Caça às coelhinhas / Alejandra M. na Caça ao Coelho (Part

O caçador pega a presa.Alejandra obedece. Não pode fazer outra coisa, sabe que só por milagre vai se salvar, mas não quer tentar Ranko a ficar mais violento. Então, resignada, oferece a bunda pro novo dono dela.

Ranko se ajoelha atrás dela, e com as mãos acaricia as nádegas carnudas dela, devagar no começo, apertando um pouco depois. De repente, enterra o dedão grosso da mão dele, arrancando um gemido de dor. Com violência, mete e tira esse dedo. Não quer causar prazer, mas dor. E consegue. É o que ele sabe fazer de melhor e é graças a isso que vive tão bem.

Ahhh!! AAH!! Para, por favor, chega!! AAHH!!, por favor, nãooo!!! AAAAH!!

Ela implora em vão, ele quer vê-la implorar, sofrer, pedir por favor pra não machucar ela. Isso excita ele pra caralho.

Não me diga que você não gosta, putinha, hein? Sério?? Vamos??? Então melhor...

De repente, enterra a piroca grossa até o fundo. Alejandra dá um grito agudo de dor.

AAAHAHAAAAA!!!!

Ele agarra ela pelo cabelo, puxando enquanto bombeia com força, as bolas batendo na bunda uma vez e outra. Até o fundo, brutalmente. Alejandra grita cada vez mais, as lágrimas escorrem pelo rosto dela pela primeira vez. Ela implora, suplica, geme e chora, mas isso só excita mais o filho da puta que empala ela violentamente.

A bunda da pobre mulher já não aguenta o diâmetro enorme da piroca e racha. Junto com os fluidos, corre um fio vermelho. A dor é muito mais intensa. Os berros de dor são contínuos agora.

Alejandra já não aguenta mais. Quer que esse horror acabe. Quer parar de sofrer.

Logo ela vai ter o que pede.Caça às coelhinhas / Alejandra M. na Caça ao Coelho (Part

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