Somos casados há anos, o nosso começou como deve ter acontecido com todo mundo. Durante o sexo, conversando, surgiu um comentário no ouvido, bem safado: "adoraria ver você transando com outro". Os dias passaram e uma noite, vendo algo na TV e abraçados, ela tocou no assunto, me perguntando se era verdade, se eu aceitaria que outro a tocasse. E assim começamos. Passaram-se semanas e semanas, as conversas ficaram mais frequentes, até que um dia ela disse "bom". Até aquele momento, era óbvio que eu já tinha me informado sobre o assunto. Me registrei em vários fóruns e já tinha em vista possíveis candidatos para o encontro. Ela, cheia de dúvidas, me dizia: "e se nos conhecer? E se depois sair falando?" e tal. Até que uma noite, com a galera que eu tinha em mira, começamos a conversar e ela me diz: "me passa uma foto". Mas ela queria que eu fosse cúmplice de tudo, então entreguei o celular pra ela escrever. O cara mandou fotos, eu ouvia ela digitando e mandando kkkk. Umas meia hora depois, ela me devolveu o celular com as mensagens apagadas e disse: "bom, esse". Então marcamos tudo para um domingo à noite. Que nervoso! Não sabia o que ia acontecer. O fim de semana inteiro eu tocava ela, beijava, comia, porque sabia que outro ia comer ela. No domingo, antes do encontro, conversei com o cara. Pra mais tesão, combinamos mais ou menos o que ia rolar. Fui claro: "não vou falar muito. Quero que você a paquere, a despe, beije e faça tudo o que ela permitir". Óbvio que ele perguntou: "e a buceta?" Foi uma revelação, porque com anos de casados, não era tão comum eu pedir sexo anal. Já estava no esquema, e minha resposta foi: "o que ela quiser". Tomei banho, ela tomou banho. Lembro que ela passou creme no corpo todo, depois vestiu a tanga mais minúscula que tinha, saia com uma blusa azul, salto alto, e fomos. Chegamos no quarto do motel, entramos juntos os três. Ele era alto, magro. Nos apresentamos com nomes e sentamos juntos num sofá. Começamos com as perguntas de sempre, depois eu fiquei em silêncio. Ela começou a... Perguntar e ele responder, ele pegou na mão dela e eu sentia meu peito se abrindo, aí ela me olhava e confirmava tudo que acontecia. Quando o tal cavalheiro pediu uma voltinha pra ver ela bem, ela cabelo comprido, magrinha, com pernas longas, finas e brancas, usando aqueles saltos que empinavam a bunda, deu a volta. Aí vi que o olhar dele cravou na raba, ele parou na frente dela e perguntou "posso?" e ela respondeu "pra isso que vim", e ele abraçou ela pegando na bunda, beijando os peitos dela. Eu fiquei mudo, tudo começou. Ele, já experiente, jogou ela na cama e começou a apalpar ela por baixo da roupa, levantou a saia dela e encontrou uma buceta depilada que mal se cobria com uma fio dental. Ele lambia aqueles lábios, o clitóris, acariciava os peitos dela e ela gemia cada vez mais forte. Eu continuava surpreso, tudo acontecia muito rápido. Ela já ia gozar com a roupa no corpo, me olha e faz sinal, quando me aproximo ela abaixa minha calça e me vê super excitado e, entre gemidos, enfia meu pau na boca dela. Eu, incontrolável com o tesão na testa, me afasto só pra ver que o solteirão tira a calça mostrando uma pica de 20cm, toda dura. Ele chegou nela, pegou no cabelo dela e enfiou na boca, mas ela não dava conta daquela rola toda, e eu percebi que ele tinha esquecido de mim. Depois ele solta o cabelo dela e tira a blusa, depois a saia, deixando ela só de calcinha. Até eu continuava só com o cinto desafivelado. Quando ela terminou de tirar a saia, tentou tirar os sapatos, mas ouvi ele dizer "deixa eles". Nisso, ele pegou ela pela cintura e puxou até a ponta da pica, pra depois penetrar só com a cabeça, enquanto ela gemia. Pensei que ele ia parar pra colocar camisinha, mas ela seguiu na brincadeira, aos poucos ele penetrava mais, mais e mais até começar as estocadas. Eu via ela mordendo os lábios naquele momento, sem entender como e porquê tive meu primeiro orgasmo sem nem me tocar. Foi impressionante, eu continuei vendo como ele comia ela na beira da cama, ele continuou dando aquelas metidas até que parou. A primeira coisa que veio na minha cabeça foi que ele gozou dentro, mas ele não tirou a pica e deitou de barriga pra cima. Meu primeiro pensamento foi que ela estava exausta e não ia se mexer, e quando ela se ajeitou, ele pegou ela pelo cabelo de novo e fez ela chupar a pica molhada. Ela enfiou tudo na boca, lambeu dos lados, depois chupou os ovos dele, pra depois colocar ela por cima. Primeiro ela meio que duvidou se ia entrar tudo, mas foi se ajeitando aos poucos, até que no final conseguiu sentar completamente. Aí começou a rebolar e gemer, nunca tinha visto ela tão excitada, suava, o rosto, os peitos, as costas, se mexia tanto que num momento ele fez uma cara de que ia gozar, ela saiu rapidinho, acho que a intenção era receber na boca, mas ele não gozou. Ele se sentou, perguntou se ela tava cansada, se queria parar, e ela respondeu: "vamos continuar assim agora" e ficou de quatro. Foi foda, aquele rabo lindo se mexia pra todo lado, ele dava umas metidas que balançavam a cama e eu era só um espectador de tudo. Quando de repente me bateu uma loucura, ele tira aquela pica toda molhada e minha esposa com a bucetinha pequena parada e colocando a cara no colchão, abriu as nádegas como pedindo aos gritos pra ele meter no cu. Eu já tava quase morrendo de um ataque cardíaco, ele sabia que ela não era de praticar anal com tanta frequência, então umedeceu com saliva e começou a penetrar ela devagar. Eu só olhava e sem perceber já tava tendo meu segundo orgasmo. Ele segurou ela com mais força pela cintura e puxava ela até onde a pica dele tava, mas era grande e de onde eu tava vi que não conseguiu entrar nem a cabeça inteira, então no final ela virou, jogou ele na cama e chupou ele até gozar. Tudo isso não durou mais de vinte e cinco minutos, uma loucura total. Eu vendo como eles se abraçavam, ela suada, ele exausto, ficamos sozinhos um Momento enquanto ela tira um pouco do suor na chuva, e ele me diz: “tua esposa é uma doida”, a gente ri. Eu, meio sem graça, falo: “bom, agora a gente vai ter que ir”, e ele responde: “me dá 10 minutos que eu quero comer ela de novo”. Fiquei louco. Ela saiu do banheiro, deitou um pouco no ar condicionado enquanto ele tomava banho e me perguntou: “você achava que ia ser assim?” E eu falei: “não, não pensei que ia te comer desse jeito”, e a gente riu junto. Ele saiu do chuveiro, deitamos os dois de cada lado dela. Ela tava de bruços, com aquele rabo todo à mostra, naquela fio dental, com as duas mãos apoiadas no queixo e um sorriso safado. Ele tava do lado direito, pelado, recém-banhado, com o pau dormindo. A gente conversou um pouco sobre tudo, e ela ficava me olhando. Num momento, vejo que ela pega no pau dele com a mão, ele levanta e me beija na boca, e fala: “a gente tem tempo pra mais um”. E foi tudo um descontrole de novo.
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