Boa noite, galera! Hoje vou contar como foi a primeira vez que fiquei invisível. Foi quando eu tinha 15 anos, tava na escola. Eu era muito apaixonado pela minha preceptora, devia ter uns 30 anos ou um pouco menos... Ela era morena, cabelo bem liso, umas coxas enormes, uma bunda enorme e carinha de menina, daquelas com sorriso que faz sua pica endurecer na hora...
Um dia, falei pra um colega: "O que eu não daria pra ver a preceptora pelada". E eles responderam: "Essa aí é pra comer mesmo". Aí, naquele dia, cheguei em casa e pensei: "Quero ficar invisível de qualquer jeito". Então, procurando na biblioteca de casa, encontrei um livro misterioso chamado "INVISIBLUS PAJULUM". Abri e descobri que ele ensinava a mistura pra ficar invisível. Segui as instruções, preparei a poção, tomei e, de repente... fiquei invisível pela primeira vez na vida! Não podia acreditar, não via minhas mãos, nada...
Aí, aproveitei. No dia seguinte, fui pra escola assim. Tive que ir pelado, claro, porque só eu fico invisível, a roupa não. Me escondi na sala da minha preceptora. Ela entrou, trancou a porta e começou a tirar a roupa. Ficou só de fio dental e sutiã. Imagina, eu com 15 anos, tinha mais porra que sangue... Comecei a bater uma, olhando pra ela toda de fio dental. Ela ia se trocar, quando, de repente, fiquei visível de novo, apareci do nada. O tempo da invisibilidade tinha acabado. Ela se assustou pra caralho, mas ficou olhando pra minha pica, toda dura. Nervosa, ela perguntou: "Como você entrou aqui?" Respondi: "Tava dormindo aqui e acordei quando você tava se trocando". Ela respondeu: "Mas dorme pelado assim? Vou chamar o diretor. E ainda tava se masturbando pra mim, né?" Falei: "Tava batendo uma mesmo, prece, mas juro que não ia fazer mais nada". Ela sorriu e disse: "Vamos fazer um trato. Aposto que você é bem virgem. Vou te mostrar minha buceta, pra você ver uma buceta pela primeira vez. ... de repente, a prece tirou a calcinha dela e ficou com a pussy de fora. Eu tava nervoso, mas fervendo por dentro, queria comer ela... A prece se agachou, deixando à mostra a bunda dela e a pussy. Pra mim, era uma cena super pornô, o sonho de qualquer aluno da escola... Me surpreendi o quanto ela era puta. Tentei tocar nela e ela disse: "Não, não, não, você não vai tocar em nada, não vai fazer nada comigo, seu pendejito atrevido. Você vai bater uma em casa. Se me tocar num fio de cabelo, não só te expulso da instituição como também te denuncio." Fiquei com muito medo e quis ir embora rápido. Ela me agarrou pelo braço e começou a me beijar de língua. Eu acompanhei os beijos e fui apalpando a bunda dela. Já tava desesperado pra foder, não aguentava mais. Tava beijando minha preceptora toda nua... De repente, ela me diz: "Bom, não vou ser tão má. Vou te mostrar como eu me toco e você bate uma até gozar, porque não vou te comer nem você a mim. Isso seria ilegal, eu sou mais velha que você", ela falou. Então ela sentou no chão, se abriu toda e começou a se tocar na pussy, enfiando os dedos. Eu batia uma, mas de tanta tesão queria gozar. Ela fazia carinhas, colocava a língua pra fora de lado, fechava os olhos e gemia baixinho. Eu batia uma full, bem rápido... Ela me dizia: "Devagar, goza, bebê, solta essa porra toda, bebê." Aí não aguentei mais e gozei tudo, tipo uns 10 litros de porra no chão. Ela se levantou, abaixou o braço, passou o dedo no meu pau e chupou o dedo, dizendo: "Hum, que delícia, a porra do meu bebê da escola." Aí ela se vestiu, eu também, e fomos embora. Naquela noite, bati umas 10 vezes pensando no que aconteceu. Espero que tenham gostado do meu relato. Salve!!
Um dia, falei pra um colega: "O que eu não daria pra ver a preceptora pelada". E eles responderam: "Essa aí é pra comer mesmo". Aí, naquele dia, cheguei em casa e pensei: "Quero ficar invisível de qualquer jeito". Então, procurando na biblioteca de casa, encontrei um livro misterioso chamado "INVISIBLUS PAJULUM". Abri e descobri que ele ensinava a mistura pra ficar invisível. Segui as instruções, preparei a poção, tomei e, de repente... fiquei invisível pela primeira vez na vida! Não podia acreditar, não via minhas mãos, nada...
Aí, aproveitei. No dia seguinte, fui pra escola assim. Tive que ir pelado, claro, porque só eu fico invisível, a roupa não. Me escondi na sala da minha preceptora. Ela entrou, trancou a porta e começou a tirar a roupa. Ficou só de fio dental e sutiã. Imagina, eu com 15 anos, tinha mais porra que sangue... Comecei a bater uma, olhando pra ela toda de fio dental. Ela ia se trocar, quando, de repente, fiquei visível de novo, apareci do nada. O tempo da invisibilidade tinha acabado. Ela se assustou pra caralho, mas ficou olhando pra minha pica, toda dura. Nervosa, ela perguntou: "Como você entrou aqui?" Respondi: "Tava dormindo aqui e acordei quando você tava se trocando". Ela respondeu: "Mas dorme pelado assim? Vou chamar o diretor. E ainda tava se masturbando pra mim, né?" Falei: "Tava batendo uma mesmo, prece, mas juro que não ia fazer mais nada". Ela sorriu e disse: "Vamos fazer um trato. Aposto que você é bem virgem. Vou te mostrar minha buceta, pra você ver uma buceta pela primeira vez. ... de repente, a prece tirou a calcinha dela e ficou com a pussy de fora. Eu tava nervoso, mas fervendo por dentro, queria comer ela... A prece se agachou, deixando à mostra a bunda dela e a pussy. Pra mim, era uma cena super pornô, o sonho de qualquer aluno da escola... Me surpreendi o quanto ela era puta. Tentei tocar nela e ela disse: "Não, não, não, você não vai tocar em nada, não vai fazer nada comigo, seu pendejito atrevido. Você vai bater uma em casa. Se me tocar num fio de cabelo, não só te expulso da instituição como também te denuncio." Fiquei com muito medo e quis ir embora rápido. Ela me agarrou pelo braço e começou a me beijar de língua. Eu acompanhei os beijos e fui apalpando a bunda dela. Já tava desesperado pra foder, não aguentava mais. Tava beijando minha preceptora toda nua... De repente, ela me diz: "Bom, não vou ser tão má. Vou te mostrar como eu me toco e você bate uma até gozar, porque não vou te comer nem você a mim. Isso seria ilegal, eu sou mais velha que você", ela falou. Então ela sentou no chão, se abriu toda e começou a se tocar na pussy, enfiando os dedos. Eu batia uma, mas de tanta tesão queria gozar. Ela fazia carinhas, colocava a língua pra fora de lado, fechava os olhos e gemia baixinho. Eu batia uma full, bem rápido... Ela me dizia: "Devagar, goza, bebê, solta essa porra toda, bebê." Aí não aguentei mais e gozei tudo, tipo uns 10 litros de porra no chão. Ela se levantou, abaixou o braço, passou o dedo no meu pau e chupou o dedo, dizendo: "Hum, que delícia, a porra do meu bebê da escola." Aí ela se vestiu, eu também, e fomos embora. Naquela noite, bati umas 10 vezes pensando no que aconteceu. Espero que tenham gostado do meu relato. Salve!!
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