Fazia anos que não ia pra Capital até hoje, a umas quadras de casa pegamos o busão até a Estação de Trem e de lá um dos trens até a última estação (na Capital), descer, pegar outro busão, pra chegar do outro lado da Capital em quase 3 ou 4 horas de viagem. E o pior é NÃO encontrar o local que me recomendaram com preços bons. Além disso, fui com Meu Filho e comprei em outras lojas parecidas um mix de roupas e presentinhos a preços bons. Caminhando dentro do Shopping, encontramos um MC, entramos com as sacolas: Fomos atendidos super simpáticos, pedimos nossos hambúrgueres e a caixinha feliz dele. Uns olheiros passavam na minha frente e nem olhavam na minha cara kkk, e nem comiam. O decote aparecia (mas algo tranquilo na frente do menino). Meu ex me escreveu no zap, nos reconheceu na rua e em 15min nos encontramos nas mesas do Mc, foi o primeiro Jantar sendo Pais Separados "estando juntos". Tivemos uma tarde muito gostosa, bem tranquila no clima e tínhamos caminhado muito, o ambiente estava fresco e como prometi, ele ficou nos videogames. Comeu a caixinha feliz dele e eu meus hambúrgueres, os sorvetes que o Pai dele comprou também. Viu as sacolas com as compras do filho, Me ajudou e levou tudo pra Minha Mãe. O Menino queria passar a Noite na casa do Pai, então Aceitei e deixei eles irem. (Mas no dia seguinte, sem falta, tinha que estar na casa da Mamãe). Depois de 15 minutos, abracei ele, me despedi do meu filho na rua. Fiquei sozinha, olhando eles irem no carro, voltei pro Mc enquanto procurava no celular minha rota pra voltar pra Casa, lembrei dela, fui no banheiro me Preparar e enquanto lembrava exatamente que a umas quadras dali tinha visto Umas Minas paradas numa esquina (2 senhoras morenas de legging e regata colada no corpo conversando, uma gata loira de vestidinho e salto alto, e uma travesti de rabão):
No banheiro, tirei logo a regatinha e o sutiã (enquanto lembrava do caminho até aquela "Ruela" que, acho, tem um ponto a poucos metros dali). Ajustei os elásticos, levantei bem os peitos — estavam bem gordinhos — e me vesti de novo, arrumei o decote, soltei o cabelo, prendi e fiz dois rabinhos. Saí do banheiro e fui reto, decidida, até a rua e chegar lá. Assim que pisei na calçada, o primeiro cara que cruzou na minha frente olhou bem pros meus peitos e quase "batemos de frente" hehe (ainda saí super apressada, feito uma doida). As tetas balançavam a cada passo, o pessoal passava rápido me olhando de relance na noite, entre corridas, empurrões e, claro, alguns olheiros (aproveitando pra me encarar enquanto esperavam pra atravessar a avenida ou a rua). Caminhei vários quarteirões até o ponto, e a poucos metros de chegar, senti um calorzinho e adrenalina nos meus peitos. Fiquei muito excitada e acalorada com os olhares que recebi desde que saí até chegar "nesse" ponto. Eu suava — o clima da noite passada estava pesado — e a poucos metros estava "aquela Esquina" que lembrei no banheiro: dava pra ver do ponto uma colombiana morena de chinelo e legging cinza bem justa, quase colada, e do outro lado, de mãos dadas, caminhava devagar uma transexual "big booty" de legging também. No ponto, tinha vários caras, mas um me encarava fixo, sem problema. Minutos depois, caminhei quando o ônibus que me deixa na frente da estação vinha chegando. Mas fui até aquela esquina, atravessei e dei uma espiada (tinha mais minas, de bundão de saia e legging, algumas com vestidinhos chamativos). Segui andando até a próxima esquina e dei a volta no quarteirão.
(Sempre quis saber qual é a dessa parada, já que vim de longe e tava sozinha, nunca estive num lugar assim vendo ao vivo e tenho que admitir que sempre chamou minha atenção saber como são esses lugares, e tava excitadíssima pra viver isso LOGO Jeje).
Anda rápido enquanto eu arrumava o sutiã e os últimos ajustes pra deixar bem peituda e decotada, além do tesão que eu tava, cuspi no meio das minhas tetas, enquanto minha caminhada e os quicados faziam o deles. Vi várias minas na rua, entrei e passei por várias ruas e presenciei um monte de coisinhas que me excitavam hehe até que virei numa rua, andei devagar e na rua 2 colombianas, 1 mina, e 2 travestis paradas mostrando seu trampo com muito orgulho. Depois atravessei a calçada pra da frente e andei, uma subiu num carro e entraram no estacionamento do Hotel que fica a meia quadra, cheguei no meio da quadra pensando em voltar pra casa, mas na minha frente, na mesma calçada: Um cara distraído andando na minha frente, antes de nos cruzarmos, ele olha fixo pras minhas tetas dizendo: "Não, Mamita.. Que Gostosa que Cê Tá":
Olhei, ele seguiu o caminho dele e eu lentamente fiquei uns metros sozinha, ainda faltava andar (pra vocês terem uma ideia: o comprimento de uma caminhonete Hottie, uma van e um carro até a esquina). Mas debaixo da árvore, tampando a luz da rua, entre a Hottie e mais adiante a van, sinto uns braços por baixo dos meus ombros, com duas mãos segurando bem firme o decote sobre meus peitos (Aii... Mmmm, por favor). A cabeça de alguém no meu ombro, depois de um tempo ele solta e fala: "Nãão... Que par de peitos deliciosos, MAMII", bem agarrados, me deixando toda apoiada e encostada nele. Ele aperta, massageia meus peitos por cima do decote. "Cê gosta, Papi? Assim?" virei o rosto e falei olhando pra ele. E ele, super concentrado, apalpando meus peitos. Virei de frente pra ele, encurralando ele contra a Hottie, ele beijava meus peitos, dava linguadas em um e no outro também. "Mmm... Que peitão de mãe guerreira", olhando pra mim e segurando eles, ele falava. Até que ele se levantou, me pegou pelo cabelo e me levou pra frente da Hottie. Me fez ajoelhar na rua, na frente do parachoque. O cara com a braguilha aberta, o pau pra fora, meio grosso, na minha cara. Enfiou logo na minha boca, era peludinho, batia no fundo dos meus lábios e foi endurecendo devagar na minha boca. Deixei ele foder minha boca por um bom tempo, e também deixei ele saborear o que tinha entre as pernas dele. Olhando pra mim, ele falava: "Tenho uma carinha de professor, Mami. E que peitões nesse decote enorme. Mmmm". E me deixando levar pela mão dele na minha nuca, ele apoiou o pé no parachoque. Me entreguei na vontade dele, deixei ele foder minha boca toda com o pau dele, me fez babar por cima, ficou mais gostoso me fazendo engolir, recebendo ele sem me mexer, olhando pra ele enquanto babava até sentir jorros de saliva enquanto mais eu chupava, até ele sentar no parachoque. E entre as pernas dele, não parei de massagear ele, e enquanto olho pra ele, ele dá uma olhada ao redor e já sentado, abriu as pernas com a calça e a cueca nos tornozelos, deixando o pau dele pra mim. Chupando ela toda sozinha. Entre os caminhões e em silêncio de vez em quando, saboreando tudo, os carros passavam sem nos olhar "ai essa carinha de putinha" eu mal dizia enquanto olhava pra ele e dava uma sentada suave, nos olhando, dando meu amor, ouvia seus gemidos e o olhar dele foi afrouxando, as pernas dele já todas entregues, confortável e sentadinho no banco velho e gostoso de uma Mercedes Benz. "Meu amor... Que pedaço de pau!" falei e continuei dando meu oral até ele responder: "ai filha de uma puta. Você gosta do pau do seu novo Papai? Hein? Que boa sentada você tá me dando, Filha De Uma Puta" enquanto me olhava chupando ele todo, depois de um tempo ele fala "você é a Sofia?". Tirei o pau da boca todo babado, juntei com lambidas e chupões na cabeçona dele "Essa aí se parece comigo? Papai... Quem é?" voltei a dar minhas chupadas com engolidas fundas, saboreei todo o pau dele de mil maneiras e bem confortável no chão enquanto ouvia carros passando devagar e ele me contava a história dessa Sofia, a mão dele na minha nuca seguia meu ritmo, estava bem lubrificada aquela coisa, engoli ele todo e sentei fácil olhando pra ele até ter na garganta, abri bem fazendo uns barulhos... mmmm "Ai que jeito de engolir ele!" (De longe ouvi uma travesti falar "ai mami, o que você tá comendo?") fiquei muito safada, curti muito, me babiei um monte na hora e a adrenalina de estar naquele lugar, escondidos. Entre olhares e com o pau dele que entrava todo inteiro e saía bem babado "aiii filha de uma puta. Assim, assim..." ele falava "me olha" dando meu amor no pau dele bem ensalivado. Olhei pra ele, engoli mais 2 ou 3 vezes, antes de tirar dei uma sentada suave e inteira acompanhada dos "Ahh!" dele enquanto alguns carros passavam sem nos notar, ele fala: "você é filha da Nelida? (e repetindo de novo) você é a Sofia?" fico reta e entre meus peitos prendi o pau dele, abaixei o decote, entre umas lambidas e cuspidas lubrificou entre os peitos e ele se deixou massagear sem escapar, minhas mãos seguravam meus peitos também Eu agarro elas, me apertando com vontade contra o pau dele (ufff, papai... ainda sinto ele comendo meus peitos). Olhando pra ele: "Cê acha que eu pareço com aquela Sofia, papai?" Cuspi nos meus peitos e no pau dele, que sumia e do nada aparecia de novo entre minhas tetas. "Cê quer que eu seja aquela Sofi? Aquela puta ficou assim na frente do papai?" Olhando pra ele e massageando de leve, falei entre beijos na cabecinha dele quando aparecia. Eu olhava pra ele e ele nem me notava por uns momentos, sem parar de foder o pau dele, eu de joelhos e ele sentado. "Aii, papai. Que pau duro gostoso", falei.
De sentado, passo a ter ele de pé na minha frente, com o pau dele. Ajoelhada, ele me segurou contra a van, pegou nos meus peitos devagar. Eu me senti bem lubrificada e sentia ele bem durinho. Olhei pra ele e estava bem durinha, recebendo aquela esfregada entre meus peitos. Ficamos um tempão até que jorrou um esguicho. Ele sentou no parachoque na hora, e eu fui direto meter minha boca. Chupei até a metade, recebi o leite dele dentro da minha boquinha, engoli (duas porradas, hummm, bem quentinhas, Papai) e deixei uma pro final. Entre beijos e lambidas, chupei todo aquele tronco e todo o gozo que saía dali. Entre massagens orais, me acomodei entre as pernas dele e chupei bem devagar até engolir tudo, ainda duro depois de gozar, sem usar as mãos, olhando pra ele, enquanto ele começou a falar dessa tal de Sofia. Depois de um tempo, deixei o pau dele entre meus peitos até ele ir murchando. Me despedi, levantei do chão e saí dali, guardando meus peitos babados no decote. Cheguei na esquina e em menos de um minuto entrei num táxi, toda acalorada, ofegante, recuperando o fôlego. O taxista me olhando pelo espelhinho e depois a carinha dele entre os bancos da frente, a centímetros dos meus peitos cheios de baba, ele diz: "Toma. Limpa". Me entregando uns lenços, limpei a baba e a meleca que tinha no peito. "Aiiii, como foi bom isso", sussurrei, e ele ligou o ar condicionado.
Levo até onde falei, ele me deu a carona por uma apalpada de peitos, viajei do lado dele pela estrada até minha cidade, na viagem escrevi uns versos. Antes de chegar em casa, dei um boquete no taxi dele e, encostada no carro, ele comeu meus peitos.
Foi delicioso e excitante fazer isso. Ainda sinto aquela sensação de ter ela na boca, me deixando levar hehe, e também de ter ela deslizando entre os peitos, uma pica mmm. Deixem seus comentários e pontinhos.Vou escrever pra vocês na próxima e beijos nos seus paus.Sou a Debbie
No banheiro, tirei logo a regatinha e o sutiã (enquanto lembrava do caminho até aquela "Ruela" que, acho, tem um ponto a poucos metros dali). Ajustei os elásticos, levantei bem os peitos — estavam bem gordinhos — e me vesti de novo, arrumei o decote, soltei o cabelo, prendi e fiz dois rabinhos. Saí do banheiro e fui reto, decidida, até a rua e chegar lá. Assim que pisei na calçada, o primeiro cara que cruzou na minha frente olhou bem pros meus peitos e quase "batemos de frente" hehe (ainda saí super apressada, feito uma doida). As tetas balançavam a cada passo, o pessoal passava rápido me olhando de relance na noite, entre corridas, empurrões e, claro, alguns olheiros (aproveitando pra me encarar enquanto esperavam pra atravessar a avenida ou a rua). Caminhei vários quarteirões até o ponto, e a poucos metros de chegar, senti um calorzinho e adrenalina nos meus peitos. Fiquei muito excitada e acalorada com os olhares que recebi desde que saí até chegar "nesse" ponto. Eu suava — o clima da noite passada estava pesado — e a poucos metros estava "aquela Esquina" que lembrei no banheiro: dava pra ver do ponto uma colombiana morena de chinelo e legging cinza bem justa, quase colada, e do outro lado, de mãos dadas, caminhava devagar uma transexual "big booty" de legging também. No ponto, tinha vários caras, mas um me encarava fixo, sem problema. Minutos depois, caminhei quando o ônibus que me deixa na frente da estação vinha chegando. Mas fui até aquela esquina, atravessei e dei uma espiada (tinha mais minas, de bundão de saia e legging, algumas com vestidinhos chamativos). Segui andando até a próxima esquina e dei a volta no quarteirão.
(Sempre quis saber qual é a dessa parada, já que vim de longe e tava sozinha, nunca estive num lugar assim vendo ao vivo e tenho que admitir que sempre chamou minha atenção saber como são esses lugares, e tava excitadíssima pra viver isso LOGO Jeje).
Anda rápido enquanto eu arrumava o sutiã e os últimos ajustes pra deixar bem peituda e decotada, além do tesão que eu tava, cuspi no meio das minhas tetas, enquanto minha caminhada e os quicados faziam o deles. Vi várias minas na rua, entrei e passei por várias ruas e presenciei um monte de coisinhas que me excitavam hehe até que virei numa rua, andei devagar e na rua 2 colombianas, 1 mina, e 2 travestis paradas mostrando seu trampo com muito orgulho. Depois atravessei a calçada pra da frente e andei, uma subiu num carro e entraram no estacionamento do Hotel que fica a meia quadra, cheguei no meio da quadra pensando em voltar pra casa, mas na minha frente, na mesma calçada: Um cara distraído andando na minha frente, antes de nos cruzarmos, ele olha fixo pras minhas tetas dizendo: "Não, Mamita.. Que Gostosa que Cê Tá":
Olhei, ele seguiu o caminho dele e eu lentamente fiquei uns metros sozinha, ainda faltava andar (pra vocês terem uma ideia: o comprimento de uma caminhonete Hottie, uma van e um carro até a esquina). Mas debaixo da árvore, tampando a luz da rua, entre a Hottie e mais adiante a van, sinto uns braços por baixo dos meus ombros, com duas mãos segurando bem firme o decote sobre meus peitos (Aii... Mmmm, por favor). A cabeça de alguém no meu ombro, depois de um tempo ele solta e fala: "Nãão... Que par de peitos deliciosos, MAMII", bem agarrados, me deixando toda apoiada e encostada nele. Ele aperta, massageia meus peitos por cima do decote. "Cê gosta, Papi? Assim?" virei o rosto e falei olhando pra ele. E ele, super concentrado, apalpando meus peitos. Virei de frente pra ele, encurralando ele contra a Hottie, ele beijava meus peitos, dava linguadas em um e no outro também. "Mmm... Que peitão de mãe guerreira", olhando pra mim e segurando eles, ele falava. Até que ele se levantou, me pegou pelo cabelo e me levou pra frente da Hottie. Me fez ajoelhar na rua, na frente do parachoque. O cara com a braguilha aberta, o pau pra fora, meio grosso, na minha cara. Enfiou logo na minha boca, era peludinho, batia no fundo dos meus lábios e foi endurecendo devagar na minha boca. Deixei ele foder minha boca por um bom tempo, e também deixei ele saborear o que tinha entre as pernas dele. Olhando pra mim, ele falava: "Tenho uma carinha de professor, Mami. E que peitões nesse decote enorme. Mmmm". E me deixando levar pela mão dele na minha nuca, ele apoiou o pé no parachoque. Me entreguei na vontade dele, deixei ele foder minha boca toda com o pau dele, me fez babar por cima, ficou mais gostoso me fazendo engolir, recebendo ele sem me mexer, olhando pra ele enquanto babava até sentir jorros de saliva enquanto mais eu chupava, até ele sentar no parachoque. E entre as pernas dele, não parei de massagear ele, e enquanto olho pra ele, ele dá uma olhada ao redor e já sentado, abriu as pernas com a calça e a cueca nos tornozelos, deixando o pau dele pra mim. Chupando ela toda sozinha. Entre os caminhões e em silêncio de vez em quando, saboreando tudo, os carros passavam sem nos olhar "ai essa carinha de putinha" eu mal dizia enquanto olhava pra ele e dava uma sentada suave, nos olhando, dando meu amor, ouvia seus gemidos e o olhar dele foi afrouxando, as pernas dele já todas entregues, confortável e sentadinho no banco velho e gostoso de uma Mercedes Benz. "Meu amor... Que pedaço de pau!" falei e continuei dando meu oral até ele responder: "ai filha de uma puta. Você gosta do pau do seu novo Papai? Hein? Que boa sentada você tá me dando, Filha De Uma Puta" enquanto me olhava chupando ele todo, depois de um tempo ele fala "você é a Sofia?". Tirei o pau da boca todo babado, juntei com lambidas e chupões na cabeçona dele "Essa aí se parece comigo? Papai... Quem é?" voltei a dar minhas chupadas com engolidas fundas, saboreei todo o pau dele de mil maneiras e bem confortável no chão enquanto ouvia carros passando devagar e ele me contava a história dessa Sofia, a mão dele na minha nuca seguia meu ritmo, estava bem lubrificada aquela coisa, engoli ele todo e sentei fácil olhando pra ele até ter na garganta, abri bem fazendo uns barulhos... mmmm "Ai que jeito de engolir ele!" (De longe ouvi uma travesti falar "ai mami, o que você tá comendo?") fiquei muito safada, curti muito, me babiei um monte na hora e a adrenalina de estar naquele lugar, escondidos. Entre olhares e com o pau dele que entrava todo inteiro e saía bem babado "aiii filha de uma puta. Assim, assim..." ele falava "me olha" dando meu amor no pau dele bem ensalivado. Olhei pra ele, engoli mais 2 ou 3 vezes, antes de tirar dei uma sentada suave e inteira acompanhada dos "Ahh!" dele enquanto alguns carros passavam sem nos notar, ele fala: "você é filha da Nelida? (e repetindo de novo) você é a Sofia?" fico reta e entre meus peitos prendi o pau dele, abaixei o decote, entre umas lambidas e cuspidas lubrificou entre os peitos e ele se deixou massagear sem escapar, minhas mãos seguravam meus peitos também Eu agarro elas, me apertando com vontade contra o pau dele (ufff, papai... ainda sinto ele comendo meus peitos). Olhando pra ele: "Cê acha que eu pareço com aquela Sofia, papai?" Cuspi nos meus peitos e no pau dele, que sumia e do nada aparecia de novo entre minhas tetas. "Cê quer que eu seja aquela Sofi? Aquela puta ficou assim na frente do papai?" Olhando pra ele e massageando de leve, falei entre beijos na cabecinha dele quando aparecia. Eu olhava pra ele e ele nem me notava por uns momentos, sem parar de foder o pau dele, eu de joelhos e ele sentado. "Aii, papai. Que pau duro gostoso", falei.

De sentado, passo a ter ele de pé na minha frente, com o pau dele. Ajoelhada, ele me segurou contra a van, pegou nos meus peitos devagar. Eu me senti bem lubrificada e sentia ele bem durinho. Olhei pra ele e estava bem durinha, recebendo aquela esfregada entre meus peitos. Ficamos um tempão até que jorrou um esguicho. Ele sentou no parachoque na hora, e eu fui direto meter minha boca. Chupei até a metade, recebi o leite dele dentro da minha boquinha, engoli (duas porradas, hummm, bem quentinhas, Papai) e deixei uma pro final. Entre beijos e lambidas, chupei todo aquele tronco e todo o gozo que saía dali. Entre massagens orais, me acomodei entre as pernas dele e chupei bem devagar até engolir tudo, ainda duro depois de gozar, sem usar as mãos, olhando pra ele, enquanto ele começou a falar dessa tal de Sofia. Depois de um tempo, deixei o pau dele entre meus peitos até ele ir murchando. Me despedi, levantei do chão e saí dali, guardando meus peitos babados no decote. Cheguei na esquina e em menos de um minuto entrei num táxi, toda acalorada, ofegante, recuperando o fôlego. O taxista me olhando pelo espelhinho e depois a carinha dele entre os bancos da frente, a centímetros dos meus peitos cheios de baba, ele diz: "Toma. Limpa". Me entregando uns lenços, limpei a baba e a meleca que tinha no peito. "Aiiii, como foi bom isso", sussurrei, e ele ligou o ar condicionado.
Levo até onde falei, ele me deu a carona por uma apalpada de peitos, viajei do lado dele pela estrada até minha cidade, na viagem escrevi uns versos. Antes de chegar em casa, dei um boquete no taxi dele e, encostada no carro, ele comeu meus peitos.
Foi delicioso e excitante fazer isso. Ainda sinto aquela sensação de ter ela na boca, me deixando levar hehe, e também de ter ela deslizando entre os peitos, uma pica mmm. Deixem seus comentários e pontinhos.Vou escrever pra vocês na próxima e beijos nos seus paus.Sou a Debbie
5 comentários - Confusa num Encontro de Rua