Tudo começou com minha mãe me ligando no sábado, 21 de março, às 8h. Como vocês podem imaginar, eu tava bem dormindo, porque na noite anterior tinha ficado batendo papo e fazendo sexting com a Paula, uma ex-namorada do colégio que eu tinha reencontrado no Facebook umas duas semanas antes, mas esse não é o motivo da história.
Não vou encher o saco dos leitores com a conversa que tive com minha mãe sobre tudo que achávamos que ia rolar com o COVID-19, mas agora, de longe, posso garantir que a gente subestimou tudo que imaginamos naquele momento. A conversa acabou indo parar na minha irmã. Secretamente, eu sabia que o verdadeiro motivo da ligação da minha mãe era esse pedido, e sem muita enrolação ela acabou me dizendo que eu tinha que ajudar minha irmã, porque a gente tava em isolamento e ela sozinha não ia dar conta do bebê e de todas as coisas da casa, além de fazer as compras.
O confinamento na Argentina começou na sexta-feira, 20 de março de 2020. Naquele dia, o Mariano, meu cunhado, o marido da minha irmã, tava numa viagem de negócios na Alemanha. Então ele ficou preso lá sem poder voltar, a princípio por uns dias que foram virando semanas. E depois, quando voltou pro país, teve que ficar em isolamento obrigatório num hotel por mais 15 dias.
Resumindo, no sábado, 21 de março, eu tava me mudando pra casa da minha irmã, a Sonia. Aqui vou parar e dar uns detalhes sobre como ela é. A Sonia, com seus 32 anos, tem um rosto ovalado, pele branca, olhos verdes grandes, nariz médio e lábios carnudos. O cabelo dela é liso, castanho claro, e ela usa com algumas mechas loiras. E o que dizer do corpo dela: tem 1,65m, é magra, com uma bunda bem gostosa e uns peitos médios, mas agora, por causa da amamentação, tão no ponto da perfeição.
Sábado, 21 de março de 2020
O almoço foi simples: cozinhei um macarrão pra Sonia, fiz um molho de tomate, adicionei um pouco de creme de leite, uns pedacinhos de presunto e manjericão fresco. Tudo Isso eu já tinha comprado antes. Comemos com uma garrafa de vinho, eu tomei quase tudo. Ela não quis beber muito porque estava amamentando minha sobrinha.
A primeira situação rolou à tarde, quando acordei da soneca. Eu estava saindo do meu quarto quando vi a Sonia dando de mamar pra minha sobrinha.- Quer que eu saia?, perguntei pra minha irmã.
- Não, fica, cê é burro?, ela me disse
- Talvez você queira um pouco de privacidade pra dar a teta, sugeri.
- Mas, neném… se entre a gente tem confiança, replicou minha irmã.
- Já sei, que sei eu… falei tentando desviar o olhar que ia direto pra buceta da minha irmã. Ela percebeu meu desconforto e soltou:
- Pode olhar à vontade, não me incomoda nem me deixa desconfortável
- Nãooo, é que… não soube o que falar na horaO resto do dia foi normal. Eu indo e vindo de vez em quando. Ela cuidando da filha e batendo um papo comigo de vez em quando. Depois do jantar, já de noite, a Sônia colocou a filha dela pra dormir e veio pra sala, onde eu tinha começado a ver um filme na Netflix. Minha irmã me olhou nos olhos e, bem decidida, falou:- Valeu, Juancho
- Obrigado por quê? perguntei, sincero.
- Por estar aqui comigo. Tava muito sozinha e adoro ficar com você. Os olhos dela brilhavam de emoção.
- Não tem nada que me agradecer, também gosto de te acompanhar
— Mas você estava sozinho no seu apartamento e eu te fodi a paz, minha irmã me dizia.
- Pra mim é a mesma coisa, não esquenta, eu falava pra ela.
- Bem, então me promete que não vai pedir permissão pra nada. Pega o que quiser e quando quiser como se estivesse na sua casa. Tá claro? A Sonia me olhava divertida.
- Claro, claro, sim, sim, falei eu sorrindo.
- Então melhor. Com toda confiança.Naquela noite, ficamos batendo papo por mais de uma hora com a minha irmã até que o sono venceu ela e ela foi pro quarto dela se deitar. Eu fiquei na sala terminando de ver o filme e finalmente fui pro meu quarto dormir. A cama era bem confortável e eu capotei 10 minutos depois de deitar.
Domingo, 22 de março de 2020
Acordei às 9 da manhã. O apartamento tava num silêncio de dar medo. Durante a noite, a bebê quase não chorou, só uma vez por 1 minuto. Percebi que as duas estavam dormindo. Comecei a preparar o café da manhã devagar. Esquentei o leite, fiz uns cafés, cortei pão pra umas torradas. Tava no meio disso, tentando não fazer barulho por precaução, quando sinto uma mão acariciando meu ombro. Levei um susto do caralho. Era minha irmã, quem mais, que tava rindo baixinho, se divertindo. Meu coração tava batendo a mil. Peguei a mão dela e coloquei no meu peito:Olha como meu coração tá batendo! Você me deu um susto danado, sua doida, eu tava falando, agora rindo.
- E quem você quer que seja, seu salame? Ela me dizia rindo.
- Que sei eu?! Não sei! Levei um susto! A gente tava rindo os dois.Naquele momento, parei pra olhar pra minha irmã e achei ela realmente gostosa. Não que eu já não soubesse, na verdade, sempre soube, tanto por vê-la todo dia durante minha adolescência quanto pelos comentários dos meus colegas. O que não sei é o que aconteceu naquele instante, que foram três segundos em que segurei o olhar nela e fiquei como paralisado. Ela percebeu:Qual é o seu problema, gatinho?
Eu... é... nada, não soube o que responder.
- Por que você fez essa cara? Ela me perguntou.
- Qual cara? Não sei, deve ser o susto depois do que rolou, falei fingindo indiferença
- Ah! Bom, melhor assim, ela fechava
- Me assustou pra valer, queria gozarMas nesse momento cometi outro erro grave e imprudente, de forma automática e totalmente inconsciente, meus olhos se dirigiram pras tetas da minha irmã, que tava com uma camiseta sem sutiã e com uma manchinha na parte de uma das tetas. Ela percebeu, se olhou e disse: é um desastre, o dia inteiro manchando as camisetas, mas fazer o quê, né. Graças a Deus ela pensou que o que me distraiu foi a mancha e não a atração daqueles peitos majestosos com os mamilos bem marcados.
O fato da minha irmã acordar com uma camiseta sem sutiã não deveria causar nenhuma alteração na minha conduta, mas tenho que admitir que a situação me deixou totalmente inquieto e o café da manhã não fluiu naturalmente. Me sentia desconfortável, poderia dizer excitado e não estaria mentindo, mas prevalecia um desconforto que superava a excitação. Talvez pelo fato de estarmos no apartamento dela e não na casa onde fomos criados. Realmente não consigo definir bem meu estado naquela manhã.
Num momento, meu olhar desvia de novo pras tetas dela, na parte meio molhada, ela notou e novamente me disse: sim, sou um horror, fico vazando leite o dia inteiro. Não sei por quê, mas esse comentário me excitou. Naquele instante, como se me tirasse do devaneio pelas tetas da minha irmã, a neném começou a chorar e minha irmã saiu disparada pro quarto. Voltou na hora com a neném já calma e sentou na minha frente.
Naquele momento, com uma cara de pau total, minha irmã, pegando por baixo, levantou a camiseta e deixou na minha vista um peito nu, branco, grande e turgente, coroado com um mamilo rosado e franzido. Sem prestar atenção em mim e muito focada na Jasmim, minha sobrinha, encaixou o mamilo na boca dela. Eu contemplava absorto toda a cena. Minha irmã virou o olhar pra mim e continuou falando como se nada. Ainda bem que estávamos com uma mesa que nos tapava da cintura pra baixo, porque naquele momento minha ereção era descomunal. Não consegui internalizar pra me controlar. Era minha irmã, uma lactante, um ato natural, mas não dava pra evitar o tesão que senti ao vê-la. Naquele instante eu soube, e confirmaria com o tempo, que esses dias de isolamento iam ser muito difíceis pra mim.
Por sorte a conversa foi pra outros lados e minha excitação foi baixando. Minha irmã se cobriu de novo.
Já durante a tarde, minha irmã ficou com um sutiã o tempo todo por baixo da camiseta. Fiquei me perguntando se ela tinha percebido meus olhares e me senti culpado.
À tarde, fizemos uma videochamada com meus pais. Dava pra ver minha mãe eufórica de ver os dois filhos juntos, convivendo e compartilhando tantos momentos. Meus pais sempre se orgulharam muito da relação que tínhamos com minha irmã e também da que temos com eles.
Mais tarde, a Sonia ligou pro marido, que disse que ainda estava na Alemanha, num hotel, e que tinha conseguido um apartamento pelo Airbnb pra ficar vários dias se a coisa se estendesse, como acabou acontecendo.
Sonia voltou meio triste depois da conversa com o marido. Me disse que achava que isso ia demorar mais do que alguns dias. Diego, ela falou, não quero te incomodar tendo que ficar aqui comigo o tempo todo. Longe disso, eu disse, tentando acalmá-la, tô adorando ficar com você e com a Jazmín. Ela pareceu se tranquilizar, mas eu notei um traço de tristeza no rosto dela. Pra tentar animá-la, sugeri pedir pizza naquela noite, com umas cervejas, não muitas.
De noite, depois que ela voltou de colocar a Jazmín pra dormir, minha irmã apareceu de novo, mas dessa vez não colocou o sutiã por baixo da camiseta, e eu percebi. Acho que ela notou meu olhar pros peitos dela. Era algo que eu não conseguia controlar. Os mamilos dela estavam durinhos e quando ela passou na minha frente com aquele short e sentou do meu lado no sofá da sala, eu não consegui falar nada. Peguei o controle remoto automaticamente e coloquei um filme da Netflix, que se não me engano, era Marriage Story, com Scarlett Johansson e Adam Driver. Era um drama pesado que eu gostei pra caralho e ela nem tanto. Num certo momento, ela me pediu pra pausar o filme que ia buscar sorvete no freezer. Trouxe um pote de 1 kg já começado e duas colheres, e aí tivemos que sentar mais perto. Tão colados que, em dado momento, a lateral do peito direito da minha irmã encostava no meu braço esquerdo. Eu sentia aquela sensação e a pica começou a endurecer. Num movimento, me ajeitei pra não deixar tão visível minha ereção. A gente continuava comendo, vendo o filme e fazendo comentários. A Sônia levou uma colherada de sorvete na boca, mas, tão concentrada no filme, deixou cair na camiseta dela, sujando e causando um frio que fez os bicos dos peitos ficarem totalmente duros. Eu virei pra olhar pra ela, e ela, sem nenhum pudor, passou a colherzinha no peito, levantando o sorvete, e levou à boca, me olhando e rindo, toda divertida. Minha cara devia ser um poema. Minha ereção nessa altura já era de campeonato. Acho que ela percebeu, porque num instante vi o olhar dela descer pro meu volume. No fim, não rolou muito mais naquela noite, e a gente se despediu até o dia seguinte.
Segunda-feira, 23 de março de 2020
Era segunda e eu não tinha muito o que fazer. Trabalho numa multinacional e só tinha uma reunião por zoom agendada pra aquele dia, e era só às 15h. Fiquei deitado na cama, trabalhando com o notebook em cima das pernas enquanto ia acordando devagar. Num dos intervalos que tava fazendo, comecei a ler um conto erótico e fui ficando com tesão, e a pica começou a endurecer. De vez em quando, passava a mão e ajeitava. Fui lendo e não aguentei mais. Fui de cueca pro banheiro, abri a porta devagar e fechei, pronto pra bater uma punheta, quando de repente ouço:- Não se assusta, sou eu… minha irmã tava sentada no vaso.
- Pelo amor de Deus, Sonia! Quer me matar? Falei olhando pra ela.
- Desculpa, desculpa, ela implorava enquanto ria às gargalhadas.-Por que você não acende a luz? Eu perguntava pra ela.
- Nunca acendo a luz pra ir no banheiro quando levanto, ela se justificou.
Sim, sim, cê tem razão, até porque cê tá na sua casa, eu me desculpava.
- Não tem problema, você vinha ao banheiro? — ela diz, olhando pro meu volume avantajado que, nessa altura, já começava a murchar.
Sim, sim, falei eu confuso enquanto aproveitava pra ver se conseguia dar uma olhada bem disfarçada nas pernas da minha irmã.
Sai pra me limpar e já volto", disse ela.-Sim, sim, já entendi. Pá. Quando eu abri pra sair, meu pau bateu na porta.
- Jaja, cuidado. Vai acabar quebrando a porta com isso. Sonia riu, divertida.-Haha, sim sim, saí vermelha de vergonha com a cabeça a mil.Minha irmã tinha olhado pro meu pacote? Aquela história de arrombar a porta, devo levar como um elogio? Ela não pareceu incomodada de me ver com uma ereção. Claro que eu não sabia que ela estava lá dentro. Será que ela gostou de me ver assim? Será que ficou com tesão? Mil perguntas surgiam na minha cabeça, e nenhuma delas me acalmava ou fazia minha ereção baixar. Não quis arriscar que minha irmã interpretasse mal, então fui pro quarto vestir uma bermuda e voltei ao banheiro bem na hora em que a Sonia saía e, me olhando, disse:- Foi vestir uma calça?
- Sim, não queria estar assim na sua frente. Fiquei toda vermelha.
- Não tem problema, tarado. O "tarado" é bem carinhoso da parte dela, a gente sempre se trata assim.
- Bem, sei lá… falei enquanto as cores voltavam devagar pra mim.
- Pra mim, de boa, falou ela
- Ok Ok, eu falei.
Enquanto você não andar com a barraca armada como se fosse novo, pra mim pode andar de cueca que não tem problema, te conheço desde que nasci.
- Bem, tá bom. Eu não podia acreditar no que minha irmã tava me propondo.
- Tá um calorão, você vai me ver de calcinha mais de uma vez, então vai se acostumando, dizia a Sônia.
Sim, sim, por mim também não tem problema, falei.
— Sim, já vi que você não tem problema em me olhar… — disse ela, divertida.
- Bem, não, é que eu… fiquei todo vermelho de novo
- Jaja, você ficou vermelho, vai no banheiro que deve estar morrendo de vontade de fazer xixi.
- Jaja, sim sim. Zafé, pensei eu. Pelo menos ela não percebeu que entrei no banheiro pra bater uma bronha.
- Vai tomar café da manhã? Ela me perguntou do outro lado da porta.
- Sim, sim. Mas só um cereal e iogurte, falei.
- Ah tá, eu também, mas cereal com porra
Como pode me excitar tanto que minha irmã fale a palavra "gozo"? Será que sou doente? Minha cabeça começou a virar um inferno. Pra piorar, a Sonia tava com outra camiseta, dessa vez regata e sem sutiã. Pela lateral da alça, um peito dela aparecia, e eu adorava ver. Os bicos dos peitos estavam inchados por baixo da roupa fina que ela usava. A gente tomou café da manhã e o tempo todo eu tentei não olhar pras tetas dela, mas era praticamente impossível. A Jazmín acordou e ela trouxe a menina pra amamentar. Dessa vez, ela fez um movimento que me surpreendeu, não só pelo jeito que puxou a alça da regata deixando o peito de fora, mas porque deixou ele um segundo à mostra enquanto segurava e olhou pra mim. Nossos olhares se cruzaram, ela sorriu e eu fiz o mesmo, mas fiquei vermelho de novo. Depois, ela disse que ia dar a outra teta, e eu virei a cabeça pra olhar pro outro lado. Ela percebeu e falou:Não precisa desviar o olhar.
É que… as palavras não saíam. O que tava acontecendo comigo?
— Pode olhar à vontade, de você não me incomoda, minha irmã me dizia.
- Ah, bom, não, eu, é que… não queria te incomodar, gata. Falei me fazendo de descolado.
- Não tem problema. Não vão ser os primeiros peitos que você vai ver, minha irmã me dizia cúmplice.
- Não, claro. Nem as últimas também. Falei divertido.
- Isso não se sabe, talvez a gente morra todo mundo e essas sejam as últimas bucetas que você viu na vida.
- Nããão, eu falei, espero que não
— Tão ruim assim que você não quer que sejam as últimas? Ela retrucou.
- Não falei por isso. Pelo contrário, acho que se forem as últimas que vou ver, seria uma despedida da porra, falei convicto e olhando nos olhos dela.
- Ah, bom, isso é outra coisa, é isso que eu queria ouvir, ela disse, divertida.
- E melhor não continuar… falei eu, todo corajoso a essa altura.
- Por quê? Agora que você tá falando umas coisas gostosas pra mim, continua, me provocou minha irmã.
— Porque não são coisas que um irmão pode dizer pra irmã dele, falei tentando encerrar a conversa, mas se tinha uma coisa que marcava a Sonia era não deixar ninguém dar o ponto final.
- Pode falar, pode dizer. Não vou me horrorizar, gatinho. Minha irmã tava entrando num terreno muito, mas muito escorregadio.
- É que não devo falar essas coisas, então, tava me deixando desconfortável ao mesmo tempo que essa conversa me dava um tesão danado
Enquanto a gente conversava, a Jasmim dormiu e minha irmã levantou pra deitar ela.
- Já volto e a gente continua essa conversinha, que eu tava gostando, disse minha irmã, toda divertida.
O que tava rolando com a minha irmã? Ela continuava me surpreendendo. Voltava rebolando e balançando os peitos sem sutiã, me dando um sorriso:
Vamos ver... o que é isso que você pensa e não deve me contar?
- Nada, Sônia, isso aí. Que elas são muito gostosas, soltei olhando pros peitos dela sem vergonha.
- Mas tanto auê pra me dizer que elas são muito gostosas? A Sonia me provocava.
- O que mais você quer que eu te diga? Que estão no ponto certo, tá bom pra você? Me atrevi a ir um pouco mais além.
- Bem, isso está melhor. Só me diz mais uma coisa, pra aumentar meu ego e não te encho mais o saco: o que você mais gosta nos meus peitos?
- Que são perfeitas, Sonia! Que são perfeitas!Naquele momento, eu me soltei. Perdi o filtro. Olhei pros peitos dela e ela deixou de ser a Sônia pra quem eu tava falando. Cravei os olhos naquelas duas tetonas que se adivinhavam por baixo da regata e me joguei de vez:
— São perfeitos, Sônia, isso sim. Têm o tamanho, a cor e a dureza perfeitas. Além disso, não balançam caídos e moles, nem ficam duros que nem bola. Ah! E o mamilo é lindo, do tamanho perfeito e bem durinho. Isso eu soltei quase sem fôlego, preso na excitação e no nervosismo que tomavam conta de mim.Bom, bom. A Sônia tava toda corada.
- Desculpa! Olhei nos seus olhos agora. Minha visão embaçou e quase deixei escapar umas lágrimas.
- Não esperava tanto, mas a culpa é minha porque te provoquei pra você falar umas coisas, minha irmã também se desculpava
- É que eu perdi o controle, foi mal, tentei me desculpar de novo
- Não tem problema, maninho. Fico até lisonjeada que você pense isso das minhas tetas, ela riu divertida enquanto se levantava e sumia no quarto, fechando a porta.
Não passaram nem duas horas e ela saiu de novo. Durante todo esse tempo, pensei em mil coisas: ir pra minha casa, esperar e conversar com ela, levar na brincadeira, como ela ia lidar com tudo isso. O tempo foi passando nesses pensamentos, até que ouvi a porta do quarto dela se abrir e a Sonia sair com a Jazmín no colo. Eu sabia que a atitude que a gente tivesse nas próximas horas ia ser decisiva, então deixei que ela começasse:Me passa os lenços umedecidos, por favor.
- Claro, toma aí. Respondi curto.
- Valeu por vir ficar comigo e me dar uma força, já me largou logo de cara.
- Não tem nada que me agradecer, falei pra ela.
É que eu tava muito sozinha e entediada, e vai me fazer bem ter companhia.
- Bem, melhor e sobre o que aconteceu agora há pouco… eu tava começando a tentar esclarecer e ele me interrompeu.
- Não importa, neném, não faz drama. Gostei do que você me disse, embora deva admitir que foi pesado, ela soltou rindo.
- Bom, fico mais tranquilo que você levou numa boaDurante a tarde, a gente riu pra caralho e falou sobre um monte de coisas. Peguei a Jazmín no colo várias vezes, e ela conseguiu descansar um pouco e fazer umas coisas em casa. Tudo isso de short e regata sem sutiã, o que me deixava maluco, tenho que admitir. Num certo momento, a Sonia tava passando pano no chão e eu fiquei de novo hipnotizado com aquelas tetas que quase escapavam do decote.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Como você tá olhando, hein! Ela disse, divertida.
- Pois é, me desculpa, não consigo evitar, falei pra ela- Não me peça desculpa, não tem problema, também gosto das minhas tetas, é como você disse, elas têm o tamanho perfeito e enquanto fala, ela toca uma teta, levantando e pesando ela-Viu só que não me engano na minha avaliação? A essa altura eu já tava sorrindo bem mais relaxado.À noite, a janta voltou. Dessa vez, a gente tomou um pouco mais de vinho tinto com a comida. Isso nos deixou bem mais soltos, se é que a gente precisava. Depois que a Jazmín foi dormir, começamos uma conversa que foi indo pro lado do sexo. As perguntas de praxe eram há quanto tempo a gente não transava, e eu comecei:- Imagino que deve estar alterada pela falta do seu marido, né?
- Um pouco, sim. Embora a distância não permita fazer nada real, dá pra substituir pelo virtual, ela me diz se fazendo de envergonhada. Eu percebia que era só pose e que ela tava se divertindo com essa conversa.
- Ah, olha só minha irmãzinha, fazendo sexting com o marido dela, falei divertido.
- Como se você nunca tivesse feito isso… ela me diz.
Claro, claro e não faz tanto tempo assim, hehe, respondi pra ela.
- Quando? Ela me pergunta
Na sexta-feira que começou a quarentena, com uma amiga de sexo, eu soltei pra ela
- Ah! Igualzinha a mim. Sexta-feira também, minha irmã me falou.
- Olha que coincidência! E aí, como foi? Perguntei pra ela.
- Beleza, muito bom. Ela me disse e fez uma cara de prazer da porra.
- Vejo pela cara que você fez que curtiu pra caralho. Eu soltei
- Foi muito na cara? Kkkk, sim, ela me disse
- Se vê que pelo menos o sexting cumpriu o objetivo
Continua aquihttp://www.poringa.net/posts/relatos/4818939/Cuarentena-con-mi-hermana-2-incesto.htmlpodem me escrever pra reybaco2005@hotmail.com
ou no telegram @reybaco2005
Não vou encher o saco dos leitores com a conversa que tive com minha mãe sobre tudo que achávamos que ia rolar com o COVID-19, mas agora, de longe, posso garantir que a gente subestimou tudo que imaginamos naquele momento. A conversa acabou indo parar na minha irmã. Secretamente, eu sabia que o verdadeiro motivo da ligação da minha mãe era esse pedido, e sem muita enrolação ela acabou me dizendo que eu tinha que ajudar minha irmã, porque a gente tava em isolamento e ela sozinha não ia dar conta do bebê e de todas as coisas da casa, além de fazer as compras.
O confinamento na Argentina começou na sexta-feira, 20 de março de 2020. Naquele dia, o Mariano, meu cunhado, o marido da minha irmã, tava numa viagem de negócios na Alemanha. Então ele ficou preso lá sem poder voltar, a princípio por uns dias que foram virando semanas. E depois, quando voltou pro país, teve que ficar em isolamento obrigatório num hotel por mais 15 dias.
Resumindo, no sábado, 21 de março, eu tava me mudando pra casa da minha irmã, a Sonia. Aqui vou parar e dar uns detalhes sobre como ela é. A Sonia, com seus 32 anos, tem um rosto ovalado, pele branca, olhos verdes grandes, nariz médio e lábios carnudos. O cabelo dela é liso, castanho claro, e ela usa com algumas mechas loiras. E o que dizer do corpo dela: tem 1,65m, é magra, com uma bunda bem gostosa e uns peitos médios, mas agora, por causa da amamentação, tão no ponto da perfeição.
Sábado, 21 de março de 2020
O almoço foi simples: cozinhei um macarrão pra Sonia, fiz um molho de tomate, adicionei um pouco de creme de leite, uns pedacinhos de presunto e manjericão fresco. Tudo Isso eu já tinha comprado antes. Comemos com uma garrafa de vinho, eu tomei quase tudo. Ela não quis beber muito porque estava amamentando minha sobrinha.
A primeira situação rolou à tarde, quando acordei da soneca. Eu estava saindo do meu quarto quando vi a Sonia dando de mamar pra minha sobrinha.- Quer que eu saia?, perguntei pra minha irmã.
- Não, fica, cê é burro?, ela me disse
- Talvez você queira um pouco de privacidade pra dar a teta, sugeri.
- Mas, neném… se entre a gente tem confiança, replicou minha irmã.
- Já sei, que sei eu… falei tentando desviar o olhar que ia direto pra buceta da minha irmã. Ela percebeu meu desconforto e soltou:
- Pode olhar à vontade, não me incomoda nem me deixa desconfortável
- Nãooo, é que… não soube o que falar na horaO resto do dia foi normal. Eu indo e vindo de vez em quando. Ela cuidando da filha e batendo um papo comigo de vez em quando. Depois do jantar, já de noite, a Sônia colocou a filha dela pra dormir e veio pra sala, onde eu tinha começado a ver um filme na Netflix. Minha irmã me olhou nos olhos e, bem decidida, falou:- Valeu, Juancho
- Obrigado por quê? perguntei, sincero.
- Por estar aqui comigo. Tava muito sozinha e adoro ficar com você. Os olhos dela brilhavam de emoção.
- Não tem nada que me agradecer, também gosto de te acompanhar
— Mas você estava sozinho no seu apartamento e eu te fodi a paz, minha irmã me dizia.
- Pra mim é a mesma coisa, não esquenta, eu falava pra ela.
- Bem, então me promete que não vai pedir permissão pra nada. Pega o que quiser e quando quiser como se estivesse na sua casa. Tá claro? A Sonia me olhava divertida.
- Claro, claro, sim, sim, falei eu sorrindo.
- Então melhor. Com toda confiança.Naquela noite, ficamos batendo papo por mais de uma hora com a minha irmã até que o sono venceu ela e ela foi pro quarto dela se deitar. Eu fiquei na sala terminando de ver o filme e finalmente fui pro meu quarto dormir. A cama era bem confortável e eu capotei 10 minutos depois de deitar.
Domingo, 22 de março de 2020
Acordei às 9 da manhã. O apartamento tava num silêncio de dar medo. Durante a noite, a bebê quase não chorou, só uma vez por 1 minuto. Percebi que as duas estavam dormindo. Comecei a preparar o café da manhã devagar. Esquentei o leite, fiz uns cafés, cortei pão pra umas torradas. Tava no meio disso, tentando não fazer barulho por precaução, quando sinto uma mão acariciando meu ombro. Levei um susto do caralho. Era minha irmã, quem mais, que tava rindo baixinho, se divertindo. Meu coração tava batendo a mil. Peguei a mão dela e coloquei no meu peito:Olha como meu coração tá batendo! Você me deu um susto danado, sua doida, eu tava falando, agora rindo.
- E quem você quer que seja, seu salame? Ela me dizia rindo.
- Que sei eu?! Não sei! Levei um susto! A gente tava rindo os dois.Naquele momento, parei pra olhar pra minha irmã e achei ela realmente gostosa. Não que eu já não soubesse, na verdade, sempre soube, tanto por vê-la todo dia durante minha adolescência quanto pelos comentários dos meus colegas. O que não sei é o que aconteceu naquele instante, que foram três segundos em que segurei o olhar nela e fiquei como paralisado. Ela percebeu:Qual é o seu problema, gatinho?
Eu... é... nada, não soube o que responder.
- Por que você fez essa cara? Ela me perguntou.
- Qual cara? Não sei, deve ser o susto depois do que rolou, falei fingindo indiferença
- Ah! Bom, melhor assim, ela fechava
- Me assustou pra valer, queria gozarMas nesse momento cometi outro erro grave e imprudente, de forma automática e totalmente inconsciente, meus olhos se dirigiram pras tetas da minha irmã, que tava com uma camiseta sem sutiã e com uma manchinha na parte de uma das tetas. Ela percebeu, se olhou e disse: é um desastre, o dia inteiro manchando as camisetas, mas fazer o quê, né. Graças a Deus ela pensou que o que me distraiu foi a mancha e não a atração daqueles peitos majestosos com os mamilos bem marcados.
O fato da minha irmã acordar com uma camiseta sem sutiã não deveria causar nenhuma alteração na minha conduta, mas tenho que admitir que a situação me deixou totalmente inquieto e o café da manhã não fluiu naturalmente. Me sentia desconfortável, poderia dizer excitado e não estaria mentindo, mas prevalecia um desconforto que superava a excitação. Talvez pelo fato de estarmos no apartamento dela e não na casa onde fomos criados. Realmente não consigo definir bem meu estado naquela manhã.
Num momento, meu olhar desvia de novo pras tetas dela, na parte meio molhada, ela notou e novamente me disse: sim, sou um horror, fico vazando leite o dia inteiro. Não sei por quê, mas esse comentário me excitou. Naquele instante, como se me tirasse do devaneio pelas tetas da minha irmã, a neném começou a chorar e minha irmã saiu disparada pro quarto. Voltou na hora com a neném já calma e sentou na minha frente.
Naquele momento, com uma cara de pau total, minha irmã, pegando por baixo, levantou a camiseta e deixou na minha vista um peito nu, branco, grande e turgente, coroado com um mamilo rosado e franzido. Sem prestar atenção em mim e muito focada na Jasmim, minha sobrinha, encaixou o mamilo na boca dela. Eu contemplava absorto toda a cena. Minha irmã virou o olhar pra mim e continuou falando como se nada. Ainda bem que estávamos com uma mesa que nos tapava da cintura pra baixo, porque naquele momento minha ereção era descomunal. Não consegui internalizar pra me controlar. Era minha irmã, uma lactante, um ato natural, mas não dava pra evitar o tesão que senti ao vê-la. Naquele instante eu soube, e confirmaria com o tempo, que esses dias de isolamento iam ser muito difíceis pra mim.
Por sorte a conversa foi pra outros lados e minha excitação foi baixando. Minha irmã se cobriu de novo.
Já durante a tarde, minha irmã ficou com um sutiã o tempo todo por baixo da camiseta. Fiquei me perguntando se ela tinha percebido meus olhares e me senti culpado.
À tarde, fizemos uma videochamada com meus pais. Dava pra ver minha mãe eufórica de ver os dois filhos juntos, convivendo e compartilhando tantos momentos. Meus pais sempre se orgulharam muito da relação que tínhamos com minha irmã e também da que temos com eles.
Mais tarde, a Sonia ligou pro marido, que disse que ainda estava na Alemanha, num hotel, e que tinha conseguido um apartamento pelo Airbnb pra ficar vários dias se a coisa se estendesse, como acabou acontecendo.
Sonia voltou meio triste depois da conversa com o marido. Me disse que achava que isso ia demorar mais do que alguns dias. Diego, ela falou, não quero te incomodar tendo que ficar aqui comigo o tempo todo. Longe disso, eu disse, tentando acalmá-la, tô adorando ficar com você e com a Jazmín. Ela pareceu se tranquilizar, mas eu notei um traço de tristeza no rosto dela. Pra tentar animá-la, sugeri pedir pizza naquela noite, com umas cervejas, não muitas.
De noite, depois que ela voltou de colocar a Jazmín pra dormir, minha irmã apareceu de novo, mas dessa vez não colocou o sutiã por baixo da camiseta, e eu percebi. Acho que ela notou meu olhar pros peitos dela. Era algo que eu não conseguia controlar. Os mamilos dela estavam durinhos e quando ela passou na minha frente com aquele short e sentou do meu lado no sofá da sala, eu não consegui falar nada. Peguei o controle remoto automaticamente e coloquei um filme da Netflix, que se não me engano, era Marriage Story, com Scarlett Johansson e Adam Driver. Era um drama pesado que eu gostei pra caralho e ela nem tanto. Num certo momento, ela me pediu pra pausar o filme que ia buscar sorvete no freezer. Trouxe um pote de 1 kg já começado e duas colheres, e aí tivemos que sentar mais perto. Tão colados que, em dado momento, a lateral do peito direito da minha irmã encostava no meu braço esquerdo. Eu sentia aquela sensação e a pica começou a endurecer. Num movimento, me ajeitei pra não deixar tão visível minha ereção. A gente continuava comendo, vendo o filme e fazendo comentários. A Sônia levou uma colherada de sorvete na boca, mas, tão concentrada no filme, deixou cair na camiseta dela, sujando e causando um frio que fez os bicos dos peitos ficarem totalmente duros. Eu virei pra olhar pra ela, e ela, sem nenhum pudor, passou a colherzinha no peito, levantando o sorvete, e levou à boca, me olhando e rindo, toda divertida. Minha cara devia ser um poema. Minha ereção nessa altura já era de campeonato. Acho que ela percebeu, porque num instante vi o olhar dela descer pro meu volume. No fim, não rolou muito mais naquela noite, e a gente se despediu até o dia seguinte.
Segunda-feira, 23 de março de 2020
Era segunda e eu não tinha muito o que fazer. Trabalho numa multinacional e só tinha uma reunião por zoom agendada pra aquele dia, e era só às 15h. Fiquei deitado na cama, trabalhando com o notebook em cima das pernas enquanto ia acordando devagar. Num dos intervalos que tava fazendo, comecei a ler um conto erótico e fui ficando com tesão, e a pica começou a endurecer. De vez em quando, passava a mão e ajeitava. Fui lendo e não aguentei mais. Fui de cueca pro banheiro, abri a porta devagar e fechei, pronto pra bater uma punheta, quando de repente ouço:- Não se assusta, sou eu… minha irmã tava sentada no vaso.
- Pelo amor de Deus, Sonia! Quer me matar? Falei olhando pra ela.
- Desculpa, desculpa, ela implorava enquanto ria às gargalhadas.-Por que você não acende a luz? Eu perguntava pra ela.
- Nunca acendo a luz pra ir no banheiro quando levanto, ela se justificou.
Sim, sim, cê tem razão, até porque cê tá na sua casa, eu me desculpava.
- Não tem problema, você vinha ao banheiro? — ela diz, olhando pro meu volume avantajado que, nessa altura, já começava a murchar.
Sim, sim, falei eu confuso enquanto aproveitava pra ver se conseguia dar uma olhada bem disfarçada nas pernas da minha irmã.
Sai pra me limpar e já volto", disse ela.-Sim, sim, já entendi. Pá. Quando eu abri pra sair, meu pau bateu na porta.
- Jaja, cuidado. Vai acabar quebrando a porta com isso. Sonia riu, divertida.-Haha, sim sim, saí vermelha de vergonha com a cabeça a mil.Minha irmã tinha olhado pro meu pacote? Aquela história de arrombar a porta, devo levar como um elogio? Ela não pareceu incomodada de me ver com uma ereção. Claro que eu não sabia que ela estava lá dentro. Será que ela gostou de me ver assim? Será que ficou com tesão? Mil perguntas surgiam na minha cabeça, e nenhuma delas me acalmava ou fazia minha ereção baixar. Não quis arriscar que minha irmã interpretasse mal, então fui pro quarto vestir uma bermuda e voltei ao banheiro bem na hora em que a Sonia saía e, me olhando, disse:- Foi vestir uma calça?
- Sim, não queria estar assim na sua frente. Fiquei toda vermelha.
- Não tem problema, tarado. O "tarado" é bem carinhoso da parte dela, a gente sempre se trata assim.
- Bem, sei lá… falei enquanto as cores voltavam devagar pra mim.
- Pra mim, de boa, falou ela
- Ok Ok, eu falei.
Enquanto você não andar com a barraca armada como se fosse novo, pra mim pode andar de cueca que não tem problema, te conheço desde que nasci.
- Bem, tá bom. Eu não podia acreditar no que minha irmã tava me propondo.
- Tá um calorão, você vai me ver de calcinha mais de uma vez, então vai se acostumando, dizia a Sônia.
Sim, sim, por mim também não tem problema, falei.
— Sim, já vi que você não tem problema em me olhar… — disse ela, divertida.
- Bem, não, é que eu… fiquei todo vermelho de novo
- Jaja, você ficou vermelho, vai no banheiro que deve estar morrendo de vontade de fazer xixi.
- Jaja, sim sim. Zafé, pensei eu. Pelo menos ela não percebeu que entrei no banheiro pra bater uma bronha.
- Vai tomar café da manhã? Ela me perguntou do outro lado da porta.
- Sim, sim. Mas só um cereal e iogurte, falei.
- Ah tá, eu também, mas cereal com porra
Como pode me excitar tanto que minha irmã fale a palavra "gozo"? Será que sou doente? Minha cabeça começou a virar um inferno. Pra piorar, a Sonia tava com outra camiseta, dessa vez regata e sem sutiã. Pela lateral da alça, um peito dela aparecia, e eu adorava ver. Os bicos dos peitos estavam inchados por baixo da roupa fina que ela usava. A gente tomou café da manhã e o tempo todo eu tentei não olhar pras tetas dela, mas era praticamente impossível. A Jazmín acordou e ela trouxe a menina pra amamentar. Dessa vez, ela fez um movimento que me surpreendeu, não só pelo jeito que puxou a alça da regata deixando o peito de fora, mas porque deixou ele um segundo à mostra enquanto segurava e olhou pra mim. Nossos olhares se cruzaram, ela sorriu e eu fiz o mesmo, mas fiquei vermelho de novo. Depois, ela disse que ia dar a outra teta, e eu virei a cabeça pra olhar pro outro lado. Ela percebeu e falou:Não precisa desviar o olhar.
É que… as palavras não saíam. O que tava acontecendo comigo?
— Pode olhar à vontade, de você não me incomoda, minha irmã me dizia.
- Ah, bom, não, eu, é que… não queria te incomodar, gata. Falei me fazendo de descolado.
- Não tem problema. Não vão ser os primeiros peitos que você vai ver, minha irmã me dizia cúmplice.
- Não, claro. Nem as últimas também. Falei divertido.
- Isso não se sabe, talvez a gente morra todo mundo e essas sejam as últimas bucetas que você viu na vida.
- Nããão, eu falei, espero que não
— Tão ruim assim que você não quer que sejam as últimas? Ela retrucou.
- Não falei por isso. Pelo contrário, acho que se forem as últimas que vou ver, seria uma despedida da porra, falei convicto e olhando nos olhos dela.
- Ah, bom, isso é outra coisa, é isso que eu queria ouvir, ela disse, divertida.
- E melhor não continuar… falei eu, todo corajoso a essa altura.
- Por quê? Agora que você tá falando umas coisas gostosas pra mim, continua, me provocou minha irmã.
— Porque não são coisas que um irmão pode dizer pra irmã dele, falei tentando encerrar a conversa, mas se tinha uma coisa que marcava a Sonia era não deixar ninguém dar o ponto final.
- Pode falar, pode dizer. Não vou me horrorizar, gatinho. Minha irmã tava entrando num terreno muito, mas muito escorregadio.
- É que não devo falar essas coisas, então, tava me deixando desconfortável ao mesmo tempo que essa conversa me dava um tesão danado
Enquanto a gente conversava, a Jasmim dormiu e minha irmã levantou pra deitar ela.
- Já volto e a gente continua essa conversinha, que eu tava gostando, disse minha irmã, toda divertida.
O que tava rolando com a minha irmã? Ela continuava me surpreendendo. Voltava rebolando e balançando os peitos sem sutiã, me dando um sorriso:
Vamos ver... o que é isso que você pensa e não deve me contar?
- Nada, Sônia, isso aí. Que elas são muito gostosas, soltei olhando pros peitos dela sem vergonha.
- Mas tanto auê pra me dizer que elas são muito gostosas? A Sonia me provocava.
- O que mais você quer que eu te diga? Que estão no ponto certo, tá bom pra você? Me atrevi a ir um pouco mais além.
- Bem, isso está melhor. Só me diz mais uma coisa, pra aumentar meu ego e não te encho mais o saco: o que você mais gosta nos meus peitos?
- Que são perfeitas, Sonia! Que são perfeitas!Naquele momento, eu me soltei. Perdi o filtro. Olhei pros peitos dela e ela deixou de ser a Sônia pra quem eu tava falando. Cravei os olhos naquelas duas tetonas que se adivinhavam por baixo da regata e me joguei de vez:
— São perfeitos, Sônia, isso sim. Têm o tamanho, a cor e a dureza perfeitas. Além disso, não balançam caídos e moles, nem ficam duros que nem bola. Ah! E o mamilo é lindo, do tamanho perfeito e bem durinho. Isso eu soltei quase sem fôlego, preso na excitação e no nervosismo que tomavam conta de mim.Bom, bom. A Sônia tava toda corada.
- Desculpa! Olhei nos seus olhos agora. Minha visão embaçou e quase deixei escapar umas lágrimas.
- Não esperava tanto, mas a culpa é minha porque te provoquei pra você falar umas coisas, minha irmã também se desculpava
- É que eu perdi o controle, foi mal, tentei me desculpar de novo
- Não tem problema, maninho. Fico até lisonjeada que você pense isso das minhas tetas, ela riu divertida enquanto se levantava e sumia no quarto, fechando a porta.
Não passaram nem duas horas e ela saiu de novo. Durante todo esse tempo, pensei em mil coisas: ir pra minha casa, esperar e conversar com ela, levar na brincadeira, como ela ia lidar com tudo isso. O tempo foi passando nesses pensamentos, até que ouvi a porta do quarto dela se abrir e a Sonia sair com a Jazmín no colo. Eu sabia que a atitude que a gente tivesse nas próximas horas ia ser decisiva, então deixei que ela começasse:Me passa os lenços umedecidos, por favor.
- Claro, toma aí. Respondi curto.
- Valeu por vir ficar comigo e me dar uma força, já me largou logo de cara.
- Não tem nada que me agradecer, falei pra ela.
É que eu tava muito sozinha e entediada, e vai me fazer bem ter companhia.
- Bem, melhor e sobre o que aconteceu agora há pouco… eu tava começando a tentar esclarecer e ele me interrompeu.
- Não importa, neném, não faz drama. Gostei do que você me disse, embora deva admitir que foi pesado, ela soltou rindo.
- Bom, fico mais tranquilo que você levou numa boaDurante a tarde, a gente riu pra caralho e falou sobre um monte de coisas. Peguei a Jazmín no colo várias vezes, e ela conseguiu descansar um pouco e fazer umas coisas em casa. Tudo isso de short e regata sem sutiã, o que me deixava maluco, tenho que admitir. Num certo momento, a Sonia tava passando pano no chão e eu fiquei de novo hipnotizado com aquelas tetas que quase escapavam do decote.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Como você tá olhando, hein! Ela disse, divertida.
- Pois é, me desculpa, não consigo evitar, falei pra ela- Não me peça desculpa, não tem problema, também gosto das minhas tetas, é como você disse, elas têm o tamanho perfeito e enquanto fala, ela toca uma teta, levantando e pesando ela-Viu só que não me engano na minha avaliação? A essa altura eu já tava sorrindo bem mais relaxado.À noite, a janta voltou. Dessa vez, a gente tomou um pouco mais de vinho tinto com a comida. Isso nos deixou bem mais soltos, se é que a gente precisava. Depois que a Jazmín foi dormir, começamos uma conversa que foi indo pro lado do sexo. As perguntas de praxe eram há quanto tempo a gente não transava, e eu comecei:- Imagino que deve estar alterada pela falta do seu marido, né?
- Um pouco, sim. Embora a distância não permita fazer nada real, dá pra substituir pelo virtual, ela me diz se fazendo de envergonhada. Eu percebia que era só pose e que ela tava se divertindo com essa conversa.
- Ah, olha só minha irmãzinha, fazendo sexting com o marido dela, falei divertido.
- Como se você nunca tivesse feito isso… ela me diz.
Claro, claro e não faz tanto tempo assim, hehe, respondi pra ela.
- Quando? Ela me pergunta
Na sexta-feira que começou a quarentena, com uma amiga de sexo, eu soltei pra ela
- Ah! Igualzinha a mim. Sexta-feira também, minha irmã me falou.
- Olha que coincidência! E aí, como foi? Perguntei pra ela.
- Beleza, muito bom. Ela me disse e fez uma cara de prazer da porra.
- Vejo pela cara que você fez que curtiu pra caralho. Eu soltei
- Foi muito na cara? Kkkk, sim, ela me disse
- Se vê que pelo menos o sexting cumpriu o objetivo
Continua aquihttp://www.poringa.net/posts/relatos/4818939/Cuarentena-con-mi-hermana-2-incesto.htmlpodem me escrever pra reybaco2005@hotmail.com
ou no telegram @reybaco2005
15 comentários - Quarentena com minha irmã (1) incesto
pronto la subo
MUCHOS EXITOS!!
te mando un abrazo!
hay que imaginar
Abrazo