A visita da minha prima gostosa

Tava começando na vida sexual, tinha acabado de terminar o ensino médio. Pra ajudar minha irmã que tinha se separado, decidi ir morar com ela pra dar uma mão com meus sobrinhos. Lembro quando chegou a notícia da visita de uma prima do Paraguai, minha mãe avisou que nossa prima Marlene vinha nos visitar. Minhas lembranças dela eram vagas porque não via ela fazia uns 10 anos. Conheci ela quando fui pro Paraguai, na casa da minha avó, com minha família. Na época, eu tinha 8 anos e ela 9, mas além de brincar com ela e outros primos, não lembrava de nada. Minha mãe até tinha trazido um presente dela uma vez, mas nunca dei muita importância. Quando ela chegou, ficou na casa dos meus pais. Lembro que naquela época eu tinha 18 anos, hormônio a mil. Vi ela morena, magrinha, lábios lindos, um sorriso perfeito. Pensei: "não lembrava que ela era tão gostosa". Depois dela, fiquei fascinado pela bunda das paraguaias, haha. A gente conversava pouco, mas sempre ficava na brincadeira de mão. Numa conversa no meu quarto, ela me contou que ela e outra prima tinham se apaixonado por mim naquela visita de dez anos atrás. Falou como se já tivesse superado, tipo paixão de criança. Mas as palavras dela ficaram gravadas em mim. Comecei a provocar ela mais, com brincadeiras de agarrar, abraçar, apoiar ela sempre que dava. O tempo todo enchia o saco lembrando que ela tinha sido apaixonada por mim, e ela respondia me batendo. Esse era nosso maior jogo, e claro que nessas porradas eu ficava de pau duro. ROUBEI O PRIMEIRO BEIJO Um dia, elas se preparavam pra sair pra comprar coisas: minhas irmãs, minha mãe e ela. Rápido, fui pro quarto, peguei a carteira dela e enfiei no meu pau, quer dizer, dentro da calça, na verdade dentro da cueca. Tava usando um short de futebol. Quando ela veio procurar, eu tava deitado lendo um livro — lembro até hoje: "Notícias de um Sequestro". Óbvio que tava fingindo ler, é difícil ler com o pau duro. Ela pergunta se eu vi a carteira. Marlene: — Viu minha carteira? Deixei em cima da escrivaninha. Eu: — É essa aqui? — mostrando a pontinha dela aparecendo. do meu bolso. Marlene: —deracore— algo assim me disse, infelizmente não sei falar guarani. —tira isso daí, me dá! Eu: —te dou se me der um beijo, se tá morrendo de vontade! Marlene: —cê é louco, me dá! anda que sua mãe vai vir me buscar— Eu: —já sabe o que fazer se quiser— Nisso minha mãe chama a Marlene: —anda! viu, me dá— Eu: —deixa ela vir, se não me der o beijo não te dou, falo que não vi e pronto— Marlene: —tá bom, só um beijo— ela fala. Se aproxima e me dá um selinho, aí eu seguro a cabeça dela, sem deixar ela sair, e literalmente chupo a boca dela, meto a língua, ela responde igual, foi um beijo de 5 segundos mas dava pra ouvir meu coração batendo lá fora de casa. Marlene: —já deu, me dá— Eu: esticando minha cintura pra frente falo —pega!!!— Sem se assustar ela mete a mão pra dentro, direto na pica, segura bem no tronco. Eu: —essa não é a carteira— Marlene: —uff me enganei— Pega a carteira e vai embora. A espera foi longa. No mesmo dia ela combina com minha irmã de ir dormir na casa dela, quando fiquei sabendo a pica quase saiu da calça. Como Marlene tinha que ir pra casa da minha irmã, umas 18h a gente sai pra lá. No caminho ela tenta me convencer que foi um erro, que aqui não rolou nada, e eu só concordava. Na minha cabeça só tinha uma coisa: comer ela. A rotina com minha irmã era: Ela ia trabalhar às 7:30, levava meus sobrinhos junto, deixava eles na escola e eu buscava, levava pra casa, ou seja, cuidava deles, era a babá deles haha. Esse dia não passava mais, lanche, janta, ver TV foi uma eternidade, eu só esperava a manhã em que a gente fosse ficar sozinho. Porque eu costumava ficar sozinho até ir buscar meus sobrinhos às 12:30. Umas 14h minha irmã chegava, até às 16:30 que voltava a sair até às 21h. Isso sim, depois da janta teve uma sobremesa, jantamos, botamos um filme, minha irmã e sobrinhos foram dormir. Eram 23h, ficamos sozinhos, um sentado do lado do outro, ela se fazia de desentendida, mas assim que me certifiquei de que todos estavam Depois que dormiram, coloquei minha mão na bochecha dela, virei o rosto dela pro meu e beijei. Ela não resistiu, não disse uma palavra, só se deixou levar. Nossas línguas dançavam, os gemidos e beijos aumentavam, parecia que íamos nos devorar. Ela encostou as costas no meu peito e virou a cabeça se ajustando, e a gente continuava naqueles beijos desenfreados. Coloquei a mão dela dentro da calça, pude sentir aquela buceta molhada, só enfiei um dedo, entrava e saía, os beijos e gemidos aceleravam nossa respiração, meu pau duro a ponto de explodir, mas foi só isso, pelo menos por enquanto. O filme acabou — que a gente nem viu e nem sei qual era — e fomos dormir. Aquelas horas foram eternas até chegar às 7:30, quando eles iam embora. Não sei se dormi naquela noite, mas quando senti minha irmã com meus sobrinhos tomando café e se preparando, os minutos pareciam anos, até que finalmente ouvi o som da porta fechar. Esperei uns 2 minutos no máximo. Ela dormiu com minha irmã na cama de casal dela, eu num quarto e meus sobrinhos em outro. Pulei da cama literalmente depois de ouvir a porta, depois o portão fechar, esperei aqueles dois minutos eternos, que pareciam anos, corri pro quarto, abri a porta e quando ia pular... Pensei que ela ia levar um susto, mas o surpreso fui eu, ao ver ela totalmente nua, de pernas e braços abertos. Marlene: — Achei que você não vinha!!! Eu: — Só me certifiquei de que eles foram e não voltam pra pegar algo. E pulei na cama desesperado. Em cima dela, comecei a beijar, roçando o pau por toda a buceta, ela tentou pegar, mas segurei as mãos dela, levantando elas acima da cabeça, com nossos braços esticados, enquanto beijava. Desesperado, beijava a boca dela, o pescoço, chegando nos peitos pequenos mas lindos, enfiava eles inteiros na boca, passava a língua no mamilo, mordia de leve, cuspia e chupava de novo. Os gemidos dela faziam meu pau pulsar na buceta molhada dela. Continuei descendo, nervoso, excitado, tremendo, lembro de tanta calor, beijei o umbigo dela e continuei. Já na pélvis, beijei tudo ao redor da buceta (lia muito, nessas leituras tipo o Kamasutra e outros de sexólogas dizia que antes de ir direto na buceta devia brincar ao redor, bem obediente tentei colocar em prática a teoria gostosa). Quando finalmente pude provar aqueles lábios, percorri os lábios com minha língua pra cima, pra baixo, de um lado pro outro, abri bem a boca metendo tudo que podia pra dentro, enfiei a língua no fundo uma e outra vez, e fui, pra onde ficava o clitóris, com a ponta da língua massageei ele, acho que fiz bem o trabalho porque ela gemia pra caralho e o corpo dela se arqueava toda vez que minha ponta massageava aquele pedaço de carne gostosa. Ela apertava minha cabeça na buceta dela, até que só soltou um suspiro e me falou. Marlene: — vem agora, você vai saber o que é transar. Me jogou na cama de barriga pra cima, subiu em cima, pegou meu pau. Eu: — aqui tem camisinha. Marlene: — shhhh. Colocou o dedo na minha boca e enfiou o pau inteiro de uma vez na buceta, foram não mais que dez metidas fortes, apertou meu peito com as mãos, e eu ouvi um dos sons mais lindos da minha vida. Marlene: — siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim. Deve ter visto minha cara de não aguento mais, desceu, enfiou meu pau inteiro na boca uma vez, tirou, enfiou de novo, tirou, enfiou de novo e falou — goza pra mim — bateu uma com força. Eu: — toma gozo — consegui falar. Ela me olhando nos olhos, enfiou na boca, chupou que nem quem chupa algo até deixar seco. Abriu a boca, mostrou a língua com gozo e engoliu. Depois disso não falamos nada, apoiou a cabeça no meu peito e a gente dormiu. Assim dá gosto acordar. Não devo ter dormido nem meia hora, porque lembro de sentir um cócegas no pau, abrir os olhos, olhar o relógio pendurado ver marcando 8:30 e pensar que tava sonhando, ela me olhando com o pau inteiro na boca, como chupava o pau era uma loucura. Marlene: — acordou? Eu: — sei não, acho que tô sonhando. Nesse momento ela morde minha cabeça. Eu: - mmm filha da puta - mordi os lábios e só falei isso. Marlene: - pra você ver que não é sonho. Lambeu toda a pica, de cima a baixo, enfiava toda na boca, tirava, voltava a lamber, colocava os ovos na boca, lambia dos ovos até a cabeça, e voltava a enfiar a pica inteira na boca. Eu: - me dá a buceta - Sem parar de chupar pica, ela virou a raba na minha direção, colocou a buceta na minha boca e continuou, só parando quando engasgava. Comecei a chupar a buceta enquanto ela chupava minha pica, meu primeiro 69, não sabia o que tava fazendo mas tentava me concentrar na buceta e não gozar antes do tempo, haja. Língua pra todo lado na buceta, enfiava língua e tirava, meti dois dedos, tudo lambuzado, dedos, boca, tudo babado, com fluido uma mistura de tudo, nisso tento brincar com a raba dela enquanto minha língua tava dentro da buceta, um dedo no cu, era o único momento que ela soltava a pica pra segurar minha mão. Marlene: - o cu não - e tirava minha mão. Ela se levanta. Marlene: - me passa um camisinha - eu dou uma, ela abre com a boca, coloca com cuidado com as mãos, batendo uma duas ou três vezes, deita na cama, me fala vem. Subo em cima e começo a bombar a pica, com força de adolescente metia e tirava pica, os gemidos dela e as mãos apertando minha raba me inspiravam mais, bombei com toda força. Num momento ela me empurra, vira e fala - me come assim - não sem antes falar - pelo cu não, isso não se toca - Naquela época eu ainda não ligava pra esse assunto, mais tarde ia ficar viciado na raba dela e em todas as rabas, as bundas das mulheres me deixam louco, meti a pica e continuei bombando, ela gemia cada vez mais forte. Nessas fodas, eu parava dentro dela e dançava a pica lá dentro, notei que ela adorava, enquanto passava a mão na cabeça dela e beijava. Agarrei ela pela cintura, coloquei de quatro, sempre gostei dessa posição. E dei tudo, bombava cada cada vez mais rápido, sentia as batidas da minha pélvis nas nádegas dela, pequenininhas mas firmes e redondas, minhas bolas batendo nela. Marlene: - assim, me dá mais, isso, goza agora, agghhhg - Eu: - me deixando levar, soltei toda a porra - Foi um gemido longo dos dois, imitei o "siiiiiiiiiiii!" dela e a gente desabou na cama. Dormimos de novo. Final com café da manhã. Acordo, vejo no relógio 10:50, levanto sem fazer barulho, vou ao banheiro, faço café. Enquanto fazia o café, ela levanta. Sirvo o café com uns biscoitinhos, ela sai do banheiro, senta na mesa. Marlene: - que lindo, Argentina, tem serviço completo, tudo incluído, hehe. Eu: - depois de um espetáculo desses, é o mínimo que podia fazer. Café da manhã, conversamos, rimos, tudo fluiu naturalmente. Pegou as xícaras e disse: - me dá que eu lavo, você fez o café, eu lavo. Apoiou as coisas na pia, vi aquela bunda minúscula me olhando, ela tinha um short que só cobria mal os glúteos, branco e preto. Fiquei atrás dela, beijei ela, apoiei meu pau na bunda dela enquanto beijava e acariciava os peitos dela. Marlene: - assim não dá pra lavar. Eu: - lava tranquila enquanto eu te faço carinho. Já tava com o pau duro de novo. Abaixei o short dela, ela não ofereceu resistência nenhuma, coloquei uma camisinha que tinha pego de propósito. Meti o pau devagar. Ela: - ahhh, sim, que gostoso - Comecei a acelerar o ritmo, ouvia o som dos nossos corpos se batendo a cada investida, e mais forte eu metia, ela já tinha largado tudo. Virei ela, subi ela na pia, abri as pernas dela, chupei a pussy, ela apertava minha cabeça como se quisesse me enfiar pra dentro. Marlene: - me fode, vai! Meti o pau de novo, bombava, ela me abraçava e apertava contra ela enquanto me beijava. Marlene: - vai, assim, me dá mais - Cada pedido dela me deixava mais desesperado, e eu dava mais do que podia. Ela sobe em cima de mim, fica de colo, bem agarrada em mim, eu segurando a bunda dela, rebolando como dava. As pernas dela cruzadas com as minhas, subindo e descendo, se mexendo em cima de mim, eu acompanhava os movimentos dela com Minhas mãos na bunda dela subindo e descendo. Marlene: — joga no chão. Ainda bem que pensei, porque meus braços e pernas já estavam no limite. Deitei e ela por cima. Começa a cavalgar igual uma louca. Marlene: — pega nos meus peitos, cê gosta assim, não vai gozar ainda, hein!! Assim, toma, aghhh. Eu: — adoro, mmmm, continua, assim, mais um pouco, não vou aguentar muito assim. Marlene: — só mais um pouco, que piroca gostosa que você tem, aaaaaaai. Ela me comeu de um jeito, cavalgava, gemia, gritava. Ela era a dona, me comia do jeito que queria, como se mexia em cima de mim, ufff. Marlene: — agora sim, guy — foi a ordem dela. — Me dá o gozo, vai, quero sentir você gozar. Eu: — vou te dar tudo, me come. E terminamos num siiiiiiiiiiiii!!!! Muito longo. Tonto, sem saber onde estava, vejo na TV que eram 12:15. Me recupero, todo excitado. Eu: — vamos, já tá tarde — Vestimos correndo e vazamos pra escola buscar meus sobrinhos. Como devem ter percebido, foi minha professora, me ensinou um monte de coisa, mesmo tendo só um ano a mais que eu, tinha muita experiência no assunto. Espero que tenham gostado, desculpa pelo textão, tentei contar tudo. E antes que peçam, aqui não tem foto....😘😘😘

2 comentários - A visita da minha prima gostosa

c10z
Muy buenoo. Zarpado relato