Neste relato, conto como consegui ver a famosa que tinha um programa de televisão totalmente pelada se masturbando...
A Lucila Vit, aquela que dava aula de ginástica na Fox Sports, quem nunca bateu uma pensando nela?... Um dia, me tornando invisível, consegui passar despercebido e entrar numa balada de famosos. Aluguei roupa de marca numa loja, então era só mais um playboy na pista. Foi assim que gastei todo meu salário só na Lucila. Cheguei nela e chamei pra dançar. Começamos a conversar, rir, eu abracei ela bem forte, sentia como ela respirava, tava excitada e ao mesmo tempo meio bêbada. Então falei pra gente ir pra um hotel, mas ela disse que tinha namorado, que não podia, mas que a gente podia ir pro banheiro... E fomos. Ela tava vestida com uma calça que rachava a bunda no meio, era o sonho de todo homem, ela andava com aquele rabo empinado. Entramos, começamos a nos beijar, eu comecei a passar a mão na bunda dela, ela tirou minha mão rápido e disse que não queria foder. Aí eu tirei meu pau pra fora e perguntei se ela fazia um boquete, mas ela disse que também não. Então ela amarrou minhas mãos com uma correntinha dela e me sentou no chão. Ela disse que queria que eu fosse pra casa com tesão e levasse na mente a lembrança de ver ela se masturbando. Aí Lucila abaixou a calcinha, se agachou e colocou a bunda na minha cara, quase encostando a buceta na minha boca. Enquanto fazia isso, ela dizia que se eu tocasse nela, acabava tudo ali, que eu não podia tocar, só olhar. Então ela começou a enfiar os dedos, por trás, metia os dedos na buceta, ela tava toda depiladinha, se tocava no cu, ria enquanto fazia, colocava aquela carinha de puta que ela tem. Depois de um tempo, ela virou, enfiava os dedos sentada no chão de pernas abertas. Eu implorei pra ela me soltar, que queria foder ela. Ela dizia que não, rindo e fazendo carinha de safada. Enfiava os dedos bem rápido, fazia cara de tesão, colocava a língua pra fora, mexia, me olhava fixo nos olhos. Eu pedi pra ela pelo menos me deixar bater uma, ela dizia que não, até que gozou, gritou igual uma puta, se acabou de rir. mojo, usei a palavra: buceta. Ela parou, me deu um beijo na boca bem quente e falou que sábado que vem ela vinha, se eu quisesse continuar o que a gente tinha começado hoje, que a gente se veria no próximo sábado na mesma balada... Ela me soltou e foi embora. Assim que ela fez isso, eu bati umas três punhetas seguidas, fiquei seco no chão, me acabei de tanto bater punheta pra aliviar a vontade. Saiu um monte de porra... Espero que tenham gostado... Abraços!!
A Lucila Vit, aquela que dava aula de ginástica na Fox Sports, quem nunca bateu uma pensando nela?... Um dia, me tornando invisível, consegui passar despercebido e entrar numa balada de famosos. Aluguei roupa de marca numa loja, então era só mais um playboy na pista. Foi assim que gastei todo meu salário só na Lucila. Cheguei nela e chamei pra dançar. Começamos a conversar, rir, eu abracei ela bem forte, sentia como ela respirava, tava excitada e ao mesmo tempo meio bêbada. Então falei pra gente ir pra um hotel, mas ela disse que tinha namorado, que não podia, mas que a gente podia ir pro banheiro... E fomos. Ela tava vestida com uma calça que rachava a bunda no meio, era o sonho de todo homem, ela andava com aquele rabo empinado. Entramos, começamos a nos beijar, eu comecei a passar a mão na bunda dela, ela tirou minha mão rápido e disse que não queria foder. Aí eu tirei meu pau pra fora e perguntei se ela fazia um boquete, mas ela disse que também não. Então ela amarrou minhas mãos com uma correntinha dela e me sentou no chão. Ela disse que queria que eu fosse pra casa com tesão e levasse na mente a lembrança de ver ela se masturbando. Aí Lucila abaixou a calcinha, se agachou e colocou a bunda na minha cara, quase encostando a buceta na minha boca. Enquanto fazia isso, ela dizia que se eu tocasse nela, acabava tudo ali, que eu não podia tocar, só olhar. Então ela começou a enfiar os dedos, por trás, metia os dedos na buceta, ela tava toda depiladinha, se tocava no cu, ria enquanto fazia, colocava aquela carinha de puta que ela tem. Depois de um tempo, ela virou, enfiava os dedos sentada no chão de pernas abertas. Eu implorei pra ela me soltar, que queria foder ela. Ela dizia que não, rindo e fazendo carinha de safada. Enfiava os dedos bem rápido, fazia cara de tesão, colocava a língua pra fora, mexia, me olhava fixo nos olhos. Eu pedi pra ela pelo menos me deixar bater uma, ela dizia que não, até que gozou, gritou igual uma puta, se acabou de rir. mojo, usei a palavra: buceta. Ela parou, me deu um beijo na boca bem quente e falou que sábado que vem ela vinha, se eu quisesse continuar o que a gente tinha começado hoje, que a gente se veria no próximo sábado na mesma balada... Ela me soltou e foi embora. Assim que ela fez isso, eu bati umas três punhetas seguidas, fiquei seco no chão, me acabei de tanto bater punheta pra aliviar a vontade. Saiu um monte de porra... Espero que tenham gostado... Abraços!!
1 comentários - Ser un hombre invisible...