Con el Tio

Às vezes, tios e sobrinhos são mais unidos do que o normal, como no caso de Lucas, 36 anos, o caçula dos dois irmãos. Um cara comum, sem graça, nem uma mulher passou pela vida dele, nem por acaso. A única vez que ele perdeu a virgindade foi com uma profissional do sexo. E Sofia, 19 anos, filha da irmã dele, fruto de uma gravidez na adolescência. Ela também não era muito diferente do tio: uma pessoa qualquer, sem amigos, calada, introvertida, um bicho estranho.

Os tempos estavam difíceis e, por questões financeiras, Sofi e a mãe foram morar na casa do tio Lucas. Ele estava meio relutante com a ideia — viveu sozinho por muito tempo, quase nunca via a família, muito menos a sobrinha. Ele se surpreendeu ao conhecer Sofi. Não era o que esperava: uma adolescente barulhenta e cheia de vida. Muito pelo contrário. Os meses passaram e, aos poucos, os dois foram se encaixando, já que tinham personalidades parecidas.

Lucas estava acostumado com a solidão e, às vezes, não fechava a porta do banheiro. Um dia, Sofi passou por lá e o viu sem roupa, se secando depois do banho. Os dois se assustaram. Sofi saiu correndo, e ele ficou com muita vergonha. Mesmo assim, algo acendeu na sobrinha. O sexo ainda era uma questão pendente na vida dela, mas ver um homem maduro como o tio foi excitante. Os hormônios começaram a ferver e, de algum jeito, ela precisava saciar aquela vontade. Naquela noite, no quarto dela, tirou toda a roupa. Já deitada na cama, abriu as pernas e começou a massagear a bucetinha rosada com a mão, devagar no começo, depois mais rápido. Os dedos se perderam na pequena xota peluda, dando os primeiros espasmos, como pequenos choques elétricos. Os dedos entravam e saíam rapidamente, tanto que ela mordeu o travesseiro para abafar um gemido.

Do mesmo jeito, Lucas começou a se sentir mais excitado que o normal. Numa noite quente, entre sonhos, acordou com o pau duro como uma pedra. Levantou, foi até a cozinha pegar água, mas sentiu necessidade de se masturbar. A sobrinha dele estava... apareceu nos pensamentos dele, foi até o tanque, pegou uma das calcinhas dela e esfregou na pica, tava louco e desenfreado, gozou naquela calcinha de morango, depois disso pensou, mas o que eu fiz?, muito envergonhado e assustado escondeu ela. No outro dia dava pra notar, nervoso e tenso, a sobrinha dele também meio distante, a mãe dele não deu muita importância, e assim virou isso, noites intensas de punheta do Lucas e aquela calcinha da Sofi, ela se dedando sem piedade. Numa das várias bronhas dele, notou uma coisa, tava faltando uma das cuecas dele, e ele pensou, mas como aconteceu? A menos que.. não pode ser. Abriu a porta devagar e quase na ponta dos pés foi até o quarto da sobrinha, já lá na porta encostou o ouvido nela e escutou, uns batidas em algo molhado e uns gemidos baixinhos, exatamente o que ele tava pensando, agora tinha que ver pra acreditar, pelo buraco da fechadura a sobrinha dele tava enfiando as cuecas na buceta dela, a Sofi tava nua e brilhando de suor. Quase como um reflexo a pica dele ficou dura feito pedra e começou a vazar porra sem ele se tocar, foi tanto que do susto ele vazou dali, a Sofi ouviu alguma coisa, abriu a porta não viu ninguém, deu um passo pra fora do quarto, pisou em algo molhado, tinha um líquido aguado, na hora reconheceu o que era e de quem, como uma puta lambeu ele do chão, passou pelo corpo dela até a buceta super molhada. Já sabiam como cada um se comportava, algo mais mudou neles, a Sofi conseguia dar squirts incríveis e cada vez mais se dilatava, tanto a buceta quanto o cu, até uma espiga de milho chegou a enfiar, o Lucas conseguia se masturbar por mais tempo, gozar grandes quantidades de porra e até bater mais 3 punhetas. Os dias passaram e eles ficaram ainda mais próximos, ainda não tinham transado, e ficaram mais carentes, por assim dizer, de vez em quando, quando a mãe dele não tava olhando e ele dava uma esfregada na sobrinha e ela deixava claro que Não tava usando calcinha e de vez em quando passava a mão na bunda do tio, uma tarde ela encarou ele No lavandouro, ele agarrou ela com força pelas nádegas pequenas, ela apertou os ovos dele e eles se deram um beijo violento no meio de tanta siririca, isso não podia esperar, essa noite tinha que acontecer. Já de noite, a mãe dormiu, Sofi foi até o quarto do tio de camisola, ele estava deitado na cama, esperando por ela e batendo uma no tronco da pica, os dois se olharam e sorriram. Ela levantou a camisola, revelando o corpinho nu, Sofi não tinha um corpo exuberante, nem peitões nem uma bunda enorme, apesar de ter 19, parecia mais uma menina de 14 ou menos. Deitou do lado dele, com a mãozinha massageou a pica do tio enquanto se beijavam, Lucas agarrou ela pela cintura e procurou a área molhada com os dedos. Os dois estavam loucos de tesão, se punhetavam e se esfregavam, até que o tio deu 3 gozadas na boca da sobrinha, ela se surpreendeu ao ver que ele ainda estava duro como se nada tivesse acontecido, então começou a passar o esperma pela boca, ainda estava morno. Ela adotou a posição 69, entregou aquela buceta e com a boca deu um boquete bem dado, Lucas comeu aquela periquita como se fosse uma melancia, de novo gozou na boca dela, Sofi explodiu de prazer na boca do tio, dando um squirt. As punhetas não paravam, as esfregadas de buceta contra pica, chupadas, até o cu eles chuparam um do outro, aquela cama era uma esponja de tanto líquido derramado nela. Em determinado momento, ela tentou enfiar a pica do tio, mas ele segurou e disse que ainda não, não era a hora, além disso eram 05:55 da manhã, a mãe acordaria a qualquer momento, foram mais de 5 horas de paixão e masturbação sem freio, os dois ficaram realmente acabados. Combinaram que iam transar quando a mãe não estivesse, ela ia embora com o que seria o novo parceiro dela, eles teriam a casa só pra eles, assim começou aquela noite quente de verão. Sofi apareceu no quarto do tio e deu um boquete nele, ela fazia tão bem que se... Perdeu até os colhões, mas não íamos nos limitar a essas quatro paredes, então levei ela até a escada e lá eles chupavam as genitais, com os dedos fez ela gozar, pegou as pernas dela e lentamente meteu a pica até sumir toda, Sofi pulava que nem uma louca em cima do tio Lucas, gemia que nem uma puta no cio, os dois decidiram ir pro térreo, engatados que nem cachorros até a mesa da sala onde continuou metendo naquela bucetinha, agora ela pegou na pica dele e levou até a cozinha, mandou ele deitar no chão, tomou as rédeas da foda como se fosse uma cavaleira. Lucas gritou que ia gozar, rapidamente tirou e com a boca engoliu o esperma bem quentinho, ele pegou a bunda dela e fez ela gozar na boca dele, e de pé continuava chupando a pica, ficou toda putinha, e foi meter de novo. Sofi gozou de novo, o ar tava pesado e viciado de tanto calor, foram até a varanda, e naquele banco, se comiam de boca. Ele ia meter de novo, mas ela apontou a ponta da pica pro cu dela, ele se surpreendeu, mas ela disse sim, já se preparou analmente pra algo assim. Parecia impossível que um pau daqueles entrasse naquela bunda, Sofi deu um grito, os gemidos dela viraram gritos de dor misturados com prazer, com os dedos ela se penetrava a buceta, o tio meteu os dedos também provocando mais gozadas, isso deixou ele mais tarado, e virou ela no chão, de quatro, meteu fazendo bater bunda com bunda, naquela foda Sofi pediu pra ele gozar no cu dela, os dois gritavam que nem loucos, até que sentiu um calor dentro dela, aos poucos tirou da sobrinha, enquanto escorriam líquidos, aquele cu tava inundado de porra, Lucas sentou no banco muito cansado, junto com a sobrinha, ela viu que ele ainda tava duro e limpou bem a pica, assim continuaram a noite toda por todos os cantos, claro que terminaram de madrugada limpando todos os chãos onde derramaram sua paixão e amor. Fim, se isso te deixou com tesão não esquece de comentar.

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