A irmã da minha namorada IX

Fala galera, tamo chegando quase nos dez capítulos e vamos comemorar com um puta relato.
Peço pra continuarem comentando, deixando seus pontos, assim motivam a escrita!
Sem mais delongas, vamos nessa.

Depois daquela noite foda em que vi minha sogra sendo macetada selvagemente por um colega de trabalho dela, a semana seguinte passou numa boa.
Todo mundo nos trampos, nas nossas atividades, mas no próximo encontro em família surgiu a ideia de todo mundo passar um fim de semana fora, num hotel.
Todo mundo topou a ideia e decidiram ver um hotel com piscina no leste pra reservar.
Nos dividimos em dois carros: no primeiro iam a Flor, o namorado dela e minha sogra. No outro, a Sofia, a Cata e eu.
A viagem foi de boa, ao chegar nos deram os quartos, eram três. Com a Sofia, fomos pro nosso.
S: Love, vem cá.
Eu tava no banheiro, saio e vejo aquela rabuda de quatro.
S: Alguém pode comer essa bunda? Você consegue, love?
Eu: Olha isso, meu deus, como é que não vou conseguir?
S: Então tá esperando o quê? Vem que eu chupo um pouquinho.
Vou até ela e me aproximo, ficando de pé do lado da cama. Ela pega minha pica e começa a punhetar com uma mão, enquanto leva a boca até meu pau pra chupar tudo.
Dá uns bons boquetes, molhando tudo e fazendo garganta profunda.
Enquanto isso, com a outra mão, ela se tocava, se masturbava cada vez mais rápido de tesão.
S: Agora sim, já tô bem molhada e você também, pronta pra me arrebentar.
Eu: Então fica assim que lá vou eu.
Passo por trás dela e começo a meter de quatro, vendo aquela bunda incrível que mais de um queria foder.
S: Ai, love, isso, continua assim, ahhhhg. Meu deus, que pica, nene, ahhhhh.
Eu: Tá gostando? Tô morrendo de vontade de gozar na sua bunda.
S: Sim, continua! Não para, continua!
A bunda da Sofia balançava e quicava na minha pélvis de um jeito inesquecível, aquelas nádegas que minhas mãos não davam conta de agarrar aguentavam todas as palmadas. Le dava
Eu: quando você vai me dar a tiny ass love? Ahhhg deus como você se mexe hdpp.
S: quando você merecer! Acaba com a minha bunda, vai.
Naquele momento batem na porta do quarto, era a Cata dizendo que a gente ia caminhar e que tavam esperando a gente lá embaixo.
S: Cata, já vamos, sim.
Ela mal conseguiu falar porque a penetração tava funda.
S: vai, love, temos que ir, me dá a cum. Vai, dá a cum pra sua putinha.
Eu: quer a cum? Acabamos de chegar e já quer?
S: sim, me dá logo.
Eu: onde você quer?
S: Na tiny ass, vai, acaba comigo, não aguento mais.
E com essas últimas palavras, gozei, esporrando toda aquela bunda enorme, apressado, porque a gente tinha que passear com a família.

O passeio foi tranquilo, caminhamos um pouco pela orla e depois voltamos pra pegar uma piscina.
Sofia vestiu o maiô dela de uma peça que fica incrível, deixando os cachos largos à vontade, e fomos pra lá.
Quando chegamos, minha sogra já tava dentro, conversando com um casal (eu já tava achando que ela tava tramando algo pra noite, haha) e a Cata entrando na água, então pude ver o biquíni colorido dela que ficava muito bonito. Destacava a tiny ass dela e os peitos, que pro tamanho do corpo dela, tavam bem legais.
Flor e o namorado ainda não tinham chegado.

Cata: não vão entrar? A água tá uma delícia.
Eu: já vou, acabamos de chegar.

Entramos na água com a Sofia e ficamos curtindo por um bom tempo.
De repente, um cara de uns 26 anos se aproxima da Cata e começa a falar com ela, e tenho que admitir que fiquei meio ciumento.

Sofia: love, vou subindo, você vai ou fica mais um pouco?
Sogra: vou subir com você também pra tomar um banho e descansar um pouco, Cata, você fica?
Cata: Sim, mãe, vou ficar mais um pouco.
Vendo que a Cata ia ficar com aquele cara, decidi ficar também.
Eu: daqui a pouco vou, love. Vou nadar mais um pouco.
Elas vão embora e eu começo a me aproximar de onde a Cata tava conversando com o cara.
Eu: e aí, tudo bem?
Ele: bem, e você?
Cata: Bruno, ele é o Tomas, meu cunhado.
Bruno: prazer. Cata: a gente tava conversando, ele falou que tem uma festa hoje à noite e convidou a gente.
Eu: cê vai fazer uma festa?
Bruno: Sim, com um amigo, sempre nessas datas a gente faz uma.
Eu: que massa, bom, a gente vai tar meio cansado, mas agradeço o convite.
Cata: que chato, mano, eu vou.
Bruno: bom, Cata, cê já sabe, tá convidada e eles também, qualquer coisa me avisa, anota meu número.
Cata: beleza, sim, anoto.
Ela anota o número dele toda feliz, dava pra ver que tava afim.
Bruno: bom, Cata, vou nessa, me chama qualquer coisa.
Cata: fechou, te chamo sim, valeu.
Pega a toalha dela e sai da piscina.
Eu: te vi toda afim do "Brunito".
Cata: haha, que isso, tem ciúme aí?
Ela chega perto e, por baixo da piscina, pega no meu volume.
Eu: nada, ciúme zero, mas cê não conhece ele.
Cata: bom, calma, brother in law, de qualquer forma seria só pra me divertir um pouco à noite, no máximo haha, te incomodaria?
Nesse momento, ela começa a me punhetar bem devagar, tinha muita facilidade pra me deixar excitado.
Eu: bom, por mim, faz o que quiser, cê já é grandinha.
Cata: sou grande sim, igualzinho o que tô segurando aqui na mão, mmmm.
Eu: dá pra aliviar? Tem gente e podem ver algo.
Cata: cê quer que eu chupe ele aqui? Haha.
Eu: ah, mas como cê é engraçadinha, hein.
Cata: olha, quando aqueles dois ali forem embora, eu faço haha.
Eu: não se faz de valentona que depois não aguenta. Nesse momento, eu puxo a parte de baixo do biquíni dela e começo a tocar ela por baixo da água.
Ela chega perto do meu ouvido e fala:
Cata: continua me tocando assim e eu já chupo ele, filha da puta.
Eu: viu que não aguenta? Como cê tá molhadinha.
Cata: ok, para. Se continuar assim, eu gozo na piscina haha.
As duas pessoas que ainda estavam se levantaram e foram embora, ficamos só eu e a Cata. Assim que elas saíram, aconteceu algo incrível.
Cata: vem cá, Tomi, senta aqui na escada.
Eu: o que cê quer fazer, garota?
Cata: vou chupar teu pau.
Eu vou até lá, sento, ela abaixa meu short e começa um boquete foda. Ela pega meu pau com a mãozinha dela toda, cuspi e começa a chupar. mover ela pra cima e pra baixo na boca dele
Cata: cê gosta? Fica com ciúme porque te incomoda alguém me comer hoje à noite?
Eu: que mina de merdaaa ahhhhg.
Cata: se eu continuar assim, vou tirar toda a porra de você, né?
Eu: siiiim, puta, e ninguém vai te foder hoje à noite.
Acelerei o boquete, muita baba no meio e com a carinha de safada dela me olhando nos olhos até que, num momento, um dos caras que tava na piscina conversando com minha sogra vem pegar algo que esqueceu e vê a Cata com a mão no meu pau e a boca cheia de saliva nos cantos.
Na mesma hora paramos, nos ajeitamos, o velho pega o que esqueceu e sai rápido.
Cata: ai, porra, ele nos viu, mano
Eu: sei, que idiota que fui. Esse cara tava falando com sua mãe
Cata: é, porra, será que ele vai contar algo?
Eu: acho que não, mas não sabemos. Melhor a gente ir tomar banho e pronto.

Fui pro quarto, tomei banho e deitei meia hora pra descansar até a hora do jantar.
Pouco depois, nos juntamos todos no quarto da minha sogra, que tava com um decote incrível e uma calça jeans apertada que dava vontade de comer até amanhã, pra sairmos juntos.
Chegamos num restaurante, pedimos a comida, todo mundo junto, e quem também tava lá era aquele senhor que nos viu na piscina. Ele jantava sozinho e de vez em quando olhava pra nossa mesa e sorria, e minha sogra também, mostrando que tinha uma tensão sexual entre eles, mesmo tendo se conhecido agora.
Terminamos a noite, fomos pro hotel cada um pro seu quarto, menos a Cata, minha sogra e eu, que ficamos no hall conversando.
Nisso, chega esse senhor, vamos chamar de X, que convida minha sogra pra tomar algo, ela aceita e eles vão atrás de uma bebida.
Cata: mano, que porra é essa com a minha velha? Esse cara ainda vai contar algo e eu morro
Eu: ele quer é comer ela, e sua velha, depois do que vimos outro dia, esquece, haha.
Cata: é, sei, mas será que ele vai contar o de hoje? Tô com medo
Eu: não, nem liga, acho que não. que se queira meter nisso, só quer curtir.
Cata: bom, pode ser, vem comigo pro quarto que quero ir dormir e de quebra você leva um presentinho.
Eu: que presentinho? Se eu for contigo, bora.

Subimos pro quarto e do lado do dela tava a Flor e o namorado dela, os barulhos que dava pra ouvir da porta eram do caralho e a voz da Flor inconfundível.
Eles deviam achar que qualquer um da família que passasse por ali nem ia perceber, mas percebia sim.
O que mais chamou nossa atenção era o que eles falavam.

Flor: fala, gato, que foi? Não sabe foder? Tão pequenininha que você tem que parece que não sinto nada.
Flor: quero que me coma de verdade, senão outro vai fazer melhor!!
O namorado dela não aguentava mais, dava pra ver a excitação pelos comentários e ele só soltava gemidos de prazer.
Flor: vai me dar seu leite e vou sair pra buscar mais pelos corredores

O que se ouvia era inacreditável, a irmã dela não acreditava, e eles com certeza achavam que todo mundo tava no quarto e ninguém ia perceber.
Cata: vem, tomi, entra, como me excitou ouvir minha irmã assim, quero que me coma aqui.
Eu: pode vir sua mãe, porra, a Sofia deve estar me esperando.
Cata: não, só 5 minutinhos.

Ela tira a calça que tava vestindo e deixa ver a calcinha fio dental vermelha linda na pele branca dela, enquanto se jogava na cama de solteiro e ficava de quatro.
Cata: vem, chega perto que vou molhar um pouco
Falou isso, me aproximei e ela começou a chupar muito rápido até soltar e falar: pronto, agora fica atrás.
Cuspiu na buceta, apalpou um pouco e me disse:
Cata: bota logo e rápido, quero uma foda curta, tô muito tesuda.

Comecei a meter bem forte, segurando ela pelo cabelo, ela tinha uma bundinha pequena e enquanto eu fazia isso, ela com as duas mãos abria aquela bundinha pra deixar a penetração mais evidente.
Cata: aii, como me pega pelo cabelo, filho da puta, assim, assim, me come
Eu: cê gosta, gostosa? Ficou tesuda ouvindo a puta da sua irmã?
Cata: siiiim, siiiim, fiquei com muito tesão ahhhhg, como você me come me dá a porra na bunda que quero ir dormir.
Eu: quer a porra, gata? Onde você quer?
Cata: na bunda, quero tudo na rabeta pequena, me dá logo.
Nesse momento, ouvem-se passos, a porta range e a gente rapidamente se ajeita pra se trancar no banheiro. Quem vinha era minha sogra, e não vinha sozinha...
Continua...

4 comentários - A irmã da minha namorada IX

Excelente relato, como me calientan estos relatos por favor, seguí así
Flor de cornudo el vago. La novia no le quiere entregar el culo a el. Seguro se lo entrega a otros. Ya nos vamos a enterar en otros capítulos