Olá, desculpa pelo sumiço, vou ser direto. Isso aconteceu quando eu tinha 17 anos. Minha mãe sempre teve vários namorados, ela sempre foi muito sexual e um cara só não dava conta. Ela se cuidava muito porque não queria outro filho e odiava ficar doente porque tinha que parar de transar, e com a libido que ela tinha, era impossível. Ela me ensinou desde muito novo a usar vários métodos anticoncepcionais, mas isso é outra história. Naquela época, minha mãe e eu já tínhamos uma relação entre aspas, porque quando eu comia ela, a gente fingia que ela estava dormindo ou muito bêbada, ou alguma desculpa. Eu tinha uma namorada com quem já transava e contava tudo pra minha mãe. Era uma quinta-feira e minha mãe ia sair com algum babaca, e enquanto ela se arrumava, eu contei que tinha brigado com minha namorada e estava há uma semana sem nada. Ela disse: *"Uma semana! Kkkkk, o braço já deve estar bem dolorido, hein? Kkkkk"*. Eu respondi: "Raiva não dá, mas tô bem tarado". Enquanto falava, eu estava deitado com a mão dentro da calça, acariciando meu pau enquanto ela se vestia. Ela fingia que não me via e respondeu: *"Eu, mesmo que esteja brava, não consigo ficar um dia sem fazer, ou pelo menos meus brinquedos"*. A gente riu e eu falei: "Nem precisa me dizer. Se eu não te conhecesse, entraria pra ver se você tá bem ou te ajudar kkkkk, mentira". Ela terminou de se vestir e disse que hoje o cara com quem ela ia sair ia ficar com ela, e que eu dormisse no meu quarto. Ela saiu umas 8 da noite, como sempre, uma delícia, e eu fui pra sala jogar Play. Não vi a hora passar e acabei dormindo no sofá. Já de madrugada, ouvi barulhos no quarto da minha mãe. Ela estava dando pra ele e gritava tão gostoso que eu tirei a calça sem pensar. Fui espiar. Minha mãe sempre deixava a porta aberta porque gostava que eu a espiasse transando ou se masturbando. Eu me masturbava descaradamente, deixando ela ver meu pau. Ficava com muito ciúme de ver ela comendo outros caras, mas mesmo assim fazia. Eu me escondia num guarda-roupa que tinha na entrada, mas uma vez... Um cara percebeu e reclamou com minha mãe, e ela terminou com ele porque nunca mais o vi. Depois disso, ela vendava os olhos deles e os amarrava pra evitar que me vissem de novo. Naquela vez não foi diferente. Quando abri a porta, vi ela montada naquele filho da puta, rebolando a bunda. Ela sentava com tanta força que, entre os gritos dela, dava pra ouvir o barulho da bunda batendo. Ela me olhou quando entrei, sorriu, fingindo que não me via. Eu tava com muito tesão, porque passei uma semana só na punheta e foda-se. Tinha uma poltrona na frente da cama, e eu sentei lá de pernas abertas, deixando ela me ver batendo uma. Cuspia na mão e passava os dedos pelo meu pau inteiro. Levantei a camisa, deixando ela no meu abdômen, pra ela ver o tamanho. Ela não parava de gritar e de se mexer cada vez mais rápido. Não parava de olhar pro meu pau, se esfregando nos peitos e gritando: "É enorme, ahh...!!! Me dá...! Me dá...!!" Ela se jogou pra trás, me deixando ver como o pau entrava nela, mas tava saindo porque o cara tinha um pequeno. Era cabeçudo, por isso ela gritava. Mas eu, de sacanagem, sorri e fiz sinal de que ele era pequeno. Ela sorriu, e o cara disse: "Vou te arrebentar, sua puta. Vou te comer no cu." Ele tirou o pau e eu pensei que ia meter no cu dela, mas, me olhando, disse: "Não, esse não é pra você." Ele virou de costas pra mim, se ajoelhou na beirada da cama entre as pernas do cara e, abrindo as pernas, se inclinou pra chupar o pau dele, me deixando ver ela se masturbando na buceta molhada, abrindo os lábios como se mostrasse o interior, como se me convidasse pra entrar. No cu dela tinha um plug anal transparente que refletia o interior gostoso do cu dela. Às vezes eu chegava perto pra cheirar ou roçar meu pau, mas dessa vez, quando me aproximei e me ajoelhei pra ficar com o cu dela na minha cara, comecei a respirar perto, e ela começou a se masturbar cada vez mais rápido. Deu um grito e gozou na minha cara, me molhando toda. Quando ela tremeu, o plug escapou do cu, e ela virou pra pegar. Quando agarrou, me olhou. ajoelhado todo molhado, ela sorriu, tirei a camisa e deixei o plug na cama entre as pernas dela, peguei e chupei. Ela se virou e continuou chupando o pau dele, eu via como a buceta dela escorria e pulsava. Eu tava com o pau escorrendo e com uma vontade danada de comer ela, ela começou a chupar a rola dele sem as mãos e, como convite, cuspiu na mão e lambuzou o cu dela, abrindo as nádegas. Eu levantei e peguei o plug, lubrifiquei com meu líquido pré-seminal e comecei a meter e tirar, uma e outra vez, ela mexia a cintura pra enfiar sozinha, não parava de tremer e abafava os gemidos na rola do cara. Não aguentei mais a vontade de voltar pra onde nasci e deixei o plug dentro dela, peguei as mãos dela e levei pros lados das nádegas pra ela abrir a buceta pra mim, ela só deu um grito de surpresa, mas não negou. Comecei a empurrar minha glande na entrada da buceta dela, esfregava meu pau ao longo dos lábios dela e sentia ela jogar o quadril pra trás, ela tirou o plug e, fechando as nádegas, abraçou meu pau, cuspiu na mão e enfiou dois dedinhos no cu, e com a outra mão separava os lábios dela, sinal de que queria que eu metesse. Eu abaixei o saco e lentamente enfiei minha glande, nisso o filho da puta precoce grita pra minha mãe: "toma teu gozo, puta", não terminei de meter e saí rápido do quarto dela, mas peguei o plug, só ouvi ela dizer: "Tão rápido...! Que preguiça..!" o cara respondeu: "Agora a gente repete", mas o cara dormiu em poucos minutos. Passaram uns 20 min sem barulho, minha mãe sempre vai no meu quarto depois que eu espio ela, quando não termino, deixo tudo pra ela me ver, me masturbo cheirando o plug, nisso ouço minha mãe sair do quarto e só me enfio nas cobertas pelado e finjo que tô dormindo, ouço ela abrir a porta e entrar no meu quarto, acende a luz e senta na cama, começa a me mexer, acordo e ela fala baixinho: "já cheguei em casa, love, tudo bem", respondo "sim, te Ouvi, hahaha, pura provocação e eu aqui sem nada, por isso vim pro meu quarto. Ela me diz: *"Hahaha, te deixei com raiva? Ué, pensei que raiva não funcionava contigo? Hahaha"* Rindo, eu falo: "Pois gritando tão gostosa e implorando por pica me deixou de bom humor, hahaha." Ela ri e me dá um tapa de brincadeira, e o plug cai e quebra. Ela me diz, fingindo estar brava: *"Ei, esse era meu favorito...! Agora me deve um, quero um do mesmo tamanho."* Ela se abaixa pra pegar, e a camisola sobe, mostrando a bunda. Eu falo: "Pensei que era pra massagem." E ela responde rindo: *"Ué, eu faço massagem sim, hahaha, mas na parte de trás, hahaha."* Eu rio e falo: "Ahh...! Bom, depois te compro um, mas pra que você quer se te ouvi mais que feliz agora? Devia ser enorme. Hahaha." Eu adorava brincar assim com ela, fingindo que não sabia de nada. Ela diz: *"Ah, nem me lembra, que fico mais excitada e estrago a melhor parte."* E eu finjo surpresa e falo: "Pra tantos gritos, pensei que ele era até maior que o meu, pensei até que você não dormiria, hahaha. O que estragou?" Ela ri, e eu levanto e me sento na cama, deixando as pernas cobertas. Ela sobe na cama na minha frente, cruzando as pernas, e me diz: *"Quem dera eu tivesse um igual ao seu, seria feliz, hahaha."* "Você seria feliz com um igual ao meu, e minha namorida nem liga. Ah, agora me sinto mal por ter quebrado seu brinquedo. Ele foi tão ruim assim? O que estragou?" *"Ah, sua namorada é menina, não se sinta mal. Melhor pensar em como me ajudar."* Ela diz isso enquanto olha como eu brinco com minha pica. "Preciso de alguém como você que aguente a minha, hahaha, brincadeira. Vou pensar em como te ajudar, mãe, mas conta aí, quem sabe assim eu penso em algo." Estico as pernas pros lados da minha mãe, acariciando minha pica. Ela prende o cabelo e começa a contar: *"Começou gostoso porque ele dava umas sentadas, mas eu desci pra chupar. Enquanto chupava, fiquei de quatro, abrindo as pernas. Comecei a meter os dedos e, quando gozei, outro brinquedo saiu do meu cu. Quando deixei na cama, abri a bunda e senti como se..."* metiam e tiravam, e aí senti uma delícia na minha buceta, mas quando gozou rápido na minha boca estragou tudo e ele já dormiu* Eu não parava de olhar pra ela e continuava me masturbando. Respondo "Como assim não ficou claro? Como você estava? Talvez você chupou diferente" e ela diz *olha, assim eu tava dando sentões* e vira, mostra a bunda dando sentões no meu pau e gemendo *fiquei assim um tempão, bom, sem nada né* tira o casaco e continua esfregando sem falar nada, e eu falo "já sei como vou te ajudar, mas continua me contando" enquanto falava isso, puxei o cobertor sentindo a buceta molhada dela se chocar e ela diz *sim, me ajuda filho, mas tô sentindo falta de um brinquedo atrás*. Enfio meu dedão e pergunto se serve, ela balança a cabeça que não e encaixo meu pau e começo a meter até gozar. Tremendo, tira o pau e diz *chupei assim* e começa a chupar meu pau desesperadamente enquanto enfiava os dedos no cu, me deu uma chupada gostosa e falo "já que quebrei seu brinquedo, deixa eu ocupar o lugar", ela começa a beijar minha barriga até o pescoço e pega meu pau e enfia no cu dela devagar, eu abro a bunda dela pra encaixar melhor, ela não parava de repetir que era delicioso e eu não conseguia parar de chupar os peitos dela. Não aguentei mais e virei ela, comecei a comer ela com tanta força pelo cu que ela pedia pra parar, coloquei ela de barriga pra cima e comi pela buceta gostosa dela, minha mãe já não falava nada, meu pau já ia explodir e sem avisar coloquei as pernas dela nos meus ombros e gozei dentro da buceta dela, ela só gritou ALEXANDER e deixei tudo lá dentro, ela tentou me empurrar mas não conseguiu, quando sentiu que eu tinha gozado soltei ela, ela levantou e eu só via o soro escorrendo pelas pernas dela, passaram 2 horas e eu ainda tava com vontade, entrei no quarto dela e encontrei ela na posição fetal com a bunda na beirada longe da punheta, lambuzei meu pau de saliva, afastei a calcinha fio dental dela e comi de novo, ela Acordei e, depois de editada, coloquei ela no chão, comi ela de quatro e tomei meu leite. Naquela noite, comi ela 3 vezes. Espero que vocês gostem e tenham paciência.
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