A voz interior

Tus puntos y tus comentarios me motivan para seguir escribiendo!


Los post que no podes dejar de ver!

http://www.poringa.net/posts/imagenes/4084661/Mi-amada-esposa---parte-1-de-3-.html

http://www.poringa.net/posts/imagenes/4389002/Mi-amada-esposa---parte-2-de-3-.html

http://www.poringa.net/posts/imagenes/4436535/Mi-amada-esposa---parte-3-de-3.html

http://www.poringa.net/posts/imagenes/4802856/Mi-amada-esposa-parte-4.html

http://www.poringa.net/posts/imagenes/4802863/Mi-amada-esposa---parte-5.html




LA VOZ INTERIOR


Todos tenemos esa voz interior, esos pensamientos que nos hablan y nos hacen reflexionar, esa voz secreta que muchas veces nos dice verdades que no podemos asumir desde la boca para afuera, esa que sabe todos tus secretos, esa que te confronta, esa que te dice lo que realmente piensas, sentís, imaginas.
Ella vive en tu cabeza, metida en tu cerebro, no puedes engañarla, no puedes mentirle, no puedes evadirla, porque ella es parte de ti, de tu esencia, ella sabe de tus pensamientos morbosos, de tus bajos instintos, de tu verdadero sentir.
Sabes de que hablo, esa voz que te habla cuando estás solo, distendido, lejos del mundo, cuando no están tus padres, o tu pareja, o tus hijos, o tus amigos.

A veces puede ser cómplice, dulce, cuando todo está en armonía, suele disfrutar contigo, alentarte a ir por más, a felicitarte por un logro y a darte oscuras ideas, perversas, y sabes que no puedes estar sin ella.
Pero a veces te confronta, cuando no estás en eje, te dice las cosas como son, aunque no te guste escucharlas, pero en el fondo sabes que te grita lo que prefieres ignorar

Tuve conocimiento de esa voz interior cuando era muy pequeño. El viejo José era un loco lindo, era famoso en el barrio, un arquitecto venido a menos, siempre estaba en proyectos faraónicos de imposible concreción que lo habían llevado a la ruina, y decían que un poco eran culpable de su locura. Siempre andaba caminado de un lado a otro, de vestir desprolijo, con los cabellos largos y una barba blanquecina, sin visibilizar a su entorno, encerrado en sus pensamientos, con la mirada perdida, siempre hablando solo. Mamá le tenía miedo, nos decía que estaba loco y que no lo miráramos, pero yo supe que era una buena persona, y que él, en verdad hacía algo que todos hacíamos, él hablaba con su voz interior, discutía con ella, acordaba con ella, solo que, en lugar de hacerlo en el secreto de su cabeza, él lo exteriorizaba y daba una imagen entre risueña y tenebrosa.

Pasaron los años, mi adolescencia, mis primeros años de adultez, y si bien no supe más nada del loco arquitecto, nunca me olvidaría de él, y cada vez que mi voz interior me hablaba no podía dejar de recordarlo. Esa voz interior me dijo que Alicia era la indicada el día que la conocí, que fuera por ella que no me equivocaría. Discutí un poco, es que le veía un tanto gordita, excedida de peso, pero mi voz interior me dijo que sería un tonto si la dejaba pasar, las flacas sabían desabridas y hasta histéricas, y fui por todo

Llegaba a los cinco años de convivencia con Alicia, la mujer de mi vida, y decían que los cinco años era un momento justo para saber si la pareja se fortalecía o se derrumbaba. Era cierto, ya un poco se habían apagado los juegos locos del inicio, ya estábamos en la rutina de la vida y mi voz interior me decía que ya las cosas no eran como antes.
Alicia es un chica gordita y retacona, siempre me gustaron las gorditas, son más dulces, son amorosas, todas las gorditas tienen un rostro jovial y alegre y lo mejor, en la cama son terribles, insaciables, las mejores.
Además de pareja y amantes, éramos como socios, teníamos un emprendimiento personal con el que nos ganábamos la vida, una vinoteca, ambos hacíamos de todo un poco, pero naturalmente yo me fui decantando por la gestión de stock, proveedores, acomodar envases, mantener estanterías, actualizar precios, y ella en cambio por la atención al público.


A voz interiorAlicia era especial, no jeito dela, na simpatia, na forma de ser. Ela manobrava as cordas do fantocheiro com maestria, era capaz de vender uma bíblia pro próprio diabo. Eu ficava observando de longe e admirava ela por isso, ela era boa mesmo e, embora fôssemos parceiros, eu sabia reconhecer que o sucesso do negócio tava nas mãos dela.
Naqueles dias, minha voz interior já tava falando comigo, me confrontando, só que eu preferia ignorar.

Tudo começaria num dia comum. Eu tinha descido pro depósito pra arrumar umas mercadorias, demorei mais do que esperava, depois voltei pra loja. Alicia não percebeu meu retorno, ela tava no fundo do salão com uns vinhos na mão, e também tinha um cliente, um cavalheiro muito bem vestido, bonitão, que também não notou minha presença. Eu só fiquei de longe observando a situação, a conversa era muito brincalhona, demais, e dava pra ver uma segunda intenção, sedutora da parte do cliente casual e se deixando seduzir da parte da minha amada mulher. Aí ele pediu pra ela mostrar umas garrafas que estavam arrumadas quase no teto. Alicia encostou a escadinha de mão e subiu alguns degraus, o suficiente pra alcançar o produto, o suficiente pra que a bunda generosa dela, enfiada numa saia preta justa, ficasse na altura dos olhos do cara.

Era óbvio o que tava rolando, o desgraçado só tava brincando e olhando a bunda da minha mulher sem vergonha nenhuma, quase comendo ela com os olhos. Tudo terminaria em nada, pouco depois o cara veio pro caixa onde eu cobrei o pedido, só que eu tava com o pau duro de tesão e assumi que Alicia era tão minha quanto podia ser de outros. Ela era gostosa e seria normal que outros quisessem comer ela, ou que ela quisesse dar pra outros caras. Será que comigo não acontecia a mesma coisa com as clientas que entravam de vez em quando? Eu não tinha fantasias? Não teria levado mais de uma pra cama? E isso não significava que eu não amava mais a minha mulher. Noite, na intimidade, na cama, comentei o assunto com a Alicia, o que eu tinha observado, minha percepção, o quanto ela estava gostosa, até falei que tinha ficado muito excitado vendo ela flertar com um desconhecido, ela estava bem aberta às minhas palavras, me animei mais, perguntei se ela não fantasiava transar com outro, se chegasse a acontecer ela faria, ela não disse que sim, mas também não disse que não.

No dia seguinte, no meio do atendimento ao público, tive que descer de novo pro porão, era meio rotineiro ter que arrumar mercadoria, mas me vi sozinho, em silêncio, longe da minha mulher, da clientela, do mundo lá fora, aí ela chegou pra me dizer o que eu não queria ouvir...

Fabricio, Fabricio, até quando você vai negar?
Eu sei que você tem medo
Tem medo de ser julgado
Tem medo de sentir ciúmes
Tem medo de estragar seu relacionamento
Mas sua fantasia é mais forte
O dia inteiro você fica pensando nisso
Até quando transa com ela
Imagina que outro tá comendo ela
É hora de encarar a verdade
De trazer seu segredo obscuro à tona
Sua mulher te ama, é sua confidente e não vai contar pra ninguém
Você não deve sentir ciúmes
Sua mulher é muito melhor que você
É mais forte que você
Merece ficar com o homem que ela quiser
Com um pau maior que o seu
Seu relacionamento não vai se estragar
Todas as mulheres no fundo são umas putas
Mais cedo ou mais tarde ela vai procurar alguém melhor que você
E é melhor que faça com sua aprovação
Então não pensa mais nisso
Os dois desejam, os dois vão ser felizes
Só vai melhorar o relacionamento
Vão ser mais felizes do que nunca
Ela vai ter um monte de coisas novas pra te contar todo dia
É hora de se libertar
É hora de ser um cuck orgulhoso
Vamos! Você precisa se animar a dar o primeiro passo

Eu odiava aquela voz, porque aquela voz me dizia o que eu não queria ouvir, quanto mais tentava calá-la, mais ela gritava lá do fundo, só me fazia viver com o sangue fervendo, com o pau duro.

Quase empurrava minha mulher Realizar isso, não aconteceria com algum cliente casual como eu tinha imaginado, não, ela tinha alguns seguidores nas redes sociais, como todo mundo tem, ela me confessou que há tempos brincava escondido com um garoto, era só um jogo de palavras, mas eu tinha potencializado e permitido que ela fosse mais longe do que imaginava.
Naquela noite, ela saiu para encontrá-lo muito gostosa, por sinal, chamativa aos meus olhos, talvez extasiado porque pela primeira vez, ela não se vestia atraente para mim, fazia isso para outro.
Antes de ir, ela me perguntou de novo se eu tinha certeza do passo que daríamos, acho que já tinha me perguntado umas cem vezes, repetiu que ainda dava tempo de mudar de ideia, eu estava com um nó na garganta, sabia que era o ponto sem volta, mas só incentivei ela, dei um beijo e falei para ela só aproveitar.confissoesFiquei sozinho, já era tarde, coloquei um filme e fui pegar uma cerveja. Os minutos passaram, percebi que não prestava atenção no que rolava na tela, meus olhos iam um pouco mais longe, pro relógio de parede que parecia andar mais devagar do que nunca, e foi inevitável, a voz interior ia falar comigo de novo.

Tá feliz, né?
No fim, conseguiu o que queria.
Sabe que a ideia não foi dela, né?
E sabe que quase forçou ela?
Acho que agora deve estar satisfeito.
Te excita imaginar ela?
Porque agora ela deve estar nos braços de um estranho.
E deve estar chupando o pau dele.
Será que ela gosta mais do que do seu?
Será que é maior que o seu?
Faz ela gemer mais que você?
Dá mais prazer pra ela?
Com certeza vai voltar com a buceta cheia de porra.
E com certeza vai voltar com o cu todo arrombado.
Você não aguenta ela voltar pra contar, né?
Prefere imaginar, olha esse pau duro.
Você não aguenta, vai explodir.
Como você imagina ela?
Vai transformar ela numa puta?
Como isso te excita, né?

Fui me masturbar, não dava pra aguentar tudo aquilo...
Ela voltou tarde, eu ainda tava acordado esperando, e a gente trepou que nem bicho, enquanto ela sussurrava no meu ouvido todas as loucuras que tinha feito com o amante desconhecido. A gente continuou até o cansaço vencer a gente.

A gente ia conversar no dia seguinte, como adultos. Ela tinha curtido, eu tinha curtido, e se funcionou uma vez, podia funcionar duas, e três, e a gente viu nossa relação florescer de novo.
Passou um ano, um pouco mais, as coisas tinham mudado. A Alicia tava feliz, radiante, dava pra ver que era uma mulher sexualmente realizada. Já tinha perdido a conta de quantos homens tinham comido ela. Quanto mais a gente tinha, mais queria. Em cada cliente que pisava na vinoteca, a gente via um amante em potencial, e nossos olhares cúmplices indicavam o caminho.
Outras vezes ela mesma procurava os amantes de ocasião, e outras vezes eu mesmo fazia isso.
Era muito louco, raramente eu participava à distância num papel. Como observador, a Alicia preferia a intimidade fora do meu alcance e depois poder me contar tudo.
A voz na minha cabeça com o tempo pareceu se aliar, é que nossos caminhos agora estavam alinhados, ela voltava a falar comigo nos meus momentos de solidão.

Com certeza você quer fazer crescer esses chifres que exibe com orgulho.
Sua mulher tem se divertido muito ultimamente.
Esteve com outros homens.
Aliás, homens de verdade.
Sabe que eles dão muito pra ela.
Muito mais do que você jamais deu.
Você só busca a felicidade dela.
Ela traz cada vez mais homens pra sua casa.
Quase nunca deixa você ver.
Ela prefere te contar.
Enquanto você chupa a buceta com gosto do amante da vez.
Você adora isso, né? Te excita o sexo dela com gosto de sêmen.
Mas quando ela te dá permissão pra entrar no quarto dela,
as coisas vão mudando.
Ela pede pra você ver de perto, bem de perto.
Que observe como aquela pica enorme quase não cabe na buceta dela,
como ela destrói e a faz gemer de prazer.
Você gosta de ver o cu dela dilatado? Outros fazem melhor o trabalho.
Sabe que é um maldito pervertido?
Não há nada que te excite mais.
Quando ela chupa uma pica e depois te beija,
e chupa de novo,
e te beija de novo,
indefinidamente,
até sentir na sua boca o gosto de homem
que ela mesma te oferece da boca dela.

Achei que estava começando a me sentir como aquele velho arquiteto da minha infância, aquele que minha mãe temia tanto, o que falava sozinho. Às vezes, minha mulher me pegava rindo, ou falando baixo, ou balançando a cabeça. Ela perguntava se eu estava bem, ou o que estava acontecendo, ou o que eu estava fazendo. Era inconsciente, eu não percebia até que ela me tirava dos meus pensamentos, e aí eu me dava conta de que também estava externalizando minhas discussões com minha voz interna.

E as coisas ainda hoje continuam mudando, tão rápido que não me acostumo com essas mudanças. Quase não transo com minha esposa, ela tem milhares de amantes pra se saciar e nossa excitação de casal passa por esses lados. Ela me conta, eu me Excitação, o ponto final? Quem conhece, uma intriga
Faz pouco tempo que completamos anos de casados, eu dei pra ela um conjunto lindo, um espartilho preto transparente, com meia, liga e uma calcinha fio-dental de matar, com saltos altos brilhantes. Com certeza nunca vou saber como fica nela, já que é pra ela usar com os caras da vez e me contar o que eles falam. Ela me surpreendeu com uma caixa embrulhada em papel brilhante com um laço vermelho enorme, não vi aquilo chegando. Ela me olhou com expectativa, esperando que eu abrisse. Era um presente. Abri depressa, igual criança que não aguenta esperar pelo brinquedo favorito. Me esperava uma gaiola de castidade. Foi emocionante. Ela tinha um monte de ideias na cabeça, e eu adivinhei que a própria voz dela estava guiando ela.

De noite fomos dormir, mas eu fiquei só contrariado, olhando pro nada na escuridão total do quarto, onde eu sabia que ela viria falar comigo de novo.

Chegou o dia, você sabia que ia chegar
Chegou o presente pra você
Chegou o seu cinto de castidade
E você sabe que ele vai te obrigar a vestir
Só pra reafirmar o controle dela sobre você
E o que vem depois?
Ela vai trazer um cara grande, um enorme
Só pra te provocar uma ereção
Você vai ficar com tesão e sentir a dor
A pressão de tentar parar seu pau
Mas não vai mais conseguir
Você vai ter que aproveitar sem a ajuda do seu pênis
Seu amigo vai ter te abandonado
Você o obrigou a fazer isso
É sua decisão, não nega
Agora os únicos que podem satisfazer ela são terceiros
Os amantes dela
Você sabe disso, e vai ser feliz com isso
Você vai deixar de lado seu prazer direto
Já sabe, ser um corno submisso vai ser seu maior prazer
Só olhando como paus cada vez maiores satisfazem sua mulher

Eu me atrevo a dizer que, pela primeira vez, minha voz interior e minha vida pessoal estão no mesmo caminho, porque consegui externalizar muitas coisas que estavam dentro de mim. Então, ela não tem muitos motivos pra reclamar.

Aprendi a curtir os amantes mais inesperados dela, nas vezes que ela me deixa participar. Entendo que eles se sentem muito superiores, muito no controle ao comer minha mulher na minha frente. Excita eles não só o sexo, mas a situação louca. Percebo isso nas palavras deles, nas atitudes, no poder dos atos.

Aprendi a curtir minha esposa, quando ela me deixa estar presente, a vibrar quando ela geme possuída por um estranho, ao vê-la entregue, o brilho nos olhos dela, aquele olhar perverso quando outro a fode, ou quando ela tá chupando uma rola, toda gulosa, quando ela me deixa ser um terceiro no quarto, à distância, quando outros homens ocupam nela o lugar que era meu.

Aprendi a curtir ela na solidão, como na maioria das vezes, a olhar os ponteiros do relógio, sabendo que ela tá com outro, esperando ela voltar, ir pra cama juntos, ela acariciar meu pau enjaulado, sentir a impossibilidade de uma ereção, ela me levar à loucura sussurrando no meu ouvido como chupou ele, ou como comeram ela, ou como fizeram um bom anal nela, ou como ela engoliu porra, ou como gozaram nos peitos dela, tudo, perversamente até eu ter uma ejaculação contida.

E aprendi a me aceitar, a conviver com minha voz interior, pra ela ser minha amiga, e não mais me confrontar. O prazer de ter um relacionamento perfeito, ser um cuck submisso e feliz, o prazer de estar chupando a bunda da minha amada, enquanto a milímetros do meu rosto uma rola enorme de um estranho penetra a buceta dela uma e outra vez, ver em primeiro plano ela chupando a rola de um desconhecido, e eu só esperar desesperado uma e outra vez que ela beije meus lábios, ser tão fiel a ponto de sentir o gosto do que ela chupa e até, por que não, receber a boca dela cheia de porra, ou só ter ela de pernas abertas, deitada, me contando o bom sexo que acabou de ter, enquanto eu dou um oral louco nela, passando pela buceta depilada dela, ainda exalando um cheiro podre de porra de estranho guardada dentro dela.

Continuo aprendendo, continuo em busca de novos desafios. Minha voz quase não fala mais. Nós dois somos um. Se você gostou da história, pode me escrever com o título 'A VOZ INTERIOR' para dulces.placeres@live.com

1 comentários - A voz interior

Shiwwo1 +1
Muy excitante!!! Placeres de la vida cornuda!!! +10