Combinamos de nos ver num dia em que o marido dela não estivesse com os filhos. Chegou o dia, deixei minha esposa no trabalho e fui tomar um café da manhã pra matar tempo até meu cunhado sair de casa. Depois ela me ligou falando que o marido já tava saindo e que eu podia chegar. Aí fui pra casa dela, toquei a campainha, e ela apareceu com um vestido lindo, de salto, meia, e olha, tava de dar água na boca. Assim que entrei, ela se jogou em mim pra me beijar, me enchendo de beijos e dizendo que tava com muita saudade. A gente foi pra sala, e eu falei que queria fazer ela minha na cama de casal deles. Ela fez cara de quem não gostou e pediu: "Por favor, isso não..." Aí eu falei que ia embora, e ela ficou super nervosa, implorando pra eu não ir. Como a casa deles tem dois andares, mandei ela subir, e assim pude ver as meias, as ligas, e percebi que ela não tava de calcinha. Fiquei louco, mas queria me segurar pra poder comer ela com mais gosto e deixar ela sempre na minha mão. No fim, ela aceitou, e a gente entrou no quarto deles — nada mal pra uma casa de 200 mil dólares. Como eu já contei antes, eles sempre tiveram bons empregos: ela é médica e meu cunhado é engenheiro economista, então ganhavam bem pra ter uma vida de luxo. Eu sou engenheiro industrial, mas sempre gostei de manter um perfil baixo. Continuando: peguei ela pelas mãos, dei muitos beijinhos e chupei cada um dos dedos dela com muita paixão e desejo. Fui subindo pelo braço dela até chegar no ombro, depois passei pro pescoço, que tinha um cheiro delicioso. Comecei a dar beijinhos e mordidinhas, e ouvi ela gemer bem gostoso e baixinho. Passei a beijar o rosto e os lábios dela. Quanto mais paixão você dá pra uma mulher, maior fica o tesão dela — e dá pra perceber quando os beijos ficam bem gelados, igual quando você abre o freezer. E os beijos dela estavam bem gelados, então pensei comigo: "Já era, ela tá pronta. Quis, então virei ela de costas pra mim, continuei beijando e acariciando o pescoço dela, vendo a pele arrepiada. Abri o zíper do vestido dela e deixei cair, ela não tava de sutiã, comecei a dar beijos nas costas dela, muitos beijos, e vi aquela cinta-liga cor de pele e as meias da mesma cor, os saltos altos também da mesma cor, já tava no limite. Desci até a cintura dela e comecei a acariciar, e ela se contorcia de prazer. Peguei cada nadega da bunda dela, vi aquele buraquinho bem limpinho e cheiroso, rosadinho, e não quis esperar mais, comecei a passar a língua e ela deu um gemido forte, as pernas tremeram como se fosse cair. Depois me levantei e comecei a beijar a boca dela, o peito, comecei a chupar e morder as tetas e os biquinhos durinhos. Levei ela pra cama e deitei ela pra descer pelo corpo beijando e mordendo até chegar na buceta dela, já tava super molhada e deliciosa, os sucos escorrendo, mas mesmo assim não chupei ela, continuei meu caminho beijando e mordendo as pernas até chegar nos pés. Tirei o salto direito dela, rasguei as meias na parte dos pés porque queria comer eles, chupar, beijar e morder, fiz o mesmo com o outro. Depois subi até a buceta dela, com minhas mãos separei os lábios, e fui direto no clitóris dela que tava muito inchado, ela gritou dizendo que tava muito gostoso, arqueou as costas e eu continuei sugando e chupando o clitóris dela até que explodiu num orgasmo forte. Enfiei um dedo pra continuar estimulando porque agora queria que ela chegasse no êxtase total. Me diverti pra caralho chupando e sugando a buceta dela até que ela se contorceu de prazer e comecei a sentir um fluxo abundante saindo da buceta dela, e ela gritou e chorou de prazer, eram jatos de fluidos, não como nos filmes pornô que parece que tão mijando, não foi assim, mas saía fluido como se ela tivesse expelindo meu gozo depois de gozar. Virei ela e coloquei de bruços e comecei com o cu dela, chupando e enfiando a língua, não me Dava nojo porque ele tinha muito bonito, bem limpinho e cheiroso aquele buraco. Chupei e meti até 3 dedos nele, e ela já estava pronta. Teve vários orgasmos a mais e dois clímax total de orgasmos. Deixei ela descansar e subi pra beijar ela com paixão, e foi aí que ela me disse pela primeira vez: TE AMO. Então eu sorri pra ela, e ela disse: "Serei sua mulher e sua puta de agora pra sempre." Aí me encheu de beijos e desceu pra chupar minha pica, que já estava dura. Ela chupou com devoção e desejo, o que eu gostei muito. Depois, subiu em mim e começou a enfiar a ponta, e então se deixou cair por completo e gritou: "Aiii, meu Deus, que gostoso que é!" Ela começou a meter e tirar devagar, e aos poucos foi aumentando o ritmo e a velocidade até que só se ouvia os chape-chapes, porque ela estava tendo orgasmo atrás de orgasmo até que explodiu de novo num forte orgasmo total e ficou como uma boneca de pano. "Não aguento mais", ela disse. Coloquei ela de bruços e comecei a comer ela com muita velocidade, e ela já parecia de pano. Minha pica entrava por completo, e cada vez que eu tirava, via o buraco enorme que se formava na buceta dela. Fiquei igual um animal e comecei a comer ela com muita violência, sem medo de machucar, até que enchi a buceta dela de porra. Mas minha pica continuava dura, então virei ela, abri as nádegas e meti sem lubrificante e sem creme anestésico. Ela deu outro grito de dor, como se eu estivesse estuprando ela. Depois, ela dizia pra eu não parar. Até então, eu sempre tinha enfiado só metade da minha pica no cu dela. Aí enfiei tudo, e ela gritou: "Aiiii, dói muito, para!" Não liguei e comecei a meter e tirar, mas enfiava tudo com muita força. Talvez fiquei assim uns 10 minutos até que enchi o cu dela com minha segunda gozada. Ela dizia que doía muito, e eu via ela chorar. Ela disse que doía demais. "Você é médica, depois toma um remédio pra dor", falei. Abracei ela e começamos a nos beijar, mas ela continuava chorando e eu sem tirar toda a minha pica do cu dela. Nós ficamos de boa descansando e eu perguntei sobre o marido dela, quanto tempo ele ia ficar fora. Ela disse que o dia inteiro, porque ia pra casa dos pais. Quer dizer que a gente tem o dia inteiro pra trepar, falei. "Sim, mas não aguento mais, me sinto morta", ela respondeu. Ouvindo isso, fiquei excitado de novo e, como ainda tava com ela enfiada no cu dela e sentindo ela apertar, comecei a meter e tirar. Ela implorou pra eu parar, porque tava doendo muito. Lembrei como ela, com aquele ar de superioridade, sempre me tratou como inferior. Aí me deu raiva lembrar disso e não liguei, só falei: "Você é minha puta e, como tal, vai matar a vontade que eu tô." Ela começou a chorar e eu comecei a meter e tirar devagar. Até que ouvi ela gemer baixinho e falou: "Continua assim, que tô gostando." Então continuei desse jeito e, de vez em quando, metia com muita violência, e ela só chorava. Tirei e vi o buraco enorme do cu dela aberto e um pouco de sangue. Fui pegar no meu jeans a pomada anestésica e comecei a passar no cu dela, que foi se fechando aos poucos. Aí falei pra ela me chupar, e ela disse: "Não, porque fede a cu." "Vai e chupa assim mesmo", falei. Mas, como vi ela quase morta, deixei pra lá. Desci pra cozinha, peguei algo pra comer e beber, descansei um pouco, e ela também. Continua...
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