Era um fim de tarde de sábado quando cheguei na casa do meu irmão, onde também estava minha namorada Mia, que morava com eles. Ninguém sabia do nosso namoro, era a parte mais excitante — um love clandestino, sim! No meu primeiro post vocês vão saber quem era. Meu irmão e a esposa dele decidiram sair pra comemorar o aniversário dele numa cidade vizinha, sem me avisar. Claro que me surpreendeu, porque não estava planejado, e ao mesmo tempo fiquei feliz, porque íamos ficar sozinhos eu e minha namorada em casa, ufff. Sem mais, a noite chegou e nos despedimos desejando boa viagem. A gente conversou, viu TV — bom, quase, porque começamos uma sessão de beijos como qualquer casal. E chegou a hora de dormir, cada um no seu quarto, claro. Não conseguia dormir, tinha aquela vontade de continuar com ela, de abraçar e beijar, mas dentro de mim dizia que não estava certo. Não queria trair a confiança que nos deram ao ficarmos sozinhos. Mas não conseguia tirar ela da cabeça. Até que me decidi: fui bater na porta dela. Demorou um pouco e, sonolenta, ela abriu e perguntou o que estava acontecendo. Só consegui dizer que sentia falta dela. E sem dizer mais nada, dei um beijo apaixonado, que ela correspondeu. Ela dizia que não era certo. Falei que só queria ficar com ela e que me deixasse ficar com ela, que a gente só ia dormir. Ela pensou e aceitou. Deitamos, nos abraçamos e o sono venceu. Já de madrugada, entre sonhos, nossos corpos se chamavam e se excitavam. Pequenos beijos molhados. Sim, fui levantando a roupa de dormir dela aos poucos. Fomos devagar e até meio atrapalhados. Beijei aqueles peitos redondos, macios e firmes, um por um, passando a língua nos mamilos já duros. Enquanto isso, minha mão descia devagar, percorrendo a cintura dela até chegar naquele monte de Vênus por baixo da calcinha, massageando lentamente. Nessa hora, já dava pra sentir a umidade que saía dela. Naquele momento, pensei que já era hora de introduzir meu dedo devagar, que separou aquela buceta... Lábios quentinhos, minha excitação estava no auge e, pelo visto, a dela também, porque de forma ágil ela subiu em mim e começou a esfregar a pélvis no meu pau ereto, com força e devagar. Sabíamos que os dois éramos virgens, então combinamos que seria só por cima, sem meter meu pau. Tiramos as calças e começou aquele vai e vem devagar. Senti os lábios dela se abrindo enquanto percorriam meu pau, foi excitante. Com o passar dos minutos, a fricção e a lubrificação aumentaram. Naquele momento, não importava que fosse só por cima, estávamos ambos em êxtase, parecíamos um só, como se estivéssemos sincronizados. Gozamos juntos. Naquela hora, nossos fluidos quentinhos se uniram. Ela apertou as pernas tão forte que senti o corpo dela tremer enquanto arqueava as costas. A cara dela expressava uma satisfação que me excitava, aqueles olhos semiabertos mostrando aquele olhar branco por segundos, e nem preciso falar da testa e da boca, entre satisfação e dor. Uff, simplesmente fantástico. Lembrar é reviver, e eu quero reviver esses momentos. Então... imaginem o que vou fazer depois de publicar este post...
1 comentários - Mi casi primera vez
Que recuerdo
Cuando era pendejo, muy pendejo
Habia una con la que estabamos calientes. Amiga de mi hermana , se qdo a dormir una noche en casa y lo hicimos con ropa. Fue hermoso mágico