Era um entardecer como qualquer outro, no verão, com muito calor. Eu vinha de jogar futebol, uma partida normal, domingo aqui no bairro. Não tava muito ligado pro resultado, só queria voltar pra encontrar a Yamila, a vizinha que me deixava louco há vários meses... Embora ela não me desse bola, a gente era amigo, tomava mate, contava algumas coisas, mas nada além disso...
Ela, uma jovem de 22 anos, 1,60m, pele branca, sardas e um corpinho normal, mas com um sorriso muito safado... Tava namorando, o cara era gente boa, mas o relacionamento deles (pelo que ela me contava) tava estagnado na monotonia. Eu, passando dos 40, solteiro, sem pressa, mas muito amigão... Conhecia a família dela, a mãe (o pai morreu num acidente industrial), e como a gente morava lado a lado, sempre me dei bem com eles, e a Norma (a mãe dela) nunca se opôs à minha relação com a Yamila, já que eu era "como um tio" pra ela.
Mas essa coisa de ficar louco por ela há vários meses começou lá em outubro, quando, por acaso, acordei de madrugada por causa de uns barulhos no fundo de casa... Muito frio às 4 da manhã (ainda faltava 1 hora pro despertador tocar), vesti um casaco leve e saí sem acender a luz pro fundo, sabendo que se tivesse alguém, eu pegaria de surpresa com meu rolo de massa.
Caminhei meio tateando, só com a luz da lua, sem fazer barulho, entre o jardim e um pé de gomero, me aproximando da cerca que dividia o terreno com o fundo da vizinha.
Na penumbra, vi um movimento. Minha respiração acelerou, e me aproximei da cerca pra observar, só com a luz fraca da lua, a Yamila e o namorado dela no ato... Não podia acreditar, mas estavam ali, ela de cócoras, com a boca colada no pau do namorado, chupando sem parar, enquanto batia uma pra ele, cuspia, chupava, esfregava, puxava a pele deixando a cabeça toda de fora, que ela devorava com a boca e a língua, enquanto o namorado gemia baixinho.
Eu não aguentava aquela visão... espetáculo, e eu tirei meu pauzinho pra bater uma, vendo a Yamila fazer um boquete de cinema no namorado dela.
De repente ela para, dá um beijo na boca dele, vira e abaixa a calça de ginástica que tava usando, e assim mesmo, oferece a buceta dela em pé... em um segundo o namorado coloca o pau na entrada e enfia sem piedade até o fundo, se mexendo como se tivesse possuído pelo rabão da Yami... enquanto eu acelerava minha punheta, meu pau tava a ponto de soltar todo meu leite.
O cara continuou comendo ela cada vez mais rápido e fundo, enquanto a Yamila com uma mão se apoiava na parede, e com a outra tapava a boca, pra abafar o gemido de prazer.
Cada vez mais rápido, mais fundo, o cara já tava quase gozando, e eu também na minha punheta... não podia acreditar, mas num segundo o namorado da Yamila começou a gozar dentro dela, enquanto minha vizinha gemia abafada pela mão, contra a parede. Eu também não aguentei mais, e meu pau ficou tenso ao máximo, e começou a cuspir porra no chão.
Num momento pensei que a Yamila me viu, mas fiquei na dúvida, porque quando ela gozou, virou o olhar pra onde eu tava escondido entre as plantas... fiquei na dúvida... mas aquela imagem deles transando de madrugada me permitiu bater punheta por meses.
E sempre que eu via a Yamila, ficava na dúvida se ela tinha me visto, mas nunca, nunca, nunca, ela falou nada, tudo seguia normal, os mates, as conversas...
Então voltamos, chego de jogar futebol, e vejo ela na calçada com o olhar meio perdido, e pergunto: "ei, o que foi Yami, te vejo triste"... Ela me olha e responde: "nada, briguei com o Marcos, porque ele não vem há umas semanas, e acho que tô grávida"
Fiquei meio surpreso, mas ao mesmo tempo era algo previsível, ela sexualmente ativa, e pelo que eu tinha visto em outubro, com certeza não se cuidava, e a natureza e a tesão fizeram a parte delas. Calma, Yami. Você já fez os exames? Porque senão, como é que sabe?
- Não, ainda não... mas não ter descido há umas semanas, nunca me aconteceu.
- Bom, pode ser algo normal. Eu tinha uma namorada que era bem irregular, e sempre ficava aquela dúvida.
- Ah, ok. Então você nunca se cuidava.
- Com ela não, porque éramos um casal estável, igual você e o Marcos.
- É que o Marcos é gente boa, mas não acho que ele seja pra sempre, e isso é o que mais me dói.
- Calma, se quiser e sua mãe não falar nada, a gente toma uns mates na sua cozinha, que tal?
- Fechou, ela me disse.
Fui tomar um banho e rapidão cheguei na cozinha da casa dela... a mãe dela, Norma, tava na sala vendo a novela brasileira do momento.
- Oi, Norma, vim bater um papo com a Yamila.
- Pode entrar, vê se anima ela, não sei o que tá rolando.
- Fechou... se quiser, cola no mate também.
- Não, que a novela tá nos últimos capítulos.
Entrei na cozinha, e a Yamila tava sentada, com uma camiseta branca e um short preto bem justinho no corpo.
- Oi, veio rápido.
- Sim, é que sei que você precisa desabafar.
- É, verdade, tô confusa, preciso de um apoio, não tô me sentindo bem.
- Bom, primeiro vou te dar um abraço bem forte, porque é o que você precisa agora.
Dito isso, me aproximei e dei um abraço nela com um aperto enorme, que fez os peitos dela encostarem no meu peito, e ela, longe de me rejeitar, me abraçou mais forte, e quando tentei me soltar, ela me segurou, me olhando e sorrindo.
- Nossa, Yami... gostou do meu abraço?
- Era o que eu precisava, preciso muito, sabia?
De novo, abracei ela, mas dessa vez aproximei mais meus lábios do pescoço dela, senti o cheiro do suor doce dela, e ela de repente suspirou... não sabia o que fazer, a gente tava ali grudado, até que de repente meu pau começou a endurecer no meu short, e quando me afastei, ela notou minha ereção e ficou vermelha.
- Sabia que eu causava isso em você... seu pervertido... mas isso me deixa louca, sabia? (ela falou) Maliciosamente, e rindo que nem uma louca:
— Desculpa, Yami, é que eu não queria...
Ela me interrompe e diz:
— Mentiroso, desde aquela noite que você me viu transando com o Marcos, eu soube que você queria me comer... não sou nenhuma idiota...
Fico vermelho de vergonha.
— Mas como não sei se tô grávida do Marcos, não posso te comer, porque sabe de uma coisa? Quero te comer... mas você é tão bocó que não percebeu ou não quis perceber... todas as vezes que você vinha aqui, e eu te recebia assim vestida (apontando pro shortinho minúsculo e pra camiseta justa), que eu me apoiava em você, fazia cócegas... talvez você tivesse medo da minha mãe... mas sabe de uma coisa? Minha mãe, aquela ali vendo TV, já me disse várias vezes: por que você não dá pra ele, já que ele é um cara legal?
Eu não tinha resposta pra nada do que ela dizia... por um lado, a sinceridade dela me deixou desconfortável, mas por outro, ela tava me dando a chance que sempre imaginei: ela ser minha.
— Mas beleza, agora vou te dar só uma amostra, digamos. Senta na cadeira.
Mal ela falou isso, eu obedeci. Sentei na cadeira, e ela na que tava do meu lado. Sem preâmbulo, com uma mão, abaixou minha calça e com a outra tirou meu pau da cueca e começou a bater uma punheta, enquanto me dava beijos no pescoço e falava:
— Você tem um pau pequeno, mas eu gosto, sabia? Vou ver se você aguenta minha masturbação ou se goza rápido...
Não falei nada, só aproveitei o momento. Yami parou de falar e começou a chupar meu pau devagar, saboreando, esticando meu freio, enchendo de saliva, enquanto com a mão movia meu pau pra cima e pra baixo.
Eu não aguentava mais, tava gostando demais. Era meu sonho: Yamila chupando meu pau... não dava pra segurar a vontade...
— Ah, então vai gozar? Já sinto na minha boca seu pau começando a pulsar... acho que não vou chupar mais, e vou te deixar na vontade, aí você vai pro seu banheiro e bate uma lá, quer?
— Não, Yami, por favor, não me deixa assim, te imploro.
— E o que você quer que eu faça?
— Que continue chupando e me faça gozar.
— Assim? Você quer que eu chupe ele? (E começou a me chupar de novo, com muita saliva, batendo punheta com a mão) Assim?
- Sim, love, assim.
- Quer gozar na minha boca? (E enfiou de novo, chupando mais rápido e fundo, batendo os lábios na base do meu pau curto, enrolando a língua na minha cabeça prestes a explodir)
- Sim, Sweetie, assim... quero encher sua boca de porra, Yami...
Ela tira a boca do meu pau, que estava todo babado, molhado pela saliva dela, e me olha com a boca cheia de baba e diz, enquanto não para de bater punheta:
- EU QUERO QUE VOCÊ GOZE AGORA, E DEIXE MINHA BOCA CHEIA DE PORRA, promíscua.
Na sequência, ela se abaixou e enfiou meu pau na boca, sugando como nunca, de um jeito tremendo, até meu pau começar a cuspir esperma, cinco jorros longos e quentes... Yamila ficou parada, recebendo minha porra sem dizer nada...
Quando meu pau terminou, ela tira a boca dele, me olha e engole o que sobrou na língua...
E eu não podia acreditar no que tinha acontecido, meu coração batia forte... ainda não entendia nada....
Ela sorria:
- Adorei, sabia? Muito... além disso, minha mãe viu tudo.
Fiquei frio, mas ela, a mãe dela, estava na porta sorrindo...
- Parabéns pra vocês dois... gostei que vocês sinceraram essa relação de amigos, e de quebra, me deram a chance de me tocar vendo a Yami te chupar... (enquanto se aproximava andando, levantava a saia e abaixava a calcinha cor de pele, que esticou pra frente, mostrando como estava molhada na parte onde encosta a pussy, era uma boa porra)
Assim, aquela noite mudou pra sempre minha relação com a Yamila, com quem continuamos amigos, mas de um jeito diferente, assim como a Norma, com quem agora somos mais que vizinhos.
Mas essa... essa é outra história...
Ela, uma jovem de 22 anos, 1,60m, pele branca, sardas e um corpinho normal, mas com um sorriso muito safado... Tava namorando, o cara era gente boa, mas o relacionamento deles (pelo que ela me contava) tava estagnado na monotonia. Eu, passando dos 40, solteiro, sem pressa, mas muito amigão... Conhecia a família dela, a mãe (o pai morreu num acidente industrial), e como a gente morava lado a lado, sempre me dei bem com eles, e a Norma (a mãe dela) nunca se opôs à minha relação com a Yamila, já que eu era "como um tio" pra ela.
Mas essa coisa de ficar louco por ela há vários meses começou lá em outubro, quando, por acaso, acordei de madrugada por causa de uns barulhos no fundo de casa... Muito frio às 4 da manhã (ainda faltava 1 hora pro despertador tocar), vesti um casaco leve e saí sem acender a luz pro fundo, sabendo que se tivesse alguém, eu pegaria de surpresa com meu rolo de massa.
Caminhei meio tateando, só com a luz da lua, sem fazer barulho, entre o jardim e um pé de gomero, me aproximando da cerca que dividia o terreno com o fundo da vizinha.
Na penumbra, vi um movimento. Minha respiração acelerou, e me aproximei da cerca pra observar, só com a luz fraca da lua, a Yamila e o namorado dela no ato... Não podia acreditar, mas estavam ali, ela de cócoras, com a boca colada no pau do namorado, chupando sem parar, enquanto batia uma pra ele, cuspia, chupava, esfregava, puxava a pele deixando a cabeça toda de fora, que ela devorava com a boca e a língua, enquanto o namorado gemia baixinho.
Eu não aguentava aquela visão... espetáculo, e eu tirei meu pauzinho pra bater uma, vendo a Yamila fazer um boquete de cinema no namorado dela.
De repente ela para, dá um beijo na boca dele, vira e abaixa a calça de ginástica que tava usando, e assim mesmo, oferece a buceta dela em pé... em um segundo o namorado coloca o pau na entrada e enfia sem piedade até o fundo, se mexendo como se tivesse possuído pelo rabão da Yami... enquanto eu acelerava minha punheta, meu pau tava a ponto de soltar todo meu leite.
O cara continuou comendo ela cada vez mais rápido e fundo, enquanto a Yamila com uma mão se apoiava na parede, e com a outra tapava a boca, pra abafar o gemido de prazer.
Cada vez mais rápido, mais fundo, o cara já tava quase gozando, e eu também na minha punheta... não podia acreditar, mas num segundo o namorado da Yamila começou a gozar dentro dela, enquanto minha vizinha gemia abafada pela mão, contra a parede. Eu também não aguentei mais, e meu pau ficou tenso ao máximo, e começou a cuspir porra no chão.
Num momento pensei que a Yamila me viu, mas fiquei na dúvida, porque quando ela gozou, virou o olhar pra onde eu tava escondido entre as plantas... fiquei na dúvida... mas aquela imagem deles transando de madrugada me permitiu bater punheta por meses.
E sempre que eu via a Yamila, ficava na dúvida se ela tinha me visto, mas nunca, nunca, nunca, ela falou nada, tudo seguia normal, os mates, as conversas...
Então voltamos, chego de jogar futebol, e vejo ela na calçada com o olhar meio perdido, e pergunto: "ei, o que foi Yami, te vejo triste"... Ela me olha e responde: "nada, briguei com o Marcos, porque ele não vem há umas semanas, e acho que tô grávida"
Fiquei meio surpreso, mas ao mesmo tempo era algo previsível, ela sexualmente ativa, e pelo que eu tinha visto em outubro, com certeza não se cuidava, e a natureza e a tesão fizeram a parte delas. Calma, Yami. Você já fez os exames? Porque senão, como é que sabe?
- Não, ainda não... mas não ter descido há umas semanas, nunca me aconteceu.
- Bom, pode ser algo normal. Eu tinha uma namorada que era bem irregular, e sempre ficava aquela dúvida.
- Ah, ok. Então você nunca se cuidava.
- Com ela não, porque éramos um casal estável, igual você e o Marcos.
- É que o Marcos é gente boa, mas não acho que ele seja pra sempre, e isso é o que mais me dói.
- Calma, se quiser e sua mãe não falar nada, a gente toma uns mates na sua cozinha, que tal?
- Fechou, ela me disse.
Fui tomar um banho e rapidão cheguei na cozinha da casa dela... a mãe dela, Norma, tava na sala vendo a novela brasileira do momento.
- Oi, Norma, vim bater um papo com a Yamila.
- Pode entrar, vê se anima ela, não sei o que tá rolando.
- Fechou... se quiser, cola no mate também.
- Não, que a novela tá nos últimos capítulos.
Entrei na cozinha, e a Yamila tava sentada, com uma camiseta branca e um short preto bem justinho no corpo.
- Oi, veio rápido.
- Sim, é que sei que você precisa desabafar.
- É, verdade, tô confusa, preciso de um apoio, não tô me sentindo bem.
- Bom, primeiro vou te dar um abraço bem forte, porque é o que você precisa agora.
Dito isso, me aproximei e dei um abraço nela com um aperto enorme, que fez os peitos dela encostarem no meu peito, e ela, longe de me rejeitar, me abraçou mais forte, e quando tentei me soltar, ela me segurou, me olhando e sorrindo.
- Nossa, Yami... gostou do meu abraço?
- Era o que eu precisava, preciso muito, sabia?
De novo, abracei ela, mas dessa vez aproximei mais meus lábios do pescoço dela, senti o cheiro do suor doce dela, e ela de repente suspirou... não sabia o que fazer, a gente tava ali grudado, até que de repente meu pau começou a endurecer no meu short, e quando me afastei, ela notou minha ereção e ficou vermelha.
- Sabia que eu causava isso em você... seu pervertido... mas isso me deixa louca, sabia? (ela falou) Maliciosamente, e rindo que nem uma louca:
— Desculpa, Yami, é que eu não queria...
Ela me interrompe e diz:
— Mentiroso, desde aquela noite que você me viu transando com o Marcos, eu soube que você queria me comer... não sou nenhuma idiota...
Fico vermelho de vergonha.
— Mas como não sei se tô grávida do Marcos, não posso te comer, porque sabe de uma coisa? Quero te comer... mas você é tão bocó que não percebeu ou não quis perceber... todas as vezes que você vinha aqui, e eu te recebia assim vestida (apontando pro shortinho minúsculo e pra camiseta justa), que eu me apoiava em você, fazia cócegas... talvez você tivesse medo da minha mãe... mas sabe de uma coisa? Minha mãe, aquela ali vendo TV, já me disse várias vezes: por que você não dá pra ele, já que ele é um cara legal?
Eu não tinha resposta pra nada do que ela dizia... por um lado, a sinceridade dela me deixou desconfortável, mas por outro, ela tava me dando a chance que sempre imaginei: ela ser minha.
— Mas beleza, agora vou te dar só uma amostra, digamos. Senta na cadeira.
Mal ela falou isso, eu obedeci. Sentei na cadeira, e ela na que tava do meu lado. Sem preâmbulo, com uma mão, abaixou minha calça e com a outra tirou meu pau da cueca e começou a bater uma punheta, enquanto me dava beijos no pescoço e falava:
— Você tem um pau pequeno, mas eu gosto, sabia? Vou ver se você aguenta minha masturbação ou se goza rápido...
Não falei nada, só aproveitei o momento. Yami parou de falar e começou a chupar meu pau devagar, saboreando, esticando meu freio, enchendo de saliva, enquanto com a mão movia meu pau pra cima e pra baixo.
Eu não aguentava mais, tava gostando demais. Era meu sonho: Yamila chupando meu pau... não dava pra segurar a vontade...
— Ah, então vai gozar? Já sinto na minha boca seu pau começando a pulsar... acho que não vou chupar mais, e vou te deixar na vontade, aí você vai pro seu banheiro e bate uma lá, quer?
— Não, Yami, por favor, não me deixa assim, te imploro.
— E o que você quer que eu faça?
— Que continue chupando e me faça gozar.
— Assim? Você quer que eu chupe ele? (E começou a me chupar de novo, com muita saliva, batendo punheta com a mão) Assim?
- Sim, love, assim.
- Quer gozar na minha boca? (E enfiou de novo, chupando mais rápido e fundo, batendo os lábios na base do meu pau curto, enrolando a língua na minha cabeça prestes a explodir)
- Sim, Sweetie, assim... quero encher sua boca de porra, Yami...
Ela tira a boca do meu pau, que estava todo babado, molhado pela saliva dela, e me olha com a boca cheia de baba e diz, enquanto não para de bater punheta:
- EU QUERO QUE VOCÊ GOZE AGORA, E DEIXE MINHA BOCA CHEIA DE PORRA, promíscua.
Na sequência, ela se abaixou e enfiou meu pau na boca, sugando como nunca, de um jeito tremendo, até meu pau começar a cuspir esperma, cinco jorros longos e quentes... Yamila ficou parada, recebendo minha porra sem dizer nada...
Quando meu pau terminou, ela tira a boca dele, me olha e engole o que sobrou na língua...
E eu não podia acreditar no que tinha acontecido, meu coração batia forte... ainda não entendia nada....
Ela sorria:
- Adorei, sabia? Muito... além disso, minha mãe viu tudo.
Fiquei frio, mas ela, a mãe dela, estava na porta sorrindo...
- Parabéns pra vocês dois... gostei que vocês sinceraram essa relação de amigos, e de quebra, me deram a chance de me tocar vendo a Yami te chupar... (enquanto se aproximava andando, levantava a saia e abaixava a calcinha cor de pele, que esticou pra frente, mostrando como estava molhada na parte onde encosta a pussy, era uma boa porra)
Assim, aquela noite mudou pra sempre minha relação com a Yamila, com quem continuamos amigos, mas de um jeito diferente, assim como a Norma, com quem agora somos mais que vizinhos.
Mas essa... essa é outra história...
1 comentários - Me la chupo en la cocina