Bom, tudo começa no verão de 2020, quando meu melhor amigo Juan me convida pra passar uns dias em Pinamar com ele e a família. Além de ser meu amigo, Juan tinha uma mãe linda que foi minha fantasia desde minhas primeiras punhetas, e nessa época eu já tinha uma boa relação com ela. Assim que chegamos em Pinamar, Juan e o pai dele — que, importante dizer, negligenciava totalmente a Lúcia, a mãe do meu amigo — me receberam, e Juan me mostrou onde era o quarto pra eu deixar minhas coisas. Subi as escadas e, sem querer, abri a porta errada, que dava no banheiro, onde encontrei a Lúcia completamente nua, se masturbando com um dildo. Fiquei totalmente chocado, mas não conseguia tirar os olhos dela: L — Aaaah, aiiii, aaaah... L — Aaay, Martín, desculpa, desculpa, não sabia que você tinha chegado. Eu — Eeem, ah, não, desculpa, eu me enganei de quarto. E, pra minha surpresa, ela ainda não tinha se coberto, nem com as mãos. Com uma voz bem sensual, ela diz: L — Mesmo assim, acho que não é nada que você já não tenha visto antes. Ela se aproxima de mim, me olha bem sensual e vai pro quarto dela, ainda nua. Joguei minhas coisas no quarto que era meu e corri de volta pro banheiro pra me masturbar — não dava pra fazer outra coisa depois do que tinha acontecido. Depois que a pica baixou, desci com o Juan e, como ainda era dia, fomos pra praia. Entramos no mar, jogamos futebol, e quando voltamos estávamos exaustos. Chegamos em casa, tomamos banho, comemos, e o Juan foi pro quarto dele, que fica no térreo. Aproveitei que a Lúcia estava tomando banho pra espiar ela pela janela de fora. Ela era linda, se esfregava na buceta e nos peitos enquanto a água molhava o corpo todo. Não dava pra ouvir, mas dava pra ver como ela gozava enquanto se tocava. Depois, com a pica bem dura, fui me deitar. Tentei dormir, mas foi impossível. Em certo momento, já tarde, ouvi alguém descendo as escadas — só podia ser ela, porque o Juan estava lá embaixo e o pai dela roncava como ninguém. Então, ainda com a Pau dura, desci e comecei a procurar até que ela entrou na cozinha, tava ela com uma tanguinha bem pequena e de peitos de fora, ela se vira e, se tocando nos peitos, diz: L- ayy que coincidência me encontrar de novo Y- hahaha sim, que coincidência L- Cê acha que não te vi batendo uma enquanto eu tomava banho? Y- Mas continuou putinha L- porque você me incendeia, usei a palavra: pussy guy, agora vamos subir e você vai me foder inteira Levantei ela e, enquanto nos beijávamos, eu apertava a bunda toda dela. Chegamos no meu quarto, joguei ela na cama, tirei tudo e, com o pau já duro, me deito. Ela começa a chupar ele inteiro de cima a baixo e diz: L- aaghaaghhgh cê gosta, guy? Y- aay assim, putinha, vai Depois de uns minutos, tira a tanguinha e sobe em cima de mim: L- aay vai, guy, me come que eu tô toda molhada Y- se prepara, putinha Meto o pau sem camisinha e ela grita: L- aaay que grande, neném aaah aaay assim, mete tudo ahaha ah ah ah Y- aay assim, putinha, adoro ahh L- aay simmm, quanto tempo que não me comiam aaaahh guy, arrebenta meu cu. Coloco ela de quatro e dou uns tapas, meto tudo de uma vez pra ela sofrer: L- aaaaaay ayyyy guy mal-educado, como vai meter assim Bom, galera, se quiserem segunda parte, no mínimo 50 pontos
1 comentários - A mãe gostosa do meu amigo