Bom, voltando um pouco pros relatos, vou contar o que rolou nas minhas férias da faculdade depois de passar algumas semanas do meu primeiro encontro com o Sergio.
Combinei com ele que tinha 1 semana de férias entre uns exames, ele me deu o ok pra ir, comprei minhas passagens de ida e volta, fui na casa de uma amiga pra depilar tudinho. Fui comprar umas roupas que sabia que ele ia gostar e tudo pronto pra viagem, cheguei, tomei banho, coloquei uma linda tanga branca, uma calça justa que fazia minha bunda ficar empinada, perfume (uso perfume unissex ou um feminino que amo) e fui pra rodoviária. Quando cheguei, tinha bastante gente, mas eu tava tranquilo porque já tinha tudo certo. Peguei um banco no fundo pra viajar num ônibus noturno e poder dormir. Subi no busão, fui pra trás, o assento do lado tava vazio, então tava bem confortável. Chegando numa das cidades onde o ônibus para, sobe um senhor de uns 60 anos (Carlos), muito simpático. Ele me pergunta se me incomoda ele sentar ali, porque do lado dele tinha uma moça com um bebê e ele não ia conseguir descansar, e a viagem era longa. Eu, sem problema, falei que sim. Ele senta e puxa conversa. Não tinha problema, porque eu ia comer alguma coisa, então comecei a bater um papo com ele. Ele me conta que vai visitar um parente perto de Rosário, que fazia tempo que não ia, e tal. Me pergunta pra onde eu vou e eu, sem vergonha, respondo que ia ver um senhor com quem tava tendo um rolo. Ele, sem se surpreender nem nada, fala: "Que bom, na minha época não dava pra viver assim, acho muito bom que vocês jovens tenham essa liberdade, eu nunca tive a chance de ficar com alguém do mesmo sexo". E aos poucos a gente foi se soltando e rolou uma conversa super legal, onde ele me fazia perguntas e eu fazia perguntas pra ele... Entramos nas perguntas sexuais e, aos poucos, o clima foi esquentando tudo. A verdade é que o senhor não tava nada mal. Nada mal pra quem tem 60 anos, eu comecei a imaginar um monte de coisa, minha cabeça foi a mil e numa dessas peço licença pra ir ao banheiro, ele se inclina pra trás e eu passo na frente dele com minha bunda, ele coloca a mão entre minha cintura e minha bochecha esquerda da bunda, como se estivesse acompanhando meu passo pra eu não cair, vou ao banheiro com esse pensamento na cabeça... já estávamos umas 3 horas conversando sobre tudo, eu já tava meio excitada e pensei: esse senhor vai me emprestar o pau dele? Será que é possível eu chupar ele? Quanto tempo de viagem ainda falta? Ele vai ficar bravo se eu perguntar?... um monte de coisa passou pela minha cabeça, volto pro assento tudo escuro, peço licença de novo e passo minha bunda de novo, mas dessa vez mais perto do rosto dele, aproveitando que o banco da frente tava reclinado, e dessa vez sinto duas mãos agarrando minha bunda, mas ele continua acompanhando meu passo, agradeço e sento do lado dele de novo, voltamos a conversar, quando a gente começa a se sintonizar de novo, finjo que sou bobo e levanto o apoio de braço que separava a gente, perguntando se ele se importava de eu tirar porque tava desconfortável, ele disse: sem problema, se quiser deitar pra esse lado, tudo bem. Aí, sutilmente, coloco minha mão na perna dele e ele pega e coloca no volume dele, começo a tocar por cima da calça, ele fala no meu ouvido e pergunta se eu me importava dele desabotoar porque tava muito quente, falei que não me importava, ele desabotoou e colocou o pau pra fora, que tesão gostoso estar fazendo isso num ônibus cheio de gente, começo a masturbar ele, ele cruza o braço nas minhas costas e sinto que começa a fazer um pouco de força como se quisesse que eu descesse, eu sem hesitar desci pra aquele pau lindo, era bem grosso mas não muito comprido, mas tinha um cheiro diferente do do Sergio, mais intenso, e chupei ele inteirinho, subi e desci várias vezes, enchi de saliva o pau todo e as bolas dele, ele empurrava minha cabeça pra baixo a cada estocada, pra falar a verdade ele não durou muito, uns 5 minutos. em alguns minutos comecei a sentir ele puxando minha cabeça mais pra baixo, enfiando até a garganta e soltando um jato de porra bem grossa dentro da minha boca. continuei chupando um pouco mais até deixar bem limpinha. agora eu tava muito excitado, morrendo de vontade de levar uma metida. sabia que o cara tinha mais ou menos uma hora de recuperação, haha, e que não tinha como aquela rola dele funcionar de novo. perguntei se ele gostou, ele disse que nunca tinham chupado ele assim, que queria meu número pra gente se encontrar de novo e que queria comer aquela minha bundinha pequena que ele achou muito apetitosa (foi exatamente essa palavra que ele usou, haha). a gente conversou mais um pouco e chegou no ponto dele. trocamos números e combinamos que na próxima eu ia pra CBA. eu aproveitei pra descansar um pouco, dormi o resto da viagem até chegar em Retiro, onde o Sérgio me esperava — se vocês vissem, iam morrer: todo de terno, o que me excita pra caralho, perfumado, sempre impecável. ele perguntou como foi a viagem, eu disse que foi tranquila e que consegui descansar. fomos tomar café da manhã e depois pro apartamento dele no Cabildo.
bom, em breve conto como foram esses dias em Buenos Aires com ele, que foi uma experiência que até agora não consigo esquecer.
espero que tenham gostado, beijos pra todos e desculpa pela ausência esses dias, tava bem ocupado.
Combinei com ele que tinha 1 semana de férias entre uns exames, ele me deu o ok pra ir, comprei minhas passagens de ida e volta, fui na casa de uma amiga pra depilar tudinho. Fui comprar umas roupas que sabia que ele ia gostar e tudo pronto pra viagem, cheguei, tomei banho, coloquei uma linda tanga branca, uma calça justa que fazia minha bunda ficar empinada, perfume (uso perfume unissex ou um feminino que amo) e fui pra rodoviária. Quando cheguei, tinha bastante gente, mas eu tava tranquilo porque já tinha tudo certo. Peguei um banco no fundo pra viajar num ônibus noturno e poder dormir. Subi no busão, fui pra trás, o assento do lado tava vazio, então tava bem confortável. Chegando numa das cidades onde o ônibus para, sobe um senhor de uns 60 anos (Carlos), muito simpático. Ele me pergunta se me incomoda ele sentar ali, porque do lado dele tinha uma moça com um bebê e ele não ia conseguir descansar, e a viagem era longa. Eu, sem problema, falei que sim. Ele senta e puxa conversa. Não tinha problema, porque eu ia comer alguma coisa, então comecei a bater um papo com ele. Ele me conta que vai visitar um parente perto de Rosário, que fazia tempo que não ia, e tal. Me pergunta pra onde eu vou e eu, sem vergonha, respondo que ia ver um senhor com quem tava tendo um rolo. Ele, sem se surpreender nem nada, fala: "Que bom, na minha época não dava pra viver assim, acho muito bom que vocês jovens tenham essa liberdade, eu nunca tive a chance de ficar com alguém do mesmo sexo". E aos poucos a gente foi se soltando e rolou uma conversa super legal, onde ele me fazia perguntas e eu fazia perguntas pra ele... Entramos nas perguntas sexuais e, aos poucos, o clima foi esquentando tudo. A verdade é que o senhor não tava nada mal. Nada mal pra quem tem 60 anos, eu comecei a imaginar um monte de coisa, minha cabeça foi a mil e numa dessas peço licença pra ir ao banheiro, ele se inclina pra trás e eu passo na frente dele com minha bunda, ele coloca a mão entre minha cintura e minha bochecha esquerda da bunda, como se estivesse acompanhando meu passo pra eu não cair, vou ao banheiro com esse pensamento na cabeça... já estávamos umas 3 horas conversando sobre tudo, eu já tava meio excitada e pensei: esse senhor vai me emprestar o pau dele? Será que é possível eu chupar ele? Quanto tempo de viagem ainda falta? Ele vai ficar bravo se eu perguntar?... um monte de coisa passou pela minha cabeça, volto pro assento tudo escuro, peço licença de novo e passo minha bunda de novo, mas dessa vez mais perto do rosto dele, aproveitando que o banco da frente tava reclinado, e dessa vez sinto duas mãos agarrando minha bunda, mas ele continua acompanhando meu passo, agradeço e sento do lado dele de novo, voltamos a conversar, quando a gente começa a se sintonizar de novo, finjo que sou bobo e levanto o apoio de braço que separava a gente, perguntando se ele se importava de eu tirar porque tava desconfortável, ele disse: sem problema, se quiser deitar pra esse lado, tudo bem. Aí, sutilmente, coloco minha mão na perna dele e ele pega e coloca no volume dele, começo a tocar por cima da calça, ele fala no meu ouvido e pergunta se eu me importava dele desabotoar porque tava muito quente, falei que não me importava, ele desabotoou e colocou o pau pra fora, que tesão gostoso estar fazendo isso num ônibus cheio de gente, começo a masturbar ele, ele cruza o braço nas minhas costas e sinto que começa a fazer um pouco de força como se quisesse que eu descesse, eu sem hesitar desci pra aquele pau lindo, era bem grosso mas não muito comprido, mas tinha um cheiro diferente do do Sergio, mais intenso, e chupei ele inteirinho, subi e desci várias vezes, enchi de saliva o pau todo e as bolas dele, ele empurrava minha cabeça pra baixo a cada estocada, pra falar a verdade ele não durou muito, uns 5 minutos. em alguns minutos comecei a sentir ele puxando minha cabeça mais pra baixo, enfiando até a garganta e soltando um jato de porra bem grossa dentro da minha boca. continuei chupando um pouco mais até deixar bem limpinha. agora eu tava muito excitado, morrendo de vontade de levar uma metida. sabia que o cara tinha mais ou menos uma hora de recuperação, haha, e que não tinha como aquela rola dele funcionar de novo. perguntei se ele gostou, ele disse que nunca tinham chupado ele assim, que queria meu número pra gente se encontrar de novo e que queria comer aquela minha bundinha pequena que ele achou muito apetitosa (foi exatamente essa palavra que ele usou, haha). a gente conversou mais um pouco e chegou no ponto dele. trocamos números e combinamos que na próxima eu ia pra CBA. eu aproveitei pra descansar um pouco, dormi o resto da viagem até chegar em Retiro, onde o Sérgio me esperava — se vocês vissem, iam morrer: todo de terno, o que me excita pra caralho, perfumado, sempre impecável. ele perguntou como foi a viagem, eu disse que foi tranquila e que consegui descansar. fomos tomar café da manhã e depois pro apartamento dele no Cabildo.
bom, em breve conto como foram esses dias em Buenos Aires com ele, que foi uma experiência que até agora não consigo esquecer.
espero que tenham gostado, beijos pra todos e desculpa pela ausência esses dias, tava bem ocupado.
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