquanto ele assistia e se preparava pra mais uma rodada. Tudo girava em torno do sexo anal.
Isso nos fez bem, já que sempre fizemos do jeito tradicional. E deu mais magia ao nosso casamento. Mas, como desconfiariam, algo mais aconteceu.

Depois de passar vários meses experimentando meu corpo, ou melhor, minha mente pedia algo mais. É estranho alguém encontrar seu fetiche ou seus gostos. É algo meio viciante que vai te forçando a ir mais longe.

Minha amiga Violeta, por exemplo, contava pra gente que ficou tipo viciada em sêmen. Ela adorava sentir na cara, nas mãos ou em qualquer parte do corpo. Se ver suja era algo que a molhava pra caralho. Uma vez ela confessou que, depois que o marido encheu a cara dela de porra, ela se olhou no espelho e se masturbou até gozar. Isso me surpreendeu, pra ser sincera, porque ela me contou bem na época em que eu tava experimentando sexo anal. Ela também disse que o marido não dava tanto quanto ela queria. E aí ela passou do limite da confiança ou fidelidade. Isso eu questiono. Vejam por quê. Com um colega de trabalho, ela pedia pra ele dar uma porção de sêmen hahaha, foi assim que ela falou. Mas ficou explícito que era só isso que eles teriam. Então, às vezes ela batia uma pra ele ou fazia um boquete. Um ganha-ganha.
Não quero filosofar, mas até que ponto é traição? Tipo, eu sei que quebra a confiança com o parceiro porque você não conta. Mas sei lá, não tem um sentimento tipo amor envolvido. Suponho que a confiança seja algo essencial e uma base importante pra essas coisas. Que o casal tem que conversar. Comigo rolou algo parecido.
Numa confraternização. Um jantar de fim de ano, pra ser mais exata. Conheci uma mina chamada Carla. Ela tava saindo de vez em quando com um cara negro. Um novato no trampo do meu marido. Eu percebia uns joguinhos entre ele e Carla e, pra puxar papo, perguntei se eles tinham algo. Entre um drink e outro, uma coisa foi levando a outra e em poucos minutos já estávamos falando de putaria. Carla me disse que eles tinham uns encontros puramente sexuais. Ela falou que ele era muito apaixonado e sedutor, que era fascinante, mas que não dava pra ter algo mais sério porque ela era comprometida. Algo que no começo me deu uma certa repulsa. Sei que é meio hipócrita da minha parte, pelos meus pensamentos. Continuamos conversando e ela me disse que, além disso, ele tinha um pauzão que preenchia ela como nada mais. Que a sensação de estar cheia de carne e a buceta dela hospedar um pedaço daquele a deixava louca.
Como vocês já devem imaginar, na hora eu já pensei: "qual será a sensação de ter isso dentro do meu cuzinho". E não resisti em perguntar o tamanho pra ele. Ele disse que tinha 24cm, mas que mais do que comprido, era meio grosso. Só de pensar, meu coração já batia na garganta e minha buceta já tava molhada. É que eu nunca tinha visto nada igual! E muito menos ter uma coisa dessas dentro de mim. É algo muito estranho. Acho que pros homens é o equivalente a ter uma mulher de peitão ou rabão. Sei lá. Mas eu já tava começando a fantasiar com aquilo. A conversa continuou com algumas confissões minhas sobre sexo anal e brincadeiras sexuais. Depois, outra mina entrou no papo e a gente seguiu falando sobre fetiches, mas a conversa meio que esfriou e acabamos indo pra outros assuntos.
A noite seguiu, continuei batendo papo com o resto da galera até que, por acaso ou por destino, acabei falando com o Marco, o garoto. Uma conversa super agradável e normal. Bom, não normal porque começamos a falar sobre Deus. Pensei que era algo meio batido em algum momento da conversa, mas me surpreendi ouvindo ele falar sobre Deus. Várias ideias dele eram bem interessantes e convincentes. Não era metido, tenho que te dizer, porque ele confessou ter lido aquilo de outros autores e só estava compartilhando. Algo que já me atraiu de cara. Pô, não era só uma pica enorme, ele também pensava. Continuamos conversando sobre a percepção do tempo que um ser assim teria. Depois, outro garoto se juntou a nós, mas a verdade é que a diferença de ponto de vista era muito grande. Até minha opinião, sinto que ficou aquém. Depois, uma outra garota entrou na roda e manteve o ritmo da conversa, e, mesmo que me envergonhe admitir, me senti meio deixada de lado por ela. Porque se os caras não são os únicos que sofrem com isso, entre mulheres também sentimos quando tem uma alfa, hahaha.
Enfim, me relaxei e continuamos conversando um monte. Depois meu marido se juntou à gente, e, embora ele também leia pra caralho, a forma de transmitir as ideias era notável. Não quero comparar, porque amo meu marido, não se confundam. Mas somos bons em algumas coisas e em outras nem tanto. Marco falava de um jeito calmo, mas empolgante, deixava todo mundo intrigado e de vez em quando soltava uma piada, o que mantinha a gente ligado. Tudo de forma natural. Já os outros, mesmo trazendo coisas interessantes, faziam a gente perder o foco. Enfim, isso não é uma aula sobre esse cara. Quero tentar explicar pra vocês como uma coisa levou à outra.
Trocamos números e passamos várias semanas conversando do mesmo jeito. Minha queda foi quando, num surto de tesão, escrevi pra ele e confessei que queria algo mais. Quando gozei me masturbando, meu erro já estava feito. A gente conversou sobre meu marido e se eu tava convencida disso, sobre meu casamento kkk juro, achei que tava fazendo um teste psicométrico. Mas sou grata, porque sem todas essas perguntas eu não estaria convencida disso. Sou infiel, sim, mas tenho certeza de que não sinto nada de amor por ele e que é só prazer. Sei que a confiança na relação tá quebrada e que, se ele descobrir, provavelmente tudo acaba. Mas tô segura da minha decisão e do risco, e isso pra mim faz toda a diferença.


Começamos trocando fotos até que não aguentamos mais e ele pediu pra gente se ver, se pegar. Nesse ponto, ele já sabia do meu tesão por sexo anal e eu já tinha visto o pau dele.



Comienzo de mi vida anal (fotitos)


anal


PorraEle me pegou numa praça. Larguei meu carro lá e fomos pra um hotel perto da praça. Se vocês moram no México, isso aconteceu no Parque Delta. No caminho, a gente se beijava igual louco e eu fiquei passando a mão no pedaço de pau dele por cima da calça. Era uma delícia sentir uma coisa daquela. Minha mão enchia com o cacete dele, e num momento eu esfreguei com as duas mãos. Já sentia minha buceta se abrindo. Quando chegamos no quarto, a gente não tinha camisinha. Aceitamos fazer sem. Um erro meu, talvez, mas por sorte deu tudo certo. Muito irresponsável, eu sei, os dois.
Começamos com beijos enormes pelo corpo todo, nos despimos quase por completo, só de roupa íntima. Eu tinha vestido uma peça de renda com um buraco bem na minha bunda pequena. Ele estava de cueca box bem justa, onde já dava pra ver aquele monstro saindo. Ele encostava em minhas nádegas enquanto beijava minhas costas e meus peitos eram massageados. Eu segurava a cabeça dele por trás e minhas mãos apertavam suas coxas. Ele começou a falar putaria pra mim. Dizia que queria arrebentar minha buceta, que queria me atravessar, me encher de porra, eu dizia que sim, que queria tudo aquilo e repetia o que ele falava. Nenhuma mulher vai me deixar mentir, esses jogos nos excitam pra caralho.

Depois me colocou de barriga pra cima e, com minha calcinha de lado, começou a me masturbar com a cabeçona dele. Ali já dava pra sentir a grossura daquele pau e só a cabeça dele fazia minha buceta babar, já escorria alguma coisa. Ele passava aquele tronco enorme ao longo dos meus lábios e eu entendi que queria lubrificar o pau dele. Continuou com beijos deliciosos e começou a me masturbar como um mestre. Sabia tocar no clitóris como poucos e enchia os dedos com meus sucos. Na minha excitação, nem tinha percebido que eu molhava a virilidade dele com meus fluidos.

Viro bruscamente, algo que me excita pra caralho, e coloco o pau dele na entrada do meu cu. Meu coração parou e comecei a sentir a cabeçona dele me abrindo devagar, tava aproveitando cada segundo, ardia mas era gostoso, devagar, tranquilo, os beijos e mordidas dele nas minhas costas e pescoço faziam meu cu ceder mais e mais. Finalmente senti a cabeça inteira dele e, como se tivesse tomado um banho de água fria, tava ofegante. Ele falava: "Isso, putinha, adoro que você goze, agora vou meter meu pau todo." Cuspiu no meu cu quente e o pau dele começou a abrir mais ainda, eu gemia de dor e prazer, sentia toda minha bunda cheia de carne, da virilidade dele. Tive um orgasmo e, ao me contorcer, fui encaixando o pau dele mais e mais e mais enquanto ele me tocava e eu me empalava de prazer, quando recuperei um pouco a consciência, senti o pau todo dele dentro, ou quase todo.
Ela se movia devagar, bem devagarinho. Tava doendo pra caralho, mas eu também tava em êxtase. Essa fantasia de ter uma parada dessas no meu cu era mais forte que tudo. Ela tirava devagar e colocava devagar. A cabeça é grande, e eu jurava que sentia até as veias ou o pau quente pulsando. Comecei a me tocar e tive outro orgasmo. A cama já tava toda molhada, e eu sentia minha barriga úmida no travesseiro debaixo de mim. Nem percebi quando coloquei ele ali. Depois de alguns minutos de meter e tirar devagar, ela começou a se mexer em círculos, e eu sentia o pau quase revirando meu estômago, o ar me sufocando, meu corpo dolorido e uma corrente elétrica passando por ele. Ela começou a meter mais rápido, mais e mais, sentia meu cu quente, ainda não tinha se acostumado de vez, mas já cedia mais praquele tronco. Eu gemia e não consegui me segurar, comecei a gritar de prazer como nunca tinha feito. Ele me puxou pelo cabelo, e eu não parava de gritar. Às vezes, gritos abafados porque ele me surpreendia mudando o ritmo ou com o ângulo que parecia diferente.
Ele me empurrava com força, igual um puto animal. Meu corpo já tava acabado. Ele me segurava pelo cabelo e minha cabeça afundava nos lençóis enquanto ele me metia com fúria. Meu corpo só recebia aquelas estocadas como um objeto, eu ouvia os gemidos dele, mais como uns grunhidos de bicho, e meu corpo de pano aguentava mais e mais aquelas investidas. Minha buceta doía, mas o prazer era maior. Ele parou, abriu minhas nádegas e cuspiu umas duas vezes, me chamou de puta e começou uma nova talhada, bestial. Me dava umas palmadas e eu gozei de novo, minhas pernas tremiam e eu só consegui fechar os olhos. Depois, eu sentei nele e fui me enfiando gostoso naquela pica enorme, dura que nem pedra, quente e pulsando. Era tanto prazer que eu me jogava com tudo naquela vara cheia de veias, minha buceta pedia descanso, ardia, doía, já tava latejando, acho até que forcei demais.

Me dava palmadas na bunda e finalmente senti aquele calor gostoso escorrendo da minha bunda até as coxas. Fiquei ali. Quase de frente e o pau dele saiu. Depois me mandou fotos da minha bunda suja. Devia ter ficado mais um tempo. Nem preciso dizer que me masturbei dias depois, apesar da dor.

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infiel



Aquela primeira vez ele teve que me levar pra casa no meu carro porque eu tava destruída. Mas eu me sentia tão bem. Ele voltou pra pegar o carro dele na praça. Naquela semana não transei com meu marido porque tava doendo pra caralho. Falei pra ele que tinha caído de bunda e tava doendo kkkk. Caí umas mil vezes kkk. Eu e o Marco continuávamos conversando sobre tudo um pouco. Pro meu marido, eu dei minha bucetinha minúscula na semana seguinte, mas até ele percebeu que minha raba tava meio diferente. Inventei que tinha me masturbado um pouco. Ele pareceu ficar satisfeito com a desculpa. Dei um sexo normal pra ele, que também deixou ele satisfeito, pra que no fim eu pudesse ter mais da minha porção.
Nos vimos, mas dessa vez fomos pra uma festa. Foi meio estranha. Era uma festa de sexo. Nos deram pulseiras azuis. Neutras. Significava que a gente só tava ali pra transar entre nós. Tinha pulseira pra swingers, cuckold e outras paradas. A gente entrou num quarto onde mandaram a gente tirar a roupa. Nos pintaram com tinta fluorescente e nesse quarto a gente via uma cama com lençóis brancos que brilhavam no escuro, e ali a gente fez. De novo ele me beijou como se quisesse me devorar, e dessa vez foi mais bruto. Eu resisti, mas de brincadeira, deixei ele saber, foi tudo como uma espécie de estupro. Ele me forçou contra a parede e esfregou meu rosto nela, cravou a mão na minha bunda, enfiou o pau de uma vez na minha buceta, duas, três, talvez dez estocadas pra molhar o pau dele, sentia que tava faltando ar, ele meteu sem mais nem menos, me abrindo gostoso, e começou com o anal. Dessa vez não foi tão generoso, mas minha bunda também tava mais aberta, meu rosto esmagado contra a parede. Eu sentia a força do quadril dele me empurrando, como se ele tivesse me pregando na parede. Eu me masturbava e ele falava tanta sacanagem que eu gozei com um jorro forte, minha mão molhada eu só coloquei no meu ombro e ele começou a chupar enquanto me empurrava com força. Eu repeti, levei minha mão na minha buceta molhada e passei no meu ombro, onde ele devorou meus dedos, sentia a língua dele percorrendo meus dedos, minha palma, e o pauzão dele me abrindo, levantando minha bundinha com a virilidade dele, gozou de novo enchendo meu cu. Eu senti que tinha me cagado. Preciso falar assim, foi exatamente essa a sensação.
Nós nos limpamos com as toalhas, que eu nem sabia se estavam limpas. Acendemos a luz, nos vestimos e fomos embora. Um mundo novo começava a se formar pra mim. Naquela semana, terminei destruída de novo. Mais do que meu corpo cansado e dolorido, era minha mente. Tinham me dado prazer mental, não só físico.
Apesar da minha dor, transei com meu marido dessa vez na buceta. Ele dizia que sentia falta do anal e, mesmo que eu fizesse assim, ele sentia que o pau dele escorregava muito em mim. Naquela semana, eu já tinha comprado um dildo enorme pra tentar justificar meu cu.

casada


Comienzo de mi vida anal (fotitos)

Essas são algumas fotos que meu marido tirou de mim e que depois eu mandei pro Marco.
Estranhamente, fiquei excitada por ele rir do fato de meu marido não desconfiar de nada.
Só me encontrei com o Marco essas duas vezes, mas já falamos sobre mais experiências. Coisas que vou acabar fazendo. O que não sei é se essa aventura vai durar mais ou se ele curte algo que eu gostaria de saber.


Na semana que vem vou me encontrar com ele e queria compartilhar mais com vocês, se é que vocês gostam dessa descoberta.
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1 comentários - Comienzo de mi vida anal (fotitos)

Muy bueno! Va a llegar un momento que ese culo no lo va a llenar ni un matafuegos.