Bom, isso aconteceu anteontem, tava um calorão danado e no apartamento caiu a luz... Tava fritando os ovos aqui, então peguei e fui pro bingo, resolvi fugir do calor e me distrair um pouco já que fazia séculos que não ia... Das máquinas eu não entendo muito, então fui direto jogar umas cartelas. Quem conhece o lugar sabe que tem várias mesas, e geralmente vai gente de todas as idades, mas o que não falta são as senhoras de idade e até umas vovós. Na mesa onde me sentei tinha uma senhora de uns 65 anos com o marido dela, da mesma idade (pelo que dá pra calcular). Um casal jovem, e uma senhora de uns 50 anos, baixinha e simpática. Entre uma cartela e outra a gente vai conversando besteiras aleatórias, que não levam a nada e não ficam em nada, e numa das rodadas a tal senhora ganhou. Como é de costume, ela pagou uma cartela pra cada participante da mesa e, depois disso, o casal mais jovem foi embora. Depois de mais dois bingos, os mais velhos também foram e ficamos só nós dois... Nessa altura, eu já tava olhando pra ela com desejo, mas disfarçadamente, e pensando como dar em cima sem fazer feio! Então decidi, pra evitar que ela fosse embora, e sem perguntar nada, pedir um cafezinho pra cada um, e ganhar tempo pra ver sobre o que puxar assunto. E assim começamos a conversar mais sempre que dava. — Que calor insuportável lá fora!!! — Demais! Ainda bem que tem ar condicionado aqui, senão com esse café eu ia acabar desmaiando! — Kkk, tem razão, podia te chamar pra um sorvete... — Ah não, com isso já tô ótima porque já tava com sono, andei fazendo um monte de coisas desde cedo hoje! — Tá bom, mas o sorvete podia ser outra hora, né? Ela me olha e sorri... Já era, pensei! E começou outro bingo, então ficamos em silêncio marcando os números... Quando a rodada acabou, comecei outra leva de perguntas... — Com o que você trabalha? — Era professora, mas larguei e me viro com os aluguéis... — Ah, legal!! — E você? — Sou funcionário********** mas agora tô de férias, e como por outros compromissos não pude viajar, vim pra Um tempinho pra tentar a sorte... — E como foi, teve sorte? — E... Claramente sim, tô falando com você! (Ela sorri e desvia o olhar...) — Tô te incomodando? Desculpa a ousadia! — Não, não, você não disse nada ousado! — Você não me deu abertura, mas tenho tanta coisa pra dizer... — Kkkk... De onde você é? — Zona do Tiro Federal, e você? — Anchorena, estamos perto, vizinho! Aí percebi que tinha que inventar algo pra ir com ela, de qualquer jeito, e tive que começar a improvisar... — O que você tá fazendo? — Como assim? — Veio a pé? De busão? De carro? — De busão, não gosto de dirigir... — Se quiser, te dou uma carona, você vai ficar torrando esperando o busão!! — Não, moço, agradeço, não se preocupa... Com aquele "moço", senti que ela me colocou um limite por eu ser mais novo, e não insisti de novo... Joguei a última cartada e fui pras máquinas, me despedi e ela disse tchau com um sorriso... Joguei mais uns trocados sem ganhar nada e fui embora, peguei o carro na garagem e quando viro a esquina da Chiclana, vejo ela esperando o busão... Tenho que tentar mais uma vez!! Parei, liguei o pisca-alerta e abaixei o vidro... — Te levo? Vamos pro mesmo lado!! — Não, moço, agradeço! — Vai, sobe, tá calor! E abri a porta pra ela, já com o compromisso de não deixar aberta, ela subiu... — Onde você mora? — Na 3 de Febrero, número **** — Ah, viu, linda, estamos perto... Posso te perguntar uma coisa? — Sim, acho que sim, fala... — Você tem namorado ou algo assim, linda? — Não, sou divorciada... Bom, tô no meio dos trâmites. E você? — Aaah, legal... Eu nada, solteiro... Sozinho — Que estranho, né! — Estranho por quê? — Por nada (risadas) — Fala, me conta! — Tão novo, perdendo tempo! — Com você não tô perdendo, hein! — Por que não? Podia estar com alguma mina! — Mas prefiro estar com você! Não gosta da ideia? — Sei lá... E qual é a sua ideia??? — Não vou ficar enrolando... Que tal a gente dar um passeio e se conhecer um pouco mais? — Um passeio? Já tá chegando... — Mas vamos alongar o caminho, queria ficar mais um tempo com você. — Pra quê? — Sei lá... A gente vê no que dá. - Você disse que não ia enrolar, gatinho. Naquele momento eu pensei: ou ganho tudo agora, ou perco e tchau, já que tava perto da casa dela, deixo ela lá e pronto... Passei a mão no meu pau, levantei um pouco a camiseta e deixei marcar, sem disfarçar nada, e falei o seguinte:
- Vamos pra casa ou pra um lugar mais tranquilo... Desculpa, mas a ideia de transar com você me deixa louco...
- Tô velha, gatinho, procura uma novinha...
- Você não é velha, eu... Esse é o seu problema?
- Podia ser meu filho, eu! Desculpa, mas não... (Com um sorriso no meio)
- Olha... Tô muito, muito excitado, não me deixa assim.
Ela olhou de canto, mas sem tirar os olhos do meu pau, e disse:
- Tenho tempo até as 19h.
- Show... Vamos.
Fui direto pro famoso hotel da rua Florida. No caminho, ela quase não falava, tava nervosa, mas já tava lá. Pra tirar o nervosismo (ou talvez piorar), peguei a mão dela e coloquei no meu pau. Ela foi me masturbando suave o caminho todo. Quando chegamos, a gente se pelou na hora, sem preliminares nem nada, e ela começou a chupar como há muito tempo não me chupavam! Comecei a meter na boca dela até sentir ela engasgar... E mandei ela ficar de quatro. Ela não queria a luz acesa, incomodava, dava vergonha. Vale destacar que ela era cinquentona, mas muito bem conservada, com um quadril que deixava meu pau duríssimo, mas aos olhos dela mesma, não gostava. Então abaixei a intensidade da luz e comecei a meter de quatro. Enfiei um dedo na bunda dela e, sinceramente, ela sofreu, não gostou, então desisti de fazer o cu e continuei só metendo. Num momento, ela disse que cansou, que não aguentava mais ficar naquela posição. Tentei mudar de posição, e ela disse: não, goza logo, vai. Ela se ajoelhou e começou a chupar com desespero e prazer. Dava pra ver na cara dela como ela tava gozando! Eu não aguentei mais e gozei na boca dela, e o leite escorreu pelo pescoço todo. Já com o pau super sensível, ela curtiu dar umas últimas lambidas enquanto ainda tava duro... Depois, a gente conversou um pouco antes de cada um seguir seu rumo. qual seu caminho... Não trocamos telefone nem nada, só me falou pra procurar ela no bingo... É a única diversão dela e quer uma segunda vez com mais tempo... Aguento sexo casual (Ela não lembra, mas me deu o endereço antes de levar ela) se não for no bingo, vou rondar a casa dela até ver ela de novo... Se rolar uma segunda parte, vocês vão saber na hora!!!!
- Vamos pra casa ou pra um lugar mais tranquilo... Desculpa, mas a ideia de transar com você me deixa louco...
- Tô velha, gatinho, procura uma novinha...
- Você não é velha, eu... Esse é o seu problema?
- Podia ser meu filho, eu! Desculpa, mas não... (Com um sorriso no meio)
- Olha... Tô muito, muito excitado, não me deixa assim.
Ela olhou de canto, mas sem tirar os olhos do meu pau, e disse:
- Tenho tempo até as 19h.
- Show... Vamos.
Fui direto pro famoso hotel da rua Florida. No caminho, ela quase não falava, tava nervosa, mas já tava lá. Pra tirar o nervosismo (ou talvez piorar), peguei a mão dela e coloquei no meu pau. Ela foi me masturbando suave o caminho todo. Quando chegamos, a gente se pelou na hora, sem preliminares nem nada, e ela começou a chupar como há muito tempo não me chupavam! Comecei a meter na boca dela até sentir ela engasgar... E mandei ela ficar de quatro. Ela não queria a luz acesa, incomodava, dava vergonha. Vale destacar que ela era cinquentona, mas muito bem conservada, com um quadril que deixava meu pau duríssimo, mas aos olhos dela mesma, não gostava. Então abaixei a intensidade da luz e comecei a meter de quatro. Enfiei um dedo na bunda dela e, sinceramente, ela sofreu, não gostou, então desisti de fazer o cu e continuei só metendo. Num momento, ela disse que cansou, que não aguentava mais ficar naquela posição. Tentei mudar de posição, e ela disse: não, goza logo, vai. Ela se ajoelhou e começou a chupar com desespero e prazer. Dava pra ver na cara dela como ela tava gozando! Eu não aguentei mais e gozei na boca dela, e o leite escorreu pelo pescoço todo. Já com o pau super sensível, ela curtiu dar umas últimas lambidas enquanto ainda tava duro... Depois, a gente conversou um pouco antes de cada um seguir seu rumo. qual seu caminho... Não trocamos telefone nem nada, só me falou pra procurar ela no bingo... É a única diversão dela e quer uma segunda vez com mais tempo... Aguento sexo casual (Ela não lembra, mas me deu o endereço antes de levar ela) se não for no bingo, vou rondar a casa dela até ver ela de novo... Se rolar uma segunda parte, vocês vão saber na hora!!!!
6 comentários - Bingo da Baía...