Adriana
A ex do vizinho Alex
O Alex era meu vizinho e conhecido, já que trabalhava num restaurante do prédio onde eu trampava. Conheci ele porque era amigo da minha mãe e, sinceramente, nunca tive a decência de conviver com o cara. Enfim, sei lá por qual motivo doido, o Alex veio morar no prédio onde eu vivo. "Putz, mais um vizinho bebum", pensei. Mas notei que alguém entrou atrás do Alex: a esposa dele, Adriana. Não consegui olhar ela com detalhe, mas senti uma aura de boa vibe, uma silhueta esbelta e um cabelo meio encantador. Não dei muita importância.
O tempo passou e eu esqueci que o Alex morava no prédio, até que ele passou na minha frente com o filho pequeno pela mão e uma caguama na outra. Logo atrás dele, chegou ela, a Adriana. Não consegui evitar de olhar a figura dela. Com a nitidez da luz do dia, reparei de cara nas pernas enormes dela, na cintura fina, uns peitos... hum, meio pequenos pro meu gosto, mas isso sim: uma bunda de campeonato, redonda e bem firme. E a cereja do bolo: aquela cara de anjo que instantaneamente paralisou meu cérebro. Abri os olhos de forma notória, mas me acalmei quando lembrei que tava de óculos escuros. Assim escapei da vergonha de parecer tão óbvio diante da beleza da presença dela, na frente do marido, que educadamente me cumprimentou.
- Anos se passaram até que o Alex se divorciou da Adriana. E a Adriana, que era de família rica, não demorou pra largar o apê pequeno que dividia com o Alex e o filho deles. Eu percebi que o relacionamento não tava rolando quando, por acaso, passei pelo corredor dos apartamentos pequenos — que vivem sendo ocupados e desocupados por um monte de gente que já morou ali — e de algum modo me chamou a atenção o fato de a janela estar semiaberta. Observei como a Adriana se esforçava de maneira voraz pra chamar a atenção do marido Alex, que por sua vez parecia não dar a mínima bola pra ela. As bundas da Adriana, com uma fio dental de renda branca, se esfregavam na braguilha do Alex, aquele que, pelo visto, as drogas inibiam o desejo sexual dele, além de que o Alex preferia transar com outras mulheres e, com certeza, tava conversando com alguma delas pelo celular enquanto a Adriana ficava toda molhada. Eu pude ver os peitinhos dela sem sutiã através da blusinha de alcinha minúscula, que balançavam no ritmo do quadril dela, mas depois ela explodia de raiva perguntando pro Alex com quem ele tava falando no WhatsApp enquanto ela morria de vontade de ser comida. Fim da cena. Saí do lugar e fui pra rua fumar um baseado. A cena foi incrível. A Adriana tem um corpo de deusa que me deixa hipnotizado.
_ Uma série de acontecimentos aleatórios fez a Adriana beber cerveja com minhas irmãs até não aguentar mais, e elas acabaram todas enroladas "até o talo". Resumindo, a Adriana acabou parada na minha frente. As bundas redondas dela são inacreditáveis. Pelo reflexo do espelho, fico olhando vidrado pra essa raba que eu pensei que desejava tanto que se realizou o que pedi, e aqui está. "Motel Neza", dizem as letras lá fora, de uma fachada elegante, mas que por dentro não deixa de ser um motel como qualquer outro, isso sim, muito limpo e confortável. Antes de buscar ela, pedi pro taxista parar no supermercado. Desci na hora, comprei cervejas e algumas bebidas pra ela. Tinha que aproveitar ao máximo, e foi o que fiz. Depois de uns cigarros, começamos a falar do relacionamento dela com o Alex. Eu tava morrendo de vontade de arrancar a roupa dela e comer ela com uma loucura bestial, mas me segurei, porque ia parecer muito óbvio e meio desesperado. Ela tava com um casaco vermelho que caía muito bem nela, uma calça justa no quadril que dava vontade a quilômetros de distância, uma blusa discreta e uns sapatos vermelhos que combinavam com o visual casual dela. Por baixo de tudo isso, tinha uma deusa do sexo. Uma fio dental de renda preta enfeitava a pélvis e um sutiã meia-taça caiu como uma martelada na minha cabeça, na hora me joguei no pescoço dela, parte do corpo feminino que por experiência própria sei que facilita o acesso a todos os meus desejos mais obscuros. Adriana tinha umas pernas fortes e bem torneadas e uma bunda espetacular, a buceta dela cheirava uma delícia, o que fazia uma química no meu cérebro liberando dopamina, o químico da felicidade que ativa na hora do sexo, e agradeço à química e às aulas de física por saber que isso acontece porque depois de todo conhecimento vem a recompensa. Ao entrar em contato com a Adriana, o ser dela se descontrolou, perdendo toda vergonha e pudor, os olhos dela se arregalaram quando pousaram no meu pau e sem dizer uma palavra, os gestos dela pediam aos berros chupa, Adriana enfiou meu pau na boca dela e mamou como bezerro faminto, uma loucura essa mulher, tinha o coração partido mas isso não impedia ela de curtir a mais gostosa das despedidas e que mais se fosse dando pro vizinho que ela gostava, às vezes acho que ela lembrava do ódio que sentia do marido (Alex) e ganhava força e fazia coisas cada vez mais loucas. A ferocidade da Adriana era imprevisível na cama e minha surpresa foi quando, chegando no orgasmo, ela tirou a camisinha, começou a chupar meu pau e depois enfiou até o fundo do ser dela, não consigo descrever em palavras a umidade da buceta dela, o apertado que meu pau tava dentro dela e os movimentos com que ela tirou meu leite. Cap2 VIM ATRÁS DE COBRE E ACHEI OURO -Naquele motel! -Ok -Parei no motel Las Fuentes, na região da GAM. Dessa vez, e com mais confiança, a Adriana chegou num vestido lindo que ia até acima dos joelhos e apesar dos anos e dos amores fracassados e da confiança que o dinheiro da família dava, e mesmo assim ela nunca tinha se sentido amada, então nessa ocasião ela subiu no meu carro e sem pensar duas vezes me beijou e perguntou pra onde a gente ia, "Comer", eu disse. Vai. que se não consigo manter as mãos quietas, ainda mais do lado de uma mulher como a Adriana, que bastou um roçar da minha mão pra ela perceber que eu tava doido pra enfiar a mão entre as pernas dela, brincando com a calcinha e os lábios da buceta dela enquanto tento passar a marcha com a outra mão e dirigir ao mesmo tempo. Adriana tava falando um pouco sobre como ela sofreu sem o Alex, mas diz que já encheu o saco dele e não hesita em ir pro motel comigo. Depois de comer, minhas mãos não param de brincar com a calcinha dela e ela parece não ligar, já que continua conversando naturalmente enquanto a gente vai pras "Fontes". Dessa vez, Adriana tava puta da vida com o Alex e tudo indicava que eles nunca mais iam se ver, já que a família dela é de Guanajuato e eu moro no Estado do México. Eu sabia que era a última vez que ia vê-la, e ela também, então a despedida tinha que ser à altura. Depois de uns drinks, Adriana tirou a roupa e eu comecei a dar prazer pra ela. Minha língua se movia de um jeito que Adriana gritava: "Adoro como você chupa minha buceta!" E daí? Adriana tava com o coração partido e eu tava disposto a ajudar. Isso é pecado ou crime? Quem define o que é certo e o que é errado? A gente não ligou. Adriana gemia enquanto recebia meu pau com tanta força que a gente suava litros, e quando chegou no orgasmo, ela pediu: "Chupa minha língua". Adriana, submissa e de coração partido, não só chupou minha língua, me deixou seco. Deitados pelados na cama do motel: "Ele é imaturo, não para de se drogar e não liga pro filho dele nem pra mim." "O que você vai fazer?" (pergunto enquanto faço desenhos na pele dela com a ponta dos dedos, uma brincadeira que faz ela ficar com arrepios nas nádegas firmes e salientes). "Você devia dar outra chance pra ele, parece um cara legal", falei. A gente nem terminou de conversar quando os beijos apaixonados voltaram, minha língua nos peitos dela, minha mão acariciando a buceta dela com pelinhos bem curtos e finos, e meus dedos entrando de novo no sexo dela. Jogar esse jogo e saber como fazer a Adriana me dar o que eu quero. Enquanto ela me dá o boquete da minha vida, eu olho pra ela e acaricio as bundas dela, já que ela tá numa posição bem confortável deitada, enquanto eu posso ver pelos espelhos enormes do motel como ela mete meu pau na boca dela. Também posso ver e acariciar o cu dela, situação que a Adriana percebeu e dessa vez fez um gesto de menina safada e não hesitou em colocar a ideia maluca dela em prática; em seguida, ela abriu as pernas de repente e, num movimento só, colocou a bunda dela na minha cara, a buceta dela, pela abertura lógica das pernas, ficou bem em cima da minha boca, o 69 perfeito. Basta dizer que a Adriana tava adorando minha língua dentro da vagina dela, que eu mexia e, ao mesmo tempo, a Adriana gemia segurando meu pau com a mão e dando umas chupadas daquelas. Dessa vez ela foi mais longe, cuspiu nele, senti meu pau apertar na garganta dela, já que ela tentou engolir ele inteiro sem sucesso. Consegui sentir a membrana do cu da Adriana, ela ficava um pouco maior e cedia passagem pros movimentos do meu pau. A Adriana dava uns gemidinhos e falava "Devagar que você tem ele grosso". Não usamos lubrificante, meu pau e eu não estávamos dispostos a nos distrair dessa façanha. Já tinha conseguido o mais difícil, levar pra cama aquela beleza de mulher que é a Adriana, e não ia desperdiçar a oportunidade de arrebentar o cu dela. As palavras saíam da boca da Adriana: "Mete ele até o fundo, goza dentro do meu cu!" Incontáveis posições, mas no final consegui o que queria. As bundas enormes dela se mexiam tão gostosas que eu não aguentei mais e soltei todo o leite que eu tinha dentro da Adriana. Meu pau continuava pulsando dentro dela, e eu não queria tirar. Crônicas de caminhoneiro. Instagram: @trokerokool. Contribua, compartilhe, me dê sua opinião.
A ex do vizinho Alex
O Alex era meu vizinho e conhecido, já que trabalhava num restaurante do prédio onde eu trampava. Conheci ele porque era amigo da minha mãe e, sinceramente, nunca tive a decência de conviver com o cara. Enfim, sei lá por qual motivo doido, o Alex veio morar no prédio onde eu vivo. "Putz, mais um vizinho bebum", pensei. Mas notei que alguém entrou atrás do Alex: a esposa dele, Adriana. Não consegui olhar ela com detalhe, mas senti uma aura de boa vibe, uma silhueta esbelta e um cabelo meio encantador. Não dei muita importância.
O tempo passou e eu esqueci que o Alex morava no prédio, até que ele passou na minha frente com o filho pequeno pela mão e uma caguama na outra. Logo atrás dele, chegou ela, a Adriana. Não consegui evitar de olhar a figura dela. Com a nitidez da luz do dia, reparei de cara nas pernas enormes dela, na cintura fina, uns peitos... hum, meio pequenos pro meu gosto, mas isso sim: uma bunda de campeonato, redonda e bem firme. E a cereja do bolo: aquela cara de anjo que instantaneamente paralisou meu cérebro. Abri os olhos de forma notória, mas me acalmei quando lembrei que tava de óculos escuros. Assim escapei da vergonha de parecer tão óbvio diante da beleza da presença dela, na frente do marido, que educadamente me cumprimentou.
- Anos se passaram até que o Alex se divorciou da Adriana. E a Adriana, que era de família rica, não demorou pra largar o apê pequeno que dividia com o Alex e o filho deles. Eu percebi que o relacionamento não tava rolando quando, por acaso, passei pelo corredor dos apartamentos pequenos — que vivem sendo ocupados e desocupados por um monte de gente que já morou ali — e de algum modo me chamou a atenção o fato de a janela estar semiaberta. Observei como a Adriana se esforçava de maneira voraz pra chamar a atenção do marido Alex, que por sua vez parecia não dar a mínima bola pra ela. As bundas da Adriana, com uma fio dental de renda branca, se esfregavam na braguilha do Alex, aquele que, pelo visto, as drogas inibiam o desejo sexual dele, além de que o Alex preferia transar com outras mulheres e, com certeza, tava conversando com alguma delas pelo celular enquanto a Adriana ficava toda molhada. Eu pude ver os peitinhos dela sem sutiã através da blusinha de alcinha minúscula, que balançavam no ritmo do quadril dela, mas depois ela explodia de raiva perguntando pro Alex com quem ele tava falando no WhatsApp enquanto ela morria de vontade de ser comida. Fim da cena. Saí do lugar e fui pra rua fumar um baseado. A cena foi incrível. A Adriana tem um corpo de deusa que me deixa hipnotizado.
_ Uma série de acontecimentos aleatórios fez a Adriana beber cerveja com minhas irmãs até não aguentar mais, e elas acabaram todas enroladas "até o talo". Resumindo, a Adriana acabou parada na minha frente. As bundas redondas dela são inacreditáveis. Pelo reflexo do espelho, fico olhando vidrado pra essa raba que eu pensei que desejava tanto que se realizou o que pedi, e aqui está. "Motel Neza", dizem as letras lá fora, de uma fachada elegante, mas que por dentro não deixa de ser um motel como qualquer outro, isso sim, muito limpo e confortável. Antes de buscar ela, pedi pro taxista parar no supermercado. Desci na hora, comprei cervejas e algumas bebidas pra ela. Tinha que aproveitar ao máximo, e foi o que fiz. Depois de uns cigarros, começamos a falar do relacionamento dela com o Alex. Eu tava morrendo de vontade de arrancar a roupa dela e comer ela com uma loucura bestial, mas me segurei, porque ia parecer muito óbvio e meio desesperado. Ela tava com um casaco vermelho que caía muito bem nela, uma calça justa no quadril que dava vontade a quilômetros de distância, uma blusa discreta e uns sapatos vermelhos que combinavam com o visual casual dela. Por baixo de tudo isso, tinha uma deusa do sexo. Uma fio dental de renda preta enfeitava a pélvis e um sutiã meia-taça caiu como uma martelada na minha cabeça, na hora me joguei no pescoço dela, parte do corpo feminino que por experiência própria sei que facilita o acesso a todos os meus desejos mais obscuros. Adriana tinha umas pernas fortes e bem torneadas e uma bunda espetacular, a buceta dela cheirava uma delícia, o que fazia uma química no meu cérebro liberando dopamina, o químico da felicidade que ativa na hora do sexo, e agradeço à química e às aulas de física por saber que isso acontece porque depois de todo conhecimento vem a recompensa. Ao entrar em contato com a Adriana, o ser dela se descontrolou, perdendo toda vergonha e pudor, os olhos dela se arregalaram quando pousaram no meu pau e sem dizer uma palavra, os gestos dela pediam aos berros chupa, Adriana enfiou meu pau na boca dela e mamou como bezerro faminto, uma loucura essa mulher, tinha o coração partido mas isso não impedia ela de curtir a mais gostosa das despedidas e que mais se fosse dando pro vizinho que ela gostava, às vezes acho que ela lembrava do ódio que sentia do marido (Alex) e ganhava força e fazia coisas cada vez mais loucas. A ferocidade da Adriana era imprevisível na cama e minha surpresa foi quando, chegando no orgasmo, ela tirou a camisinha, começou a chupar meu pau e depois enfiou até o fundo do ser dela, não consigo descrever em palavras a umidade da buceta dela, o apertado que meu pau tava dentro dela e os movimentos com que ela tirou meu leite. Cap2 VIM ATRÁS DE COBRE E ACHEI OURO -Naquele motel! -Ok -Parei no motel Las Fuentes, na região da GAM. Dessa vez, e com mais confiança, a Adriana chegou num vestido lindo que ia até acima dos joelhos e apesar dos anos e dos amores fracassados e da confiança que o dinheiro da família dava, e mesmo assim ela nunca tinha se sentido amada, então nessa ocasião ela subiu no meu carro e sem pensar duas vezes me beijou e perguntou pra onde a gente ia, "Comer", eu disse. Vai. que se não consigo manter as mãos quietas, ainda mais do lado de uma mulher como a Adriana, que bastou um roçar da minha mão pra ela perceber que eu tava doido pra enfiar a mão entre as pernas dela, brincando com a calcinha e os lábios da buceta dela enquanto tento passar a marcha com a outra mão e dirigir ao mesmo tempo. Adriana tava falando um pouco sobre como ela sofreu sem o Alex, mas diz que já encheu o saco dele e não hesita em ir pro motel comigo. Depois de comer, minhas mãos não param de brincar com a calcinha dela e ela parece não ligar, já que continua conversando naturalmente enquanto a gente vai pras "Fontes". Dessa vez, Adriana tava puta da vida com o Alex e tudo indicava que eles nunca mais iam se ver, já que a família dela é de Guanajuato e eu moro no Estado do México. Eu sabia que era a última vez que ia vê-la, e ela também, então a despedida tinha que ser à altura. Depois de uns drinks, Adriana tirou a roupa e eu comecei a dar prazer pra ela. Minha língua se movia de um jeito que Adriana gritava: "Adoro como você chupa minha buceta!" E daí? Adriana tava com o coração partido e eu tava disposto a ajudar. Isso é pecado ou crime? Quem define o que é certo e o que é errado? A gente não ligou. Adriana gemia enquanto recebia meu pau com tanta força que a gente suava litros, e quando chegou no orgasmo, ela pediu: "Chupa minha língua". Adriana, submissa e de coração partido, não só chupou minha língua, me deixou seco. Deitados pelados na cama do motel: "Ele é imaturo, não para de se drogar e não liga pro filho dele nem pra mim." "O que você vai fazer?" (pergunto enquanto faço desenhos na pele dela com a ponta dos dedos, uma brincadeira que faz ela ficar com arrepios nas nádegas firmes e salientes). "Você devia dar outra chance pra ele, parece um cara legal", falei. A gente nem terminou de conversar quando os beijos apaixonados voltaram, minha língua nos peitos dela, minha mão acariciando a buceta dela com pelinhos bem curtos e finos, e meus dedos entrando de novo no sexo dela. Jogar esse jogo e saber como fazer a Adriana me dar o que eu quero. Enquanto ela me dá o boquete da minha vida, eu olho pra ela e acaricio as bundas dela, já que ela tá numa posição bem confortável deitada, enquanto eu posso ver pelos espelhos enormes do motel como ela mete meu pau na boca dela. Também posso ver e acariciar o cu dela, situação que a Adriana percebeu e dessa vez fez um gesto de menina safada e não hesitou em colocar a ideia maluca dela em prática; em seguida, ela abriu as pernas de repente e, num movimento só, colocou a bunda dela na minha cara, a buceta dela, pela abertura lógica das pernas, ficou bem em cima da minha boca, o 69 perfeito. Basta dizer que a Adriana tava adorando minha língua dentro da vagina dela, que eu mexia e, ao mesmo tempo, a Adriana gemia segurando meu pau com a mão e dando umas chupadas daquelas. Dessa vez ela foi mais longe, cuspiu nele, senti meu pau apertar na garganta dela, já que ela tentou engolir ele inteiro sem sucesso. Consegui sentir a membrana do cu da Adriana, ela ficava um pouco maior e cedia passagem pros movimentos do meu pau. A Adriana dava uns gemidinhos e falava "Devagar que você tem ele grosso". Não usamos lubrificante, meu pau e eu não estávamos dispostos a nos distrair dessa façanha. Já tinha conseguido o mais difícil, levar pra cama aquela beleza de mulher que é a Adriana, e não ia desperdiçar a oportunidade de arrebentar o cu dela. As palavras saíam da boca da Adriana: "Mete ele até o fundo, goza dentro do meu cu!" Incontáveis posições, mas no final consegui o que queria. As bundas enormes dela se mexiam tão gostosas que eu não aguentei mais e soltei todo o leite que eu tinha dentro da Adriana. Meu pau continuava pulsando dentro dela, e eu não queria tirar. Crônicas de caminhoneiro. Instagram: @trokerokool. Contribua, compartilhe, me dê sua opinião.
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