Fala aí, pessoal! Meu nome é Leandro, tenho 46 anos, sou um cara de 1,75m, branco, cabelo grisalho. Sou casado com a Susana, de 37 anos, ela tem 1,63m.
Como vocês podem ver, a Susana tem uma bundona do caralho, umas pernudas bem gostosas, peito pequeno mas com essa rabuda quem precisa? Eu me apaixonei na hora que vi ela, estamos casados há muitos anos, temos duas filhas, uma de 21 anos, a Karol, ela tem 1,66 de altura.
Saiu igualzinha à mãe, e se me perguntam se engravidei a Susana bem nova, é porque vi essas pernonas e tive que amarrar ela kkkkk nossa outra filha é a Yennifer, de 16 anos, tem 1,71, é a mais alta.
Ela puxou pras duas famílias, tinha as pernudas e bundudas enormes da mãe e uns peitos tamanho duplo D que eram da minha família. Minha esposa Susana é dona de casa, já que me dei bem no trabalho e posso dar uma boa vida pras minhas meninas. Minha filha Karol foi pra África há uns meses pra ajudar na ajuda humanitária, mas uns dias atrás ligou dizendo que ia voltar logo com o namorado. A gente tava feliz de poder ver nossa garota de novo. Depois de alguns dias, fomos buscá-la no aeroporto e, assim que a vimos, abraçamos e choramos.
Karol: "A propósito, mamãe, papai, esse é o Kalu."
Assim que vi, uau, era um negão enorme de 1,98 de altura, fortão.
Kalu: "Olá, prazer."
Susana: "Muito prazer, Kalu. Bem-vindo à família."
Eu: "Prazer, genro. Vamos pra casa."
Dirigimos pra casa e mostrei a casa pro Kalu. Tinha uma piscina, uma jacuzzi, uma academia onde às vezes as meninas malhavam. Isso encantou o Kalu, já que ele gosta de se exercitar. Depois, Kalu e Karol foram desfazer as malas. À noite, jantamos, nos divertimos muito, conversamos bastante. Eu ainda tava impressionado com o Kalu, ele era enorme. Minha filha parecia minúscula do lado dele. Depois, fui trabalhar, terminei bem tarde porque tinha muito serviço atrasado. Apaguei tudo pra descansar um pouco, já que tinha que acordar cedo. Subi e tava passando pelo quarto da minha filha Karol quando comecei a ouvir gemidos. A curiosidade venceu e, como a porta tava entreaberta, espiei. E uau, minha filha tava de barriga pra cima, bem abertona, e o Kalu em cima dela metendo um baita pauzão. Devia ter uns 22 cm e bem grosso. Minha filha, do jeito que podia, abraçava ele com as pernas enquanto gemia pedindo mais. Vi ele colocá-la de quatro e arrebentá-la de porrada, dava tapas nela, sufocava, puxava o cabelo, cuspia, dava palmadas na bunda. Era um sexo muito bruto e violento, mas parecia que minha filha gostava, já que gemia como uma louca e pedia mais. Deus, aquela cena me deixou... Tremendamente excitado, fui me deitar, embora tenha dormido pouco depois do que vi.
Passaram-se alguns dias. Uma manhã, antes de eu ir trabalhar, desci pra pegar umas coisas e na cozinha estava minha esposa com a Kalu. A Yennifer já tinha ido pra aula e a Karol ainda tava dormindo. Eu ia entrar na cozinha quando ouvi:
Kalu: Já vi de onde veio a beleza da Karol, foi da senhora.
Susana: Ai, Kalu, que isso, haha.
Kalu: Sério, a senhora é uma mulher muito gostosa.
Susana: Ai, Kalu, você fala isso por falar, já tô velha.
Kalu: Nada a ver, a senhora é uma mulher muito ardente, meu sogro tem muita sorte.
Susana: Tá falando sério?
Kalu: Sim.
Susana: Então, muito obrigada.
Não podia acreditar, a Kalu tava dando em cima da minha esposa! E ela tava correspondendo. Fiquei com muito ciúme. Entrei na cozinha e eles estavam bem perto. Assim que a Susana me viu, se afastou. Não falei nada, não sei por quê. Só peguei o que precisava e fui embora. Eu sei que a Susana nunca me trairia, mas tinha que vigiar a Kalu. Então comprei um monte de câmeras escondidas e, um dia que não tinha ninguém em casa, instalei câmeras pela casa toda, menos nos banheiros e no quarto da Yennifer. No quarto da Karol eu coloquei pra ver como eles transavam — me excitava demais ver eles. No dia seguinte, tive que trabalhar cedo. Cheguei tarde da noite, já estavam todos dormindo. Fui pro meu escritório, tranquei a porta e comecei a ver o que tinha gravado naquele dia. Comecei desde que saí. Minha esposa tava de roupão de seda, desceu pra fazer café. A Yennifer comeu e foi pra aula. A Kalu levantou depois, vestiu só um short e desceu. Cumprimentou minha esposa, que ficou meio nervosa ao ver a Kalu.
Kalu: E meu sogro já foi?
Susana: Foi, ele teve que trabalhar cedo hoje.
Kalu: Entendi. Deve se sentir meio sozinha, né? Uma mulher tão gostosa.
Susana: Já me acostumei.
Kalu: Entendi.
A Kalu tava do lado da minha esposa e olhou pras bundonas enormes dela. A Susana percebeu, mordeu os lábios e não falou nada. A conversa continuou por um tempo, mas não rolou mais nada. De manhã, depois que os três tomaram café, a Kalu... Levei a Karol pro quarto e comecei a meter uma surra de rola nela. Minha esposa, imagino, tava ouvindo a porrada que o cara tava dando na nossa filha. Depois do almoço, com a Yennifer já em casa, o Kalu meteu outra surra de rola na Karol. Não dava pra ver a cara da Yennifer, porque ela tava no quarto dela. De noite, jantaram e foram dormir. Karol deu um boquete foda no Kalu até ele gozar na boca dela, e ela engoliu tudo. Caralho, eu me masturbei pra caralho, foi gostoso demais. No dia seguinte, trabalhei até as 5. Quando cheguei em casa, fui pro meu escritório e fiquei vendo o que foi gravado de manhã. Assim que eu saí, o Kalu desceu pra cozinha. Minha esposa tava fazendo o café da manhã, como sempre. Quando viu o Kalu, ficou feliz. O Kalu fez uma coisa que ninguém esperava: ficou atrás da Susana e abraçou ela por trás, enfiando a pica meio dura entre as bundonas da Susana.
Kalu: Bom dia, sogra.
Susana: Ahh, bô-bom dia, Kalu.
Kalu encostou a pica enorme nela e depois se afastou.
Kalu: Como amanheceu? Além de gostosa, claro.
Susana: Meu Deus, Kalu, que susto esse abraço. Tô bem, e você?
Kalu: Bem, é que acordei feliz, espero não ter incomodado. Gosto de dar abraços.
Susana: Não, só me assustei.
Kalu: Haha, bom, vai se acostumando, vou te abraçar pra caralho.
Dizendo isso, abraçou ela de novo, colando o pau nas nádegas de Susana, depois se soltou e continuaram conversando enquanto Kalu olhava o corpaço da minha esposa e minha esposa olhava o corpaço do Kalu e o volume dele. Não acreditava que minha esposa tava flertando com nosso genro, mesmo sabendo que era só um flerte sem maldade, ainda assim sentia ciúme e ao mesmo tempo tesão. Naquele dia, Kalu comeu minha filha 3 vezes. Meu Deus, adorava ver como eles fodiam a Karol, gozava gostoso pra caralho. No dia seguinte, como sempre de manhã, Kalu abraçava minha esposa, isso virou um costume entre Kalu e Susana. Kalu abraçava ela sempre que podia, Susana mordia os lábios sempre que sentia aquele pedaço enorme de carne. Um dia, Kalu tava comendo a Karol de quatro, segurando ela bem pelo cabelo enquanto enfiava a pica enorme que tinha.
Kalu: ufff maldita puta, suas nalgudas são tão grandes quanto as da sua mãe
Karol: ahh ahhh siiiim herdei dela ahh que gostosoo
Kalu: e a putaria também puxou dela?
Karol: n não sei ahhhhh
Kalu: vou ter que descobrir
Karol: com ahh minha mãe!?
Kalu parou de repente, tirou de dentro da buceta dela e de uma só vez enfiou no cu até as bolas, puxou o cabelo dela pra trás e com a outra mão a enforcou, falando no ouvido
Kalu: algum problema, sua puta maldita?
Karol: ahhhhh não não amor nenhum, por favor me desculpa
Kalu: mais vale você não se enganar, sua puta, você faz o que eu mandar, entendeu?
Karol: s sim amor
Kalu: agora me pede pra comer sua mãe (deu um tapa fortão na bunda dela)
Karol: amor por favor come minha mãe, faz dela sua puta
Kalu: assim que eu gosto, vou fazer só porque você me pediu
Meu deus, não acreditava, parecia tão realista, Kalu terminou de arrebentar Karol na vara, que ficou desmaiada escorrendo porra do cu, meu deus, que gostoso parecia aquilo. No dia seguinte, Susana tava fazendo yoga de manhã, já tinham tomado café, Kalu mandou Karol pro quarto pra ficar a sós com Susana, se ofereceu pra ajudar com os alongamentos e a única coisa que Kalu fazia era encostar a pica enorme na bunda ou na barriga de Susana, que tava adorando tudo. Passaram umas 1 hora nesses roços até que Susana se levantou e foi pro quarto, e eu vi ela começar a se masturbar igual uma louca até ter um orgasmo do caralho. Por sua vez, Kalu foi pro quarto de Karol e começou a comer ela com tudo. No dia seguinte, a mesma coisa na academia, ficaram nessa por vários dias até que um dia de manhã, minha esposa tava de roupão de seda, Kalu de short sem cueca, eu vi que antes de entrar na cozinha ele se masturbou um pouco até deixar ela bem dura, dava pra ver a barraca enorme que o short fazia. Foi pra cozinha, minha esposa já esperava, sorriu quando sentiu a presença dele, o que ela não esperava é que Kalu meteu entre as nalgas da minha esposa, aquela pica enorme bem dura
Kalu: bom dia, Susana
Susana: ai, meu Deus, Kalu, que susto
Kalu: ainda não se acostumou? Kkk
Susana: ah, não falei por isso, mas por isso aqui que tô sentindo (Susana mexeu a bunda enorme sem tirar)
Kalu: pô, desculpa, é que a Karol não aguentou mais de duas fodas ontem à noite e desmaiou de prazer, e bom, fiquei duro
Susana: nossa, é tão forte assim?
Kalu: sim, mas acho que ontem ela tava cansada, aliás, a Karol não só puxou a beleza dela, também puxou a bunda grande
Susana: ai, Kalu, que coisas você fala (Susana se mexia de um lado pro outro pra enfiar mais o pauzão do Kalu)
Kalu: sério, meu sogro tem que comer ela no mínimo quatro vezes por dia (Kalu foi subindo os dedos pela camisola da minha esposa até deixar a rabuda dela toda exposta, usando um fiozinho preto)
Susana: ai, Kalu, tomara, a gente mal faz duas vezes por semana e já é muito (não acreditava que tava contando isso pro nosso genro)
Kalu: quê! Tá me mentindo, certeza
Susana: juro por Deus!
Kalu: não pode ser, com essa bunda enorme, minha mulher no mínimo cinco vezes por dia ia tar dando assim (Kalu segurou os quadris da minha esposa e simulou que tava comendo ela, dando umas estocadas boas, coisa que minha esposa sentia o pauzão do Kalu entrando e saindo da bunda dela)
Susana: ai, meu Deeeus, Kaluuu, pena que minha filha já é sua mulher (ela mordia os lábios enquanto virava pra olhar o Kalu)
Kalu: bom, na minha cultura, os homens têm três ou cinco mulheres (deu um tapão na bunda da minha esposa)
Susana: uffff, sério? (Ela se inclinou mais pro Kalu)
Kalu: sim, normalmente as mulheres que querem ser fodidas na minha cultura falam "Ek wil jou hoer wees" (Kalu tirou o pauzão dele bem duro e esfregou a ponta da cabeçona na entrada da buceta da minha esposa, que mordia os lábios)
Susana: Ek wil jou hoer wees! Ek wil jou hoer wees! Ek wil jou hoer wees!
Kalu sorriu, afastou a calcinha da minha esposa e a penetrou devagar pra sentir cada centímetro daquele pedaço enorme de carne, até sentir as bolas de Kalu. Ela teve um orgasmo violento só com ele metendo. Kalu começou a meter e tirar devagar, aumentando a velocidade e a força até que estava comendo ela como um animal. Agarrou os braços dela e colocou nas costas, enquanto a empurrava como um louco. Minha esposa gemia como uma puta no cio e tinha orgasmo atrás de orgasmo. Passou uma hora comendo ela. Nisso, Kalu viu como Karol estava se dedando, vendo o namorado comendo a mãe dela brutalmente. Kalu sorri e manda Karol sentar na frente da mãe. Susana, assim que viu Karol na frente dela, teve mais um orgasmo.
Kalu: Então você também soltou a puta da sua mãe.
Karol: Tô vendo que sim, não esperava isso de você, mamãe.
Susana: Me perdoa, filha.
Karol: Fica tranquila, mamãe. Agora você é a puta do Kalu.
Susana: Siiim, que delícia, me come, Kalu, fode sua puta.
Susana fazia caras obscenas que eu nunca tinha visto na vida. Kalu comeu ela por mais meia hora até gozar litros de sêmen dentro dela, e ela caiu no chão.
Kalu: Hahaha, igual você, amor, na primeira vez que te comi.
Karol: Hahaha, me traz lembranças.
Depois foram pro quarto e Kalu comeu Karol. À tarde, Yennifer chegou. Almoçaram. Kalu foi pro quarto de Susana e tava dando uma fodida violenta nela, que Susana gritava como uma puta com a surra de vara que tava levando. Yennifer tava na sala.
Yennifer: Nossa, como ele come a Karol. Deve ser um deus na cama, nunca ouvi nada igual.
Nisso, Karol desceu pra beber água e Yennifer ficou em choque.
Yennifer: Se a Karol tá aqui, quem o Kalu tá comendo?! Não pode ser! A MAMÃE!?
Yennifer não aguentou a curiosidade e subiu silenciosamente, abriu a porta com cuidado e viu o Kalu montando a mãe dela, enfiando um baita pedaço de carne, parecia o braço dele, era inacreditável! Nem o namorado dela tinha algo nem metade daquilo, mesmo já tendo ouvido várias vezes o Kalu comendo a Karol, era a primeira vez que via aquela pica enorme. Fechou a porta e foi pro quarto dela, não deu pra ver mais, já que não tenho câmeras lá, mas algo me diz que vou ter que colocar câmeras no quarto dela também.
Como vocês podem ver, a Susana tem uma bundona do caralho, umas pernudas bem gostosas, peito pequeno mas com essa rabuda quem precisa? Eu me apaixonei na hora que vi ela, estamos casados há muitos anos, temos duas filhas, uma de 21 anos, a Karol, ela tem 1,66 de altura.
Saiu igualzinha à mãe, e se me perguntam se engravidei a Susana bem nova, é porque vi essas pernonas e tive que amarrar ela kkkkk nossa outra filha é a Yennifer, de 16 anos, tem 1,71, é a mais alta.
Ela puxou pras duas famílias, tinha as pernudas e bundudas enormes da mãe e uns peitos tamanho duplo D que eram da minha família. Minha esposa Susana é dona de casa, já que me dei bem no trabalho e posso dar uma boa vida pras minhas meninas. Minha filha Karol foi pra África há uns meses pra ajudar na ajuda humanitária, mas uns dias atrás ligou dizendo que ia voltar logo com o namorado. A gente tava feliz de poder ver nossa garota de novo. Depois de alguns dias, fomos buscá-la no aeroporto e, assim que a vimos, abraçamos e choramos.Karol: "A propósito, mamãe, papai, esse é o Kalu."
Assim que vi, uau, era um negão enorme de 1,98 de altura, fortão.
Kalu: "Olá, prazer."
Susana: "Muito prazer, Kalu. Bem-vindo à família."
Eu: "Prazer, genro. Vamos pra casa."
Dirigimos pra casa e mostrei a casa pro Kalu. Tinha uma piscina, uma jacuzzi, uma academia onde às vezes as meninas malhavam. Isso encantou o Kalu, já que ele gosta de se exercitar. Depois, Kalu e Karol foram desfazer as malas. À noite, jantamos, nos divertimos muito, conversamos bastante. Eu ainda tava impressionado com o Kalu, ele era enorme. Minha filha parecia minúscula do lado dele. Depois, fui trabalhar, terminei bem tarde porque tinha muito serviço atrasado. Apaguei tudo pra descansar um pouco, já que tinha que acordar cedo. Subi e tava passando pelo quarto da minha filha Karol quando comecei a ouvir gemidos. A curiosidade venceu e, como a porta tava entreaberta, espiei. E uau, minha filha tava de barriga pra cima, bem abertona, e o Kalu em cima dela metendo um baita pauzão. Devia ter uns 22 cm e bem grosso. Minha filha, do jeito que podia, abraçava ele com as pernas enquanto gemia pedindo mais. Vi ele colocá-la de quatro e arrebentá-la de porrada, dava tapas nela, sufocava, puxava o cabelo, cuspia, dava palmadas na bunda. Era um sexo muito bruto e violento, mas parecia que minha filha gostava, já que gemia como uma louca e pedia mais. Deus, aquela cena me deixou... Tremendamente excitado, fui me deitar, embora tenha dormido pouco depois do que vi.
Passaram-se alguns dias. Uma manhã, antes de eu ir trabalhar, desci pra pegar umas coisas e na cozinha estava minha esposa com a Kalu. A Yennifer já tinha ido pra aula e a Karol ainda tava dormindo. Eu ia entrar na cozinha quando ouvi:Kalu: Já vi de onde veio a beleza da Karol, foi da senhora.
Susana: Ai, Kalu, que isso, haha.
Kalu: Sério, a senhora é uma mulher muito gostosa.
Susana: Ai, Kalu, você fala isso por falar, já tô velha.
Kalu: Nada a ver, a senhora é uma mulher muito ardente, meu sogro tem muita sorte.
Susana: Tá falando sério?
Kalu: Sim.
Susana: Então, muito obrigada.
Não podia acreditar, a Kalu tava dando em cima da minha esposa! E ela tava correspondendo. Fiquei com muito ciúme. Entrei na cozinha e eles estavam bem perto. Assim que a Susana me viu, se afastou. Não falei nada, não sei por quê. Só peguei o que precisava e fui embora. Eu sei que a Susana nunca me trairia, mas tinha que vigiar a Kalu. Então comprei um monte de câmeras escondidas e, um dia que não tinha ninguém em casa, instalei câmeras pela casa toda, menos nos banheiros e no quarto da Yennifer. No quarto da Karol eu coloquei pra ver como eles transavam — me excitava demais ver eles. No dia seguinte, tive que trabalhar cedo. Cheguei tarde da noite, já estavam todos dormindo. Fui pro meu escritório, tranquei a porta e comecei a ver o que tinha gravado naquele dia. Comecei desde que saí. Minha esposa tava de roupão de seda, desceu pra fazer café. A Yennifer comeu e foi pra aula. A Kalu levantou depois, vestiu só um short e desceu. Cumprimentou minha esposa, que ficou meio nervosa ao ver a Kalu.
Kalu: E meu sogro já foi?
Susana: Foi, ele teve que trabalhar cedo hoje.
Kalu: Entendi. Deve se sentir meio sozinha, né? Uma mulher tão gostosa.
Susana: Já me acostumei.
Kalu: Entendi.
A Kalu tava do lado da minha esposa e olhou pras bundonas enormes dela. A Susana percebeu, mordeu os lábios e não falou nada. A conversa continuou por um tempo, mas não rolou mais nada. De manhã, depois que os três tomaram café, a Kalu... Levei a Karol pro quarto e comecei a meter uma surra de rola nela. Minha esposa, imagino, tava ouvindo a porrada que o cara tava dando na nossa filha. Depois do almoço, com a Yennifer já em casa, o Kalu meteu outra surra de rola na Karol. Não dava pra ver a cara da Yennifer, porque ela tava no quarto dela. De noite, jantaram e foram dormir. Karol deu um boquete foda no Kalu até ele gozar na boca dela, e ela engoliu tudo. Caralho, eu me masturbei pra caralho, foi gostoso demais. No dia seguinte, trabalhei até as 5. Quando cheguei em casa, fui pro meu escritório e fiquei vendo o que foi gravado de manhã. Assim que eu saí, o Kalu desceu pra cozinha. Minha esposa tava fazendo o café da manhã, como sempre. Quando viu o Kalu, ficou feliz. O Kalu fez uma coisa que ninguém esperava: ficou atrás da Susana e abraçou ela por trás, enfiando a pica meio dura entre as bundonas da Susana.
Kalu: Bom dia, sogra. Susana: Ahh, bô-bom dia, Kalu.
Kalu encostou a pica enorme nela e depois se afastou.
Kalu: Como amanheceu? Além de gostosa, claro.
Susana: Meu Deus, Kalu, que susto esse abraço. Tô bem, e você?
Kalu: Bem, é que acordei feliz, espero não ter incomodado. Gosto de dar abraços.
Susana: Não, só me assustei.
Kalu: Haha, bom, vai se acostumando, vou te abraçar pra caralho.
Dizendo isso, abraçou ela de novo, colando o pau nas nádegas de Susana, depois se soltou e continuaram conversando enquanto Kalu olhava o corpaço da minha esposa e minha esposa olhava o corpaço do Kalu e o volume dele. Não acreditava que minha esposa tava flertando com nosso genro, mesmo sabendo que era só um flerte sem maldade, ainda assim sentia ciúme e ao mesmo tempo tesão. Naquele dia, Kalu comeu minha filha 3 vezes. Meu Deus, adorava ver como eles fodiam a Karol, gozava gostoso pra caralho. No dia seguinte, como sempre de manhã, Kalu abraçava minha esposa, isso virou um costume entre Kalu e Susana. Kalu abraçava ela sempre que podia, Susana mordia os lábios sempre que sentia aquele pedaço enorme de carne. Um dia, Kalu tava comendo a Karol de quatro, segurando ela bem pelo cabelo enquanto enfiava a pica enorme que tinha.
Kalu: ufff maldita puta, suas nalgudas são tão grandes quanto as da sua mãe Karol: ahh ahhh siiiim herdei dela ahh que gostosoo
Kalu: e a putaria também puxou dela?
Karol: n não sei ahhhhh
Kalu: vou ter que descobrir
Karol: com ahh minha mãe!?
Kalu parou de repente, tirou de dentro da buceta dela e de uma só vez enfiou no cu até as bolas, puxou o cabelo dela pra trás e com a outra mão a enforcou, falando no ouvido
Kalu: algum problema, sua puta maldita?
Karol: ahhhhh não não amor nenhum, por favor me desculpa
Kalu: mais vale você não se enganar, sua puta, você faz o que eu mandar, entendeu?
Karol: s sim amor
Kalu: agora me pede pra comer sua mãe (deu um tapa fortão na bunda dela)
Karol: amor por favor come minha mãe, faz dela sua puta
Kalu: assim que eu gosto, vou fazer só porque você me pediu
Meu deus, não acreditava, parecia tão realista, Kalu terminou de arrebentar Karol na vara, que ficou desmaiada escorrendo porra do cu, meu deus, que gostoso parecia aquilo. No dia seguinte, Susana tava fazendo yoga de manhã, já tinham tomado café, Kalu mandou Karol pro quarto pra ficar a sós com Susana, se ofereceu pra ajudar com os alongamentos e a única coisa que Kalu fazia era encostar a pica enorme na bunda ou na barriga de Susana, que tava adorando tudo. Passaram umas 1 hora nesses roços até que Susana se levantou e foi pro quarto, e eu vi ela começar a se masturbar igual uma louca até ter um orgasmo do caralho. Por sua vez, Kalu foi pro quarto de Karol e começou a comer ela com tudo. No dia seguinte, a mesma coisa na academia, ficaram nessa por vários dias até que um dia de manhã, minha esposa tava de roupão de seda, Kalu de short sem cueca, eu vi que antes de entrar na cozinha ele se masturbou um pouco até deixar ela bem dura, dava pra ver a barraca enorme que o short fazia. Foi pra cozinha, minha esposa já esperava, sorriu quando sentiu a presença dele, o que ela não esperava é que Kalu meteu entre as nalgas da minha esposa, aquela pica enorme bem dura
Kalu: bom dia, Susana Susana: ai, meu Deus, Kalu, que susto
Kalu: ainda não se acostumou? Kkk
Susana: ah, não falei por isso, mas por isso aqui que tô sentindo (Susana mexeu a bunda enorme sem tirar)
Kalu: pô, desculpa, é que a Karol não aguentou mais de duas fodas ontem à noite e desmaiou de prazer, e bom, fiquei duro
Susana: nossa, é tão forte assim?
Kalu: sim, mas acho que ontem ela tava cansada, aliás, a Karol não só puxou a beleza dela, também puxou a bunda grande
Susana: ai, Kalu, que coisas você fala (Susana se mexia de um lado pro outro pra enfiar mais o pauzão do Kalu)
Kalu: sério, meu sogro tem que comer ela no mínimo quatro vezes por dia (Kalu foi subindo os dedos pela camisola da minha esposa até deixar a rabuda dela toda exposta, usando um fiozinho preto)
Susana: ai, Kalu, tomara, a gente mal faz duas vezes por semana e já é muito (não acreditava que tava contando isso pro nosso genro)
Kalu: quê! Tá me mentindo, certeza
Susana: juro por Deus!
Kalu: não pode ser, com essa bunda enorme, minha mulher no mínimo cinco vezes por dia ia tar dando assim (Kalu segurou os quadris da minha esposa e simulou que tava comendo ela, dando umas estocadas boas, coisa que minha esposa sentia o pauzão do Kalu entrando e saindo da bunda dela)
Susana: ai, meu Deeeus, Kaluuu, pena que minha filha já é sua mulher (ela mordia os lábios enquanto virava pra olhar o Kalu)
Kalu: bom, na minha cultura, os homens têm três ou cinco mulheres (deu um tapão na bunda da minha esposa)
Susana: uffff, sério? (Ela se inclinou mais pro Kalu)
Kalu: sim, normalmente as mulheres que querem ser fodidas na minha cultura falam "Ek wil jou hoer wees" (Kalu tirou o pauzão dele bem duro e esfregou a ponta da cabeçona na entrada da buceta da minha esposa, que mordia os lábios)
Susana: Ek wil jou hoer wees! Ek wil jou hoer wees! Ek wil jou hoer wees!
Kalu sorriu, afastou a calcinha da minha esposa e a penetrou devagar pra sentir cada centímetro daquele pedaço enorme de carne, até sentir as bolas de Kalu. Ela teve um orgasmo violento só com ele metendo. Kalu começou a meter e tirar devagar, aumentando a velocidade e a força até que estava comendo ela como um animal. Agarrou os braços dela e colocou nas costas, enquanto a empurrava como um louco. Minha esposa gemia como uma puta no cio e tinha orgasmo atrás de orgasmo. Passou uma hora comendo ela. Nisso, Kalu viu como Karol estava se dedando, vendo o namorado comendo a mãe dela brutalmente. Kalu sorri e manda Karol sentar na frente da mãe. Susana, assim que viu Karol na frente dela, teve mais um orgasmo.Kalu: Então você também soltou a puta da sua mãe.
Karol: Tô vendo que sim, não esperava isso de você, mamãe.
Susana: Me perdoa, filha.
Karol: Fica tranquila, mamãe. Agora você é a puta do Kalu.
Susana: Siiim, que delícia, me come, Kalu, fode sua puta.
Susana fazia caras obscenas que eu nunca tinha visto na vida. Kalu comeu ela por mais meia hora até gozar litros de sêmen dentro dela, e ela caiu no chão.
Kalu: Hahaha, igual você, amor, na primeira vez que te comi.
Karol: Hahaha, me traz lembranças.
Depois foram pro quarto e Kalu comeu Karol. À tarde, Yennifer chegou. Almoçaram. Kalu foi pro quarto de Susana e tava dando uma fodida violenta nela, que Susana gritava como uma puta com a surra de vara que tava levando. Yennifer tava na sala.
Yennifer: Nossa, como ele come a Karol. Deve ser um deus na cama, nunca ouvi nada igual.
Nisso, Karol desceu pra beber água e Yennifer ficou em choque.
Yennifer: Se a Karol tá aqui, quem o Kalu tá comendo?! Não pode ser! A MAMÃE!?
Yennifer não aguentou a curiosidade e subiu silenciosamente, abriu a porta com cuidado e viu o Kalu montando a mãe dela, enfiando um baita pedaço de carne, parecia o braço dele, era inacreditável! Nem o namorado dela tinha algo nem metade daquilo, mesmo já tendo ouvido várias vezes o Kalu comendo a Karol, era a primeira vez que via aquela pica enorme. Fechou a porta e foi pro quarto dela, não deu pra ver mais, já que não tenho câmeras lá, mas algo me diz que vou ter que colocar câmeras no quarto dela também.
3 comentários - Meu genro gostoso