Depois do divórcio dos meus pais, minha mãe, como a maioria das mulheres, começou a se preocupar com a aparência. Emagreceu, recuperou as formas na academia, arrumou o cabelo e começou a sair à noite. Além da tristeza que a separação dos meus pais me causou, fiquei feliz que ela recuperou a alegria, e com isso estava sempre de bom humor. Vale dizer que a separação deles foi há cerca de quatro meses e meio. Tempo depois, descobri o motivo dessa mudança. Ela me apresentou um homem forte e atlético, mais velho que ela, com quem estava saindo — conheci ele há mais ou menos um mês. O relacionamento cresceu e um dia ela anunciou o casamento, então ganhei um padrasto em casa. Ele era muito simpático e gentil comigo, e eu diria que tinha uma atitude paternal. A gente tomava café da manhã juntos, já que minha mãe saía muito cedo para o trabalho. Às vezes, depois que ele me ajudava com os estudos, a gente tinha longas conversas, onde ele perguntava se eu tinha namorado e brincava quando eu dizia que não, mas me aconselhava a aproveitar a vida enquanto era jovem. Eu tenho 22 anos, mas pareço ter mais de 27: peitões, uma bunda gostosa e curvas que faziam os homens na rua virarem o pescoço.

A única coisa que me incomodava um pouco eram as noites de insônia que eu tinha que aguentar, já que, diferente de quando dormia com meu pai, agora era frequente ouvir gemidos e até gritos de prazer em longas sessões de sexo que eles tinham quase todo dia. Em confidência com as amigas, ouvi ela dizer que com ele tinha aprendido a curtir o sexo e até fazer coisas que nunca tinha feito, como praticar sexo oral e anal. Confesso que isso começou a me excitar, porque meus apetites sexuais já tinham despertado há uns dois anos, mas naquela época eu tava passando por uma fase de abstinência, que eu aliviava com um vibrador e minhas próprias mãos. Minha imaginação voava enquanto eu ouvia eles através da parede que separava os quartos, até que um dia me levantei ainda meio dormindo e entrei no banheiro sem bater. Quando entrei, percebi que ele tava tomando banho. Pensei em sair de fininho, mas minha curiosidade foi mais forte que minha discrição. Através do box, dava pra ver claramente o corpo dele, mas minha surpresa foi enorme quando vi um pau grosso e comprido pendurado mole entre as pernas dele, com o shampoo escorrendo por ele. Confesso que senti minha buceta ficar molhada e minha boca secar, e aí dei o fora em silêncio. A partir daquele dia, parei de ver ele como uma figura paterna e comecei a vê-lo como uma mulher no cio, porque nunca tinha provado uma piroca tão grande quanto aquela, que, pelos barulhos que eu ouvia, ele sabia usar com muita habilidade. Minha calentura só aumentava, e com ela vieram minhas insinuações. De manhã, descia pra tomar café vestindo uma camisola transparente sem nada por baixo, só uma calcinha fio dental, ou usava shorts que mostravam minhas bandas e roupas com decote bem cavado.
Minhas intenções demoraram pra dar resultado, mas aos poucos percebi que o olhar dela mudou e foi ficando cada vez mais safado, notando que os olhos dela iam pros meus peitos ou, quando eu virava de costas, pra minha bunda. Depois vieram uns roçares leves e delicados que faziam o pau dela crescer, dando pra ver o volume dentro da calça. Até que chegou o dia tão esperado. Minha mãe viajou pra um seminário que a empresa onde ela trabalhava organizou, então ficamos sozinhos por uma semana. Num sábado de manhã, resolvi apostar tudo: coloquei uma camisola preta de renda, mas dessa vez nem usei calcinha fio dental. Tomamos café da manhã e ele sugeriu irmos fazer compras no shopping. Falei pra ele esperar que eu ia tomar um banho rápido e já tava pronta. Entrei no banheiro e, de propósito, deixei a porta aberta. Enquanto tomava banho de costas pra porta, senti a porta do box abrir e, na mesma hora, ele me abraçou por trás. Senti o corpo nu dele e os braços fortes me envolvendo, começando a me acariciar.
Começou pelos meus peitos, deixando meus mamilos tão duros que começaram a doer. Desceu devagar acariciando minha barriga, as virilhas, até chegar na minha buceta. Ali se demorou brincando com meu clitóris, que ficou duro, e uma corrente percorreu meu corpo. Enquanto isso, sentia aquela porra de pau duro se apertando contra minhas nádegas. Meu corpo ardia todo; como pude, me virei e nossas bocas se encontraram, e a língua dele me invadiu.
Continua...


A única coisa que me incomodava um pouco eram as noites de insônia que eu tinha que aguentar, já que, diferente de quando dormia com meu pai, agora era frequente ouvir gemidos e até gritos de prazer em longas sessões de sexo que eles tinham quase todo dia. Em confidência com as amigas, ouvi ela dizer que com ele tinha aprendido a curtir o sexo e até fazer coisas que nunca tinha feito, como praticar sexo oral e anal. Confesso que isso começou a me excitar, porque meus apetites sexuais já tinham despertado há uns dois anos, mas naquela época eu tava passando por uma fase de abstinência, que eu aliviava com um vibrador e minhas próprias mãos. Minha imaginação voava enquanto eu ouvia eles através da parede que separava os quartos, até que um dia me levantei ainda meio dormindo e entrei no banheiro sem bater. Quando entrei, percebi que ele tava tomando banho. Pensei em sair de fininho, mas minha curiosidade foi mais forte que minha discrição. Através do box, dava pra ver claramente o corpo dele, mas minha surpresa foi enorme quando vi um pau grosso e comprido pendurado mole entre as pernas dele, com o shampoo escorrendo por ele. Confesso que senti minha buceta ficar molhada e minha boca secar, e aí dei o fora em silêncio. A partir daquele dia, parei de ver ele como uma figura paterna e comecei a vê-lo como uma mulher no cio, porque nunca tinha provado uma piroca tão grande quanto aquela, que, pelos barulhos que eu ouvia, ele sabia usar com muita habilidade. Minha calentura só aumentava, e com ela vieram minhas insinuações. De manhã, descia pra tomar café vestindo uma camisola transparente sem nada por baixo, só uma calcinha fio dental, ou usava shorts que mostravam minhas bandas e roupas com decote bem cavado.
Minhas intenções demoraram pra dar resultado, mas aos poucos percebi que o olhar dela mudou e foi ficando cada vez mais safado, notando que os olhos dela iam pros meus peitos ou, quando eu virava de costas, pra minha bunda. Depois vieram uns roçares leves e delicados que faziam o pau dela crescer, dando pra ver o volume dentro da calça. Até que chegou o dia tão esperado. Minha mãe viajou pra um seminário que a empresa onde ela trabalhava organizou, então ficamos sozinhos por uma semana. Num sábado de manhã, resolvi apostar tudo: coloquei uma camisola preta de renda, mas dessa vez nem usei calcinha fio dental. Tomamos café da manhã e ele sugeriu irmos fazer compras no shopping. Falei pra ele esperar que eu ia tomar um banho rápido e já tava pronta. Entrei no banheiro e, de propósito, deixei a porta aberta. Enquanto tomava banho de costas pra porta, senti a porta do box abrir e, na mesma hora, ele me abraçou por trás. Senti o corpo nu dele e os braços fortes me envolvendo, começando a me acariciar.
Começou pelos meus peitos, deixando meus mamilos tão duros que começaram a doer. Desceu devagar acariciando minha barriga, as virilhas, até chegar na minha buceta. Ali se demorou brincando com meu clitóris, que ficou duro, e uma corrente percorreu meu corpo. Enquanto isso, sentia aquela porra de pau duro se apertando contra minhas nádegas. Meu corpo ardia todo; como pude, me virei e nossas bocas se encontraram, e a língua dele me invadiu.
Continua...
6 comentários - Mi padrastro