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O AMIGO DO MEU FILHOMamen, 14 de dezembro de 2002
INTRODUÇÃO
Queridos leitores, primeiro quero agradecer a enxurrada de e-mails que vocês me mandaram por causa da publicação dos meus contos eróticos neste site, e pedir desculpas por ser materialmente impossível responder a todos.
Nos meus três contos anteriores não tive chance de me descrever fisicamente, e acho bom fazer isso agora, como introdução a este, pra vocês poderem montar uma imagem de mim.
Como quase todos já sabem, me chamo Carmen, Mamen para os amigos. Tenho quarenta e um anos e moro numa cidade de classe operária no nordeste de Madri. Conheci meu marido atual quando tinha apenas vinte anos. Depois de seis anos de namoro, engravidei do nosso único filho, Oscar, que hoje tem dezesseis anos, e no ano seguinte me casei, ou seja, se as contas não me falham, conheço meu marido há vinte e dois anos: sete de namoro e quinze de casamento.
Apesar da minha idade madura, me mantenho muito bem, gosto de me cuidar e todo mundo que me conhece diz que aparento cinco ou seis anos a menos do que tenho. Sou de pele bem morena. Tenho cabelo castanho escuro, mas agora estou pintada de loiro, meio cacheado e nem muito comprido nem muito curto. Os olhos azuis herdei da minha mãe. Tenho boca de tamanho médio com o lábio superior um pouco mais carnudo que o inferior. Não me considero bonita nem feia, só atraente. Tenho 1,63 m, peso 56 kg e minhas medidas são aproximadamente 95-60-115 cm, ou seja, tenho muito peito, mas ainda conservo ele bem durinho e empinado pra minha idade; tenho barriga lisa, sem pochete; sou larga de quadril; a bunda é empinadinha, embora não tão firme como anos atrás; por último, vou dizer que tenho pernas longas com tornozelos finos e umas coxas bem torneadas e carnudas, mas com um pouco de celulite atrás. Resumindo, pra minha idade sou bem gostosa, ou pelo menos é o que me dizem. os caras na rua.
E feita essa pequena introdução, passo a relatar minha nova história que, diga-se de passagem, neste caso não é real, mas sim produto da minha mente tarada e excitada.
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Sexta-feira, 13 de dezembro de 2002; 09:30 da manhã. Meu marido já tinha ido trabalhar, como de costume. Meu filho Oscar também tinha saído para o colégio, embora às sextas-feiras ele termine as aulas às 14:30. Eu estava sentada à mesa da cozinha mexendo o café fumegante com o leite do café da manhã, de roupão e com o cabelo todo bagunçado da cama. Depois fiz a lista de compras enquanto fumava o primeiro cigarro do dia. Tomei banho, me arrumei, me vesti informalmente e fui ao mercado.
Quando voltei para casa com as compras, devia ser umas 13:30 da tarde. Subi no elevador até o oitavo andar, onde fica meu apartamento. Ao sair do elevador, no patamar da escada, me deparei com um garoto da idade do meu filho, que parecia estar esperando alguém. Quando me viu colocar a chave na fechadura da porta do meu apartamento, ele se dirigiu a mim perguntando se ali morava o Oscar. Eu respondi que era meu filho. Então ele se apresentou educadamente, me disse que se chamava Eduardo, e me contou que era amigo do Oscar e que tinham combinado de almoçar juntos naquele dia. Aí expliquei que o amigo dele estava na faculdade e que não voltaria até umas 14:45. O garoto, meio contrariado, me disse que achava que Oscar não tinha aula às sextas. Como faltava só uma hora e quinze para meu filho voltar, convidei ele a esperar em casa tomando uma coca-cola. Depois de uma leve hesitação, Eduardo aceitou meu convite.
Abri a porta de casa, levei ele até a sala e servi uma coca-cola e umas batatas fritas. Depois me desculpei para ir trocar de roupa, algo mais confortável, enquanto ele tomava aquele aperitivo. Sem me dar conta de que Eduardo, apesar de Na sua adolescência, já era um homem. Me vesti como costumo ficar em casa, ou seja, tirei a roupa e vesti um roupão justo por cima das roupas íntimas. Depois, prendi o cabelo num rabo de cavalo e lavei o rosto para tirar a maquiagem.
Entrei de novo na sala e me desculpei outra vez, porque tinha que arrumar umas coisas em casa. Eduardo, com um sorriso encantador, disse pra eu não me preocupar com ele, que ia esperar o Oscar ali sem me incomodar. Agradeci pelas palavras e fui pra cozinha lavar a louça do café da manhã. Enquanto lavava, fiquei repassando na mente a aparência daquele garoto. Ele era moreno, com o cabelo bem curtinho dos lados e uma espécie de crista engomada no topo, igual os moleques jovens do bairro usavam. Tinha olhos castanhos, quase pretos, bem bonitos, por sinal. Na orelha direita, usava um brinco de argola prateada pequena. Era bem alto e muito magro. Vestia uma calça jeans justa bem surrada, uma camiseta preta, meias brancas e tênis preto. Como tinha arregaçado a manga da camiseta, pude ver que ele tinha uma tatuagem de sereia no antebraço esquerdo. No fim das contas, Eduardo não era muito diferente de qualquer outro moleque do bairro da idade dele, incluindo meu filho Oscar.
Depois de lavar a louça, fui arrumar o banheiro. Tava agachada na banheira quando, de repente, vi o reflexo do Eduardo no espelho. Meu coração deu um pulo com a visão inesperada do guri. Ele se desculpou educadamente, dizendo que tava com muita vontade de mijar. Eu balancei a cabeça e fui pegar o vidro de água sanitária pra sair e deixar o banheiro livre, mas o Eduardo, sem esperar eu fazer isso, abaixou o zíper da braguilha, tirou o pau pra fora e começou a mijar como se nada fosse. Perturbada com a situação, não me atrevi a sair do lugar, porque pra sair do banheiro eu tinha que passar por trás do Eduardo a poucos centímetros. Então, sem querer, meus olhos foram pro pau do garoto. Ele tinha um bem comprido e grosso, mesmo mole. Também reparei que a cabeça dele tava totalmente desencapada. Quando tirei os olhos da rola dele, percebi que o Eduardo tinha notado que eu tava olhando, e me deu um sorriso safado, e eu fiquei vermelha que nem um tomate.
Quando o moleque terminou de mijar, sacudiu a piroca várias vezes e, em vez de guardar na braguilha, deixou ela pendurada pra fora. Aí, olhando bem nos meus olhos, me perguntou se eu queria provar o pau dele. Aquelas palavras fizeram um formigamento, mistura de medo, vergonha e tesão, percorrer meu corpo inteiro. Fiquei uns segundos sem reagir, olhando pra cara dele mas sem enxergar. Depois, um impulso desconhecido e brutal fez eu me ajoelhar na frente do Eduardo e meter aquele pedaço mole de carne na minha boca, sem falar nada.
Em tempo recorde, o pau do garoto ficou duro que nem pedra. Se já tinha achado grande antes, agora era descomunal. Devia ter mais de vinte centímetros, e a cabecinha dele tava lisa e inchada que nem um balão. Não sei como nem porquê, mas o fato é que eu tava chupando ele sem parar.
Daí a pouco, Eduardo me pegou pelos ombros pra eu me levantar do chão. Quando fiz isso, a rola do moleque saiu da minha boca junto com um jorro da minha própria saliva. Quando finalmente fiquei de pé, ele segurou minha cara com as duas mãos e começou a me beijar na boca com uma habilidade que não era da idade dele. A língua dele explorava minha gengiva que nem uma cobra nervosa, e os lábios doces e jovens dele acariciavam suavemente os meus. Depois, sem parar de me beijar, abriu meu roupão, desabotoou meu sutiã e começou a acariciar meus peitos. Irresistivelmente, meus bicos ficaram duros que nem pitões. Aí ele começou a lamber meus peitos e a mordiscar meus mamilos. Eu estava derretendo de prazer. Uma das mãos dele largou meus peitos e foi descendo pela minha barriguinha. Habilmente, ele a enfiou por baixo da minha calcinha e começou a acariciar minha buceta já molhada. Tomada pela excitação, agarrei a pica dele e comecei a masturbá-lo devagar.
Eduardo sentou na tampa do vaso, tirou minha calcinha e o roupão, me pegou pelas mãos e me conduziu até eu ficar montada nele. Com uma das mãos, ele apontou o pau dele entre meus lábios vaginais até enfiar a cabeça. Depois, foi me sentando devagar até que os ovos dele encostaram na minha bunda. Parecia mentira que minha buceta conseguisse engolir aquele membro descomunal, mas a verdade é que, sem a menor dor, ele tinha enfiado tudo. Ele começou a apertar meus peitos e a torcer meus mamilos com delicadeza, enquanto me beijava na boca com a habilidade dele. Eu, por minha vez, apoiei os pés no chão, me segurei firme nos braços dele e comecei a cavalgá-lo. Em cada movimento de subida, a cabeça do pau dele saía quase toda da minha buceta, enquanto na descida ele se cravava fundo. Aquela bombada extraordinária, temperada com os beijos de língua dele e a massagem nos meus peitos, provocou o inevitável: um orgasmo como eu não gozava há muito tempo.
Meu corpo se contorcia de prazer com aquele pilar de concreto perfurando minha buceta. A língua dele agora percorria meus mamilos e os dedos massageavam meu clitóris ao mesmo tempo. Eu sentia minha buceta se abrindo cada vez mais. Nem preciso dizer que o segundo orgasmo não demorou. Foi mais intenso que o primeiro, embora um pouco mais curto. Nossos corpos estavam cobertos de suor e nossas línguas se entrelaçavam freneticamente, trocando saliva.
Quando Eduardo se certificou de que meu segundo orgasmo tinha acabado, me tirou de cima dele, levantou do vaso, tirou toda a roupa, exceto as meias brancas, e, me pegando pela mão, pediu que eu o levasse até o quarto. Eu obedeci, bêbada de excitação, e o levei até a cama. Ele me colocou de quatro na cama. Ele se ajoelhou atrás de mim. Abriu minhas nádegas com as mãos e enfiou a pica na minha buceta sem nem apontar antes. É que ele estava tão duro que ela se abria caminho sozinha entre minhas pernas. Depois me agarrou pelos peitos e começou a me foder num ritmo frenético. Em menos de dois minutos, eu tive três orgasmos seguidos que me fizeram gritar de prazer. Eu estava com a xota tão molhada e dilatada que a pica dele entrava e saía numa velocidade doida.
Minutos depois, Eduardo tirou ela de novo, certificando-se antes de que eu tinha terminado de gozar. Ele me deitou na cama, de barriga pra cima, e se deitando entre minhas pernas começou a chupar minha buceta.
A língua dele percorria minha buceta inteira. Em cada passada, começava pelo clitóris e terminava quase no meu cu. Depois, movia a ponta da língua fazendo círculos no meu clitóris. Aquilo me fez ver estrelas. Meu corpo quicava na cama em espasmos de prazer enquanto da minha garganta saíam soluços cada vez mais fortes, a ponto de eu temer que os vizinhos me ouvissem. A língua dele continuava seu percurso incansável, fazendo minha buceta secretar uma quantidade enorme de fluido. Mas isso não parecia importar pra ele, porque ele até chupava minha buceta de vez em quando com os lábios pra engolir tudo. Ele dizia que não tinha sabor mais gostoso que o fluido de uma mulher no cio.
O relógio na mesinha marcava 14:30. Oscar estava quase chegando e eu não podia deixar que ele fosse espectador daquela orgia singular, então avisei Eduardo pra ir terminando. O garoto parou de lamber minha buceta, se deitou em cima do meu corpo e enfiou a pica de novo. Depois começou a me foder de novo enquanto chupava meus peitos outra vez. O moleque fodia como os anjos. Em cada estocada, parecia que a pica dele ia sair pela minha boca. Então ele começou a gozar um novo orgasmo. Eduardo percebeu e acelerou ao máximo, enquanto a língua dele penetrava na minha boca até quase roçar a campainha. Aquele orgasmo foi tão brutal, intenso e prolongado que quase desmaiei de prazer. Quando meu último orgasmo terminou, o garoto tirou a pica da minha buceta e, andando de cócoras até minha cara, enfiou na minha boca e gozou como um touro de briga.
Jatos intermináveis de porra grossa inundavam minha garganta enquanto Eduardo se contorcia de prazer. A glande dele continuava vomitando sêmen sem parar, então não tive escolha a não ser engolir tudo. Depois, os jatos começaram a perder força e volume, mas mesmo assim eu continuei engolindo e engolindo. Quando finalmente esvaziou os ovos no meu estômago, limpei com minha língua os restos de leite que pendiam da cabecinha dele.
Antes de se levantar de cima de mim, ele disse que nenhuma mulher nunca tinha engolido o sêmen dele e que eu o tinha deixado louco de prazer. Eu disse a ele que, confissão por confissão, nenhum homem nunca tinha me fodido como ele. Nos beijamos por mais alguns segundos, depois nos vestimos e sentamos na sala, fumando um cigarro, enquanto esperávamos o Oscar chegar.
O AMIGO DO MEU FILHOMamen, 14 de dezembro de 2002
INTRODUÇÃO
Queridos leitores, primeiro quero agradecer a enxurrada de e-mails que vocês me mandaram por causa da publicação dos meus contos eróticos neste site, e pedir desculpas por ser materialmente impossível responder a todos.
Nos meus três contos anteriores não tive chance de me descrever fisicamente, e acho bom fazer isso agora, como introdução a este, pra vocês poderem montar uma imagem de mim.
Como quase todos já sabem, me chamo Carmen, Mamen para os amigos. Tenho quarenta e um anos e moro numa cidade de classe operária no nordeste de Madri. Conheci meu marido atual quando tinha apenas vinte anos. Depois de seis anos de namoro, engravidei do nosso único filho, Oscar, que hoje tem dezesseis anos, e no ano seguinte me casei, ou seja, se as contas não me falham, conheço meu marido há vinte e dois anos: sete de namoro e quinze de casamento.
Apesar da minha idade madura, me mantenho muito bem, gosto de me cuidar e todo mundo que me conhece diz que aparento cinco ou seis anos a menos do que tenho. Sou de pele bem morena. Tenho cabelo castanho escuro, mas agora estou pintada de loiro, meio cacheado e nem muito comprido nem muito curto. Os olhos azuis herdei da minha mãe. Tenho boca de tamanho médio com o lábio superior um pouco mais carnudo que o inferior. Não me considero bonita nem feia, só atraente. Tenho 1,63 m, peso 56 kg e minhas medidas são aproximadamente 95-60-115 cm, ou seja, tenho muito peito, mas ainda conservo ele bem durinho e empinado pra minha idade; tenho barriga lisa, sem pochete; sou larga de quadril; a bunda é empinadinha, embora não tão firme como anos atrás; por último, vou dizer que tenho pernas longas com tornozelos finos e umas coxas bem torneadas e carnudas, mas com um pouco de celulite atrás. Resumindo, pra minha idade sou bem gostosa, ou pelo menos é o que me dizem. os caras na rua.
E feita essa pequena introdução, passo a relatar minha nova história que, diga-se de passagem, neste caso não é real, mas sim produto da minha mente tarada e excitada.
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Sexta-feira, 13 de dezembro de 2002; 09:30 da manhã. Meu marido já tinha ido trabalhar, como de costume. Meu filho Oscar também tinha saído para o colégio, embora às sextas-feiras ele termine as aulas às 14:30. Eu estava sentada à mesa da cozinha mexendo o café fumegante com o leite do café da manhã, de roupão e com o cabelo todo bagunçado da cama. Depois fiz a lista de compras enquanto fumava o primeiro cigarro do dia. Tomei banho, me arrumei, me vesti informalmente e fui ao mercado.
Quando voltei para casa com as compras, devia ser umas 13:30 da tarde. Subi no elevador até o oitavo andar, onde fica meu apartamento. Ao sair do elevador, no patamar da escada, me deparei com um garoto da idade do meu filho, que parecia estar esperando alguém. Quando me viu colocar a chave na fechadura da porta do meu apartamento, ele se dirigiu a mim perguntando se ali morava o Oscar. Eu respondi que era meu filho. Então ele se apresentou educadamente, me disse que se chamava Eduardo, e me contou que era amigo do Oscar e que tinham combinado de almoçar juntos naquele dia. Aí expliquei que o amigo dele estava na faculdade e que não voltaria até umas 14:45. O garoto, meio contrariado, me disse que achava que Oscar não tinha aula às sextas. Como faltava só uma hora e quinze para meu filho voltar, convidei ele a esperar em casa tomando uma coca-cola. Depois de uma leve hesitação, Eduardo aceitou meu convite.
Abri a porta de casa, levei ele até a sala e servi uma coca-cola e umas batatas fritas. Depois me desculpei para ir trocar de roupa, algo mais confortável, enquanto ele tomava aquele aperitivo. Sem me dar conta de que Eduardo, apesar de Na sua adolescência, já era um homem. Me vesti como costumo ficar em casa, ou seja, tirei a roupa e vesti um roupão justo por cima das roupas íntimas. Depois, prendi o cabelo num rabo de cavalo e lavei o rosto para tirar a maquiagem.
Entrei de novo na sala e me desculpei outra vez, porque tinha que arrumar umas coisas em casa. Eduardo, com um sorriso encantador, disse pra eu não me preocupar com ele, que ia esperar o Oscar ali sem me incomodar. Agradeci pelas palavras e fui pra cozinha lavar a louça do café da manhã. Enquanto lavava, fiquei repassando na mente a aparência daquele garoto. Ele era moreno, com o cabelo bem curtinho dos lados e uma espécie de crista engomada no topo, igual os moleques jovens do bairro usavam. Tinha olhos castanhos, quase pretos, bem bonitos, por sinal. Na orelha direita, usava um brinco de argola prateada pequena. Era bem alto e muito magro. Vestia uma calça jeans justa bem surrada, uma camiseta preta, meias brancas e tênis preto. Como tinha arregaçado a manga da camiseta, pude ver que ele tinha uma tatuagem de sereia no antebraço esquerdo. No fim das contas, Eduardo não era muito diferente de qualquer outro moleque do bairro da idade dele, incluindo meu filho Oscar.
Depois de lavar a louça, fui arrumar o banheiro. Tava agachada na banheira quando, de repente, vi o reflexo do Eduardo no espelho. Meu coração deu um pulo com a visão inesperada do guri. Ele se desculpou educadamente, dizendo que tava com muita vontade de mijar. Eu balancei a cabeça e fui pegar o vidro de água sanitária pra sair e deixar o banheiro livre, mas o Eduardo, sem esperar eu fazer isso, abaixou o zíper da braguilha, tirou o pau pra fora e começou a mijar como se nada fosse. Perturbada com a situação, não me atrevi a sair do lugar, porque pra sair do banheiro eu tinha que passar por trás do Eduardo a poucos centímetros. Então, sem querer, meus olhos foram pro pau do garoto. Ele tinha um bem comprido e grosso, mesmo mole. Também reparei que a cabeça dele tava totalmente desencapada. Quando tirei os olhos da rola dele, percebi que o Eduardo tinha notado que eu tava olhando, e me deu um sorriso safado, e eu fiquei vermelha que nem um tomate.
Quando o moleque terminou de mijar, sacudiu a piroca várias vezes e, em vez de guardar na braguilha, deixou ela pendurada pra fora. Aí, olhando bem nos meus olhos, me perguntou se eu queria provar o pau dele. Aquelas palavras fizeram um formigamento, mistura de medo, vergonha e tesão, percorrer meu corpo inteiro. Fiquei uns segundos sem reagir, olhando pra cara dele mas sem enxergar. Depois, um impulso desconhecido e brutal fez eu me ajoelhar na frente do Eduardo e meter aquele pedaço mole de carne na minha boca, sem falar nada.
Em tempo recorde, o pau do garoto ficou duro que nem pedra. Se já tinha achado grande antes, agora era descomunal. Devia ter mais de vinte centímetros, e a cabecinha dele tava lisa e inchada que nem um balão. Não sei como nem porquê, mas o fato é que eu tava chupando ele sem parar.
Daí a pouco, Eduardo me pegou pelos ombros pra eu me levantar do chão. Quando fiz isso, a rola do moleque saiu da minha boca junto com um jorro da minha própria saliva. Quando finalmente fiquei de pé, ele segurou minha cara com as duas mãos e começou a me beijar na boca com uma habilidade que não era da idade dele. A língua dele explorava minha gengiva que nem uma cobra nervosa, e os lábios doces e jovens dele acariciavam suavemente os meus. Depois, sem parar de me beijar, abriu meu roupão, desabotoou meu sutiã e começou a acariciar meus peitos. Irresistivelmente, meus bicos ficaram duros que nem pitões. Aí ele começou a lamber meus peitos e a mordiscar meus mamilos. Eu estava derretendo de prazer. Uma das mãos dele largou meus peitos e foi descendo pela minha barriguinha. Habilmente, ele a enfiou por baixo da minha calcinha e começou a acariciar minha buceta já molhada. Tomada pela excitação, agarrei a pica dele e comecei a masturbá-lo devagar.
Eduardo sentou na tampa do vaso, tirou minha calcinha e o roupão, me pegou pelas mãos e me conduziu até eu ficar montada nele. Com uma das mãos, ele apontou o pau dele entre meus lábios vaginais até enfiar a cabeça. Depois, foi me sentando devagar até que os ovos dele encostaram na minha bunda. Parecia mentira que minha buceta conseguisse engolir aquele membro descomunal, mas a verdade é que, sem a menor dor, ele tinha enfiado tudo. Ele começou a apertar meus peitos e a torcer meus mamilos com delicadeza, enquanto me beijava na boca com a habilidade dele. Eu, por minha vez, apoiei os pés no chão, me segurei firme nos braços dele e comecei a cavalgá-lo. Em cada movimento de subida, a cabeça do pau dele saía quase toda da minha buceta, enquanto na descida ele se cravava fundo. Aquela bombada extraordinária, temperada com os beijos de língua dele e a massagem nos meus peitos, provocou o inevitável: um orgasmo como eu não gozava há muito tempo.
Meu corpo se contorcia de prazer com aquele pilar de concreto perfurando minha buceta. A língua dele agora percorria meus mamilos e os dedos massageavam meu clitóris ao mesmo tempo. Eu sentia minha buceta se abrindo cada vez mais. Nem preciso dizer que o segundo orgasmo não demorou. Foi mais intenso que o primeiro, embora um pouco mais curto. Nossos corpos estavam cobertos de suor e nossas línguas se entrelaçavam freneticamente, trocando saliva.
Quando Eduardo se certificou de que meu segundo orgasmo tinha acabado, me tirou de cima dele, levantou do vaso, tirou toda a roupa, exceto as meias brancas, e, me pegando pela mão, pediu que eu o levasse até o quarto. Eu obedeci, bêbada de excitação, e o levei até a cama. Ele me colocou de quatro na cama. Ele se ajoelhou atrás de mim. Abriu minhas nádegas com as mãos e enfiou a pica na minha buceta sem nem apontar antes. É que ele estava tão duro que ela se abria caminho sozinha entre minhas pernas. Depois me agarrou pelos peitos e começou a me foder num ritmo frenético. Em menos de dois minutos, eu tive três orgasmos seguidos que me fizeram gritar de prazer. Eu estava com a xota tão molhada e dilatada que a pica dele entrava e saía numa velocidade doida.
Minutos depois, Eduardo tirou ela de novo, certificando-se antes de que eu tinha terminado de gozar. Ele me deitou na cama, de barriga pra cima, e se deitando entre minhas pernas começou a chupar minha buceta.
A língua dele percorria minha buceta inteira. Em cada passada, começava pelo clitóris e terminava quase no meu cu. Depois, movia a ponta da língua fazendo círculos no meu clitóris. Aquilo me fez ver estrelas. Meu corpo quicava na cama em espasmos de prazer enquanto da minha garganta saíam soluços cada vez mais fortes, a ponto de eu temer que os vizinhos me ouvissem. A língua dele continuava seu percurso incansável, fazendo minha buceta secretar uma quantidade enorme de fluido. Mas isso não parecia importar pra ele, porque ele até chupava minha buceta de vez em quando com os lábios pra engolir tudo. Ele dizia que não tinha sabor mais gostoso que o fluido de uma mulher no cio.
O relógio na mesinha marcava 14:30. Oscar estava quase chegando e eu não podia deixar que ele fosse espectador daquela orgia singular, então avisei Eduardo pra ir terminando. O garoto parou de lamber minha buceta, se deitou em cima do meu corpo e enfiou a pica de novo. Depois começou a me foder de novo enquanto chupava meus peitos outra vez. O moleque fodia como os anjos. Em cada estocada, parecia que a pica dele ia sair pela minha boca. Então ele começou a gozar um novo orgasmo. Eduardo percebeu e acelerou ao máximo, enquanto a língua dele penetrava na minha boca até quase roçar a campainha. Aquele orgasmo foi tão brutal, intenso e prolongado que quase desmaiei de prazer. Quando meu último orgasmo terminou, o garoto tirou a pica da minha buceta e, andando de cócoras até minha cara, enfiou na minha boca e gozou como um touro de briga.
Jatos intermináveis de porra grossa inundavam minha garganta enquanto Eduardo se contorcia de prazer. A glande dele continuava vomitando sêmen sem parar, então não tive escolha a não ser engolir tudo. Depois, os jatos começaram a perder força e volume, mas mesmo assim eu continuei engolindo e engolindo. Quando finalmente esvaziou os ovos no meu estômago, limpei com minha língua os restos de leite que pendiam da cabecinha dele.
Antes de se levantar de cima de mim, ele disse que nenhuma mulher nunca tinha engolido o sêmen dele e que eu o tinha deixado louco de prazer. Eu disse a ele que, confissão por confissão, nenhum homem nunca tinha me fodido como ele. Nos beijamos por mais alguns segundos, depois nos vestimos e sentamos na sala, fumando um cigarro, enquanto esperávamos o Oscar chegar.
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