A Insaciável

Bom, essa é a história da Paulita, que não é qualquer pessoa. A paixão dela por sexo é lendária — desde que descobriu que podia meter os dedos na própria buceta, não parou mais. Mas sempre tem um porém: apesar desse lado oculto, ela nunca conseguiu um namorado decente na vida. Foi uma frustração atrás da outra, ou talvez seja a fome sexual dela que acaba afastando todo mundo. Aos 18 anos, conseguiu, com muito esforço, o segundo namorado, mas esse moleque não serviu pra nada. Muito virgem, levou o papel de virgem tão a sério — ou ser assexual afetou o cérebro dele. Depois tem o irmão dela, Rodri, de 19 anos, que parece se divertir muito mais com o namorado Alex. Não só isso: aquele garoto era muito gostoso. Os dois não são daqueles gays musculosos e brancos, são uns twinks muito lindos pra Paula. Ser alguém que vive tão intensamente o sexo como a Paulita já trouxe problemas e má fama na família dela. De vez em quando, a avó a pegava se masturbando em casa ou fazendo loucuras. Por isso, a expulsou. A mãe não a queria em casa, então ela foi morar com o irmão. No começo, achou que seria incrível viver com dois gays, mas percebeu que não era bem assim. Paula levou junto os brinquedos sexuais dela — muitos e de tamanhos grandes. Depois de um tempo, parece que morar com o Rodri a acalmou um pouco, já que ela não se tocou por um bom tempo, até terminou com o idiota do namorado. Tudo parecia estar dando certo na vida dela... ou não? Os 50 dias sem punheta acabaram naquela noite. Ela estava dormindo, Alex e Rodri chegaram muito tarde de uma festa. Ela acordou, dava pra ouvir os dois meio bêbados e com tesão. E aí aconteceu: silêncio, um gemido baixinho acompanhado de uma batida da cama na parede. Sim, os dois estavam transando, sexo gay. Ela pensou: "não é nada demais". O corpo dela esquentou, e a masturbação não demorou. O pijama estava sufocando demais, então ela tirou tudo. Os dedos começaram a estimular a buceta dela, e ela podia ouvir os gemidos do irmão, embora não conseguisse identificar quem era o ativo. sendo penetrado, ele se levantou da cama, saiu do quarto e conseguiu ouvir os gemidos mais alto, mas não enxergava direito. Ficou muito excitado, isso ia acabar mal, ele precisava sair dali ou ia gozar tudo. Chegou no banheiro e descarregou o esperma. Ela voltou a ser a de antes, se masturbava onde dava, desde que não fosse pega. Mesmo assim, nem com dois consolos dava conta, sentia que precisava ir mais longe. Um dia, Alex estava em casa, o namorado dela saiu, então ela decidiu encarar ele. Ele estava tomando banho, ela esperou ele sair e entrou no quarto junto com ele. — Não, mas o que cê tá fazendo, haja... e por que cê tá pelada... — Não aguento mais... quero chupar sua pica, Alex... — Por favor, melhor você ir embora, vai, para de encher o saco, quer... — Será que não te agrado? Olha meus peitinhos... e minha buceta, ahh, olha como eu me toco... só porque você é gay não quer dizer que não te excite... A pica de Alex endureceu sozinha, fazendo a toalha cair. Paula empurrou ele na cama, se jogou na pica dele e, devagar, colocou na boca, tão grande e suculenta. Alex não entendia o que tava rolando, só se deixou levar e meteu forte na boca dela. — É isso que você quer, puta, ahh, ahh — Que pica gostosa que você tem, amor, e essas bolas raspadas lindas, é assim que você mete no meu irmão? Agora mete em mim... Ela montou em cima dele e, quase instintivamente, enfiou. Ele agarrou as nádegas dela e começou a bombar como nunca. Paula deslizou na cama, levantou a bunda redonda bem alto, abrindo as pernas, e usou a palavra: buceta. Alex não perdeu tempo, esfregou bem a pica naquela racha carnuda e suculenta, cuspiu pra lubrificar, deslizou com muito cuidado. Paula queria mais forte, era aguentadora, ele meteu mais e mais rápido, já dava pra sentir a gozada. Ele tirou e encheu a boquinha dela de porra. — Você nunca tinha feito isso com uma garota, né...? — Não... só sentia a pica do seu irmão... mas não conta isso pra ele, por favor... — Tá bom, mas quero ver vocês transando. — Quê? Tem certeza disso...? O que cê quer...? — Quero que vocês dois me comam... — ....... é seu irmão kkk - Não tô nem aí, tô ciente disso, então se prepara pra essa noite que vai ser inesquecível... Com essas palavras e determinação, deixou Alex gelado. Já de noite, ele disse que a irmã dele tinha saído, estavam sozinhos, então iam dar bom uso ao apartamento. Paula se escondeu no armário. Já naquela noite, começaram a transar. Por um buraco, ela viu a pica enorme do irmão, como Alex a chupava, um apaixonado por aquela pica, era um espetáculo pra ela ver eles esfregando as picas, batendo punheta um pro outro, se molhando e chupando a pica entre si. Paula tava fervendo igual uma chaleira dentro daquele armário, já não aguentava mais, tinha que sair. Rodri tava na cama deitado de barriga pra cima com os olhos vendados por uma faixa que Alex colocou. Ela saiu sem fazer barulho e chupou a pica do irmão. Rodri ficou mais tesudo que o normal e encheu a boca da irmã de porra. - Ahhhh, que macios tão teus lábios, Alex love. Ele entrou na brincadeira com o parceiro, chegou a hora da foda e, sem hesitar, Paula sentou na pica do irmão, era demais pra ela, tentava não gritar, então Alex enfiou a pica na boca dela pra calá-la. Rodri ficou louco metendo naquele cu, queria segurar a pica do parceiro mas não deixavam. Num momento, apalpou uma parte molhada e não era a pica do namorado. - Mas o que vocês tão fazendo, tão loucos!! - Oi irmão, ainda sinto sua pica gostosa enfiada no meu cu kkkk - Ahhhh, vou gozar!!! Sai de cima, caralho - Ahhhhhhh oohhh ahh... Queeeee delícia que é sentir seu gozo quente,... olha o Alex tá durasso... dá pica pro meu irmão. Ele aproximou o membro, Rodri olhou pra ele, já não importava, se entregou ao prazer e chupou bem. Paula tava extasiada, e chupou a pica do irmão direitinho, cabeça, tronco, bolas e o cu. Rodri tava doidão de excitação, se levantou e enquanto beijava o namorado Alex, cruzavam as picas potentes na boca brincalhona da irmã, ela batia punheta e chupava ou enfiava as duas, até que explodiram em gozo. Ambos forçaram ela a engolir. —Você é uma ninfomaníaca filha da puta, quer que a gente continue, irmã...? —Siiiiim mmmmflghh chupaaa, ahhh Sim, você faz a minha buceta, Alex, arrebenta meu cu... Paula montou no irmão enquanto Alex se posicionou sobre o cu dela, as picas iam e vinham nos buracos deles, os três degenerados se beijavam, Alex encheu o cu dela de porra, vendo isso, Rodri pegou o cu da irmã e bebeu a porra do namorado, ela ofereceu a buceta pro namorado, Rodri ficou de quatro atrás dele, todos terminaram abotoados. Ele tirou a pica do cu dela e colocou na boca da irmã, ela tava louca, não ligava onde tinha estado antes, e assim continuou a dupla penetração. Paula ainda tava com tesão, então mandou os dois ficarem de quatro, chupou bem o cu deles, principalmente o ânus do irmão, e na hora fez sinal pro Alex meter, Rodri deu um grito de prazer, se virou em cima do namorado que não parava de meter, Paula viu a pica dele bem dura, então entregou o cu mais uma vez, as penetrações não paravam, Paula gozou em cima dos dois e eles pagaram na mesma moeda, descarregaram jatos de porra na boca da Paula e os três se beijavam, já não sabiam mais que líquidos e de quem estavam na boca. Terminaram abraçados e muito satisfeitos, Alex tava exausto, parece que Paula tava muito feliz, parece que encontrou em dois gays o que o trouxa do namorado não conseguia dar. Se você se excitou ou sentiu algo, não esquece de comentar e bater uma.

1 comentários - A Insaciável

realmente se merece ser cogida con amor y con desprecio siempre asegurando en ambos casos 20 litros de squirt . te pusiste casco? hay alta probabilidad de contraer algo incurable pero de todos modos siempre que se pueda hay que cogerla y con ganas