Depois de ver o Pachuca ser campeão contra o Toluca, a galera toda foi comemorar no centro, fazendo a maior bagunça. Encontrei uma ex com quem terminei de boa.
Eu: Oi, como cê tá?
Viki: Feliz, e você?
Eu: Tô super feliz também.
V: Como cê tem passado?
Eu: Muito bem, graças a Deus, e você?
V: Tô bem. Me diz, já tem namorada?
Eu: Não, e você já tem namorado?
V: Tenho, mas vou terminar.
Eu: Por quê?
V: Não me sinto à vontade, e no fundo não gosto dele direito. Pra você ter ideia, a gente nem transou.
Eu: Caralho, que merda.
Nisso, continuamos na bagunça e conversando sobre um monte de coisas até que...
V: Ei, que tal a gente comemorar lá no apê?
Eu: Bora, quem vai?
V: Só eu e você.
Eu: Ah, saquei, haha.
V: Isso mesmo.
Eu: Bora, vamos.
V: Ok.
Então fomos pra casa dela. Mal entramos e ela já tirou a camiseta e o sutiã, e falou: "Você já sabe onde é meu quarto." Eu não acreditava. Às 11 transei com a Mariana, às 5 com a Ana, e ali, meia-noite, tava prestes a transar com a Viki. Entro no quarto e ela já tava pelada, com a buceta meio peluda (nunca gostou de depilar tudo).
Começamos a nos beijar e ela subiu em cima de mim.
V: Tava com vontade de ficar com você.
Eu: Por quê?
V: Sinto falta do seu pau. Ninguém me come como você comia.
Eu: Sério?
V: Olha como eu tô molhada.
Passei a mão na buceta dela e, literalmente, parecia que ela tinha gozado de tão molhada que tava.
Eu: Uau, cê tá mesmo afim de mim.
V: Sim, e sinceramente, desde que te vi no estádio, só queria te trazer aqui e transar com você.
Começamos a nos beijar e ela já foi sentando em mim de uma vez. Sério, ela sempre transava como uma verdadeira puta. Depois de trocar de posição um monte de vezes, ela pegou um lubrificante. Aí, puta merda, anal delicioso. Com ela sentando e as pernas bem abertas, ficava cada vez mais excitada. Eu tentava não gozar porque aquela sentada dela era a coisa mais gostosa do mundo. Antes de eu gozar, ela começou a fazer aquelas caras de puta. antes de gozar), comecei a interagir com a buceta dela e o clitóris, e ela cada vez gritava mais alto, as sentadas eram mais fortes e ela apertava cada vez mais pra não gozar até que não aguentou mais. Espirrou tudo no meu pau no cu dela. A buceta peluda dela na minha cara, ela me encharcando com todos os sucos dela. Nunca tinha acontecido isso antes. E: UAU, isso foi algo novo. V: Com o pai do meu filho foi que eu tive anal, mas foi a primeira vez e eu gostei, e com você é o segundo que eu tenho anal. Eu: Você faz isso muito gostoso. V: Obrigada. E: Espero que dê pra repetir logo. V: Você sabe onde eu moro, pode aparecer quando quiser. A gente se beijou e dormimos pelados, o pai do filho dela nos acordou porque ia buscar ela de manhã, e então eu fui pra minha casa. Vale lembrar que o pai do filho dela foi o namorado dela depois de mim e antes do cara com quem ela tava na época.

Voltamos a transar uns dias depois, mas deu tudo errado, mas isso é história pra outro dia.
Eu: Oi, como cê tá?
Viki: Feliz, e você?
Eu: Tô super feliz também.
V: Como cê tem passado?
Eu: Muito bem, graças a Deus, e você?
V: Tô bem. Me diz, já tem namorada?
Eu: Não, e você já tem namorado?
V: Tenho, mas vou terminar.
Eu: Por quê?
V: Não me sinto à vontade, e no fundo não gosto dele direito. Pra você ter ideia, a gente nem transou.
Eu: Caralho, que merda.
Nisso, continuamos na bagunça e conversando sobre um monte de coisas até que...
V: Ei, que tal a gente comemorar lá no apê?
Eu: Bora, quem vai?
V: Só eu e você.
Eu: Ah, saquei, haha.
V: Isso mesmo.
Eu: Bora, vamos.
V: Ok.
Então fomos pra casa dela. Mal entramos e ela já tirou a camiseta e o sutiã, e falou: "Você já sabe onde é meu quarto." Eu não acreditava. Às 11 transei com a Mariana, às 5 com a Ana, e ali, meia-noite, tava prestes a transar com a Viki. Entro no quarto e ela já tava pelada, com a buceta meio peluda (nunca gostou de depilar tudo).
Começamos a nos beijar e ela subiu em cima de mim.
V: Tava com vontade de ficar com você.
Eu: Por quê?
V: Sinto falta do seu pau. Ninguém me come como você comia.
Eu: Sério?
V: Olha como eu tô molhada.
Passei a mão na buceta dela e, literalmente, parecia que ela tinha gozado de tão molhada que tava.
Eu: Uau, cê tá mesmo afim de mim.
V: Sim, e sinceramente, desde que te vi no estádio, só queria te trazer aqui e transar com você.
Começamos a nos beijar e ela já foi sentando em mim de uma vez. Sério, ela sempre transava como uma verdadeira puta. Depois de trocar de posição um monte de vezes, ela pegou um lubrificante. Aí, puta merda, anal delicioso. Com ela sentando e as pernas bem abertas, ficava cada vez mais excitada. Eu tentava não gozar porque aquela sentada dela era a coisa mais gostosa do mundo. Antes de eu gozar, ela começou a fazer aquelas caras de puta. antes de gozar), comecei a interagir com a buceta dela e o clitóris, e ela cada vez gritava mais alto, as sentadas eram mais fortes e ela apertava cada vez mais pra não gozar até que não aguentou mais. Espirrou tudo no meu pau no cu dela. A buceta peluda dela na minha cara, ela me encharcando com todos os sucos dela. Nunca tinha acontecido isso antes. E: UAU, isso foi algo novo. V: Com o pai do meu filho foi que eu tive anal, mas foi a primeira vez e eu gostei, e com você é o segundo que eu tenho anal. Eu: Você faz isso muito gostoso. V: Obrigada. E: Espero que dê pra repetir logo. V: Você sabe onde eu moro, pode aparecer quando quiser. A gente se beijou e dormimos pelados, o pai do filho dela nos acordou porque ia buscar ela de manhã, e então eu fui pra minha casa. Vale lembrar que o pai do filho dela foi o namorado dela depois de mim e antes do cara com quem ela tava na época.


Voltamos a transar uns dias depois, mas deu tudo errado, mas isso é história pra outro dia.
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