El inquilino (relato gay) primera parte

Depois de uma briga com minha namorada, onde descobri que ela tava me chifrando, a gente discutiu feio, a ponto de eu ter que sair do apartamento dela com todas as minhas coisas. Liguei e mandei mensagem pra vários conhecidos pra ver se alguém podia me dar um lugar por uns dias. Quase ninguém respondeu, e quem respondeu disse que não tinha espaço. Fui pra praça pra matar tempo, apesar do calor infernal que tava fazendo. Depois de algumas horas, o Ulisses me ligou, um amigo que eu não via há anos, e foi com ele que tive minha primeira e única experiência gay, quando eu era adolescente e ele 10 anos mais velho, vendo pornô. Ele sugeriu uma troca de masturbação, onde eu comecei a bater uma pra ele e ele mal tocou na minha rola por cima da calça, mas antes que eu percebesse, eu tava chupando a rola dele com a mão dele na minha nuca fazendo pressão, e ele terminou me segurando forte enquanto gozava na minha garganta, e eu cuspindo tudo. Minhas ânsias, xingamentos e engasgos pareciam divertir ele. Naquela noite, quase não consegui dormir, e quando peguei no sono, acordei com uma rola esfregando na minha cara enquanto ele tava sentado no meu peito. Depois de insistir sem parar de pressionar a rola nos meus lábios, chupei a rola dele de novo, e ele gozou na minha boca de novo enquanto me bombava com minha cabeça pressionada contra o travesseiro, e mais uma vez na manhã seguinte. Depois disso, eu evitei ele sempre que pude.

Enquanto a gente conversava, ele disse que não tinha problema eu ficar umas duas semanas na casa dele, pelo menos até achar algo mais confortável. Ele tinha um quarto vazio onde eu teria minha privacidade, isso me acalmou bastante, então aceitei.

Cheguei lá, e ele tava vestido só com uma camiseta e um short de futebol e chinelos. Arrumei minhas coisas mais ou menos no quarto, a gente ficou conversando e tomando várias cervejas. Contei como foi toda a briga e a gente falou de um monte de coisas, mas nunca tocou no assunto sexual. A essa altura já era bem tarde, entrada da noite.

Ulisses não era o tipo atraente nem nada disso, na verdade, embora ele seja bem maior que eu, é meio... Robusto, barrigudo e peludo, barba cheia. A pica, pelo que lembrava, sempre foi muito mais grossa do que comprida, mas nada exagerado. Fui no banheiro que tava morrendo de vontade de mijar, me lavei e saí como se nada tivesse acontecido. Quando saí, notei que ele tava tirando a camisa por causa do calor e me perguntou se eu queria fazer o mesmo. Dessa vez fui eu que recusei, até porque o cheiro de suor dele tava forte. A gente continuou conversando sobre o último jogo da seleção de futebol e tomando cerveja. Na real, consegui me distrair bastante e não pensar muito na minha ex. Entre um assunto e outro, ele me corta de repente e pergunta:

— Te incomoda se eu tomar um banho rápido? Porque hoje fiquei o dia inteiro na fábrica e não aguento mais.
— Sim, pode ir. Respondi pensando que ele ia pro banheiro.

Na hora, ele praticamente se levanta e abaixa o shortinho, que era a única coisa que tava vestindo, até os tornozelos, como se eu não estivesse ali, e vai em direção ao banheiro. Para no meio do caminho, volta e fica do lado do sofá, a uns 30 cm da minha cabeça, e diz:

— Ah, posso te perguntar uma coisa, já que você já viu?
— O quê? Respondi desconfiado.

Ele levanta a pica e mexe um pouco no pelo tupido e pergunta:

— Essa manchinha sempre esteve aqui? Enquanto se aproximava, ficando a uma palma de distância.
— Para, respondi, sei lá, o que eu sei, sem nem olhar pra onde ele tava apontando, tentando afastá-lo sem sucesso com as duas mãos nas pernas dele.

Ignorando minha reclamação, ele coloca a perna no apoio de braço do sofá e aproxima a pica e os ovos a um dedo da minha cara e da minha boca, e diz:

— Olha pelo menos, tô te perguntando na boa.

Os pelos roçavam meu rosto todo, e o cheiro da pica enchia meu nariz. Tentei olhar pra onde ele tava falando, mas só via a pica dele, os ovos e muito pelo.

— Não vejo nada, falei, se afasta.
— É, com os pelos secos é meio difícil. E solta a pica, que já tava quase dura, e passa ela pelo meu rosto todo. Eu já não tinha pra onde me mexer pra trás. Ele pede uma falsa desculpa e pega a pica de novo, enquanto se aproxima mais, deixando minha... lábios entre a pica e os ovos dele
- olha, põe a língua pra fora e lambe um pouco, que você vai ver melhor. ele me ordena
Eu balançando a cabeça negando e tentando me afastar inutilmente. Ele se afasta um pouco me deixando respirar e diz maliciosamente
- com alguma coisa você tem que pagar a estadia e dinheiro não preciso, então vai, põe bem a língua pra fora e lambe minhas bolas, mas bem lambidas.
Hesitante enquanto já esfregava a verdade já dura na minha cara toda e de vez em quando se afastava me ordenando que pusesse a língua pra fora, eu digo num momento.
- se eu lamber suas bolas você para de me encher o saco? Enquanto ele evitava a verdade que não parava de esfregar na minha cara
- vai! Ele diz mentindo e meio excitado e continua mas abre bem a boca e põe bem a língua pra fora.
Eu mal ponho a língua pra fora e lambo timidamente e com nojo os ovos.
Imediatamente ele repete a mesma coisa.
- põe bem a língua pra fora e abre bem a boca
Eu obedeço e mal abro a boca ele mete a pica e me segurando a nuca com as duas mãos, começa a bombar e foder minha boca com muita rapidez e força enquanto repetia
- uff como sentia falta dessa boquinha, com um tom entrecortado e muito excitado.
Eu entre ânsia e ânsia tentava tirar ele ou pelo menos parar, mas parecia que isso o excitava ainda mais. Depois de um bom tempo assim, ele diz entre gemidos
- Chupa minhas bolas! Ao mesmo tempo que tira a pica e esfrega as bolas peludas na minha boca e se masturba com fúria, enquanto me ordenava que as lambesse
Eu podia respirar um pouco, mas antes de dar duas lambidas
- aí vem a porra!! Abre bem a boquinha, com um dedo ele mantinha minha boca aberta e com a outra mão continuava se masturbando até que começa a me encher de porra enquanto acrescentava, toma a porra toda!! Assim, assim!! Como via que eu começava a cuspir, ele me agarra a cabeça com as duas mãos e mete a pica na minha boca de novo e bombando devagar diz
- não, não não. Dessa vez nada de cuspir. Engole tudo! Enquanto arrastava a porra cuspida com os dedos de volta pra minha boca.
Entre ânsia e arquei, obedeci.
E comenta:
— como eu tava precisando de um promíscuo obediente! Com um tom de satisfação e completa, dá pra ver que você nunca esqueceu como se fazia, né? Mas fica tranquilo que a gente tá só começando.
Continua...

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