A Irmã da Minha Namorada X - Post Poderoso

Conforme prometi pra celebrar as interações, os pontos e a chegada do décimo post dessa saga, esse post vai ser mais longo pra vocês curtirem ainda mais.

Assim que ouvimos barulho na entrada do quarto, decidimos, como falei, nos trancar no banheiro com a Cata.
Quando estávamos lá em silêncio, ouvimos minha sogra balbuciar alguma coisa.

Sogra: vem, entra, dá uma passada, não tem ninguém. Minha filha deve estar por aí com meu genro, mas não demora pra chegar.
Senhor X: mas e se ela voltar rápido?
Sogra: se voltar, eu resolvo.
Dá pra ouvir eles entrarem e fecharem a porta.
Na hora, minha sogra abaixa a calça do homem, tirando o cinto rapidamente.
Sogra: e agora? Vai aguentar, pussy? Você me olhou muito no jantar e depois me convidou pra tomar algo pra me comer, né?
Nesse momento, o Senhor X, que tava com uma cara de prazer e surpresa ao mesmo tempo, pega o rosto da minha sogra e leva até o pau dele, ainda meio mole, pra ela chupar.
Sogra: que foi? Haha não sobe? Precisa disso pra subir?
Nessa hora, minha sogra cuspiu no pau dele e agarrou ele pela cintura, chupando fundo, fazendo uma garganta profunda que nenhuma das filhas dela tinha feito até então.
Cata: cê ouviu isso? Mamãe tá chupando aquele senhor que nos viu!
Eu: sim, incrível como sua velha se comporta. O que cê tá fazendo? — falei baixinho.
Catalina tinha pegado no meu pau e batia uma muito rápido enquanto tentava espiar pela porta que tinha ficado entreaberta do banheiro.
Eu: garota... Ahhhhg, que mão você tem.
Cata: tô muito tesuda, brother in law, desculpa, minha mãe é uma puta.

Nesse momento, não tinham passado nem 5 minutos desde que entraram no quarto e de repente se ouve um gemido e uma respiração muito ofegante.
Sogra: que foi? Já vai gozar? Não aguentou nada, papai.
Senhor X: não consigo... Ahhhg, realmente é um dos melhores boquetes que já recebi.
Sogra: e se eu fizer isso? — nessa hora ela olhava nos olhos dele e pedia pra ele gozar, pro Senhor X se... acabou tudo
Sogra: porra, quero porra, me dá logo papiii, me dá, vai
Senhor X: ahhhhhhhhhggg - um gemido incrível do veterano -
Dava pra ver que a carinha da minha sogra tinha ficado toda melada de porra e cheia de tesão vendo como aquele homem que tinha seduzido ela tava completamente derrotado pela língua dela.
O Senhor X saiu do quarto e minha sogra foi com ele porque ele ia buscar água na recepção, mas não sem antes se limpar um pouco de toda aquela porra que tinha na cara.

Cata: já foram, tô muito tesuda Tomi, me come
Eu: não, vou embora, sua mãe já vem, não dá tempo.
Além disso, sua irmã deve estar me esperando ou algo assim
Cata: e o que eu faço então?? Pqp Tomasss

Fui pro meu quarto, cheguei e a Sofia tava dormindo. Deito do lado dela e depois de um tempo levanto, não conseguia dormir, saio do quarto pra dar uma volta e encontro numa esquina, num dos corredores, a Florencia fazendo um boquete num cara que eu nem fazia ideia de quem era nem como chegou naquilo.
Vou me aproximando sem ser visto, a noite tava tranquila e pelo horário ninguém andava nos corredores, então consigo ouvir uns diálogos.
Cara: tava com tanta vontade de chupar uma rola, garota? Nem sabe meu nome
Flor: cala a boca e continua fodendo minha boca
Literalmente o cara tinha ela de joelhos com a mão na nuca dela e fodendo a boca da minha cunhada, que tinha colocado os peitos pra fora do moletom pra deixar a parada mais gostosa pro cara ver.
Cara: e seu namorado? Por que não acorda ele em vez de ficar perguntando pelos corredores?
Flor: porque meu namorado é um frouxo e já me deu tudo essa noite.
Nessa hora começo a falar alto no corredor pra eles verem que vinha gente, e de repente o cara sai, arrumando a calça enquanto a Flor começava a andar pro quarto dela.
Intercepto ela e ela fala
Flor: oi Tomi, o que faz a essa hora?
Eu: vejo que não posso perguntar a mesma coisa porque já sei..
Flor: sabe o quê?
Eu: vi como você deixava ele bem fininho Cara, o cara que tava saindo do corredor
Flor: shiu, cala a boca e não viu nada, ok?
Eu: tranquilo, vou dormir
Flor: espera... – ela me intercepta e pega no meu volume – não pode ir assim.. você interrompeu algo e eu preciso terminar, senão até amanhã não aguento
Eu: o que você quer? Não enche, Florencia, acho que não.. – e naquele momento, antes que eu terminasse de falar – ela já tava chupando minha rola de boca cheia como se fosse uma desesperada profissional.
Eu: ok, para, para, a gente tá no meio do corredor.
Flor: então vem
Ela pega na minha mão e me leva pro quarto dela, onde o namorado dela tava dormindo!
Flor: vem, esse corno tem sono pesado.
Eu: por que você fala assim dele? Kkk
Flor: porque eu amo ele, mas ele não me satisfaz completamente, mas ele sabe e gosta de ser corno.
Naquele momento, Flor fica de quatro, olhando pro lado da cama e de costas pro namorado.
Flor: me dá sua rola, vem – ela pega, cuspi e começa a bater uma com velocidade.
Eu: Deus, Florencia, como você chupa, por favor, ahhhgg.
Flor: desde a primeira vez que vi sua rola no banheiro da casa da mamãe e vi o depravado que você era, que esperava por esse momento de novo.
O som do boquete era tremendo, inacreditável que o namorado dela não acordasse. Ela chupava com muita vontade, quase como se quisesse devorar minha rola.
Flor: Tomi, vem, quero que você me coma toda.
Ela virou, agora olhava pro namorado dela. Enquanto de quatro, puxava a calcinha fio dental pra eu comer ela toda.
Eu: quer que eu te arrebente toda? Do lado do seu namorado, putinha
Flor: Siiim, mete logo
Começo a encostar na buceta dela com minha rola e, sem aguentar muito, comecei a comer ela com muita força.
Ela começou a gemer, gritar e se mexer muito, a ponto de procurar a rola do namorado pra bater uma pra ele enquanto eu comia ela.
Flor: siiiim assim, gostoso, me come forte, muito mais forte do que você come minhas irmãs.
Eu: gosta, putinha? Quer que eu bata na sua raba? Assim que você gosta? – naquele momento, não liguei pra nada e dei vários tapas deixar a bunda bem vermelha-
Flor: ai que violento você fica, cunhadão, com essa piroca grossa que você tem, tá me destruindo, ahhhg
Continuava batendo punheta pro namorado dela, que naquela altura já não sabia se tava fingindo de dormido ou se tava mesmo, e virava de vez em quando a cabeça pra ver minha cara de tesão.
Flor: meuuu esse corno já acabou com a minha mão, agora falta você, Tomás. Vai me dar a porra toda?
Eu: sim, quer tudo?
Flor: sim, por favor, na bunda pequenininha, tudo em cima da bunda pequenininha, vaiii
Eu: ahhhhg, vou gozar, meuuu
Flor: sim, siiiiiim, me dá, me dá o leiteeee
Naquele momento eu gozei tudo em cima da bunda da Florencia, levantei a calça e fui sem dizer uma palavra pro meu quarto dormir, já que era tarde.

Na manhã seguinte, todo mundo foi tomar café, mas faltava uma: a Cata não tava. Perguntei por ela e minha sogra falou que tava dormindo porque tinha ido numa festa à noite.
Claro, a festa do Bruno, pensei, cheio de ciúme. Pedi licença, mentindo que ia no banheiro, e fui procurar ela.

Entrei sem bater, vi ela deitada, meio destampada, com uma tanga preta que destacava a bundinha pequena dela, e me aproximei.

Eu: gata, levanta, tão tomando café – toquei no rostinho dela –
Cata: oi, desculpa, tô meio tonta ainda kkkk
Ela ainda tava meio bêbada, e isso me dava uma puta impotência, mais ciúme ainda
Eu: o que você andou bebendo? Foi na festa daquele otário?
Cata: kkk sim, andei bebendo e chupando também – falou sorrindo, mas com os olhinhos fechados –
Eu: ah, tá de brincadeira? Levanta, vai – falei enquanto dava uns tapas na bunda dela –
Cata: ai, cunhadão, como você vai bater na minha bunda? Quer saber como me comportei ontem? – tava muito sem vergonha e atrevida por causa do álcool que ainda tinha no sangue –
Eu: não, não me interessa, sua família tá te esperando lá embaixo pra tomar café, se veste e vai
Cata: bom, vou te contar mesmo assim, tomei tudo, Bruno me levou pro quarto dele e quando comecei a chupar ele, adivinha o que aconteceu? Dois amigos dele entraram no quarto e terminei chupando três picas kkkkkk
Não aguentei o que ela tava me falando, tava muito ciumento e puto, bati a porta e vazei.
Saí pra dar uma volta pra espairecer e minha mina me liga falando que todo mundo tava na piscina, pra eu ir.
Me troquei e fui pra lá, quando cheguei tavam na piscina de costas ou com as bundas viradas pra porta, minha sogra e as três filhas dela.
Fiquei admirando um tempo e a primeira que chegou perto foi a Flor.
Flor: oi Tomi, o que cê tá fazendo? – ela falou enquanto saía da água pra pegar uma toalha –
Eu: tudo bem, Flor?
Flor: bem, já vou indo, a gente se vê daqui a pouco.
A Sofia chegou perto de onde eu tava
Sofia: love, tudo bem?
Eu: sim, por quê?
Sofia: sei lá, te achei estranho, meio apagado
Eu: não, tô bem sim. E você, como cê tá passando?
Sofi: bem, divertido, mas queria que hoje a noite a gente se divertisse mais.
Eu: fico feliz, love, curti a ideia sim, o que cê tem em mente?
Sofi: tô com MUITA vontade de tomar aquela porra
Eu: ahh, pesado, na lata kkk, então beleza, pode contar com isso
Sofi: kkk okay, vou sair porque vou com a mamãe e a Cata comprar umas coisas
Eu: sim, vai lá, eu vou dar um mergulho e depois vou pro quarto.
Fiquei um tempo na água, aí saí e fui pro meu quarto descansar um pouco.
Tomei banho, deitei um pouco, mas como não consegui dormir, resolvi descer pra dar uma volta pelo hotel.
O hotel era grande, tinha sala de jogos, e do lado tinha uma porta de correr que eu não sabia o que era.
Entro e vejo que tem a mesa de pingue-pongue e um monte de cadeiras empilhadas num canto, então deduzi que era a sala de reuniões. Quando viro a cabeça, vejo uma cena que me encheu de inveja e ciúme: a Catalina tava com o Bruno e outro cara, mamando nos dois.
Eu: O que cê tá fazendo, girl? – os caras viraram a cabeça na hora e puxaram a calça pra cima.
Cata: Tomas! O que cê tá fazendo aqui? Kkk – ela sorriu enquanto limpava a baba no rosto –
Sem falar nada, subi pro quarto e liguei pro ramal do quarto. da Florencia e falei pra ela vir.
Flor: O que foi?
Eu: Vem aqui, passa.
Naquele momento, joguei ela na cama, levantei a saia que ela tava usando e comecei a chupar ela toda.
Flor: O que foi? Por que essa vontade tão repentina? Ahhhg — ela gemia com a chupada de buceta que eu tava dando.
Eu: Nada, tava com vontade de chupar uma buceta e sua irmã não tava? Cadê o corno do seu namorado? Ele não chupa assim, né — eu falava e voltava a meter a língua no clitóris dela.
Flor: Ele tá no quarto, quando você me chamou, eu tava tentando chupar a rola dele, e digo tentando porque não tava subindo.
Eu: Aqui tem uma rola bem dura, olha.
Soltou ela e mostrei como a rola tava dura, apesar da raiva de ver a pequena com dois caras, tenho que admitir que a situação me excitou.
Flor: ayyy sim, isso é uma boa rola, me dá.
Eu fico de pé na cama, ela se ajoelha de costas pra porta e começa um boquete frenético como ela faz, com muita saliva, cuspia na minha rola e segurava com as duas mãos.
Eu segurava a cabeça dela, dava uns tapas na bunda dela e de repente algo inesperado acontecia, a porta do quarto se abria e a Catalina entrava na hora.
Cat: E isso?? O que você tá fazendo, Tomas?
Naquele momento, a Flor se vira pra ver o que era e vê a irmã.
Cata: Florenciaaaaa que porra é essa? Jaja
Flor olha pra ela, vira e continua chupando minha rola como se fosse a última do mundo.
Cata passa, vem até a cama e senta num canto.
Cata: E o corno do seu namorado, mocinha??
Flor: Tá no quarto, deve estar me esperando jaja
Eu: Mas o que você disse pra ele?
Flor: Que você me chamou, depois invento alguma coisa.
Eu: Bom, Cata, cê nos deixa? Por que não vai com seu amigo Bruno e os amiguinhos dele continuar se divertindo?
Flor: Quem é esse Bruno? O que houve?
Eu: Ah, não sabe? Sua irmã anda chupando mais de uma rola por aí.
Flor: Catalinaaa, o que cê tá fazendo?
Cata: Jaja, que dedo-duro você hein? Você só porque morre de ciúmes.
Flor parou de chupar, me soltou. Na cama e ela sobe pra cavalgar em mim.
Começa a mexer bem devagar a bunda dela e de repente vejo que a cara de prazer dela começa a ficar mais evidente e ela estica a mão pra trás, e é aí que percebo que a Cata, que eu não sentia há alguns segundos, tava com a cara enfiada no cu da irmã dela, chupando ele.

Flor: aí não para, gata, e você deixa que eu me mexo.
Ela continuou se mexendo, se penetrando bem devagar até que decido sair, ficando a Flor de quatro e a Cata metendo a língua no cu da irmã, enquanto eu batia uma vendo aquela situação.

Cata: que buceta gostosa você tem, irmã
Flor: cê gostou? Então come ela, vai
Cata agarrou as nádegas dela e afundou cada vez mais a cara pra dar o máximo de prazer.

Flor: Tomi, vem me dá teu pau.
Eu me aproximo, me levanto e me apoio no encosto da cama pra ela saborear meu pau todo de pé.

Flor: Cata, vem, quer chupar o pau do teu cunhado?
Cata: quero chupar sim
Ela se aproxima e as duas começam a me chupar o pau até que não aguentei mais e gozei na boca delas, o primeiro jato caiu na bochecha da mais nova e o segundo na língua da Florencia.

Flor: bom, vou indo que devem estar me procurando, vou aproveitar e fazer o corno me chupar o cu pra ver se me faz gozar toda. Deixo vocês.
Florencia vai embora e ficamos sozinhos, eu tava me vestindo e a gata me para.

Cata: não quer que eu chupe você sozinha?
Eu: não, vai lá falar isso pro "Bruninho"
Cata: não seja ciumento, vai resistir a isso?
Nesse momento ela se joga e come ele todo, chupa muito forte, cuspi, mexe com uma mão bem rápido como se quisesse me fazer gozar na hora.

Eu: quer me fazer gozar, putinha? Olha que eu não sou igual esses pivetes que com certeza te deram tudo
Cata: haha que curioso você hein, igual esses caras não entregam isso, por exemplo.
Ela apontou pro cu dela e afirmou:
Cata: quer me comer o cu, Tomi? Quer fazer a bundinha apertada da tua cunhadinha mais nova?
Eu: você não aguenta essa porra no teu cu, garota, não se agita.
Solta o boquete, vou até um sofazinho que tinha no quarto e fico de quatro, bem aberta de pernas. Molha um dedinho e começa a enfiar na bunda dela.

Cata: vem, já tá pronto isso – me olhava com cara de pidona, cheia de vontade –

Chego perto, passo a mão na bunda dela e empurro devagar até entrar tudo.

Cata: ahhhhhgg deusss, devagaaaar

Eu: não era que você aguentava? – acelero e começo a meter mais fundo.

Cata: ai pelo amor, meu cuuu, você tá comendo ele todinho ahhhhhg

Eu: isso é por ser putinha, por vagabunda

Cata: siiiim siiiim assim mesmo me come, me faz gozar todinha

Eu: quer leite? Goza toda, putinha, vai

Cata: ai sim sim não aguento, tô gozando ahhhhhg ahhhhhg – chega num orgasmo incrível, a carinha dela era única e eu não parava de bombar, mesmo que mais devagar.

Ela se vira como pode, a cara de prazer era total, senta no banco e começa a me punhetar, com uma mão no pau e a outra no cabelo dela, puxando, e diz:

Cata: Agora sim, dá tudo rápido no meu peito

Sem hesitar, ajudei na masturbação e gozei tudo no peito dela, os peitos dela ficaram cheios de porra. Me vesti e saí do quarto, mas nunca ia perceber que minha sogra me veria saindo, pra depois se encontrar com a filha mais nova no quarto, tomando um banho...

Continua

4 comentários - A Irmã da Minha Namorada X - Post Poderoso

Que quilombo la familia, todos contra todos, cornudos, infieles y vamos a saber si sofy te entrega el culito?, Dice que tenes que ganar, me parece que el culito se lo entrega a otro. Van puntos. Me encanta la saga