Que meu chefe, o reitor, me convide para o almoço significa uma comida deliciosa naqueles lugares que uma mulher comum não pode pagar. Ou também pode significar que vamos transar. Hoje não é exceção a nenhuma das duas opções. Então eu estava chupando o pau dele na sua caminhonete luxuosa o caminho todo de volta ao campus, tentando não engasgar e não vomitar o almoço que tão deliciosamente tinha escolhido. Quando chegamos, quase corremos para dentro. Hoje era um daqueles dias em que quase ninguém está, as aulas já acabaram e os poucos estudantes estavam entretidos com os jogos universitários que rolam do outro lado do complexo. Tivemos caminho livre para o meu escritório, que fica vários andares abaixo do escritório do reitor. Às vezes a gente fodía ali seguindo algum capricho dele. Hoje ia ser um desses dias. Mal entramos, tranquei a porta e meu chefe sentou na minha cadeira. Eu, solícita, me preparei para me ajoelhar, mas ele me parou. — Tira a roupa, toda. Obedientemente, tirei a roupa ali mesmo, na frente dele. Tirei a camisa e o sutiã; meus peitões enormes ficaram à mostra, tudo branco e rosado. Depois tirei a saia e a calcinha, claro que de costas para ele, pra ele ter a visão panorâmica da minha bunda. Deixei os sapatos de salto, sei que ele adora que eu os use. Como era um dia quente, não estava usando meia fina, nem ligas nem cinta-liga. Fiquei como Deus me trouxe ao mundo. Me ajoelhei e comecei o serviço de novo. O pau dele tinha murchado no caminho até aqui. Então me preparei para deixá-lo duro, lambendo as bolas dele. Não demorou muito para ele me segurar pelo cabelo e enfiar minha cara entre os testículos dele. Ele sempre dominante. Me deixei fazer e chupei os dois testículos dele seguindo as ordens dele. Quando o pau dele ficou pronto de novo, ele me puxou para perto, subi na minha cadeira e ele me fez montar nele. — Fazia tempo que você não me usava, Reitor. — É que era o aniversário com a Judith, 30 anos de casados, e a gente fez uma viagem pro Caribe. Passei o mês inteiro entretendo ela. - Parabéns então! Manda um abraço meu pra ela. - Muito engraçadinha. - Não tenho problema em dividir, ao mesmo tempo se elas quisessem. - Judith não é desse tipo, Eli. - Sei, chefe, só tava falando. Montada em cima dele, enfiei a rola na minha buceta. Glorioso. Na hora comecei a me mexer, pra cima e pra baixo, de trás pra frente. O pau dele entrava no meu ritmo, tocando lugares mágicos lá dentro. Enquanto isso, ele enfiou a cara entre meus peitos, mordeu, beijou, lambeu e acariciou o tempo todo que eu fiquei cavalgando. Sei que ele ama minhas tetas. Depois de uns minutos, ele mandou eu levantar e virar. Aí sentei de novo no pau dele, mas dessa vez de costas. Como se ele fosse meu banco. Desci completamente, guiando a rola dele pra dentro da minha buceta. Levei um tapão enorme na bunda e ele me empurrou pra eu levantar. Levantei e repeti o movimento, levando tapa toda vez. Embora eu admita que peguei rápido, só fiz aquilo pra levar o castigo. - Me ajuda - pedi com a voz mais puta que eu tinha. O reitor então, com as duas mãos, abriu minhas nádegas. Eu segurei o pau dele e sentei em cima. Só que dessa vez guiei a rola dele pra minha entrada de trás, exatamente como eu queria, pro outro buraco que a gente mulher tem pra entregar. Pro orifício que algumas só entregam pro amor da vida delas. Sentei devagar. A cabeça do pau bateu no meu esfíncter, parou um segundo enquanto eu continuava descendo, e então meu cu cedeu. O pau do meu chefe penetrou pelo meu rabo. Com certeza por isso chamam ele de "Reitor". Ele adorava sexo anal e era aquela zona que agora tava masturbando a rola dele. Sentei completamente e aproveitei a penetração total. Com uma mão na minha cintura e a outra me dando tapas na bunda, eu pulava em cima dele. Escapei uns gritinhos no meio enquanto abria meu reto. Meus glúteos batiam na virilha dele toda vez que eu descia e, no geral, tentava manter o ritmo. Qualquer um que tivesse naquele momento, se tivesse me visto, uma ruiva de pele leitosa, baixinha e de peitões dando sentadas com nada mais de roupa além de um par de saltos pretos num velho que era o reitor. Fiquei tão excitada que mal toquei meus lábios vaginais pra me masturbar, meu útero me traiu e, tremendo, o orgasmo me percorreu. Gemi de prazer e caí nos braços do meu chefe. Ainda com o pau dele dentro, fiquei descansando em cima dele. — Maravilhoso, Elizabeth. Posso gozar dentro de você hoje? — No meu cu? — Não, claro que não. Se fosse no seu cu, eu não perguntaria. Tô falando na sua buceta. — Claro. Você sabe que não posso ter filhos. — Isso eu não acredito. — Por quê? Quer me engravidar, por acaso? — Já tenho três filhos. Obrigado. Ri com força. Ainda sentia o pau dele no meu cu. Duro e pulsando. Ficava no meu lugar, quietinha. Como se estivesse empalada. Me fazendo dele. — Pode gozar dentro de mim, senhor. Não precisamos falar mais. Ele me deitou na mesinha, abriu minhas pernas e me penetrou pelo meu buraco mais natural, aquele que foi feito pra receber paus. Embora não pudesse dizer o contrário do meu cu. Ele me segurou pelas pernas, pelos calcanhares, enquanto eu segurava meus peitos pra não balançarem demais, às vezes doía. O reitor então se esforçou pra me dar uma bruta fodida vaginal, daquelas que os homens dão quando não ligam de gozar a qualquer momento. O tal momento demorou cinco minutos intermináveis pra chegar. Minha buceta tava muito molhada e quando ele gozou dentro, ficou ainda mais molhada. O semen quente dele se derramou dentro de mim junto com as fodas furiosas. Ele deixou o pau lá por uns segundos. Era muito semen, mas ele me deu tão fundo que duvidei que saísse fácil. Depois, meu chefe sentou na minha cadeira com o pau meio duro. Ofegava. Esforço daqueles na idade dele era quase perigoso. Vi o pau que me lembrara o quão glorioso era ser mulher e pensei "que se dane". Desci pro chão e meti aquele mesmo pau, sujo de Porra e meus próprios fluidos, na minha boca. - Ai, meu Deus! Eli. Quer mais? - Posso continuar a tarde inteira. - Com a sua boca? - Isso mesmo, ou será que tenho muito trabalho? - Por mim, pode tirar a tarde de folga. Então continuei ali, nua e recém-fodida. Feliz e contente. Chupando pica que já tinha gozado dentro de mim. Uma hora dura, outra mole, enquanto meu chefe trabalhava no meu escritório. Quase no fim da tarde, ele me deu mais um pouco de porra. Quase só umas gotinhas, mas eu engoli com vontade. Chupei com sensualidade.
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