Já tinham se passado 5 meses desde que engravidei. Desde que a gente teve aquela dúvida se teria um filho. Claro, no fim a gente aceitou depois de conversar. Convencidos, começamos os preparativos. Avisamos nossas famílias e alguns amigos. Tudo, realmente tudo era um sonho, o Arturo é um amor comigo e me dá todos os mimos. Até quando peço umas laricas altas horas da noite, ele vai buscar. Só que ele não me come. É isso, sem rodeios.

Ele diz que não quer me machucar nem o bebê, e mesmo a gente tendo feito algumas vezes com muito cuidado, não é a mesma coisa. Eu amo ele, mas o sexo é uma parte essencial do relacionamento. E eu, com essa explosão de hormônios, tô com um tesão do caramba o tempo todo.
Não tô me justificando, mas é essa a situação. Grávida, cheia de vontade, sem marido pra me satisfazer — vocês já imaginam o que vai rolar. Eu tentei de tudo com meu marido, mas não consegui.
Eu me vestia sexy pra ele, pra quando ele chegasse eu conseguir provocar ele mais fácil, mas nem assim. Ou às vezes ele só metia rápido por uns minutos e pronto.
O Arturo sempre me conta dos amigos dele, como eles são, o que fazem, ou alguma aventura que teve com eles. Mas de um ele quase não fala. O Marco. Ele já me contou umas coisas sobre ele, mas não sei muito. E pra ser sincera, pouco me importava. Até que ele convidou o cara pra uma reunião aqui em casa.
Foi lá que eu conheci ele. Um homem moreno, bonitão, bem arrumado, perfumado, meio sério e com um humor ácido. Ele me apresentou como um dos melhores amigos, o que achei estranho porque quase não falava dele. Depois eu soube que eles quase não se falavam, mas tinham muita confiança um no outro.
Naquela noite todo mundo se deu super bem. Me chamou a atenção que ele era muito solto, coerente, conversava com muita eloquência, se é que posso dizer assim. É um homem culto, e dava pra ver isso nas conversas dele. Mas nem por isso deixava de ter humor ou fazer rir. Pelo contrário, as piadas dele eram inteligentes. Quase no final da noite, a gente conversou como grandes amigos e entendi por que o Arturo o considerava assim.
Enquanto a gente conversava, não pude evitar notar umas olhadas dele pros meus peitos, que já estavam grandes e empinados, mas resolvi não dar atenção porque ele realmente percebia coisas em mim que poucos notavam ou demoravam muito mais. Foi uma conversa agradável, pra ser sincera, e sem segundas intenções da minha parte.
A noite foi passando e eu já tava com ele na cabeça. Vi ele conversando e comecei a reparar no corpo dele, era magro mas definido, os braços fortes, mas de um jeito sutil. O sorriso discreto dele. E num momento estranho, notei o volume dele meio avantajado. Na hora me virei e fiquei vermelha. O Arturo me perguntou o que foi e eu disse que tava me sentindo com calor. Ele me acompanhou até o quarto e eu sentei lá um pouco. Não sei como comecei a ter esses pensamentos. É que eu tava precisando de sexo. Ali tentei fazer o Arturo me comer rapidinho, mas ele recusou e saiu do quarto.
Passaram-se umas semanas e de repente o Marco me mandou uma mensagem no chat e começamos a conversar, nada fora do comum nem flerte, algo bem estranho pra falar a verdade. Até pensei que eu não tava afim dele, mas de algum jeito ele tinha virado meu objeto de sexo. Passei várias noites me masturbando e me molhando gostoso. Ele me perguntava como eu tava ou como me sentia, e eu mandava umas fotos minhas, mas não tinha coragem de enviar algo mais provocante.


Um dia a gente foi no cinema em casal, ele tava com uma mina, mas quase no meio do filme a mina vazou (depois descobri que era um match do Tinder, haha). A gente tava dividindo pipoca e nachos, e num acidente, juro, eu tentei pegar um nacho que tava no colo dele enquanto ele me passava, e acabei pegando no pau dele, bom, passei a mão. Senti um pedaço grosso na virilha dele. Eu me assustei um pouco, mas corrigi na hora. Arturo me perguntou o que foi, e eu falei que me sujei de queijo e levei os dedos à boca. Fiquei molhada na hora.
Já no estacionamento, enquanto Arturo tava pagando, pedi desculpas pro Marco, e ele falou que não tinha problema, que se eu quisesse uma salsicha a gente podia ter resolvido. Eu ri de nervoso e senti o calor subindo no meu rosto.
A gente continuou conversando normal, mas as cantadas começaram pra valer agora. E começaram as fotos um pouco mais provocantes, e eu pedia opinião de como eu tava, que queria ir pra praia, ele falava que ia falar com Arturo pra gente ir. Ele me enchia de elogios já meio picantes, e eu tava cada vez pior.

Depois de mais um mês, não sei por quê. Bom, sei sim. Liguei pra ele pra perguntar se podia me levar pra casa de tarde porque o Arturo não ia conseguir, mas pra ele não contar porque eu ia ficar puto. Naquele dia a gente brincou num tom mais quente e no carro eu falei que não sabia dirigir e ele disse que podia começar enfiando as marchas. Eu já tava muito tarada há meses e não resisti: peguei na virilha dele e comecei a massagear o pau dele. Meu Deus, aquele pedaço era maior que o do Arturo e nem tava duro. Senti a grossura dele, crescendo um pouco preso na cueca, ele só me olhou e sorriu. Eu tava muito excitada e não tirei a mão de cima.
Convidei ele pra entrar e ele com uma ereção daquelas, aí a gente foi pro apartamento — que bom que ninguém viu a gente. Quando entramos, parei ele na porta na hora e me ajoelhei com um pouco de dificuldade, ele não ligou e isso me excitou. Desabotoei a calça dele e tirei aquele pau enorme pra fora. Cheirava a pau delicioso, era grosso e eu sentia as veias no toque, a cabeça era grande e mal cabia na minha boquinha. Comecei a saborear ele desde as bolas, o tronco até as bolas de novo, e puxava com força, como aquele pedaço merecia. Ele me pegou pelo cabelo e eu soltei um gemido, ele pegou o pau dele e começou a me bater na cara com aquela tranca. Me senti tão puta, tão gostosa, enchi minha cara com o pau dele.
Ele me soltou e eu tava segurando o pau dele com as mãos, puxando e chupando a cabeça deliciosa. Depois ele me levantou e tirou tudo. Aí, sentada no sofá, ele pegou meus peitos e começou a se masturbar com eles. Foi a coisa mais gostosa que já vi: meus peitos inchados e o pau dele entrando e saindo no meio. Ele me virou e me colocou de joelhos no sofá, apoiada no encosto. Pegou minhas nádegas e deu umas palmadas, eu só conseguia gemer. Ele deu mais uma e eu senti a ardência, falei pra ele bater de novo e mais forte, e ele fez isso. Eu enfiei os dedos em mim, tava muito molhada, escorrendo. Supliquei gemendo pra ele meter logo.
Puxei meu cabelo pra trás e ele começou a meter a pica enorme dele. Sentia ele me abrindo, meus fluidos escorrendo pelas coxas e, sem esperar, ele enfiou mais fundo. Senti um calor dentro de mim e ele começou a me comer gostoso, forte, com meu cabelo preso e o pau preto dele entrando e saindo de mim. Eu via meus peitos balançando a cada estocada. Pedia pra ele meter mais forte e ele fazia isso, me empurrava cada vez mais fundo.
Eu me sentia penetrada como nunca, até onde não achava que dava pra chegar. Depois me virei de lado e pude ver o pau dele cheio da minha gozada sumindo dentro de mim. Ele me segurava pelo pescoço, me enforcava de um jeito gostoso pra caralho, eu tava quase gritando e às vezes sem fôlego, ele metia forte e rápido, sentia aquela ardência gostosa e tava tão perdida que gozei, molhei tudo, me assustei por uns segundos mas me deixei levar, não importava se eu tava me mijando ou se tinha rompido a bolsa.
Pedi pra ele gozar, mas ele ainda tava metendo e eu tava muito sensível, pedi pra ele dar o leite na minha barriga.
Foi o que ele fez. Ele bateu uma na minha frente, eu via aquela pica preta, molhada dos dois, a mão dele apertando ela e eu ali sentada na frente dele. Ele começou a grunhir e apontou a mangueira dele pro meu ventre e soltou vários jatos de porra cremosa e quente. Caroços caíram e banharam minha barriga, um pouco caiu no meu queixo e um pouco nos meus peitos, ele gozou delicioso. Eu, por tesão, não me limpei, queria ficar cheirando esperma. Ele sentou do meu lado e eu bati uma pra ele por uns minutos.
Os dois em silêncio, os dois sorrindo de prazer, gemendo baixinho. Até que a masculinidade dele começou a endurecer de novo. Senti ela dura, quente, pulsando. Com todo o cansaço, me ajoelhei e comecei a chupar, tava ainda mais gostoso e eu me afogava com aquele pau, tinha ânsia, ele pegou meu rosto e começou a me comer de boca. Eu não fiz nada, só abri mais e mais a boca, que já tava cansada, e ele gozou de novo, não tanto quanto antes, mas encheu minha boca o suficiente pra quase me afogar, porque ele não me deixava respirar enquanto metia na minha boca. Engoli o que consegui, que foi um bom gole, e o resto escorreu da minha boca. Eu tava toda suja. Extasiada, molhada, suada, ofegante.
Desde aquele dia, a gente começou a se encontrar mais. Quase todo dia sim, dia não. Eu dava um jeito de fugir pra ele encher minha buceta com o pau dele e eu beber todo o leite. Gozei na boca deliciosa dele enquanto ele me fazia uns boquetes dos bons. Também entreguei meu cu. Tenho que confessar que fiquei com muito medo, porque era enorme. Doeu, e a primeira vez não foi tão gostosa assim. Mas depois foi incrível me sentir empalada, enfiada por um pedaço daqueles, e eu sempre pedia pra ele gozar dentro do meu cu pra sentir escorrendo. Ele também chupava meus peitos de um jeito delicioso. Sabia como mamar, como me tocar e me excitar.
Mandava mensagem pra ele dizendo que aquele bebê era dele, e ele ficava doido, me comia com força. E eu falava pra ele vir pra casa porque eu tava toda molhadinha.


Que tava pensando nele porque tinha tomado banho

Tivemos que parar porque tava saindo do controle e podiam nos descobrir. Não sei se depois da gravidez a gente vai continuar, porque era um tesão que a gente dividia. Tenho medo dessa parte, mas a verdade é que já não consigo mais transar com o Arturo. Umas semanas atrás a gente tentou, mas não sinto mais a mesma coisa dentro de mim. Além disso, ele me trata como uma boneca que pode quebrar. Não tô falando pra me bater até sangrar, só quero que ele seja mais homem, que não tenha medo de me foder com força.
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Por favor, deixem seus comentários ou pontos, assim vocês me mostram que tão curtindo o conteúdo e eu continuo com essas histórias.
Deixo aqui outras histórias pra vocês.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A professora e muito mais que ela é (fotos)
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Comi um negão num torneio (fotos)
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Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Minha obrigação com o negão novinho
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Ele diz que não quer me machucar nem o bebê, e mesmo a gente tendo feito algumas vezes com muito cuidado, não é a mesma coisa. Eu amo ele, mas o sexo é uma parte essencial do relacionamento. E eu, com essa explosão de hormônios, tô com um tesão do caramba o tempo todo.
Não tô me justificando, mas é essa a situação. Grávida, cheia de vontade, sem marido pra me satisfazer — vocês já imaginam o que vai rolar. Eu tentei de tudo com meu marido, mas não consegui.
Eu me vestia sexy pra ele, pra quando ele chegasse eu conseguir provocar ele mais fácil, mas nem assim. Ou às vezes ele só metia rápido por uns minutos e pronto.
O Arturo sempre me conta dos amigos dele, como eles são, o que fazem, ou alguma aventura que teve com eles. Mas de um ele quase não fala. O Marco. Ele já me contou umas coisas sobre ele, mas não sei muito. E pra ser sincera, pouco me importava. Até que ele convidou o cara pra uma reunião aqui em casa.
Foi lá que eu conheci ele. Um homem moreno, bonitão, bem arrumado, perfumado, meio sério e com um humor ácido. Ele me apresentou como um dos melhores amigos, o que achei estranho porque quase não falava dele. Depois eu soube que eles quase não se falavam, mas tinham muita confiança um no outro.
Naquela noite todo mundo se deu super bem. Me chamou a atenção que ele era muito solto, coerente, conversava com muita eloquência, se é que posso dizer assim. É um homem culto, e dava pra ver isso nas conversas dele. Mas nem por isso deixava de ter humor ou fazer rir. Pelo contrário, as piadas dele eram inteligentes. Quase no final da noite, a gente conversou como grandes amigos e entendi por que o Arturo o considerava assim.
Enquanto a gente conversava, não pude evitar notar umas olhadas dele pros meus peitos, que já estavam grandes e empinados, mas resolvi não dar atenção porque ele realmente percebia coisas em mim que poucos notavam ou demoravam muito mais. Foi uma conversa agradável, pra ser sincera, e sem segundas intenções da minha parte.
A noite foi passando e eu já tava com ele na cabeça. Vi ele conversando e comecei a reparar no corpo dele, era magro mas definido, os braços fortes, mas de um jeito sutil. O sorriso discreto dele. E num momento estranho, notei o volume dele meio avantajado. Na hora me virei e fiquei vermelha. O Arturo me perguntou o que foi e eu disse que tava me sentindo com calor. Ele me acompanhou até o quarto e eu sentei lá um pouco. Não sei como comecei a ter esses pensamentos. É que eu tava precisando de sexo. Ali tentei fazer o Arturo me comer rapidinho, mas ele recusou e saiu do quarto.
Passaram-se umas semanas e de repente o Marco me mandou uma mensagem no chat e começamos a conversar, nada fora do comum nem flerte, algo bem estranho pra falar a verdade. Até pensei que eu não tava afim dele, mas de algum jeito ele tinha virado meu objeto de sexo. Passei várias noites me masturbando e me molhando gostoso. Ele me perguntava como eu tava ou como me sentia, e eu mandava umas fotos minhas, mas não tinha coragem de enviar algo mais provocante.


Um dia a gente foi no cinema em casal, ele tava com uma mina, mas quase no meio do filme a mina vazou (depois descobri que era um match do Tinder, haha). A gente tava dividindo pipoca e nachos, e num acidente, juro, eu tentei pegar um nacho que tava no colo dele enquanto ele me passava, e acabei pegando no pau dele, bom, passei a mão. Senti um pedaço grosso na virilha dele. Eu me assustei um pouco, mas corrigi na hora. Arturo me perguntou o que foi, e eu falei que me sujei de queijo e levei os dedos à boca. Fiquei molhada na hora.
Já no estacionamento, enquanto Arturo tava pagando, pedi desculpas pro Marco, e ele falou que não tinha problema, que se eu quisesse uma salsicha a gente podia ter resolvido. Eu ri de nervoso e senti o calor subindo no meu rosto.
A gente continuou conversando normal, mas as cantadas começaram pra valer agora. E começaram as fotos um pouco mais provocantes, e eu pedia opinião de como eu tava, que queria ir pra praia, ele falava que ia falar com Arturo pra gente ir. Ele me enchia de elogios já meio picantes, e eu tava cada vez pior.

Depois de mais um mês, não sei por quê. Bom, sei sim. Liguei pra ele pra perguntar se podia me levar pra casa de tarde porque o Arturo não ia conseguir, mas pra ele não contar porque eu ia ficar puto. Naquele dia a gente brincou num tom mais quente e no carro eu falei que não sabia dirigir e ele disse que podia começar enfiando as marchas. Eu já tava muito tarada há meses e não resisti: peguei na virilha dele e comecei a massagear o pau dele. Meu Deus, aquele pedaço era maior que o do Arturo e nem tava duro. Senti a grossura dele, crescendo um pouco preso na cueca, ele só me olhou e sorriu. Eu tava muito excitada e não tirei a mão de cima.
Convidei ele pra entrar e ele com uma ereção daquelas, aí a gente foi pro apartamento — que bom que ninguém viu a gente. Quando entramos, parei ele na porta na hora e me ajoelhei com um pouco de dificuldade, ele não ligou e isso me excitou. Desabotoei a calça dele e tirei aquele pau enorme pra fora. Cheirava a pau delicioso, era grosso e eu sentia as veias no toque, a cabeça era grande e mal cabia na minha boquinha. Comecei a saborear ele desde as bolas, o tronco até as bolas de novo, e puxava com força, como aquele pedaço merecia. Ele me pegou pelo cabelo e eu soltei um gemido, ele pegou o pau dele e começou a me bater na cara com aquela tranca. Me senti tão puta, tão gostosa, enchi minha cara com o pau dele.
Ele me soltou e eu tava segurando o pau dele com as mãos, puxando e chupando a cabeça deliciosa. Depois ele me levantou e tirou tudo. Aí, sentada no sofá, ele pegou meus peitos e começou a se masturbar com eles. Foi a coisa mais gostosa que já vi: meus peitos inchados e o pau dele entrando e saindo no meio. Ele me virou e me colocou de joelhos no sofá, apoiada no encosto. Pegou minhas nádegas e deu umas palmadas, eu só conseguia gemer. Ele deu mais uma e eu senti a ardência, falei pra ele bater de novo e mais forte, e ele fez isso. Eu enfiei os dedos em mim, tava muito molhada, escorrendo. Supliquei gemendo pra ele meter logo.
Puxei meu cabelo pra trás e ele começou a meter a pica enorme dele. Sentia ele me abrindo, meus fluidos escorrendo pelas coxas e, sem esperar, ele enfiou mais fundo. Senti um calor dentro de mim e ele começou a me comer gostoso, forte, com meu cabelo preso e o pau preto dele entrando e saindo de mim. Eu via meus peitos balançando a cada estocada. Pedia pra ele meter mais forte e ele fazia isso, me empurrava cada vez mais fundo.
Eu me sentia penetrada como nunca, até onde não achava que dava pra chegar. Depois me virei de lado e pude ver o pau dele cheio da minha gozada sumindo dentro de mim. Ele me segurava pelo pescoço, me enforcava de um jeito gostoso pra caralho, eu tava quase gritando e às vezes sem fôlego, ele metia forte e rápido, sentia aquela ardência gostosa e tava tão perdida que gozei, molhei tudo, me assustei por uns segundos mas me deixei levar, não importava se eu tava me mijando ou se tinha rompido a bolsa.
Pedi pra ele gozar, mas ele ainda tava metendo e eu tava muito sensível, pedi pra ele dar o leite na minha barriga.
Foi o que ele fez. Ele bateu uma na minha frente, eu via aquela pica preta, molhada dos dois, a mão dele apertando ela e eu ali sentada na frente dele. Ele começou a grunhir e apontou a mangueira dele pro meu ventre e soltou vários jatos de porra cremosa e quente. Caroços caíram e banharam minha barriga, um pouco caiu no meu queixo e um pouco nos meus peitos, ele gozou delicioso. Eu, por tesão, não me limpei, queria ficar cheirando esperma. Ele sentou do meu lado e eu bati uma pra ele por uns minutos.
Os dois em silêncio, os dois sorrindo de prazer, gemendo baixinho. Até que a masculinidade dele começou a endurecer de novo. Senti ela dura, quente, pulsando. Com todo o cansaço, me ajoelhei e comecei a chupar, tava ainda mais gostoso e eu me afogava com aquele pau, tinha ânsia, ele pegou meu rosto e começou a me comer de boca. Eu não fiz nada, só abri mais e mais a boca, que já tava cansada, e ele gozou de novo, não tanto quanto antes, mas encheu minha boca o suficiente pra quase me afogar, porque ele não me deixava respirar enquanto metia na minha boca. Engoli o que consegui, que foi um bom gole, e o resto escorreu da minha boca. Eu tava toda suja. Extasiada, molhada, suada, ofegante.
Desde aquele dia, a gente começou a se encontrar mais. Quase todo dia sim, dia não. Eu dava um jeito de fugir pra ele encher minha buceta com o pau dele e eu beber todo o leite. Gozei na boca deliciosa dele enquanto ele me fazia uns boquetes dos bons. Também entreguei meu cu. Tenho que confessar que fiquei com muito medo, porque era enorme. Doeu, e a primeira vez não foi tão gostosa assim. Mas depois foi incrível me sentir empalada, enfiada por um pedaço daqueles, e eu sempre pedia pra ele gozar dentro do meu cu pra sentir escorrendo. Ele também chupava meus peitos de um jeito delicioso. Sabia como mamar, como me tocar e me excitar.
Mandava mensagem pra ele dizendo que aquele bebê era dele, e ele ficava doido, me comia com força. E eu falava pra ele vir pra casa porque eu tava toda molhadinha.


Que tava pensando nele porque tinha tomado banho

Tivemos que parar porque tava saindo do controle e podiam nos descobrir. Não sei se depois da gravidez a gente vai continuar, porque era um tesão que a gente dividia. Tenho medo dessa parte, mas a verdade é que já não consigo mais transar com o Arturo. Umas semanas atrás a gente tentou, mas não sinto mais a mesma coisa dentro de mim. Além disso, ele me trata como uma boneca que pode quebrar. Não tô falando pra me bater até sangrar, só quero que ele seja mais homem, que não tenha medo de me foder com força.
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Por favor, deixem seus comentários ou pontos, assim vocês me mostram que tão curtindo o conteúdo e eu continuo com essas histórias.
Deixo aqui outras histórias pra vocês.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A professora e muito mais que ela é (fotos)
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Comi um negão num torneio (fotos)
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Me chantageiam por causa do meu marido - Parte I
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Minha obrigação com o negão novinho
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Meu sobrinho e eu, a tia peituda.
11 comentários - Grávida e o amigo do meu marido (fotos)
van 10