Segunda-feira, 6 de abrilAcordei curioso pra saber como minha irmã tinha lidado com o que aconteceu no dia anterior. Eu tinha passado do limite: chupar o mamilo dela. Na minha cabeça, a imagem da Sonia parada na minha frente com aqueles peitos perfeitos na minha cara, sentindo o mamilo sendo percorrido pela minha língua e lábios, e eu ficava excitado de novo.
Sonia levantou com o cabelo bagunçado, mas muito séria. Tava vestindo um short e uma camiseta sem sutiã, mas preferi não olhar diretamente e descaradamente como costumava fazer. Começamos a tomar café da manhã como todo dia, mas dessa vez em silêncio total. O clima do ontem tava pairando no ar. Criei coragem e falei:
- Sonia, cê tá brava com o que aconteceu ontem?
- Não, bom, brava não, ela disse me olhando nos olhos
- Eu passei do ponto, falei
- Não. Nós passamos. Os dois, minha irmã disse me tranquilizando
- É, é que eu tava muito tesudo, admiti
- E eu também, senão não teria rolado, ela continuou
- Bom, fico feliz que cê não tá brava, falei com cara de menino bonzinho
- Não, tá tudo bem, mas vamos nos cuidar pra não passar do ponto de novo, ela disse com sinceridade
- Vou tentar, te prometo, falei
- Vamos tentar juntos, ela disse
- Ok
- O problema é que eu tenho muita dificuldade pra extrair leite sozinha e não quero deixar de pedir sua ajuda, ela disse com cara de preocupação
- Tá bom, vou te ajudar, falei
- Valeu, ela disse
Jasmim acordou e veio com ela. Sentou pra amamentar e, sem nenhum pudor, puxou o peito pra fora e começou a dar de mamar. Dessa vez, quando trocou de lado, guardou o anterior e não deixou exposto como nas outras vezes. Sabia que isso ia acontecer um dia, pensei. Quando terminou, abaixou a camiseta completamente e terminou dando na mamadeira o que a gente tinha extraído no dia anterior.
De volta à rotina do trabalho. Muitos e-mails, ligações e planilhas pra me entreter o dia todo.
Por Tarde matei o serviço que não queria deixar acumular. Quando a noite chegou, antes de preparar o jantar, aconteceu o que chamei de um passo atrás em tudo que tinha avançado com minha irmã. Ela me pediu ajuda com a extração, mas disse que as massagens ela mesma ia fazer. E o pior de tudo, fez em particular, nem consegui ver ela. Depois veio com o aparelho e levantou a camiseta aos poucos pra eu não ver demais. À noite, quando terminamos de jantar e a Jazmín já tava dormindo, fomos pro sofá da sala bater um papo. — Tá puto porque não deixei você me massagear? — ela falou. — Não, não, puto não — eu disse. — E então, o que foi? — ela perguntou. — Nada, não liga pra mim — eu falei. — Alguma coisa tá rolando, me conta. Minha irmã me encarou. — É que eu gostava de te ajudar com as massagens — eu disse. — Eu sei, e na real eu gostava que você ajudasse, mas tava saindo do controle, né? — Ela jogou a bola pra mim. — Sim, é que... são muito gostosas, juro que nunca peguei nuns peitos assim — falei na sinceridade. — Bom, valeu, mas a gente tem que se controlar, somos irmãos e não é certo fazer isso, cê não acha? — ela falou. — Sim, é que... juro que penso friamente e sei que não pode rolar. Aliás, quer que eu te conte uma coisa? — eu disse. — Fala, conta — minha irmã disse curiosa. — Quando a gente tava no colégio ou até na faculdade, todo mundo me lembrava como você era gostosa com piadas. Era algo que eu sabia, não sou cego, percebia que você era uma delícia... — Era? — ela disse sorrindo. — É, quis dizer. — Ah, bom, agora tamo melhor — ela falou e me olhou com uma cara que dava vontade de comer ela. — Bom, tava falando que todo mundo dizia e eu te via, mas nunca pensei em você desse jeito nem te olhei com vontade de... — parei. — Vontade de quê? — ela perguntou. — De um jeito sexual, quis dizer. esclareci pra ela
- Tava a fim de me comer, ia dizer?! Minha irmã ficou entre a surpresa, a excitação e o pânico
- Sim, mas calma, tentei me explicar melhor e fiquei mais nervoso
- Para, não me explica mais, ela me cortou
- Não, Sonia, quero dizer que não te olhava daquele jeito, nem te olho, tentei consertar, mas não dava. Tava começando a me angustiar.
- E então, aonde você quer chegar?
- Que, naquele momento, ontem, quando eu tava te acariciando e depois te chupando, era capaz de qualquer coisa, falei e me desmontei, desabei a chorar
- Nããão, nããão, não chora e me abraçou
- Me perdoa, Sonia, falei
- Nããão, é normal o que você tá sentindo, ela tentava me consolar
- Eu sei que é errado, eu continuava chorando
- Nããão, ela dizia, não chora
- É que é mais forte que eu, falava entre lágrimas
- Não fica mal, me toca se quiser, mas não chora, minha irmã dizia também chorando
- Sou um idiota, falei
- Não é um idiota, ela disse e me deu um beijo na bochecha
- Sim, falei e beijei ela também na bochecha, engolindo as lágrimas salgadas dela
- Não, ela disse e me beijou de novo, dessa vez mais perto da boca
- Sim, falei e respondi beijando ela no canto da boca
- Mmmmm, ela me beijou na boca com um beijo molhado
- Mmmmm, abri a boca e coloquei minha língua pra fora
- Mmmmm, ela abriu e correspondeu. Nossas línguas se tocaram e senti um arrepio
- Mmmm, tirei a língua, mas não desgrudei meus lábios dos dela
- Mmmmmm, Sonia abriu mais a boca e aí sim, nossas línguas se encontraram. Começamos a nos beijar com desespero.
Eu não queria fazer nenhum movimento que pudesse cortar aquele momento. Devagar, ela roçou minha cintura. Eu imitei e puxei ela bem devagar pra perto de mim. Nunca paramos de nos beijar. Tínhamos uma coordenação perfeita. Passei a mão nas costas dela com a minha. Mano subindo e segurando ela pela nuca. Ela tava entregue nos beijos. Com a outra mão, peguei ela pela cintura. Ela fez o mesmo e a mão dela foi descendo até meu pacote, que naquele momento tava no auge. Ela roçou e apertou de leve. Nessa hora, ela percebeu o que a gente tava fazendo e, mais ainda, o que a gente tava prestes a fazer, e parou. Colocou as duas mãos no meu peito, fechou a boca devagar se afastando e, sem abrir os olhos, se separou e foi pro quarto dela dizendo:
- Não, não pode ser
- É que… eu ia falar algo
- A gente tá indo longe demais, não, tchau, vou dormir, ela falou entre suspiros
- Sônia, eu só… queria acrescentar algo, mas sabia que já era tarde
- Desculpa, amanhã a gente conversa, tchau, e foi a última coisa que ela disse
- TchauTerça-feira, 7 de abril— Todas as manhãs iam ser assim? Será que eu ia acordar sempre pensando em como minha irmã ia reagir? Não dava pra continuar assim. Tinha que encarar o touro de frente, não podia esperar mais. Mas o que eu ia dizer pra ela? Que eu tava ficando maluco.
A Sônia entrou na cozinha, como sempre, despenteada, gostosa, silenciosa e perfeita. Me olhou com um sorrisinho e sentou. Eu não sabia o que falar. Ela, claramente, também não. Preparei o café e levei pra mesa.
— Bota 2 de adoçante? — perguntei.
— Sim, como sempre — ela respondeu, como quem diz "você já sabe".
— Como você dormiu? — perguntei.
— Demorei pra pegar no sono — soltou.
— Eu também — falei.
— Sem desculpas, nem pedidos de perdão, por favor — respondeu, lacônica.
— Tá bom. — fui conciso também.
— Como vai ser teu dia? — ela perguntou.
— Por quê?
— Sei lá. Pra te perguntar alguma coisa, cê não percebe que eu não sei o que falar? Minha irmã sempre foi mais inteligente e decidida, e soube preencher melhor os silêncios. Como vocês vão ver ao longo dessa história, eu sempre fui mais otário.
— Tenho bastante trabalho até a tarde.
— Ok — ela disse, enquanto mordia a torrada com requeijão e geleia.
— Tenho mais uma coisa pra te falar — rematei.
— O quê? — perguntou curiosa.
— A Paula me pediu o vídeo ontem à noite e eu não mandei, mas falei que tinha. Menti, porque a Paula não tinha me contatado na noite anterior.
— E... se você me diz que é de confiança, manda pra ela — soltou.
— Beleza, perfeito — falei.
Não esperava essa reação da minha irmã. O que eu esperava é que ela dissesse que não, ou pelo menos me enchesse o saco. Não importava, porque eu ia mandar o vídeo e a gente ia ver junto com a Paula ao mesmo tempo. Mesmo que não rolasse mais nada com a minha irmã, ia ficar com o vídeo de lembrança pra vida toda, pensava. À noite, a Sônia vem e me pergunta se ajudo um pouco. Sorridente e brincalhona. "Mas só uma massagem leve pra gente não se empolgar", ela disse, e eu adorei. Adorei que ela se incluiu no verbo "se empolgar". Então peguei um pouco de creme e comecei a massagem o mais profissionalmente que conseguia. Tentei me controlar dentro de certos limites pra não arriscar perder esse vínculo diário de carícias. Passei a mão em todo o peito dela, de fora pra dentro até o mamilo, e fiz uns giros leves na aréola com o dedo.
- Aghhh, ela disse e me olhou sorrindo de volta.
- Vamos pro outro, falei.
- Perfeito, ela respondeu.
- Sem se empolgar, falei.
- Tá bom, ela replicou.
- Isso, falei e comecei as carícias no outro peito, terminando no mamilo com um apertinho suave que fez sair uma gotinha de leite.
- Opa, disse a Sônia.
- Deixa eu ver... falei, peguei a gota com o dedo e levei à boca.
- Hummm, ela me olhou.
- Tem que se controlar, não vamos beber direto da fonte, falei.
- Mmm, e essa? Ela perguntou.
- Deliciosa, falei.
- Sério? Ela disse entre suspiros.
- Sério, igual a você, falei enquanto acariciava os dois peitos dela ao mesmo tempo, juntando os mamilos, e depois soltei.
- Já acabou? Perguntou minha irmã.
- Já acabou. Falei e quis parar por ali, sem avançar e arriscar perder tudo.
Fizemos a extração do leite normalmente, com sorrisos cúmplices entre eu e minha irmã. À noite fui pro quarto e, quando faltava pouco pras 11 da noite, meu celular tocou com uma mensagem da Paula.Paula: Oi
Eu: Oi, beleza?
Paula: Beleza, tu
Eu: gostosa
Paula: como tão as coisas com sua irmãzinha?
Eu: muito bom
Paula: epa! Vai me arrumar alguma coisa
Eu: já consegui pra você.
Paula: manda logo pra mim
Eu: para, não fica ansiosa
Paula: pelo jeito que você me descreveu, quero ver as tetas da sua irmã
Eu: olha que é um vídeo onde eu apareço, hein
Paula: me fode… me manda isso
Eu: Lá vai ela
Paula: aí eu olho pra ele
Eu: vou ver de novo e aí a gente comenta.
Paula: Vai fundo
Eu: Você viu?
Desculpa, não recebi o texto em espanhol para traduzir. Pode me enviar o conteúdo que você quer traduzido?
Paula: fiquei com muito tesão
Eu também.
Paula: vamos fazer cam?
Eu: yaaaa
Paula: olha como tão meus biquinhos
Eu: e olha minha pica
Paula: fico louca, quero que você chupe meus peitos do mesmo jeito que chupou os da sua irmã
Eu: tô quase gozando
Paula: eu também, me diz o que você gostaria de fazer com a sua irmã
Eu: chupar de volta os peitos dela e use a palavra: buceta
Paula: tô gozandoooooooo
Eu também.
Paula: olha como eu tô molhadinha
Eu: olha a porra que eu soltei
Paula: eu fico louca
Eu: e eu
Paula: que essa quarentena acabe logo, porque vou te comer como uma louca.
Eu: mal posso esperar
Paula: juro pra você
Eu também.
Paula: como você me deixa com tesão, cara
Eu: e você pra mim
Paula: acho que com você sou capaz de qualquer coisa
Eu: e eu com você
Paula: e com a sua irmã
Eu também
Paula: te mando um beijo enorme
Eu também dormi pra caralho.
Paula: você também
Quarta-feira, 8 de abrilAlgo inesperado aconteceu. Às 9h, meu celular tocou e era uma mensagem da Paula. O que será que ela queria? Ela disse que ontem tinha gozado como não gozava há muito tempo e perguntou se a gente podia fazer uma videochamada com minha irmã e ela, nós três. Falei que achava improvável, mas que ia tentar. Ela disse: "Por favor! Quero ver ela ao vivo." Vamos ver, vou tentar, falei.
- Quem é? Perguntou a Sônia.
- Ninguém, falei e escondi o celular.
- Mmmm, e por que você esconde? Minha irmã tinha percebido.
- A verdade, era a Paula, me abri.
- E por que você não queria me contar? Minha irmã perguntou.
- Porque ontem eu mostrei o vídeo da gente dois e a gente se excitou pra caralho.
- Ah, olha só! Imagino como vocês terminaram, ela soltou.
- Sim, terminamos muito bem, os dois juntos e bem rápido.
- Que bom, parabéns! Disse a Sônia, bem divertida.
- Mérito seu, falei.
- Por quê? Ela sorria.
- Porque você nos excitou e a gente ficou assim, confessei.
- Uau, que foda, adorei. Minha irmã dizia, se divertindo.
- E você não sabe a porra que eu gozei, queria provocar ela.
- Siiim? Ela disse.
- Sim, muito, falei enquanto olhava os bicos dos peitos dela endurecerem.
- Siiim, adoro? Minha irmã dizia.
- Sim, quando vi você chupando as tetas dela, não aguentei e gozei que nem um cavalo, falei já com o pau duro.
- Mmmm, muito quente pra essa hora da manhã, ela disse.
- É você que deixa qualquer um assim, falei pegando no meu volume e mostrando pra ela.
- Uau! Como você ficou! A Sônia ria.
- E você? Não posso ver, mas aposto que também tá bem excitada, provoquei.
- Sim, muito, ela disse.
- Vamos tomar café? Falei.
- Vou trocar a calcinha e já volto, ela disse rindo e foi pro banheiro.
Demorou um pouco mais que uma troca de calcinha. Quando voltou, perguntei o que Perguntei o motivo da demora e ela disse: "não sei", mas tava rindo. Nós dois sabíamos que ela tinha se masturbado, mas preferi não cutucar essa ferida. Tomamos café da manhã numa boa, com uma paz relativa. Quando terminamos, minha irmã voltou com a Jazmín pra dar de mamar, e tirou a camisa inteira, coisa que não fazia há um tempão (3 dias, mas pra mim era uma eternidade).
- Depois de tudo que a gente fez, você não vai se chocar por me ver as tetas, ela falou.
- Não, claro, falei.
- Além disso, fico muito mais confortável, ela dizia enquanto massageava os peitos.
- Pra mim, pode andar de tetas o dia inteiro, adoraria até, falei.
- Haha, não digo o dia todo, mas não descarto umas horas, assim parava de sujar minhas camisetas.
- É verdade, falei.
Ela terminou de amamentar e eu fui trabalhar. Foi um dia bem rotineiro, tentei me concentrar ao máximo no trampo pra não ficar pensando na Sônia, e devo dizer que consegui na maior parte. De vez em quando apareciam uns amigos no WhatsApp, e almoçar com a Sônia me deu um recreio gostoso no meio do dia. De tarde, me dediquei mais fundo ao serviço, e de tanta concentração entre ligações e planilhas, nem vi que já eram 7 da noite. Minha irmã chega com o termo e o mate e pergunta se não vou tomar nada, e eu digo que sim, que já vou parar e ir pra cozinha.
Já na cozinha, tomamos mate, conversamos muito sobre o marido dela e as chances dele voltar, que estavam cada vez mais demoradas. Depois, começamos a planejar o jantar. Eu ia fazer um risoto com cogumelos e abrir um vinho pra acompanhar. Dessa vez, escolhi um pinot noir do fim do mundo. Um tinto delicioso pra acompanhar um risoto.
Com a Jazmín já dormindo, depois do jantar e animados com o vinho, sugeri pra minha irmã umas massagens e extração. Quando ela confirmou que sim, automaticamente mandei uma mensagem pra Paula.Eu: Agora vou começar um massagem de peitos com a minha irmã
Paula: Me aguenta 5 minutos
Eu: Só queria te contar uma paradaNisso minha irmã chega com o creme na mão e me fala:
— Vamos começar?
— Sim, sim, larguei o telefone
— Com quem você tava falando? Ela pergunta
— Com a Paula, falei sorrindo
— Quer ir pro seu quarto e deixar pra amanhã?
— Não, não, falei
— Ok, tem certeza? Ela me diz
— Tava contando pra ela que ia te fazer uma massagem… falei
— Ué, por que você contou? Ela me repreende
— Pra deixar ela com tesão, porque sei que ela gostaPaula: Já tô
Eu: Vou ter dificuldade pra te responder porque vou estar com as mãos nos peitos da minha irmã
Paula: vamos fazer vídeo cam e você me mostra
Eu: não sei se a Sonia vai toparMostrei isso pra minha irmã, que já tava de peito de fora na minha frente.
- Cê tá louco? Não sei, ela me fala.
- Fala sério, eu falei, ela já viu nosso vídeo.
- Não sei, hein, a Sonia falava, cada vez menos convencida.
- Fala sério, eu insisti.
- Tá bom, então, minha irmã falou, e eu já tava no sétimo céu.
- Se prepara, eu falo pra minha irmã enquanto arrumo o celular pra filmar a gente.
- Tô pronta, ela fala enquanto tira o short e fica só de calcinha.
O que aconteceu depois vou tentar narrar com o máximo de detalhes possível. A Paula na câmera cumprimentou a gente e parecia nervosa e excitada. Eu, igual minha irmã, tava tremendo de tesão. A gente ia fazer um ao vivo, eu e minha irmã, com a Paula. A gente sabia o que aquilo significava. Tirei minha camiseta também e nós dois, de peito nu, cumprimentamos a Paula.Paula: Oi, como vocês estão?
Sônia e eu: Bem e você?
Paula: Beleza, mas pra começar vamos ficar em pé de igualdade. E tirou a camiseta, ficando só de peitos.
Eu: Acho ótimo. A Sonia me olhou surpresa.
Paula: Não são tão gostosas quanto seus peitos, Sonia, mas quebram um galho.
Sônia: São muito gostosas, fica tranquila.
Paula: Querem começar?
Sônia e eu: Sim, sim, e peguei com minhas mãos bastante creme do pote.
Paula: Vamos ver.
Sônia: Tá vendo bem?
Paula: Sim, muito bem
Eu: e aí? tá gostando do que vê? Minhas mãos começaram a percorrer o peito da Sonia
Sonia: Vamos chegar um pouquinho mais perto. Sonia pegou o telefone e aproximou do peito dela pra fazer um plano mais fechado.
Paula: adoro suas tetas, Sonia
Sônia: Valeu.
Eu: São espetaculares, você não sabe como é gostoso acariciar elas, Paula, tô falando.
Sonia: mmmm, escapou o primeiro suspiro
Paula: Gente, adoro ver vocês, tô ficando super excitada, vou tirar tudo.
Eu: Siiiiim, queremos te ver
Sônia: Olha como eu toco minhas tetas, cê gosta?
Eu: Olha, enquanto eu passava os dedos no mamilo dela. Ver minha irmã tão tesuda me deixava mais doido, se é que dava pra ficar.
Paula: Olha como eu tô molhada. Aproximei a câmera da minha buceta e era uma poça.
Sonia: Você tem uma buceta linda.
Eu; adoro, como eu chuparia ela. Não acreditava no que ouvia dos lábios da minha irmã. Enquanto agora, descaradamente, passava as mãos nos dois peitos dela ao mesmo tempo.
Sônia: Olha como eu toco nos meus peitos, cê gosta?
Paula: Fico louca, queria muito chupar elas.
Eu: Siiim? Cê ia gostar disso? Falo e olho pra minha irmã como quem pede permissão.
Sônia: Sim? Você queria que eu chupasse seus peitos? Minha irmã balança a cabeça confirmando.
Eu: Olha, eu meto a boca nos peitos dela e começo a chupar com desespero.
Paula: Gente, olha como eu me masturbo.
Sônia: Adoro te olhar
Eu: Queremos que você goze, queremos ver você gozar.
Sonia: Siiiiim
Paula: E vocês? Não vão se tocar também?
Sônia: Sim, mas… Sônia me olha.
Eu: Quer que eu faça agora?
Paula: Sim, quero ver essa pica linda que você tem.
Eu: Sim? Olho para a Sônia, que balança a cabeça de novo, me dando um sinal.
Sônia: vai, mostra essa buceta pra ele
Eu: olha, tô falando olhando pra Sonia
Paula: Você gosta da pica do seu irmão?
Sônia: Siiim. Vou bater uma também, e enfia a mão dentro da calcinha dela.
Paula: Chupa os peitos da sua irmã e bate uma punheta.
Eu: Mmmm sim, tô quase gozando
Paula: Eu tô gozando pela segunda vez
Sonia: Tô gozando, e enquanto vai gozando a gente vai se ajoelhando no tapete.
Eu: Vou gozar, digo sem parar de chupar os peitos dela, continuo batendo uma.
Paula: Onde você vai gozar?
Eu: Sei lá, fico olhando pra Sonia
Sonia: Onde você quiser, ela me diz
Paula: Sônia, tu não quer que teu irmão goze nas suas tetas?
Sônia: Siiiiim, e goza de novo
Eu: Siiim, e me levantando com a minha irmã ajoelhada na minha frente, eu me abaixo um pouco e coloco a ponta da pica nas tetas dela. Começo uma gozada violenta.
Paula: Aghhh vou gozar pela terceira vez, como vocês me excitam
Sonia: Eu também gozo, me dá a porra, ela diz me olhando.
Eu: Aghhhh aghhhh e três jatos potentes saem disparados nos peitos da minha irmã
Sônia: Olha, Paula, e fica esfregando as tetas no meu gozo.
Paula: Olha você também e enfia dois dedos na buceta e tira, e chupa eles olhando pra câmera.
Eu: Mmmm, adorei
Sônia: Eu também, gozei como nunca.
Paula: Vou dormir que nem uma bebê.
Eu também.
Sônia: Vou no banheiro me limpar, tchau Paula.
Eu: Fiquei duro com o celular na mão
Paula: Que gostoso o que a gente acabou de fazer
Eu: Também adorei, pra caralho.
Paula: A gente tem que repetir.
Eu: Tomara
Paula: Sua irmã estava tão gostosa quanto a gente.
Eu: Sim, viu?
Paula: Sua irmã é um tesão, juro que mesmo sendo hétero, eu faria de tudo com ela.
Eu: Olha que ela garante que também topa.
Paula: Quem dera
Eu: Vou me lavar que minha irmã saiu do banheiro e se enfiou no quarto dela
Paula: Tá bom, um beijo enorme.
Quinta-feira, 9 de abrilJá tinham se passado 20 dias de quarentena e a coisa estava longe de melhorar ou pelo menos aliviar com saídas temporárias ou programadas. O tédio começava a crescer na galera, mas não tinha outro jeito. Eu, por minha parte, com o que estava vivendo com minha irmã, meu desejo era que a quarentena durasse um ano inteiro.
Hoje de manhã, começamos muito bem com a Sônia, o que a gente viveu na noite anterior foi muito intenso. Ainda tinha na minha cabeça meu pau gozando nos peitos da minha irmã, não conseguia nem queria tirar isso. Minha irmã acordou com um sorriso e me abraçou por trás.
- Oi, garanhão, falou me dando um beijo na nuca
- Hahaha, Oi, respondi sentindo um arrepio
- Como você dormiu? A Sônia parecia tranquila
- Que nem um bebê, falei
- Continuou falando com a Paula? Ela me perguntou me surpreendendo
- Sim, mas pouco tempo
- Bom, vou te falar uma coisa, disse enquanto eu sentava
- Claro, fala
- Não vou me fazer de sonsa sobre o que aconteceu ontem, falou
- Mas... falei sabendo que vinha o "mas não pode se repetir"
- É que foi muito forte o que a gente fez, acho que nunca tinha feito algo assim
- Sim, sim, eu também, mas gostei pra caralho
- Eu sei, eu também, minha irmã me disse
- Bom, melhor, fiquei aliviado em saber que estávamos na mesma página
- Vamos deixar por isso mesmo, concluiu minha irmã
- Ok, falei
- Que seja o que Deus quiser, disse
- Tá bom.
- Como tá seu dia? Perguntou a Sônia
- Como você imagina? Respondi sarcástico
- Haha, como sempre, né?
- Sim, vou ver se consigo ir no terraço de short e correr um pouco, bem disfarçado pra nenhum vizinho me dedurar
- Parece boa ideia
Durante o dia, muito trabalho e naquele dia em particular fazia um calor do caralho. Tanto que depois do meio-dia, fui pra cozinha e Encontro minha irmã só de calcinha e mais nada.
- Ah, beleza, falei, passando os olhos pelo corpo dela
- Qual é? Vai se assustar? Ela disse
- Não, não, só me surpreendi, soltei
- Depois do que rolou ontem à noite, você não vai se horrorizar por me ver assim, né? Ela disparou
- Ia tomar banho? Eu deduzi
- Não, mas tô com tanto calor que não quis vestir nada e não pensei que você ia sair bem do seu quarto
- Pra mim não tem problema, pode andar assim
- E você andaria de cueca também? Minha irmã me perguntou
- Claro, por que não?
- Bom, vamos ver se você tem coragem, Sônia me desafiou
- Vamos ver se você tem coragem, falei
Pra minha surpresa, à tarde a Sônia desfilou umas vezes de peito nu na minha frente. À noite jantamos. Ela já estava de camiseta e sutiã, coisa que fazia tempo que eu não via. Quando fomos dormir, ela me encarou
- Hoje vou me aliviar sozinha, mas amanhã você me ajuda, sim?
- Se quiser, te ajudo agora, falei com um sorriso safado
- Não, hoje eu me viro, mas amanhã conto com você, hein…
- Tá bom, falei
Continua…
Não quero deixar de agradecer pela quantidade de comentários e pelas demonstrações de carinho
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Sonia levantou com o cabelo bagunçado, mas muito séria. Tava vestindo um short e uma camiseta sem sutiã, mas preferi não olhar diretamente e descaradamente como costumava fazer. Começamos a tomar café da manhã como todo dia, mas dessa vez em silêncio total. O clima do ontem tava pairando no ar. Criei coragem e falei:
- Sonia, cê tá brava com o que aconteceu ontem?
- Não, bom, brava não, ela disse me olhando nos olhos
- Eu passei do ponto, falei
- Não. Nós passamos. Os dois, minha irmã disse me tranquilizando
- É, é que eu tava muito tesudo, admiti
- E eu também, senão não teria rolado, ela continuou
- Bom, fico feliz que cê não tá brava, falei com cara de menino bonzinho
- Não, tá tudo bem, mas vamos nos cuidar pra não passar do ponto de novo, ela disse com sinceridade
- Vou tentar, te prometo, falei
- Vamos tentar juntos, ela disse
- Ok
- O problema é que eu tenho muita dificuldade pra extrair leite sozinha e não quero deixar de pedir sua ajuda, ela disse com cara de preocupação
- Tá bom, vou te ajudar, falei
- Valeu, ela disse
Jasmim acordou e veio com ela. Sentou pra amamentar e, sem nenhum pudor, puxou o peito pra fora e começou a dar de mamar. Dessa vez, quando trocou de lado, guardou o anterior e não deixou exposto como nas outras vezes. Sabia que isso ia acontecer um dia, pensei. Quando terminou, abaixou a camiseta completamente e terminou dando na mamadeira o que a gente tinha extraído no dia anterior.
De volta à rotina do trabalho. Muitos e-mails, ligações e planilhas pra me entreter o dia todo.
Por Tarde matei o serviço que não queria deixar acumular. Quando a noite chegou, antes de preparar o jantar, aconteceu o que chamei de um passo atrás em tudo que tinha avançado com minha irmã. Ela me pediu ajuda com a extração, mas disse que as massagens ela mesma ia fazer. E o pior de tudo, fez em particular, nem consegui ver ela. Depois veio com o aparelho e levantou a camiseta aos poucos pra eu não ver demais. À noite, quando terminamos de jantar e a Jazmín já tava dormindo, fomos pro sofá da sala bater um papo. — Tá puto porque não deixei você me massagear? — ela falou. — Não, não, puto não — eu disse. — E então, o que foi? — ela perguntou. — Nada, não liga pra mim — eu falei. — Alguma coisa tá rolando, me conta. Minha irmã me encarou. — É que eu gostava de te ajudar com as massagens — eu disse. — Eu sei, e na real eu gostava que você ajudasse, mas tava saindo do controle, né? — Ela jogou a bola pra mim. — Sim, é que... são muito gostosas, juro que nunca peguei nuns peitos assim — falei na sinceridade. — Bom, valeu, mas a gente tem que se controlar, somos irmãos e não é certo fazer isso, cê não acha? — ela falou. — Sim, é que... juro que penso friamente e sei que não pode rolar. Aliás, quer que eu te conte uma coisa? — eu disse. — Fala, conta — minha irmã disse curiosa. — Quando a gente tava no colégio ou até na faculdade, todo mundo me lembrava como você era gostosa com piadas. Era algo que eu sabia, não sou cego, percebia que você era uma delícia... — Era? — ela disse sorrindo. — É, quis dizer. — Ah, bom, agora tamo melhor — ela falou e me olhou com uma cara que dava vontade de comer ela. — Bom, tava falando que todo mundo dizia e eu te via, mas nunca pensei em você desse jeito nem te olhei com vontade de... — parei. — Vontade de quê? — ela perguntou. — De um jeito sexual, quis dizer. esclareci pra ela
- Tava a fim de me comer, ia dizer?! Minha irmã ficou entre a surpresa, a excitação e o pânico
- Sim, mas calma, tentei me explicar melhor e fiquei mais nervoso
- Para, não me explica mais, ela me cortou
- Não, Sonia, quero dizer que não te olhava daquele jeito, nem te olho, tentei consertar, mas não dava. Tava começando a me angustiar.
- E então, aonde você quer chegar?
- Que, naquele momento, ontem, quando eu tava te acariciando e depois te chupando, era capaz de qualquer coisa, falei e me desmontei, desabei a chorar
- Nããão, nããão, não chora e me abraçou
- Me perdoa, Sonia, falei
- Nããão, é normal o que você tá sentindo, ela tentava me consolar
- Eu sei que é errado, eu continuava chorando
- Nããão, ela dizia, não chora
- É que é mais forte que eu, falava entre lágrimas
- Não fica mal, me toca se quiser, mas não chora, minha irmã dizia também chorando
- Sou um idiota, falei
- Não é um idiota, ela disse e me deu um beijo na bochecha
- Sim, falei e beijei ela também na bochecha, engolindo as lágrimas salgadas dela
- Não, ela disse e me beijou de novo, dessa vez mais perto da boca
- Sim, falei e respondi beijando ela no canto da boca
- Mmmmm, ela me beijou na boca com um beijo molhado
- Mmmmm, abri a boca e coloquei minha língua pra fora
- Mmmmm, ela abriu e correspondeu. Nossas línguas se tocaram e senti um arrepio
- Mmmm, tirei a língua, mas não desgrudei meus lábios dos dela
- Mmmmmm, Sonia abriu mais a boca e aí sim, nossas línguas se encontraram. Começamos a nos beijar com desespero.
Eu não queria fazer nenhum movimento que pudesse cortar aquele momento. Devagar, ela roçou minha cintura. Eu imitei e puxei ela bem devagar pra perto de mim. Nunca paramos de nos beijar. Tínhamos uma coordenação perfeita. Passei a mão nas costas dela com a minha. Mano subindo e segurando ela pela nuca. Ela tava entregue nos beijos. Com a outra mão, peguei ela pela cintura. Ela fez o mesmo e a mão dela foi descendo até meu pacote, que naquele momento tava no auge. Ela roçou e apertou de leve. Nessa hora, ela percebeu o que a gente tava fazendo e, mais ainda, o que a gente tava prestes a fazer, e parou. Colocou as duas mãos no meu peito, fechou a boca devagar se afastando e, sem abrir os olhos, se separou e foi pro quarto dela dizendo:
- Não, não pode ser
- É que… eu ia falar algo
- A gente tá indo longe demais, não, tchau, vou dormir, ela falou entre suspiros
- Sônia, eu só… queria acrescentar algo, mas sabia que já era tarde
- Desculpa, amanhã a gente conversa, tchau, e foi a última coisa que ela disse
- TchauTerça-feira, 7 de abril— Todas as manhãs iam ser assim? Será que eu ia acordar sempre pensando em como minha irmã ia reagir? Não dava pra continuar assim. Tinha que encarar o touro de frente, não podia esperar mais. Mas o que eu ia dizer pra ela? Que eu tava ficando maluco.
A Sônia entrou na cozinha, como sempre, despenteada, gostosa, silenciosa e perfeita. Me olhou com um sorrisinho e sentou. Eu não sabia o que falar. Ela, claramente, também não. Preparei o café e levei pra mesa.
— Bota 2 de adoçante? — perguntei.
— Sim, como sempre — ela respondeu, como quem diz "você já sabe".
— Como você dormiu? — perguntei.
— Demorei pra pegar no sono — soltou.
— Eu também — falei.
— Sem desculpas, nem pedidos de perdão, por favor — respondeu, lacônica.
— Tá bom. — fui conciso também.
— Como vai ser teu dia? — ela perguntou.
— Por quê?
— Sei lá. Pra te perguntar alguma coisa, cê não percebe que eu não sei o que falar? Minha irmã sempre foi mais inteligente e decidida, e soube preencher melhor os silêncios. Como vocês vão ver ao longo dessa história, eu sempre fui mais otário.
— Tenho bastante trabalho até a tarde.
— Ok — ela disse, enquanto mordia a torrada com requeijão e geleia.
— Tenho mais uma coisa pra te falar — rematei.
— O quê? — perguntou curiosa.
— A Paula me pediu o vídeo ontem à noite e eu não mandei, mas falei que tinha. Menti, porque a Paula não tinha me contatado na noite anterior.
— E... se você me diz que é de confiança, manda pra ela — soltou.
— Beleza, perfeito — falei.
Não esperava essa reação da minha irmã. O que eu esperava é que ela dissesse que não, ou pelo menos me enchesse o saco. Não importava, porque eu ia mandar o vídeo e a gente ia ver junto com a Paula ao mesmo tempo. Mesmo que não rolasse mais nada com a minha irmã, ia ficar com o vídeo de lembrança pra vida toda, pensava. À noite, a Sônia vem e me pergunta se ajudo um pouco. Sorridente e brincalhona. "Mas só uma massagem leve pra gente não se empolgar", ela disse, e eu adorei. Adorei que ela se incluiu no verbo "se empolgar". Então peguei um pouco de creme e comecei a massagem o mais profissionalmente que conseguia. Tentei me controlar dentro de certos limites pra não arriscar perder esse vínculo diário de carícias. Passei a mão em todo o peito dela, de fora pra dentro até o mamilo, e fiz uns giros leves na aréola com o dedo.
- Aghhh, ela disse e me olhou sorrindo de volta.
- Vamos pro outro, falei.
- Perfeito, ela respondeu.
- Sem se empolgar, falei.
- Tá bom, ela replicou.
- Isso, falei e comecei as carícias no outro peito, terminando no mamilo com um apertinho suave que fez sair uma gotinha de leite.
- Opa, disse a Sônia.
- Deixa eu ver... falei, peguei a gota com o dedo e levei à boca.
- Hummm, ela me olhou.
- Tem que se controlar, não vamos beber direto da fonte, falei.
- Mmm, e essa? Ela perguntou.
- Deliciosa, falei.
- Sério? Ela disse entre suspiros.
- Sério, igual a você, falei enquanto acariciava os dois peitos dela ao mesmo tempo, juntando os mamilos, e depois soltei.
- Já acabou? Perguntou minha irmã.
- Já acabou. Falei e quis parar por ali, sem avançar e arriscar perder tudo.
Fizemos a extração do leite normalmente, com sorrisos cúmplices entre eu e minha irmã. À noite fui pro quarto e, quando faltava pouco pras 11 da noite, meu celular tocou com uma mensagem da Paula.Paula: Oi
Eu: Oi, beleza?
Paula: Beleza, tu
Eu: gostosa
Paula: como tão as coisas com sua irmãzinha?
Eu: muito bom
Paula: epa! Vai me arrumar alguma coisa
Eu: já consegui pra você.
Paula: manda logo pra mim
Eu: para, não fica ansiosa
Paula: pelo jeito que você me descreveu, quero ver as tetas da sua irmã
Eu: olha que é um vídeo onde eu apareço, hein
Paula: me fode… me manda isso
Eu: Lá vai ela
Paula: aí eu olho pra ele
Eu: vou ver de novo e aí a gente comenta.
Paula: Vai fundo
Eu: Você viu?
Desculpa, não recebi o texto em espanhol para traduzir. Pode me enviar o conteúdo que você quer traduzido?
Paula: fiquei com muito tesão
Eu também.
Paula: vamos fazer cam?
Eu: yaaaa
Paula: olha como tão meus biquinhos
Eu: e olha minha pica
Paula: fico louca, quero que você chupe meus peitos do mesmo jeito que chupou os da sua irmã
Eu: tô quase gozando
Paula: eu também, me diz o que você gostaria de fazer com a sua irmã
Eu: chupar de volta os peitos dela e use a palavra: buceta
Paula: tô gozandoooooooo
Eu também.
Paula: olha como eu tô molhadinha
Eu: olha a porra que eu soltei
Paula: eu fico louca
Eu: e eu
Paula: que essa quarentena acabe logo, porque vou te comer como uma louca.
Eu: mal posso esperar
Paula: juro pra você
Eu também.
Paula: como você me deixa com tesão, cara
Eu: e você pra mim
Paula: acho que com você sou capaz de qualquer coisa
Eu: e eu com você
Paula: e com a sua irmã
Eu também
Paula: te mando um beijo enorme
Eu também dormi pra caralho.
Paula: você também
Quarta-feira, 8 de abrilAlgo inesperado aconteceu. Às 9h, meu celular tocou e era uma mensagem da Paula. O que será que ela queria? Ela disse que ontem tinha gozado como não gozava há muito tempo e perguntou se a gente podia fazer uma videochamada com minha irmã e ela, nós três. Falei que achava improvável, mas que ia tentar. Ela disse: "Por favor! Quero ver ela ao vivo." Vamos ver, vou tentar, falei.
- Quem é? Perguntou a Sônia.
- Ninguém, falei e escondi o celular.
- Mmmm, e por que você esconde? Minha irmã tinha percebido.
- A verdade, era a Paula, me abri.
- E por que você não queria me contar? Minha irmã perguntou.
- Porque ontem eu mostrei o vídeo da gente dois e a gente se excitou pra caralho.
- Ah, olha só! Imagino como vocês terminaram, ela soltou.
- Sim, terminamos muito bem, os dois juntos e bem rápido.
- Que bom, parabéns! Disse a Sônia, bem divertida.
- Mérito seu, falei.
- Por quê? Ela sorria.
- Porque você nos excitou e a gente ficou assim, confessei.
- Uau, que foda, adorei. Minha irmã dizia, se divertindo.
- E você não sabe a porra que eu gozei, queria provocar ela.
- Siiim? Ela disse.
- Sim, muito, falei enquanto olhava os bicos dos peitos dela endurecerem.
- Siiim, adoro? Minha irmã dizia.
- Sim, quando vi você chupando as tetas dela, não aguentei e gozei que nem um cavalo, falei já com o pau duro.
- Mmmm, muito quente pra essa hora da manhã, ela disse.
- É você que deixa qualquer um assim, falei pegando no meu volume e mostrando pra ela.
- Uau! Como você ficou! A Sônia ria.
- E você? Não posso ver, mas aposto que também tá bem excitada, provoquei.
- Sim, muito, ela disse.
- Vamos tomar café? Falei.
- Vou trocar a calcinha e já volto, ela disse rindo e foi pro banheiro.
Demorou um pouco mais que uma troca de calcinha. Quando voltou, perguntei o que Perguntei o motivo da demora e ela disse: "não sei", mas tava rindo. Nós dois sabíamos que ela tinha se masturbado, mas preferi não cutucar essa ferida. Tomamos café da manhã numa boa, com uma paz relativa. Quando terminamos, minha irmã voltou com a Jazmín pra dar de mamar, e tirou a camisa inteira, coisa que não fazia há um tempão (3 dias, mas pra mim era uma eternidade).
- Depois de tudo que a gente fez, você não vai se chocar por me ver as tetas, ela falou.
- Não, claro, falei.
- Além disso, fico muito mais confortável, ela dizia enquanto massageava os peitos.
- Pra mim, pode andar de tetas o dia inteiro, adoraria até, falei.
- Haha, não digo o dia todo, mas não descarto umas horas, assim parava de sujar minhas camisetas.
- É verdade, falei.
Ela terminou de amamentar e eu fui trabalhar. Foi um dia bem rotineiro, tentei me concentrar ao máximo no trampo pra não ficar pensando na Sônia, e devo dizer que consegui na maior parte. De vez em quando apareciam uns amigos no WhatsApp, e almoçar com a Sônia me deu um recreio gostoso no meio do dia. De tarde, me dediquei mais fundo ao serviço, e de tanta concentração entre ligações e planilhas, nem vi que já eram 7 da noite. Minha irmã chega com o termo e o mate e pergunta se não vou tomar nada, e eu digo que sim, que já vou parar e ir pra cozinha.
Já na cozinha, tomamos mate, conversamos muito sobre o marido dela e as chances dele voltar, que estavam cada vez mais demoradas. Depois, começamos a planejar o jantar. Eu ia fazer um risoto com cogumelos e abrir um vinho pra acompanhar. Dessa vez, escolhi um pinot noir do fim do mundo. Um tinto delicioso pra acompanhar um risoto.
Com a Jazmín já dormindo, depois do jantar e animados com o vinho, sugeri pra minha irmã umas massagens e extração. Quando ela confirmou que sim, automaticamente mandei uma mensagem pra Paula.Eu: Agora vou começar um massagem de peitos com a minha irmã
Paula: Me aguenta 5 minutos
Eu: Só queria te contar uma paradaNisso minha irmã chega com o creme na mão e me fala:
— Vamos começar?
— Sim, sim, larguei o telefone
— Com quem você tava falando? Ela pergunta
— Com a Paula, falei sorrindo
— Quer ir pro seu quarto e deixar pra amanhã?
— Não, não, falei
— Ok, tem certeza? Ela me diz
— Tava contando pra ela que ia te fazer uma massagem… falei
— Ué, por que você contou? Ela me repreende
— Pra deixar ela com tesão, porque sei que ela gostaPaula: Já tô
Eu: Vou ter dificuldade pra te responder porque vou estar com as mãos nos peitos da minha irmã
Paula: vamos fazer vídeo cam e você me mostra
Eu: não sei se a Sonia vai toparMostrei isso pra minha irmã, que já tava de peito de fora na minha frente.
- Cê tá louco? Não sei, ela me fala.
- Fala sério, eu falei, ela já viu nosso vídeo.
- Não sei, hein, a Sonia falava, cada vez menos convencida.
- Fala sério, eu insisti.
- Tá bom, então, minha irmã falou, e eu já tava no sétimo céu.
- Se prepara, eu falo pra minha irmã enquanto arrumo o celular pra filmar a gente.
- Tô pronta, ela fala enquanto tira o short e fica só de calcinha.
O que aconteceu depois vou tentar narrar com o máximo de detalhes possível. A Paula na câmera cumprimentou a gente e parecia nervosa e excitada. Eu, igual minha irmã, tava tremendo de tesão. A gente ia fazer um ao vivo, eu e minha irmã, com a Paula. A gente sabia o que aquilo significava. Tirei minha camiseta também e nós dois, de peito nu, cumprimentamos a Paula.Paula: Oi, como vocês estão?
Sônia e eu: Bem e você?
Paula: Beleza, mas pra começar vamos ficar em pé de igualdade. E tirou a camiseta, ficando só de peitos.
Eu: Acho ótimo. A Sonia me olhou surpresa.
Paula: Não são tão gostosas quanto seus peitos, Sonia, mas quebram um galho.
Sônia: São muito gostosas, fica tranquila.
Paula: Querem começar?
Sônia e eu: Sim, sim, e peguei com minhas mãos bastante creme do pote.
Paula: Vamos ver.
Sônia: Tá vendo bem?
Paula: Sim, muito bem
Eu: e aí? tá gostando do que vê? Minhas mãos começaram a percorrer o peito da Sonia
Sonia: Vamos chegar um pouquinho mais perto. Sonia pegou o telefone e aproximou do peito dela pra fazer um plano mais fechado.
Paula: adoro suas tetas, Sonia
Sônia: Valeu.
Eu: São espetaculares, você não sabe como é gostoso acariciar elas, Paula, tô falando.
Sonia: mmmm, escapou o primeiro suspiro
Paula: Gente, adoro ver vocês, tô ficando super excitada, vou tirar tudo.
Eu: Siiiiim, queremos te ver
Sônia: Olha como eu toco minhas tetas, cê gosta?
Eu: Olha, enquanto eu passava os dedos no mamilo dela. Ver minha irmã tão tesuda me deixava mais doido, se é que dava pra ficar.
Paula: Olha como eu tô molhada. Aproximei a câmera da minha buceta e era uma poça.
Sonia: Você tem uma buceta linda.
Eu; adoro, como eu chuparia ela. Não acreditava no que ouvia dos lábios da minha irmã. Enquanto agora, descaradamente, passava as mãos nos dois peitos dela ao mesmo tempo.
Sônia: Olha como eu toco nos meus peitos, cê gosta?
Paula: Fico louca, queria muito chupar elas.
Eu: Siiim? Cê ia gostar disso? Falo e olho pra minha irmã como quem pede permissão.
Sônia: Sim? Você queria que eu chupasse seus peitos? Minha irmã balança a cabeça confirmando.
Eu: Olha, eu meto a boca nos peitos dela e começo a chupar com desespero.
Paula: Gente, olha como eu me masturbo.
Sônia: Adoro te olhar
Eu: Queremos que você goze, queremos ver você gozar.
Sonia: Siiiiim
Paula: E vocês? Não vão se tocar também?
Sônia: Sim, mas… Sônia me olha.
Eu: Quer que eu faça agora?
Paula: Sim, quero ver essa pica linda que você tem.
Eu: Sim? Olho para a Sônia, que balança a cabeça de novo, me dando um sinal.
Sônia: vai, mostra essa buceta pra ele
Eu: olha, tô falando olhando pra Sonia
Paula: Você gosta da pica do seu irmão?
Sônia: Siiim. Vou bater uma também, e enfia a mão dentro da calcinha dela.
Paula: Chupa os peitos da sua irmã e bate uma punheta.
Eu: Mmmm sim, tô quase gozando
Paula: Eu tô gozando pela segunda vez
Sonia: Tô gozando, e enquanto vai gozando a gente vai se ajoelhando no tapete.
Eu: Vou gozar, digo sem parar de chupar os peitos dela, continuo batendo uma.
Paula: Onde você vai gozar?
Eu: Sei lá, fico olhando pra Sonia
Sonia: Onde você quiser, ela me diz
Paula: Sônia, tu não quer que teu irmão goze nas suas tetas?
Sônia: Siiiiim, e goza de novo
Eu: Siiim, e me levantando com a minha irmã ajoelhada na minha frente, eu me abaixo um pouco e coloco a ponta da pica nas tetas dela. Começo uma gozada violenta.
Paula: Aghhh vou gozar pela terceira vez, como vocês me excitam
Sonia: Eu também gozo, me dá a porra, ela diz me olhando.
Eu: Aghhhh aghhhh e três jatos potentes saem disparados nos peitos da minha irmã
Sônia: Olha, Paula, e fica esfregando as tetas no meu gozo.
Paula: Olha você também e enfia dois dedos na buceta e tira, e chupa eles olhando pra câmera.
Eu: Mmmm, adorei
Sônia: Eu também, gozei como nunca.
Paula: Vou dormir que nem uma bebê.
Eu também.
Sônia: Vou no banheiro me limpar, tchau Paula.
Eu: Fiquei duro com o celular na mão
Paula: Que gostoso o que a gente acabou de fazer
Eu: Também adorei, pra caralho.
Paula: A gente tem que repetir.
Eu: Tomara
Paula: Sua irmã estava tão gostosa quanto a gente.
Eu: Sim, viu?
Paula: Sua irmã é um tesão, juro que mesmo sendo hétero, eu faria de tudo com ela.
Eu: Olha que ela garante que também topa.
Paula: Quem dera
Eu: Vou me lavar que minha irmã saiu do banheiro e se enfiou no quarto dela
Paula: Tá bom, um beijo enorme.
Quinta-feira, 9 de abrilJá tinham se passado 20 dias de quarentena e a coisa estava longe de melhorar ou pelo menos aliviar com saídas temporárias ou programadas. O tédio começava a crescer na galera, mas não tinha outro jeito. Eu, por minha parte, com o que estava vivendo com minha irmã, meu desejo era que a quarentena durasse um ano inteiro.
Hoje de manhã, começamos muito bem com a Sônia, o que a gente viveu na noite anterior foi muito intenso. Ainda tinha na minha cabeça meu pau gozando nos peitos da minha irmã, não conseguia nem queria tirar isso. Minha irmã acordou com um sorriso e me abraçou por trás.
- Oi, garanhão, falou me dando um beijo na nuca
- Hahaha, Oi, respondi sentindo um arrepio
- Como você dormiu? A Sônia parecia tranquila
- Que nem um bebê, falei
- Continuou falando com a Paula? Ela me perguntou me surpreendendo
- Sim, mas pouco tempo
- Bom, vou te falar uma coisa, disse enquanto eu sentava
- Claro, fala
- Não vou me fazer de sonsa sobre o que aconteceu ontem, falou
- Mas... falei sabendo que vinha o "mas não pode se repetir"
- É que foi muito forte o que a gente fez, acho que nunca tinha feito algo assim
- Sim, sim, eu também, mas gostei pra caralho
- Eu sei, eu também, minha irmã me disse
- Bom, melhor, fiquei aliviado em saber que estávamos na mesma página
- Vamos deixar por isso mesmo, concluiu minha irmã
- Ok, falei
- Que seja o que Deus quiser, disse
- Tá bom.
- Como tá seu dia? Perguntou a Sônia
- Como você imagina? Respondi sarcástico
- Haha, como sempre, né?
- Sim, vou ver se consigo ir no terraço de short e correr um pouco, bem disfarçado pra nenhum vizinho me dedurar
- Parece boa ideia
Durante o dia, muito trabalho e naquele dia em particular fazia um calor do caralho. Tanto que depois do meio-dia, fui pra cozinha e Encontro minha irmã só de calcinha e mais nada.
- Ah, beleza, falei, passando os olhos pelo corpo dela
- Qual é? Vai se assustar? Ela disse
- Não, não, só me surpreendi, soltei
- Depois do que rolou ontem à noite, você não vai se horrorizar por me ver assim, né? Ela disparou
- Ia tomar banho? Eu deduzi
- Não, mas tô com tanto calor que não quis vestir nada e não pensei que você ia sair bem do seu quarto
- Pra mim não tem problema, pode andar assim
- E você andaria de cueca também? Minha irmã me perguntou
- Claro, por que não?
- Bom, vamos ver se você tem coragem, Sônia me desafiou
- Vamos ver se você tem coragem, falei
Pra minha surpresa, à tarde a Sônia desfilou umas vezes de peito nu na minha frente. À noite jantamos. Ela já estava de camiseta e sutiã, coisa que fazia tempo que eu não via. Quando fomos dormir, ela me encarou
- Hoje vou me aliviar sozinha, mas amanhã você me ajuda, sim?
- Se quiser, te ajudo agora, falei com um sorriso safado
- Não, hoje eu me viro, mas amanhã conto com você, hein…
- Tá bom, falei
Continua…
Não quero deixar de agradecer pela quantidade de comentários e pelas demonstrações de carinho
Podem deixar seus comentários emreybaco2005@hotmail.comNo Telegram: @reybaco2005
46 comentários - Quarentena com minha irmã (6) incesto
Gracias
Cuando quieras, por chat, mail o telegram te espero
Saludos
Pronto va el 7
Gracias
Paciencia que ya llega la parte 7
pero vamos paso a paso
jaja
Abrazo
Abrazo
Abrazo
slds
Ya me gustaría tener la capacidad deescribir cosas así a diario
Abrazo
Te mando un abrazo
Te mando un abrazo
Gracias por el comentario
No hay fotos, tienen que imaginársela
pronto llega
gracias por el post excelente van tus merecidos puntos
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Abrazo loco
Gracias por comentar nacho rp
Abrazo de gallina a gallina
Gracias por comentar nacho rp
Abrazo de gallina a gallina
Ya estoy esperando la continuación, y acá también queremos los videos....si se pueden pasar por privado, los pido desde ya. Gracias.
Te mando un abrazo
abrazo